
Climão no Handebol I
Competição realizada em Nobres no dia 03 de julho, já chegando ao seu final, teve um entrevero entre dirigente de equipe e árbitro de handebol. Naquele torneio realizado em Nobres, tudo ia bem ou quase isso, considerando-se que as ofensas fluíam, jogo a jogo, com citações sobre o físico das pessoas, em resumo: “suas gordas” e por aí afora. Mas nada que não fosse tão ofensivo quando as citações homofóbicas surgiram, com persistência.
– O árbitro, ofendido, chamou a polícia. “Seu guauda, vem ver essa coisa indecente me atacando”.
Climão no Handebol II
As citações homofóbicas (curuzes!) foram parar na imprensa, não, sem antes parar na delegacia. Com isso, retardou-se o retorno de uma delegação pantaneira, da terra das capivaras, que foi chegar em terra firme lá pelas tantas da madrugada. “Apiita, sua bicha recalcada; cadela, tá robando…”. Bem, esse deve ser o repertório naquela guerra de personas, cuja linguagem ataviada ecoava pelo panteão ou praça… àquela altura, de “guerra”.
– Sua bandida, apita, cornaaaaa… e assim se sucedeu.
Climão no Handebol III
Os ataques contra o árbitro foram parar na delegacia e, curiosamente, segundo a torcida presente, o detrator também seria do mesmo gênero… do que se depreende que havia uma “guerra” genérica entre os comunitários, mas a coisa foi mesmo entendida como agressão verbal homofóbica, onde muita gente ficou prejudicada, dado o horário em que foram liberados para voltar pra casa, alguns quilômetros daqui até lá, em Poconé. O árbitro retirou a queixa e a agressora, digo, pessoa, foi liberada para voltar pra casa.
– A outra… pessoa, obviamente, seria da direção de uma escola em Poconé. Feio isso para quem é da área da Educação.
Aproximação I
Alguém deve ter entabulado, nos bastidores, uma aproximação, antes rechaçada veementemente, do prefeito Leocir Hanel com o dr. Esmeraldo. Querendo ou não, esse encontro ocorreu embora o seu conteúdo não seja de domínio público. O difícil é entender como as pessoas levam a sério essa questão da inimizade política misturada com o aspecto pessoal. Menos mal que isso tenha ocorrido… e daí?
– RRD, você já pode publicar aquelas fotos.
Aproximação II
Para tratar de apoio a Bolsonaro que não é, essa aproximação. Fortalecer velhas amizades, improvável. Com relação ao ainda distante 2.024, quem sabe? O mais importante é que todos sejam seres humanos e convivem numa mesma sociedade e essa relação nunca deveria ter algum tipo de rusga. Independente do teor, pessoas não podem e nem poderiam sofrer alguma retaliação por conta de divergências político-partidárias.
– Há posições e decisões que deixam as pessoas muito mais maduras, notadamente quem já passou dos seus 15 anos.
Aproximação III
Nos bastidores da política, tem gente que ainda rói as unhas ou que sobrou delas, para saber o teor da conversa. A filosofia é um bom começo para desvendar o mistério. Segundo Tales de Mileto, “A coisa mais difícil do mundo é conhecer a nós mesmos e a mais fácil, falar mal dos outros”. Fora desse princípio filosófico, a adivinhação pende para a política no prato da balança. Imitação barata, pode. Embora o filósofo seja de peso, “só sei que nada sei”.
– E demos uma guinada de 360º, voltando ao ponto de partida.
Rede de Intrigas
A semana que passou foi marcada por uma onda de perseguição por parte da imprensa contra um ou outro servidor público. Cenas inusitadas de repórter correndo atrás de carro, o que já não ocorre mais nem com o melhor amigo do homem. E o repórter, câmera ligada, só parou quando os batimentos cardíacos atingiram o limite. E tem gente que pensa que a vida anda fácil e a do político, uma maravilha. Nessa corrida desenfreada atrás do dinheiro, os agiotas largam na primeira fila.
– Eita, mundo cão… au, au, au.
E Na Câmara…
…tem aquele vereador que vive pegando um ‘‘gancho” na fala de um ou de outro. Daqui a pouco vem aquele ‘meme’ do Capitão Gancho, aí é que a caçamba vai sem a corda. O negócio anda feio até para o Johnny Depp, aquele… dos “Piratas do Caribe”, imagine aqui para a nossa nobreza, que habita o Vale do Tombador.
– A fantasia exige originalidade.
Pescador de Perólas
Redundância legislativa é quando o vereador diz que as pessoas insistem numa “querência do querer…”. Isso só é permitido aos grandes oradores, como já dizia o inquebrável e inenarrável Heraldo Pereira da Chapadinha: “aos ínclitos e próceres mestres da dialética que extravasavam saberes e podiam discutir sobre temas tais sem se ater aos paradoxos que a ancestralidade carregava em seu cabedal”.
– Não entendi, patavinas… e nem xongas.





















































