Léo Bortolin, enquanto prefeito de Primavera do Leste, presidiu a Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) de 2023 até março de 2026, período em que também se licenciou do cargo de prefeito de Primavera do Leste.
Léo Bortolin deixou a presidência da AMM e se lançou na empreitada de concorrer uma vaga à AL-MT, desde quando renunciou à presidência da AMM para se dedicar à sua pré-candidatura e candidatura a deputado estadual por Mato Grosso pelo MDB (número 15115), sob o lema “Acelera Mato Grosso”.
Como provável candidato à presidência da AMM-MT, o atual prefeito de Nobres, o mesmo que impõe o candidato Eduardo Botelho aos eleitores de Nobres e ao funcionalismo público municipal, José Domingos Fraga Filho “alfineta” sutilmente Léo Bortolin.
Demagogia barata e alfinetada contra o colega Léo Bortolin soa como uma descartada ao adversário interno de Botelho no MDB ao mesmo tempo em que defende o próprio irmão (Neurilan Fraga), derrotado por Léo Bortolin.
O prefeito de Nobres entusiasma, mesmo, é a imprensa bancada pelo Executivo municipal que vê na candidatura de Zé Domingos uma redenção ao município que administra e onde é visto em raras oportunidades.
Além da AMM, onde pretende chegar, preside o Consórcio de Saúde que abriga vários municípios da Baixada Cuiabana o que, para Zé Domingos é holofote. Não se questiona capacidade, mas a sutileza em alfinetar um adversário do seu candidato, Botelho que é do MDB.
Aliás, o MDB é o partido onde está Janaina Riva que tem como articulador dessa sigla, ninguém menos que José Riva, o mesmo que deu importante colaboração para tirar do poder quase vitalício, o atual diretor do mesmo consórcio em que Zé Domingos é presidente.
O que chama a atenção no vídeo divulgado nas redes sociais é a alfinetada no Léo Bortolin sob o manto de um desejo de sucesso, mascarado por um “ele que se dane”.
Não por acaso, essa sutileza não é bem assimilada por uma maioria absoluta de vereadores de Nobres, onde o prefeito se propõe ao milagre da transformação.
É aquela vingança tardia, mas “inescondível”, bem ao estilo de um político que “fala muito” e faz pouco. A alfinetada em Léo Bortolin é aquela “carta” que o carteiro não entregou, lá no passado e nem deixou na caixa de correspondência.