O prefeito José Domingos Fraga Filho (União Brasil) parece querer ser protagonista no município de Nobres e colocar os vereadores (todos) como meros antagonistas.
Essa faceta vem se caracterizando a partir da imposição do chefe do Executivo em relação à assessores diretos do governo, improdutivos e rechaçados por reconhecida improdutividade e que seguem sendo bancados pelo gestor.
Separados em grupos distintos, os vereadores que apoiam o governo também não são ouvidos e estão sendo tratados como meros coadjuvantes numa correlação com secretários que não foram votados e nunca deram as caras a tapas.
Na outra ponta, estão os vereadores caracterizados como oposicionistas, cujos projetos apresentados são rejeitados e que mais tarde ressurgem com a autoria do Executivo.
Um desses casos está representado pelo Projeto de Lei apresentado pela vereadora Eva Valdinéia Pereira (Republicanos), cujo conteúdo colocado é do teor seguinte: “Dispõe sobre a obrigatoriedade da identificação e registro de cães e gatos por meio de microchip no Município de Nobres e dá outras providências”.
O QUE PODE ACONTECER
Segundo confidências palacianas, o Projeto de Lei será reapresentado com a marca do Executivo, numa afronta risível contra o projeto apresentado pela vereadora republicana Eva Valdinéia.
Realmente, caso tal informação se torne real, é algo que expõe a estrutura da gestão, dada ao Control C – Control V, em que pese ser uma máquina pública que abriga uma casta privilegiada em detrimento daqueles que de fato movem a máquina.
Quem de fato põe a máquina em movimento são os garis até o mais alto cargo na linha intermediária da gestão, muito aquém das superintendências, dos secretários e daqueles que recebem na moita, através da OSCIP.