
Bastidores da Saúde
O sistema particular de saúde anda em maus lençóis nos últimos dias com algumas denúncias pairando no ar sobre a questão do atendimento ao público e a questão da menina que foi atendida no hospital e depois veio a óbito, parece ter sido a gota d’água. Depois, tem uma dona metendo a boca no mundo e clamando pela imprensa sobre dores e tratamento desigual. Nem tudo que parece é, e há indicativos que aquele setor que cuida dos interesses da comunidade em toda a sua difusão já foi alertado. Desta vez é sobre outra questão que promete trazer fatos novos.
– Aguardemos. Nem pensem em falar sobre a causa e muito menos em exumação. Gritaram com uma dona, será por quê?
Bastidores da Saúde II
Nesse quesito, só mesmo quem é da área é que pode definir o que seja de fato e o que não é. Consta que em Cuiabá, uma ressonância (que não é barata) teria sido questionada por uma profissional de lá. Pedem de uma parte do corpo quando a necessidade seria em outra. E o pior, teria sido gente daqui, representando o time daqui, e atiçando fogo para se estabelecer uma cizânia entre quem é daqui e a conclusão de lá.
– Quem tem amigos assim… não precisa de inimigos.
Bastidores da Saúde III
Certa vez, lá no passado, uma pessoa da área da saúde teria ido de acompanhante e com remuneração (isso é lógico!), só que, chegando ali, pouco além do cemitério, saiu daquela condição e foi no banco da frente, acompanhando, sim, o motorista. Entende-se assim como passeio remunerado. Mas, passado é passado.
Bastidores da Saúde IV
Ganha um prêmio quem puder checar a lista de acompanhantes de pacientes dos últimos seis meses, de Nobres para Cuiabá. Segundo uma fonte, há a repetência de nome de acompanhante. Não se questiona se se trata de qualidade ou de privilégio, porém, quem paga é sempre o contribuinte. Uma Ouvidoria Externa colocaria fim nisso tudo, ainda que seja sugestão.
– Nossa fonte é bem informada.
Bastidores da Saúde V
Alguém conseguiria explicar qual a diferença entre um médico formado no Paraguai e outro em Cuba? Não fosse a discriminação sobre o cubano, a escola cubana tem conceitos da escola russa pela parceria entre aqueles países. Já no Paraguai, onde muitos brasileiros se formam, não há nada de anormal e erros médicos acontecem nas melhores escolas e não raras vezes.
– A vantagem é o bom portunhol que nosostros hablamos.
Bicho Pegando
O que mais causa separação de corpos? Não se trata de açougue, mas tem a ver com o chifre do boi. Nesses anos todos de Nobres, esse assunto caiu no lugar comum, sobre a pôrra do chifre e a pôrra… a outra. A pôrra da família anda tão vulnerável nos últimos tempos e, como diria aquele poeta, não há mais tanto elo de ligação. Ficou no passado aquele artista que dizia: o amor é lindo.
– E voltamos aos dias da infância: boi, boi da cara preta, pega essa criança que tem medo de careta.
Mundo Moderno
Um poeta moderno (até demais!) costumava dizer que nos relacionamentos abertos a palavra chifre não existe. Como diz aquele corninho da nossa city: “chifre não é privilégio, é adorno de cabeça”. Aberto é a pqp, a pôrra do trem não é nada bom e vem aquela informação esdrúxula: “chumbo trocado não dói…”. Tnc, vai com esse tiroteio lá pelos lados da ponte que caiu. É como diria a Princesa Leopoldina: “é manter a perereca hermeticamente fechada”.
– E nesse caso… o elo de ligação se rompe e derruba a tese de que só haja o elo… mas junto vem a separação. Em não havendo elo de ligação, também não haverá a redundância elo de separação… ou não seria redundância isso?





















































