
Ao menos três dos vereadores estão na mira da população neste momento e do posicionamento de cada um vai depender o andamento das investigações no município de Rosário Oeste. Os três parlamentares integram a Comissão Investigativa, esta que pode revelar tudo o que está no rol das citações preliminares apresentadas aos parlamentares. São eles, João Augusto (Tito da Forquilha), Amilson da Distribuidora e Ademir Figueiredo, e eles já se reuniram para dar início aos trabalhos de investigação sobre a abertura da CP (Comissão Processante), instaurada para apurar possíveis irregularidades na atual gestão em Rosário Oeste-MT. E eles já se reuniram, foi na manhã do último dia 30/05, conforme o portal de informações da Câmara de Vereadores do município de Rosário Oeste.
É o início dos trabalhos de investigação sobre a abertura da CP (Comissão Processante), instaurada para apurar possíveis irregularidades na atual gestão em Rosário Oeste. O pedido solicitou a abertura de uma CP e também o afastamento por 180 dias do prefeito Alex Berto, da vice-prefeita Mary Ivoneth Navarros Borges, e de todos os secretários municipais e funcionários comissionados da Prefeitura de Rosário Oeste.
A CP foi criada mediante sorteio dos parlamentares e tem como objetivo investigar a atuação do Poder Executivo, especialmente no que se refere ao transporte escolar, que tem enfrentado dificuldades decorrentes de uma má administração. Mas há ainda, o caso do médico citado no documento que trata da CP e o polêmico caso das travessias elevadas, a preços elevadíssimos, senão estratosféricos. Quem fez, quem fiscalizou, quem é o fiscal de contrato, qual o vínculo entre essas pessoas no caso das “Travessias Taj Mahal”.
Segundo o conteúdo do portal do Legislativo, “com o início dos trabalhos, a Comissão estará notificando o Prefeito e Vice-prefeita, para apresentar uma defesa prévia no prazo de 10 dias, após será feito um relatório analisando à defesa apresentada sobre a veracidade das denúncias que poderá ter continuidade ou arquivamento oferecido pela Comissão”.
O vereador Amilson está sob todos os holofotes, sob alegado apontamento de que estaria mais propenso a cuidar das coisas do Executivo que da população e do próprio papel como fiscal do povo. Não menos complicado está o vereador Tito da Forquilha, sobre quem falam de ter como única preocupação, cuidar de se manter como vereador e ir à uma nova reeleição.
Tito escapou de ser afastado por uma manobra interna do Legislativo na polêmica reunião de 23/04, mas uma reviravolta fez com que a Comissão Processante fosse criada e agora uma maioria avassaladora de cidadãos aguarda pelo resultado dos trabalhos.
E nesse contexto está a figura central do vereador Ademir Figueiredo, a quem cabe toda transparência possível por ocupar suposta posição de independência. Será?
Independência e transparência, é o que se espera de Ademir Figueiredo que teria prometido protocolar folha por folha da papelada junto ao Gaeco. De Ademir, espera-se, além de tudo, a exibição do protocolo de entrega dos documentos ao Gaeco. Isso ainda não aconteceu e para quem acaba de aportar no terreno do mandato eletivo, uma manobra espúria pode representar o fim de um segundo mandato.
Dos três integrantes da CP, o mais desacreditado é de fato o vereador Tito da Forquilha, por seu histórico de polêmicas e de posturas contraditórias que podem render-lhe o fim da linha na política.
Foto: Site da Câmara Municipal de Rosário Oeste/Reprodução





















































