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Tribuna de Nobres

20/04/2018
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Emendas e d√ļvidas

O cuiabano tem a mania de dizer: "quem bej√ī bej√ī, quem num bej√ī num beja mais". √Č coisa de final de festa, tal e qual as emendas parlamentares que s√£o endere√ßadas aos munic√≠pios, estas que s√≥ acontecem de quatro em quatro anos, justamente quando os parlamentares v√£o √† reelei√ß√£o. Isso tem chamado √† aten√ß√£o de todos e coloca em xeque os caminhos pelos quais essas emendas passam para, s√≥ desaguar quando √© hora de tentar a reelei√ß√£o.

Com o Minist√©rio P√ļblico (federal e estadual), a Controladoria Geral da Uni√£o, os tribunais de contas (do estado e da Uni√£o), as Ong‚Äôs Moral, Transpar√™ncia Brasil, enfim, uma gente especializada de olho nos caminhos do dinheiro p√ļblico e ainda assim reina essa d√ļvida sobre o per√≠odo certo das emendas dos deputados chegarem ao seu destino final, somente em per√≠odos pr√©-eleitorais. √Č intrigante esse fen√īmeno da pororoca pol√≠tica, quando emendas e elei√ß√Ķes se cruzam, criando um clima de √™xtase nos munic√≠pios com a possibilidade da chegada de melhorias.

Nesse mesmo ritmo e no caudal da pol√≠tica, crescem os patrim√īnios dos pol√≠ticos e de modestos funcion√°rios p√ļblicos passam a ostentar fortunas e amealhar patrim√īnios vultosos, adquirem avi√£o, fazendas, s√≠tios, ch√°caras e partem √°vidos para investimentos imobili√°rios, via de regra, at√© viabilizam emendas que pavimentem os caminhos que levam aos seus empreendimentos. N√£o agu√ßa a curiosidade dos simples mortais, esse passar de √°guas pelos rios da pol√≠tica?

Já se ouviu comentários de que um deputado abusado chegou a propor emenda de R$ 100.000,00 a um município, mas, apenas R$ 10.000,00 é que de fato ficariam para o erário municipal. Em Nobres, é comum se destinar emendas de R$ 150.000,00 mas só chegam R$ 100.000,00 e no máximo 130 mil reais para ser utilizado em obras. E tem parlamentar que humilha ao afirmar: "se quiser bem, se não quiser há quem queira em outro lugar".

Definitivamente, esse é o País dos sonhos, ao menos daqueles que tem a política como o melhor canal de investimento. Ganhar uma eleição é difícil, tanto quanto a Unidos da Tijuca possa dizer sobre a conquista do Carnaval Carioca, recentemente.

O político, juvenil ou adulto, adota a tática de vencer com os amigos e de governar com os inimigos, e quando chega ao poder, é como casar com namorada bonita e adotar a família dela. Em outras palavras, começam a aparecer parentes, amigos e apaniguados de outras plagas para usufruir do poder conquistado com o trabalho dos amigos. Uma vez no poder, gosta de contatos com empreiteiros e se deixa levar pelas águas mansas das benesses que o poder oferece, aceitando até viagens pagas por empreiteiros, quando não pagam até pensão alimentícia para o político (ver caso de Renan Calheiros e a filha bastarda com uma jornalista).

Mas, voltando ao nosso manso rega√ßo, que corta as campinas... continua a intrigante d√ļvida sobre as emendas de deputados, que s√≥ "chovem" em ano eleitoral. Tem deputado que n√£o aceita barganha em emendas de menos de 30% do valor total, segundo contam por a√≠. Deputados s√£o donos de jornais, de r√°dios, de canais de televis√£o, enfim, controlam a opini√£o p√ļblica e fazem do populacho massa de manobra.

Os que não fazem isso, não permitem que a liberdade de expressão seja uma forma de indignação daqueles inconformados.

Bem, isso vai continuar intrigando e queimando os poucos neur√īnios daqueles simples mortais, atirados √†s masmorras pela classe mais privilegiada da sociedade, os pol√≠ticos, que se locupletam com o dinheiro do povo e ainda s√£o aplaudidos.

Aviso aos navegantes sobre emendas parlamentares: "quem bej√ī bej√ī, quem num bej√ī num beja mais". 10%, 20%, 30% e at√© 40% seriam retidos das emendas e ningu√©m v√™, segundo contam em rodas de cacha√ßadas.

 

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