
A sessão da Câmara Municipal de Nobres ocorrida na noite de 14/09, em caráter ordinário, parece que levou os vereadores a afinar o discurso em relação aos fatos que vem ocorrendo em Nobres em relação aos projetos e obras que estão em andamento.
Mesma temática foi abordada pelos colegas Rogério Frazão, Zilmai Ferreira de Jesus, Joel Júnior e outros em relação ao que vem ocorrendo com as obras que estão planejadas e licitadas em Nobres, mas que não vem tendo a sequência normal e compreensiva.
Considerando-se que o Parlamento municipal seja o único ponto de apoio dos clamores populares, o vereador André Avelino Bezerra acredita que já esteja na hora de ouvir o secretário municipal de Infraestrutura, Rafael Botini, para que ele se esclareça e tenha direito a ampla defesa em relação aos reclames da população que, via de regra, desaguam na Câmara Municipal de Nobres.
Para André Avelino, a convocação deste ou daquele secretário não é com a intenção de pressionar ou “massacrar” ninguém, mas é para proporcionar uma forma de a sociedade civil conhecer dos fatos e mostrar a realidade. Segundo o experiente parlamentar, é uma oportunidade de se colocar as coisas nos seus devidos lugares.
A questão esbarra nas empresas que prestam serviços ao município e que não devem cumprir as metas estabelecidas para a conclusão das obras, principalmente no período chuvoso. Com a aprovação do requerimento convocatório, o vereador espera que cada convocado tenha a oportunidade de esclarecer aos questionamentos que serão apresentados.
Desta vez, o parlamentar dr. André pretende encerrar o mandato através de uma postura marcante e determinante para que a sua participação política tenha um desfecho mais ou menos positivo e longe daquela participação que levou vários integrantes da Legislatura 2.017/2.020 ao naufrágio político.
É esperar pra ver se a devida atenção será dada ao pleito do parlamentar que fez coro aos demais colegas quanto a lentidão das empresas que atuam em Nobres e começam a “empurrar com a barriga” a espera de aditivos e de medições imediatas.
Será mesmo?


















