
Tem sido cada vez mais comum a presença de pombos em locais públicos, em telhados de casas, principalmente. Na cidade de Nobres, está cada vez mais comum a presença desses animais e representam um problema a mais para um município que não dispõe de um centro de zoonoses.
Conforme dados coletados através de informações especializadas, “os pombos são aves que vivem com facilidade nas cidades, morando em edificações onde costumam fazer seus ninhos em telhados, forros, caixas de ar condicionado, torres de igrejas e marquises. Causam prejuízos por danificar as estruturas dos prédios”.
Esse tipo de ave, com vida tipicamente urbana, por serem simpáticos e símbolos da paz, algumas pessoas gostam de alimentá-los com restos de comida, pão, pipocas, que são alimentos inadequados e prejudicam a saúde dos animais, além de viciá-los, conforme se informa.
Essa ave, como dificilmente é caçada por outros animais, sua população cresce muito rápido e o aumento de sua quantidade vem tornando-se um grave problema de saúde, pois, podem causar várias doenças graves que podem levar à morte ou deixar seqüelas.
Destaca-se, segundo informação de especialistas, doenças como a salmonelose: doença infecciosa provocada por bactérias. A contaminação ao homem ocorre pela ingestão de alimentos contaminados com fezes animais.
Uma outra causa da presença desses animais é criptococose, um tipo de doença provocada por fungos que vivem no solo, em frutas secas e cereais e nas árvores; e isolado nos excrementos de aves, principalmente pombos.
E lista-se entre estas a Histoplasmose, um tipo de doença provocada por fungos que se proliferam nas fezes de aves e morcegos. A contaminação ao homem ocorre pela inalação dos esporos (células reprodutoras do fungo);
E a lista é acrescida da ornitose, uma outra doença infecciosa provocada por bactérias. A contaminação ao homem ocorre pelo contato com aves portadoras da bactéria ou com seus dejetos. E aí vem a meningite, que é uma inflamação das membranas que envolvem o encéfalo e a medula espinhal.
Não bastasse a considerável população de cães e gatos, cujo setor de vigilância ainda não dispõe de estrutura para atender e nem o Parlamento, através dos vereadores, não se preocupou em dotar o município de Nobres de legislação com algumas particularidades ambientais, tudo parece normal.
Medidas de controle:
Sempre com base em informações criteriosas, informa-se que algumas medidas de controle estão na retirada ninhos e ovos; a tarefa de umedecer as fezes dos pombos com desinfetante antes de varrê-las; utilizar luvas e máscara ou pano úmido para cobrir o nariz e a boca ao fazer a limpeza do local onde estão as fezes; vedar buracos ou vãos entre paredes, telhados e forros; colocar telas em varandas, janelas e caixas de ar condicionado; não deixar restos
de alimentos que possam servir aos pombos, como ração de cães e gatos; utilizar grampos em beirais para evitar que os pombos pousem; acondicionar corretamente o lixo em recipientes fechados e ainda nunca alimentar os pombos.
É muito importante para nossa saúde controlar a população desses animais na comunidade, fazendo com que eles procurem locais mais adequados para viver, com alimentação correta e longe dos perigos das cidades. Um pombo na cidade vive em média 4 anos, enquanto que em seu ambiente natural pode viver até 15 anos.
Secretarias municipais de municípios de vários estados produzem folderes explicativos sobre a situação dos pombos na vida urbana e a forma de combate à proliferação desses animais.
Resta lembrar que somente um médico pode diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. As informações disponíveis estão em Dicas em Saúde e possuem apenas caráter educativo.




















































