Quem diria, a secretária fala. Após um longo e tenebroso inverno, eis que uma notícia aponta que a titular do Turismo em Nobres resolve emergir-se do anonimato e dizer que o município precisa de união. Ela tem o apoio do experiente empresário do meio turístico, Vicente. Cogitam união em um ambiente onde cada um é por si e todos esperam em Deus.
– Tudo bem que lá se vão dois anos e não há nenhuma precocidade no falar.
Falante II
Por volta de 2.013 a 2.016, foi uma verdadeira “guerra” contra a administração municipal e contra o “voucher” embora todos quisessem boas estradas em que só o turista é merecedor. Talvez, a atual secretária de Turismo não conheça essa parte da história. E uma outra parte, é aquela em que, onde se cabiam 50 visitas, diariamente, 150 eram registradas… já que não priorizavam registros e nem recibo era fornecido.
– A tese bem cuiabana e bem política nos aponta que: “farinha pouca, meu pirão primeiro”.
Falante III
Nobres precisa de uma identidade turística. Sim, necessita e que não seja o milho, de inegável interesse empresarial. Tudo visa lucro e a identidade turística através do Festival do Milho que, segundo uma informação, não conta com nem uma única espiga oriunda do município e que viria de Goiás esse milho.
– Mas, isso é comum no Brasil, gostar de tudo que vem de fora, vide, filmes, músicas, camisetas e até adoração ao maior mentiroso de todos os tempos, o falastrão Donald Trump.
Falante III
Uma sugestão de identidade turística para Nobres seria a da preocupação para com o meio ambiente. Tudo começa com a invasão de terras e a formação de bolsões de pobreza à entrada da vila. Uma outra sugestão, seria a unificação de propósitos, abandonando a política discricionária de que tudo que seja bom, seja para o primo rico, a Bom Jardim.
– O Núcleo Urbano de Roda D’Água é o primo pobre. E o Festival do Queijo não tem a mesma repercussão que a Festa do Milho.
Falante IV
Uma outra percepção, foi o “drible” que o lateral direito Zé Domingos deu no empresariado local, ao prometer (e não cumprir!) que o futuro secretário de Turismo seria oriundo ou emergente do trade turístico. Conformadinhos, hoje, estão atrás da própria identidade.
– Quem sou… onde estou?
No País de Alice…
… todas as maravilhas. A gestão governista só não está com a imagem mais desgastada por conta do esforço do sub-prefeito para assuntos rurais e da primeira-dama que dialogam, que ouvem os reclames e atendem aqueles que, na medida do possível, possam ser definidos.
– E Platão com as suas “pegadinhas legislativas”.
Tentativa de Definição
Como diria o saudoso radialista Alves de Oliveira, morto em dezembro de 1.969, proprietário do jornal “Diário de Cuiabá”, quando dizia: tentativa de definição. Quem ainda não se definiu pela melhor e mais correlata denominação ao grande lateral direito de Nortelândia, é o vereador dr. Emerson. Zé da Taxa, Zé Dormindo, Zé do IPTU lunar, Zé das Pegadinhas (esta é nova), enfim, são tantas emoções com essas flores atiradas sobre o caminho do Platão do Tombador e a sua República das Tiranias.
– Que tal: Zé Espezinhador? Isso, por conta do seu Ministério do Meio Ambiente… que é uma fofura só.
Esoterismo
Nobres não é bem um país que já foi colônia da França, mas tem muito do Haiti e é possível imaginar que o vodu seja praticado por estas bandas. Quem dúvida que tenha por aí, um bonequinho de pano com dezenas e dezenas de alfinetes cravados nele? É o vodu contra Zé Platão e sua República das Pegadinhas.
– Ah! Quanta saudade daquele menino, tal e qual eu, que jogava de lateral direito e batia um bolão!
Tentativa de Definição
Diziam os mais antigos (questão de décadas… nem três ou mais que isso) que antes de chegar ao topo da sabedoria, Platão do Tombador habitava o velho Baú Sereno, ali por perto do Pisca, o japonês da mercearia, que tinha uma caninha Tatuzinho que era uma delícia.
– E, em um portão qualquer da Rua do Carmo, o rapazola gritava: Carteirooooo…! Chegou carta de Arlindo Orlando, conhecido caminhoneiro de Miracema do Norte, endereçada a “Mariposa Apaixonada de Guadalupe”, já dizia a Banda Blitz.
Citações de Outrora
Ali por volta de 1.978, o jornal Correio da Imprensa, do cearense José Maia de Andrade, era o Olimpo da Imprensa revolucionária, onde se faziam presentes velhos e respeitados oposicionistas, entre os quais, o saudoso Bugrinho ou ninguém mais, ninguém menos que o dr. Benedito Silva Freire, senador Louremberg Nunes Rocha o corpo redacional era formado pelo poeta Ronaldo Castro, por Ivaldo Lúcio, por Luizmar Faquini, Donizete Adauto, só feras da oposição ao regime. E tinha um deputado, tôcera e letrado, que a ele deram um rótulo, “Lorde do Rio Abaixo”. Aquilo era o máximo da menção nada honrosa.
– Como digitador de texto: essa ofensa não fugiu da minha memória, tal e qual o Platão do Tombador, de agora.