
Através de uma ação parlamentar, cujos signatários estão listados no Projeto de Lei, coloca à apreciação do Plenário, matéria que “Dispõe sobre a obrigatoriedade da identificação e registro de cães e gatos por meio de microchip no Município de Nobres e dá outras providências”, conforme conteúdo do PL.
Após a aprovação e uma vez tornado lei, todos os animais deverão ter identificação e o consequente registro através de microchip que deverá conter, minimamente, dentre outras obrigatoriedades, número de identificação único; dados do tutor responsável (nome, endereço, telefone); dados do animal (espécie, raça, idade, cor, sexo e histórico de vacinação).
A exigência para o registro será feita junto ao órgão municipal responsável (Centro de Controle de Zoonoses ou equivalente), que manterá banco de dados atualizado e acessível, conforme consta do Projeto de Lei.
Vai ficar no passado, aquelas menções um tanto quanto folclóricas, que atribuíam aos animais domésticos “Cholin”, “Caramelo”, “Bibi”, “Mimosa” e até as denominações aos gatos que agora deverão ser identificados através de chips.
E, hajam chips diante da perspectiva de ao menos uns cinco mil animais domésticos, além daqueles que perambulam pelas ruas dos bairros, sendo o São José um dos bairros com considerável contingente de animais, ditos domésticos, mas que moram nas ruas.
Recentemente, em um filme na tevê, foi visto um cão com a incrível denominação de “Nasdaq”, um plágio do medidor de índices junto com o Dow Jones nas atividades da Bolsa de Valores norte-americana.
Está na pauta e tem o aval dos vereadores Arquimedes Dias Pedrozo (PSB), Eva Valdineia Pereira (Republicanos), Zilmai Ferreira de Jesus (PL), Valdo da Silva de Almeida (PSB) e Emerson Flávio de Andrade (Podemos).



















































