
A direção dos sites TRIBUNA DE NOBRES e TRIBUNA DE ROSÁRIO, estabelecidos há décadas na mídia impressa, ESCLARECE que o jornalista Marcos Lopes não é nenhuma vítima como tenta se passar.
Esclarece que apenas busca lembrar ao senhor Marcos Lopes que a RECÍPROCA É VERDADEIRA. Afinal, foram anos e anos de perseguições gratuitas, contra colegas e servidores públicos. Ele (Marcos Lopes), quando esteve foragido, em Cuiabá, por conta de uma citação judicial, mandava indiretas, como a de um sujeito nu, atribuindo a mim a imagem com a denominação de “Chapadão de Nobres”.
De Cuiabá, mandava indiretas a secretários, por volta de 2.015, atribuindo a eles o poder que seria do prefeito. Essas mesmas pessoas alfinetadas eram aquelas que lhe socorria com compras para a sua manutenção.
Marcos Lopes não é vítima e nunca foi. Costumava alfinetar pessoas que estavam em Nobres, mas não tinha placas do carro de Nobres.
É preciso ESCLARECER que aquele que persegue pode ter consequências. Marcos Lopes perseguiu e alfinetou um colega, cuja Web Rádio estaria atrapalhando o seu trabalho na área central de Nobres.
E por fim, é preciso lembrar que de vítima Marcos Lopes não tem nada, a não ser o propósito de se passar por coitado. Ele, esse cidadão, de vítima não tem nada. Certa vez, solicitou-me para divulgar matéria em que estava como vítima diante dos familiares de um idoso (tenho fotos), de cuja aposentadoria muitos sobreviviam. Ao menos enquanto esteve viva a pessoas idosa.
O feitiço virou contra o feiticeiro, foi quando postou a imagem de um sujeito pelado, exibindo as partes íntimas, atribuindo a imagem a mim, autor desta nota. Pois não é que caiu nas redes sociais a imagem dele mesmo, nu, dentro de uma repartição pública municipal.
Então, reitera-se que a RECÍPROCA SEJA VERDADEIRA. Afinal, despido ou de terno, não sou eu que fui filmado à porta de uma emissora de rádio, para pedir dinheiro a um prefeito.
Falta a este cidadão, o sr. Marcos Lopes, noções mínimas de humildade, de respeito ao próximo e de boa convivência. É evitar de pedir dinheiro a político. E mais, evitar de atacar aqueles que não lhe atendem aos desejos.
Investigação não é da sua competência, principalmente, sobre colegas de atividades.




















































