
Rosário Oeste vive um momento um político que não é novidade para ninguém, o proselitismo político que vem de anos, onde velhos seguidores dos malfeitos ocupam o poder e dele “toma conta” como se fosse propriedade particular.
É o caso do atual presidente da Câmara Municipal de Rosário Oeste, vereador Amilson Cláudio Neponoceno, que vem sendo alvo de graves denúncias contra o seu modelo de administrar a Casa do Povo.
As denúncias partem de Francisco Rejânio Gomes de Carvalho e se apresentam como graves e contundentes, com uso de notas fiscais sem a devida prestação de serviços, além de contabilidade paralela.
Mas, os colegas vereadores optaram por manter o comando da Casa em mãos de Amilson ao votarem, sete favoráveis e apenas três contra a permanência de Amilson. Votaram pelo afastamento, os vereadores Paulo Augusto, Selma Anzil e Ednaldo Gigio Lídio Ferreira Lemes.
Contra o afastamento, votaram os vereadores Flávio Loureiro, Altamir da Silva Nazário, Ângela Maria Godoes, Gilmar Francisco de Souza, José (Cabeludo) Gomes da Silva, Marta Conceição de Almeida e Maxmar Cezar Souza.
Mas, há uma situação mascarada por trás da nefasta atuação do atual presidente Amilson da Distribuidora, como é popularmente conhecido. Estaria por trás dessa manobra, a desistência, pura e simplesmente, de Amilson para que outro vereador assuma a presidência.
O que a população precisa saber, é que há a necessidade de se votar por uma nova Mesa Diretora, o que é bem ao contrário de tirar um e subir o seu imediato. Obviamente, a moralização não passa por esse tipo de manobra, considerada espúria que, se não fosse ilegal, seria imoral.
Há um erro e com outro erro não se consertaria o que já está estabelecido.
Rosário Oeste vive acumulando erros de toda sorte no campo da política, onde o poder é mantido ao preço do dinheiro que é do próprio povo.



RESUMO DA ÓPERA
E ao final de tudo, ainda vemos um velho cacique da política abandonar o município após apostar todas as suas últimas fichas na permanência de Alex Berto no poder. E ao “abandonar” o município onde foi um velho (e ultrapassado!) caudilho, ainda diz o disparate que “Rosário Oeste já deu o que tinha que dar”.
E todos dizem: “se for por falta de adeus… que fique por lá, nessa sua nova casa”.




















































