
Chegando Por Aqui
A então sisuda imprensa interiorana acaba de aderir ao modernismo a partir das informações que circulam por aí, versando sobre selinhos entre uma figura popular por aqui e um político após a saída de uma conveniência. Na chegada a um local frequentadérrimo, onde rola narguille, nova sessão de selinhos, acompanhada por um olheiro.
– Nada contra e cada um dá o que tem e o que pode.
Chegando Por Aqui II
Gente, os russos fazem isso com naturalidade, o selinho. Por quê, esse alarde, afinal, amigos/amigos, no aparte a história é outra. Mas, tem gente que não deixa por menos e faz questão de colecionar vexames embora a mídia esteja do mesmo lado (uuuuiiiii!), ali… da cor do pecado. Mas, já dizia aquela música: “Não existe pecado do lado de cá da linha do equador.
– Que se dane o mundo; que se dane Sodoma e Gomorra… que soltem, todos, as suas feras.
Chegando Por Aqui III
Como já diziam as avós de antigamente (isso é óbvio!), isso não é novo e também não vem de hoje. Entre 2009 e 2012, um desfile de mister num clube da nossa cidade, teve político que subiu no palco, querendo beijar as dondocas que desfilavam. Pois é, diziam as vovós, beber não é proibido; o ruim é quando a bebida “bebe” o consumista.
– E lá vem aquela letra de marchinha de carnaval: “eu quero dar, eu quero dar… um selinho em você”.
Chegando Por Aqui IV
Dizem os ensinamentos que… aquele que com ferro fere, ferido será. Já vai longe algumas paródias sobre ativismo e passivismo (neologismos de oportunidade!). Dizem, os filósofos de botequim que entra anos e sai anos (não confundam!), o ruim, mesmo, seria a tal fungação no cangote. Os lenhadores costumam soltar o grito de guerra: “madeiraaaa…”.
– Em férias, fui ali em Dubai e volto já.
Poder Etílico
Tem gente que acha que beber, “encher a lata” é sinal de poder e oportunidade para desentalar veleidades. E quanto maior for o cargo que exerça e a função social em que se encontra, tanto maior é a responsabilidade em evitar o álcool e a exposição pública de posturas que comprometam o contexto como um todo. É lamentável que o álcool leve a pessoa ao descrédito, com aprontações dignas dos ‘habitués’ do bas fond.
– Zelar pela imagem social e evitar arranhões, quando não os bofetões é dever de todos.
Poder Etílico II
É feia e desastrosa a informação de que uma autoridade, bastante mimada, tem apanhado por conta da língua ferina e do veneno que destila quando o álcool ultrapassa a razão. Isso soa como a uma piada de botequim, em que o sujeito estava mais para ‘guardanapo de mecânico’ que propriamente para um ser pujante e equilibrado quando se apresenta sóbrio. O estado invigilante leva a qualquer um que seja ofendido, “enxugar a mão” na cara do agressor verbal.
– Se beber, não saia de casa.
Poder Etílico III
Evitar atacar pessoas e se portar como alguém respeitado e admirado, em que pese determinadas circunstâncias, é algo incomum e que fará bem a todos. Quando estiver sóbrio, aí sim, não se faça de rogado e fale o que pense, só pra ver como é estar dos dois lados da fronteira, entre a serenidade e a maldita da cachaça. Enquanto isso não acontecer, haja guardanapo para tantos mecânicos. Sendo assim e como foi nos revelado, a sorte foi lançada.
– Ninguém merece ver tanta faceta de um mesmo personagem.
Avanços na Medicina
Dia desses, nos contaram que uma menina teria sido levada às pressas para Cuiabá após ter ingerido um certo tipo de mortadela. Teve que se submeter a uma tomografia computadorizada, além do deslocamento de uma viatura com acompanhamento e pagamento aos acompanhantes para tudo se resumir em um diagnóstico simples: “é verme, tipo giárdia lumbricóides e outros”.
– E pensar que se fala em telemedicina… por aí.
Por Força da Dialética
Em Bom Jardim, um vereador, no palco, reforçou a afirmativa ao dizer: “quero parabenizar aos que plantaram planta…”. De fato, isso acontece quando não é possível “plantar” cimento, plantar postes e por aí afora. O pleonasmo faz sentido porque os ouvintes do discurso “ouviram isso com os próprios ouvidos”, ocasionando essa redundância toda.
– Pudera! A terra seria redundantemente redonda.
Guerra Futura
No presente, o estado de beligerância já está estabelecido entre uns e outros parlamentares por conta da presidência da Câmara de Vereadores. A troca de farpas fica evidente, quando as farpas não passam próxima da via de fato, acessível pelo atalho que cada um quer pegar. A imagem do Parlamento pode ficar arranhada por esse tipo de comportamento, notadamente em um território onde, poucas vezes o decoro parlamentar foi admitido embora coabite entre essas personalidades das leis.
– Acautelai-vos, irmãos, evitando confrontos desnecessários e imagens arranhadas.
Figuras Públicas
Certa vez, em Nobres, por conta de um desfile de “mister”, foi registrada uma bebedeira e gente querendo “beijar” certos candidatos(?). Tem fotos guardadas até hoje por aí. É preciso se resguardar em todos os momentos, evitado desgastes futuros. Na legislatura passada, foi um vexame só as brigas internas e notas jornalísticas negativas sobre posturas exacerbadas no Parlamento.
– De novo isso?
Figuras Públicas II
De toda sorte que a maioria absoluta dos vereadores não ingere umas e outras. Na legislatura anterior, que não serve de exemplo, teve gente “trabalhando” em alto poder etílico, chutando canela de colega e chamando pro murro. Isso é horrível e desgastante para a imagem da instituição. A agressividade e a desqualificação da própria atividade, representativa dos cidadãos, confere ao Parlamento o descrédito e a desconfiança.
– Orai e vigiai, irmãos.
Figuras Públicas III
As contendas internas agradariam a um famoso “caçador” de “Don Juan” que se esgueira em meio aos nobres edis. Todo cuidado é pouco, sob risco de alguém sair com a imagem chamuscada por conta desses embates internos em que a paciência deve ser exercitada. Paciência é necessária e cuidados especiais redobrados quando se tem por perto esse famoso caçador de “Don Juan”.
– Cuidado, senhores descuidados.
Mendes x Taques
Caminhando para a reeleição, Mauro Mendes não consegue esquecer Pedro Taques e pode estar por trás de uma manobra que impede a titulação de imóveis no CPA-I. Uma empresa da época de Pedro Taques trabalhava na intermediação da documentação junto ao Intermat e com a chegada de Mauro Mendes, outra empresa executa o serviço e há indicativos de que pode haver manobras por trás desse fato.
– Os ignorados prometem ir à imprensa para denunciar esse descaso. Mas que ta emperrado, isso ta.





















































