As bicicletas elétricas e motos autopropelidas estão dominando as ruas da cidade, direcionadas por pessoas que nada sabem sobre a legislação de trânsito. A marcação de “Pare”, nas esquinas não são respeitadas, nem mesmo por certos motoristas de automóveis.
– Ninguém respeita e, não por acaso, o hospital municipal anda bastante frequentado por motoqueiros audazes e furiosos.
Trânsito – “terra de ninguém” II
Curiosamente, hoje (31/08), dois menores em suas bicicletas elétricas transitavam pela rua em frente a Creche “Regina” como que, disputando para ver quem seria o mais rápido. Justo onde transitam mães, pais e seus respectivos filhos. E onde estariam os pais e mães? Obviamente, ocupados com as atividades cotidianas, enquanto os “aborrecentes” fazem uma corridinha.
– São desses tipos que em casa não lavam um copo e os fundos das cuecas vão para a lavanderia com os fundos amarelos… frutos das freadas.
Diferenças e Indiferenças
Tem um setor da imprensa em Nobres que anda descontente demais com o prefeito Mariano Balabam e não perde a oportunidade de “bordoar” o prefeito. Já aqui em Nobres, praticamente fixou residência na sede do poder. Será porque Mariano estaria em uma sigla de esquerda? Seria por conta da “agência” de publicação e não de publicidade?
– Ah! Talvez seja por saudades de Alex, conhecido ilusionista que bancava até corridas de táxi.
Grupo de Whatsapp
Tem um grupo de whatsapp que é uma zoeira só e por lá, muitas críticas sobre o alto nível de poluição do Rio Nobres. Não seria ali o lugar certo para se perguntar, onde estaria o dedicado fiscal ambiental que não pode ver um montinho de areia em alguma calçada? D. Pedro de Órleans e Bragança bem que poderia levar uma garrafinha (limpa, obviamente) e colher amostras para análise de alguns pontos onde manilhas despejam esgotos nos rios de Nobres.
– Cacete florido… só no rabo dos pobres.
Fiscalização Ambiental?
A poluição dos mananciais hídricos não seria da competência daquele comboio que percorre as ruas de Nobres? Manilhas de 80 e de 1mt de diâmetro desembocam nos rios que cortam a cidade e a fiscalização ambiental municipal prefere, mesmo, é pisar nos pobres e suas folhas nas calçadas. Quantos e quantos não cotizariam para pagar pela análise desse material coletado?
– Fiscal com prazo de validade vencendo e da casa da amizade, este não tem amizade é com pobre.
Diferenças e Indiferenças
Dom Pedro e sua troupè, será que não olham para baixo? Água de sabão não pode ir para as sarjetas, porém, água engordurada de máquinas de assar frango são lavadas nas calçadas e a água com alto teor de gordura vai pra onde? Na área central da cidade isso ocorre com frequência, mas são da mesma confraria, aí não pode?
– Aos amigos… a visão turva; aos pobres e desvalidos… cacete florido.
Estradas Bem Cuidadas
Para se chegar a Vila Roda D’Água, pelas vias de acesso através da MT-241, as estradas estão bem cuidadas e o núcleo urbano de Roda D’Água as ruas estão transitáveis. Obviamente, com a secura e o clima tórrido, sem nenhuma chuva, predominam as chamadas “costelas” (não necessariamente de vacas). Mas trafegáveis a 40, 60 e até 70km/hora.
– Ocioso destacar, nem sempre foi assim e nem sempre esteve assim.
Estradas Bem Cuidadas II
A pavimentação das principais vias da Roda D’Água, também conhecido como o primo pobre do turismo, seria uma boa para a valorização imobiliária no setor. Tomara que o prefeito Zé Domingos olhe por esse lado, já que a Bom Jardim acredita, acha, entende que é só lá que é preciso fazer e ter as melhores obras.
– Enquanto isso, aumentam pousadas e novos imóveis predominam no lado do primo pobre do turismo.