
Sem Liga
Não convidem para a mesma mesa, o ex-prefeito Leocir e o atual prefeito Zé Domingos. A relação azedou após o resultado das urnas, com a vitória do candidato escolhido pelo então prefeito Leocir. Depois de vencer as eleições e tomar posse, Zé Domingos mandou embora boa parte do secretariado do “amigo” e não quis mais diálogo com o seu criador.
– Quem eu quero não me quer, quem me quer… mandei embora, são notas destoantes de um velho bolero.
Sem Liga II
A sutileza e a etiqueta indicam que também não se deve convidar para a mesma mesa, uma secretária atual e uma vereadora. As rusgas seriam resultado de uma ida até Brasília; melhor dizendo, seria após a volta do périplo pela capital federal. Por que será? Tem um setor da imprensa daqui destas bandas especializado em don juan’s.
– Deu no que deu… mas… deu, mesmo?
Tacho Quente
O secretário Acendino, da Obras, parece que resolveram fritá-lo em tacho bem quente. Estava lá, na zona rural, os maquinários melhores ficavam aqui. Agora, veio pra cá, pra cidade, levaram o maquinário pra lá. Esquisito e se permanecer até no meio do mandato, vai ser por absoluta persistência.
– Tem gente que não gosta de remédio caseiro e prefere os de farmácia, importados.
Sacrifício Incomum
O prefeito ZD resolveu desfazer das bagagens em Nobres, após frequentar a mídia e a justiça, conforme consta de um caudal de informações desabonadoras enquanto prefeito de Sorriso e como deputado estadual. Assumiu o compromisso de causar a melhor das impressões em Nobres, que escolheu para deixar um legado que desfaça toda a má impressão causada no passado.
– O placar continua no zero, nada de novo.
Sacrifício Incomum II
Para cumprir esse milagre, trouxe para Nobres velhos amigos, capazes de refazer esse caminho de Santiago de Compostela. A missão seria muito mais interessante se ele se candidatasse para transformar Rosário Oeste no que Nobres é hoje, está hoje. Administrar um município com uma boa receita e sem dívidas, até Cheba faria isso, já que administrou o município paralelamente, em parceria com alguns vereadores, por enquanto… sem nomes.
– Não há sacrifícios em gastar dinheiro onde tem dinheiro. Mas, chamar amigos para ajudar a gastar, aí já é demais.
Sem defesa
Consta que por uma conversa informal, jogada fora, diga-se arrotada, dentro do gabinete do prefeito, colocou a credibilidade dos professores em xeque. Justamente, aqueles que não manipulavam dinheiro e só tratavam das questões técnicas da função. Teria sido um assessor do atual prefeito que tripudiou sobre os professores sobre diárias e desvios de recursos públicos.
– Temos cópia de um ofício do ex-secretário, cujo teor seria uma súplica para o então prefeito repassar dinheiro para inauguração de obras. Mas, que obras?
Sem Defesa II
E o pior, quem deveria defender os professores não o fez e se calou. Justamente aquele que manipulava tudo na Secretaria de Esportes, na Saúde, no Gabinete e só faltou assumir como prefeito. A atitude escolhida foi a de calar-se diante dos ataques que buscavam manchar a reputação dos professores, oriundos daqui desta terra.
– Por quantas vezes foram utilizadas manobras para lavar dinheiro para investir no Esporte que não tinha recursos? Calar-se, é esperar que a culpa em outro.
Sem Defesa III
Os “testas-de-ferro” de manobras nada altaneiras é que assumiram pelos erros dos talentosos rapazes que iniciaram uma parceria na campanha do então candidato a reeleição, em 2.012. Altamente talentosos em deixar as impressões de um gato e saírem com as mãos limpas.
– À época, só o candidato perdeu, mas teve gente que saiu com o embornal cheio.
No Podcast
O podcast municipal convocou os líderes do Legislativo para participação, vereadores Eliés (1.º Secretário) e Flávio Rondon (presidente). Que legal, mas não falaram nada sobre a derrapada de um vereador ao abordar a palestra na Educação. Foi quando um vereador disse sobre a palestrante na área da Educação: “eu aaaammmmeeeeiiiii!”.
– Soou meio estranho, tipo aquele um do BBB… Brasiiiiillll.
Modernidade
A imprensa oficial está moderna, só não moderniza nos bastidores da política, onde as pessoas se organizam em pontos chaves da gestão, como por exemplo, pessoas habilmente colocadas em pontos chaves para sondar os passos do prefeito. Foi assim com o ex-prefeito Leocir quando, por pouco não o derrubaram com o afastamento por 180 dias.
– Foi por pouco. Isso não faz parte de nenhum ‘pode’; aliás… não pode.
Modernidade II
A mídia avançou (e muito!) com superexposição do esposo de uma vereadora, o mesmo que nos bastidores alegava desconhecer qualquer atividade paralela, mas na realidade alguém teve responsabilidade na teoria (e na prática) da conspiração. Segundo se apurou, o ex-vereador Preá foi quem teria conseguido abortar a manobra dos bastidores.
– Teve um vereador que atacou duramente uma pessoa próxima do prefeito, abordando o tema academia.
Modernidade III
O apresentador Marcos Cheba abordou um tema rápido e importante, sobre o companheirismo e aquele que não o é, pode ser classificado de fdp. Ali, ele foi bem realista, deixando para trás aqueles que votaram na sua esposa. Ou o voto não foi espontâneo? – Consta que Cheba teria dito que apenas com 0000,1% das pessoas com quem ele tinha compromisso e com outras 99%, tudo acabou no dia seguinte à eleição.
FDP É FDP
Então, seriam mais de 700 fdp’s e aqueles com quem ele assumiu compromisso não figurariam nessa lista. Votaram, receberam e ninguém falou da procedência do dinheiro que molhou a mão dos mais de 700 fdp’s. A Tupã estaria na mira daqueles que ainda acreditam na Justiça, porém, não se pode negar a habilidade do ex-secretário para chegar onde chegou, afastando uma pessoa próxima do então prefeito com apoio de colegas manipulados.
– Eleitores que venderam os votos são uns bandos de fdp’s; corintianos são chamados um bando de loucos.























































