Todos os procedimentos públicos precisam obedecer aos aspectos da moralidade, impessoalidade e ampla publicidade e a Câmara de Vereadores é a guardiã dos interesses públicos, mas o rito segue normal e a venda do DAE – Departamento de Água e Esgoto(sic!) ainda não atendeu a todas essas exigências.
Quem, dentre os mais simples cidadãos e mesmo os mais informados, sabe dizer em que dia foi publicada o edital sobre a venda do DAE no jornal eletrônico da AMM? Alguém sabe dizer se foi realizada audiência pública para que a população saiba os pormenores que cercam a transação?
Dentro desse processo todo, onde estariam os vereadores que não informam aos cidadãos quando, quantos anos e por quantos milhões e quem vai adquirir o DAE?
Quem vai adquirir, tem capital social avaliado em quantos e o que vai realizar de imediato para mudar esse velho conceito de empresa em situação de falência. Consta que seria uma concessão por 30 longos e o que pior, sem a devida participação da Câmara Municipal e seu grupo de guardiões da moralidade.
Sem a participação popular, salvo se a maioria absoluta tem conhecimento pleno de tudo o que está em curso e se não há nenhuma irregularidade. Se não houver, que batam os martelos e “arrendem” o bem público por 30 anos.
Segundo uma fonte, fidedigna de crédito, não foi realizada audiência pública nesse sentido na atual gestão.
Mas, e os vereadores, o que fazem diante de um caso desse? Vão aplaudir ou vão informar a população sobre quem vai comprar e o que pretende fazer para melhorar?























































Boa noite à todos, como vereador do município de Rosário Oeste,vereador Ademir Figueiredo já se posicionou perante à população.