
Sessão Legislativa
Durante a sessão legislativa de 23/05, pela internet, deu tempo de perceber a fala de algumas lideranças. Um deles, por exemplo, pronunciou um neologismo que não é habitual, até porque, é neologismo: degrenir. Isso é uma forma de denegrir o bom e velho português. Soou mal nos tímpanos, mas o disparo já havia sido feito.
– Ainda mais, nós que estamos cercados de portugueses por todos os lados; no futebol, nem se fale.
Sessão Legislativa II
Um outro parlamentar disse que os colegas necessitam estar focalizados na atividade. Não fugiu a nenhuma regra, mas criar foco naquilo que se faz é necessário, tanto quanto a análise acurada do que vai ao ar, principalmente quando se é (ou já foi?) professor. Como diria aquele que cobre os trabalhos dos ‘parceiros’, o Don Juan é realmente alguém com foco nelas… las muchachas.
– Como diria o Raimundo, aquele que é Fagner: “Eu tenho a boca que arde como o Sol… O rosto e a cabeça quente… Com Madalena vou-me embora… Agora ninguém vai pegar a gente”.
Sessão Legislativa III
E lá veio um vereador com uma citação cheia de efeitos especiais, à la Steven Spielberg: “elo de ligação”. O mais difícil nisso tudo é saber se tem algum elo que separe uma coisa de outra… salvo se alguém já viu de perto os anéis de Saturno. A redundância está em ver com os olhos e ouvir com os ouvidos; em andar com as pernas e atirar pedras com as mãos, sem a necessidade de escondê-las após o ato.
– Elos se rompem, é óbvio, mas após estarem ligados.
Sessão Legislativa IV
Teve um pronunciamento na Câmara, voltado para a TV Colosso, dada a demonstração de preocupação de um ilustre parlamentar com a população urbana de cães, não citada, mas algo em torno de uns 4.000, por aí. O destaque fica por conta da raça pitbull, que dia desses atacou pessoas em um bairro da cidade. Muita gente já desistiu das caminhadas matinais com receio de ataques desses animais, violentos e incontroláveis.
– Porém, aquela frase, “vida de cachorro” ficou pra trás. Gasta-se muito com os pet, até mais que com pessoas.
Rosnando
Será que já não seria tempo de se lançar o “Pet/Sus”, bom pra cachorro? Existem alguns tipos de cachorros que levam vida de boa, são os chamados “cachorros de madames”. De outra parte, há os cachorros, originalmente, de pobre, aos quais o “Pet/Sus” caberia bem, o que evitaria essa perambulação pelas ruas. Com a carteira do Pet/Sus poderiam se vacinar e até ganhar uns preservativos para o mês de agosto, supostamente, o mês do cachorro louco…
– …mas é por cadelas no cio.
Serviços Inservíveis
Alguém poderia imaginar que em tempos idos, gastou-se muito dinheiro com a aquisição de placas para denominação e numeração de imóveis. O bom disso tudo é que as placas eram em alumínio, comercializadas no ferro velho local por quilo em que pese a fortuna que custou. Dá até Pena, seja no sobrenome ou nos gastos com as tais placas.
– Mágicos costumam tirar coelhos da cartola, mas tirar dinheiro dos cofres públicos, presume-se que já tenha sido fácil um dia.
Serviços Inservíveis II
Levar criança ao local de trabalho, é de se acreditar que não tenha nada que proíba, mas é apenas uma vez. Todo dia, realmente é qualquer coisa desproposital, tanto quanto tirar alguém do serviço público para levar criança à escola. Um assunto no Ministério Público, é “pracabá”. Trata-se de um assunto que ninguém acredita que possa ocorrer, mas se haver algum registro, é bom evitar.
– Sem mais para o momento, declaramos pausa para um café ou sendo ‘tchique’, digamos para um breakfest.





















































