Após assassinar a esposa, a tiros, Paulo Bispo, (63 anos), tinha a intenção de assassinar as filhas da esposa Luciene Naves (51 anos). O fato ocorreu no bairro Osmar Cabral, área Sul de Cuiabá.
Agressões contra a mulher viram notícia todo dia (Reprodução: Folhamax)
Em entrevista ao canal televisivo Centro América, afiliada da Rede Globo, as filhas acusaram falha no botão do pânico e um certo descaso em relação ao feminicídio consumado da professora. Além do que, as filhas contaram na reportagem que o assassinato, em princípio, foi consumado pela falta da Justiça.

Fato consumado, chama a atenção, a publicidade governamental, sobre queda na taxa de feminicídio, em que pese o aumento da pena ao autor de feminicídio.
Aliás, o Governo Mauro Mendes tem se notabilizado por muita publicidade e pouca praticidade. No afã de se tornar senador por Mato Grosso, Mauro Mendes tem na publicidade oficial um ralo considerável.
Muita propaganda oficial e pouco resultado prático. O feminicídio é um caso sério e as medidas protetivas não intimidam, ainda que se fale em prisão perpétua.
Em termos de políticas públicas, nada intimida os “donos” das mulheres ou aquele que se acredita com poder para determinar sobre a vida de uma mulher e dos filhos. Nos últimos anos, o que mais se perpetua são os assassinatos de mulheres e, não satisfeitos, homens matam os filhos ou querem matar.
Imagem: Reprodução: MT-400 – Cuiabá/Guia, onde o pavimento já está depauperado.

























































