
Elizabeth Pereira Machado (*)
A cidade de Nobres começa a experimentar um processo de avanços que estão acontecendo na área administrativa e até mesmo estrutural com tudo o que está em execução e o que está projetado. O núcleo urbano está com uma imagem mais aconchegante, com a apresentação de uma cidade aconchegante, mas nada que seja motivo para ufanismos.
São realidades que vemos a partir da estruturação, ainda que lenta, de determinadas ruas e avenidas e a implantação de pontes em concreto, mudando a paisagem de cidade onde as pontes eram de madeiras, aquém de um novo modelo que se exige, deixando para trás os gastos com o uso de madeira, extraídas de nossas matas. Tudo muda o cenário e contribui para garantir uma melhor percepção de que estamos caminhando, um passo por vez.
Poderíamos estar melhor, não fossem as empresas que participam de licitações sem a estrutura desejada ou exigida, minimamente, para tomar parte de determinados certames. Há casos de vencedores de licitação que abandonaram os serviços por não dispor de capital para tocar os projetos em sua fase inicial.
E quem perde com isso é a gestão pública, o cidadão e o município como um todo ao perceber e reclamar das necessidades de suas ruas, de seus bairros, enfim. Mas isso prova que os procedimentos legais estão sendo colocados em prática e como já disseram em outros tempos, há que se ter competência pra se estabelecer.
Em meio ao que estamos vendo e avaliando, a gestação de um plano diretor ao município é algo bastante necessário e nos coloca cada vez mais na linha de ascendência a caminho da estruturação urbana e, reiteramos, no passo a passo, mas a verdade é que estamos evoluindo.
E o que teremos a ganhar com o Plano Diretor? É importante avaliar que o Plano Diretor Estratégico é o que regerá uma lei municipal orientativa em direção ao crescimento e o desenvolvimento urbano de todo o município. O que ainda está em fase embrionária é o que será elaborado com a participação da sociedade, estabelecendo-se a partir de então, um pacto social que definirá quais os instrumentos de planejamento urbano de forma a reorganizar os espaços da cidade e garantir a melhoria da qualidade de vida da população.
Nós, enquanto sociedade organizada, necessitamos estar atentos e sermos ouvidos no sentido de buscarmos o que será melhor para todos, notadamente quando um dos temas envolverem melhor qualidade de vida. É do que necessitamos e iremos ver que será imprescindível nos próximos anos.
Esse modelo de que está sendo criado necessitará da ação dos parlamentares municipais no sentido de bem representar a sociedade civil e pugnar em favor de uma qualidade de vida que olhe para o meio ambiente como a essencialidade do que for mais essencial. É assim que construiremos caminhos seguros em direção ao amanhã.
Gratos pela leitura e pela atenção.
(*) Elizabeth Pereira Machado é Contadora em atividade pública e suplente de vereadora em Nobres.





















































