
Solicitação de Trégua?
Segundo um integrante da imprensa local, já teria vereador acenando com bandeira branca para a imprensa, tudo em nome de uma provável candidatura majoritária em 2.024. Ainda que fosse um pano vermelho, a denominada imprensa “tercerária” já não via a hora de uma paz ou de um fôlego visando a formação de uma “parceria” $ati$fatória.
– Tempestades vão e vem, só a sanha pelo poder permanece.
Bloco de Oposição?
Mesmo sem ninguém saber a resposta para o futuro, já é possível visualizar um pequeno bloco de oposição ao ex-prefeito Gilmarzinho da Ecoplan. No radar já é possível visualizar esse minúsculo grupo sassaricando e assumindo uma postura contrária a um possível retorno de Gilmarzinho. Algumas vãs filosofias desconhecem sobre os mistérios que há entre o céu e a terra.
– Assim sendo, a manifestação é prematura.
Ministro de MT
A política é surpreendente, mesmo. Quando o senador Fávaro resolveu apoiar o candidato Lula, viu o mundo desabar sobre ele. E não é que estava certo. Acabou sendo nomeado ministro da Agricultura, fortalecendo Mato Grosso no cenário nacional. Os que estavam do lado certo, supostamente, foram errados; e os que estavam errados, terminaram certos.
– A política é mesmo surpreendente.
Nosso Cenário
Em Nobres, observando a cronologia dos atos políticos, os vereadores começaram certos e terminaram, em apenas 24 meses, mergulhando em águas escuras. A ordem cronológica começa com uma malfadada CPI, urdida sabe-se lá, onde? Em seguida veio o caso mais surpreendente, uma espécie de “Nobresgate”, a partir de uma denúncia da imprensa, revelando os bastidores de uma jogada que traria benefícios aos parlamentares, o aumento da VI (Verba Indenizatória) a todos os vereadores.
– Misteriosamente, ninguém sabe o que descontentou a mídia, até hoje.
Nosso Cenário II
A grande incógnita, doravante, será prever como se comportarão os vereadores, popularizados através de vídeos que pululam por aí acerca da ingenuidade do tal aumento em 100% da bonificação pelo trabalho árduo do clientelismo político para demarcação de território. E ainda sabendo que ao derredor estão muitos querendo o lugar de cada um. Inclusive aqueles que se manifestaram contra naquela noite tétrica.
– Como fugir do lugar comum com a imagem desgastada?
Nosso Cenário III
Com a imagem desgastada, o vereador terá que se reinventar para se manter no cenário político, alguns com mais e outros com menos arranhões. Legislar com seriedade e agir com equilíbrio, trabalhando para resgatar, não a própria imagem, mas a imagem do Parlamento onde estão assentados. A transparência é o caminho a ser percorrido, com cada um dando a sua contribuição para que a atual Mesa tenha sucesso na missão de trabalhar pela população.
– Nem tão simples assim.
Chegadinho
Como já diziam as avós de antigamente (isso é óbvio!), isso não é novo e também não vem de hoje. Entre 2009 e 2012, um desfile de mister num clube da nossa cidade, teve político que subiu no palco, querendo beijar as dondocas que desfilavam. Pois é, diziam as vovós, beber não é proibido; o ruim é quando a bebida “bebe” o consumista.
– E lá vem aquela letra de marchinha de carnaval: “eu quero dar, eu quero dar… um selinho em você”.
Passou por Nobres
O delegado da Polícia Civil que já passou por Nobres, Wagner Bassi Júnior, foi remanejado desde o último dia 19, do cargo de delegado regional de Cuiabá e agora já responde pelo posto de diretor da Metropolitana, como informa o site RDNews. É a Polícia Civil de Mato Grosso promovendo mudanças em seu conjunto sob comando da nova diretora-geral da Polícia Civil do Estado, delegada Daniela Silveira Maidel.
– Sucesso ao dr. Wagner Bassi.
Nosso Cenário IV
O renegado ex-prefeito Devair Valim (1997/2.000) foi o único ex-vereador que conseguiu viabilizar, de imediato, a sua candidatura a prefeito e conseguiu o feito da eleição ao cargo majoritário. Muitos são os que falaram que a Câmara estava pequena pros seus sonhos e sucumbiram, não alcançando nem a reeleição ao cargo proporcional. E eis que estão trombeteando novamente a tentativa desse feito, de sair do desgaste para o cargo majoritário.
– Vai que cola. Só que… com cuspe, não.





















































