
Os discursos de alguns vereadores em Rosário Oeste, durante a sessão ordinária realizada na noite de 25 de fevereiro de 2.025, apontam para uma mesma direção, a busca por um milagre da transformação em um município ingovernável e gigantesco em território, com estradas precárias e toda uma estrutura viária depauperada. (Foto: Reprodução)
Pensam que seja só isso ou tudo isso, ainda ouvimos discursos pontuais que soaram como que, uma busca incessante pela reerguimento de Rosário Oeste das cinzas, herança de um furacão chamado “alex” que praticamente arrasou o município, deixando atrás de si um rastro de destruição das finanças públicas, administrativas e na área educacional, com a contratação de empresas de transporte coletivo que eram verdadeiras sucatas.
Pontuaram os discursos o tema moradia, a falta de medicamentos e uma relação que vem se mostrando conturbada a partir de um ranço e de uma possível conexão entre passado e presente. De um lado, a política discricionária de alguns secretários em relação a determinados vereadores.
Até porque, vereadores que foram reeleitos foram aliados daquele desgoverno e daí, a dificuldade no relacionamento com a nova equipe de governo. O prefeito Mariano seria também avesso ao diálogo e o clima não é bom para as necessidades do município.
A Ressurreição
Infelizmente, a pauta de alguns vereadores revela um quase desespero pela geração de empregoe e renda, mas a tentativa, considerada válida é que seria o complicador. Propor a retomada das atividades do frigorífico, cuja estrutura permanece ali, à margem da MT-010, entre Rosário e Cuiabá, seria qualquer coisa complexa.
Não se tem conhecimento de tudo o que há por trás de tudo aquilo que se vê e a Justiça se nos parece inerte diante do cenário que envolve dinheiro público. Aliás, Rosário Oeste tem sido vítima de empreitadas semelhantes, caso da fábrica de farinha, à esquerda da rodovia federal (163/364), onde foi montada uma farsa inominável para tirar dinheiro do contribuinte, envolvendo gente atuante na política, à época. E nem seria bom fazer a “exumação” desse cadáver, mais um, tal e qual o frigorífico na MT-010.
Para a cidade cujo tema central dos discursos seja pedintes de Captopril, reerguer um elefante branco é tarefa paquidérmica e essa tratativa, infelizmente, não seria da alçada dos vereadores.
E para resumir, serão mais quatro longos anos de todas as tentativas possíveis para a incessante busca pelo reerguimento de Rosário Oeste, onde o prefeito Mariano desconfia da boa vontade de alguns vereadores, dados a amizade em troca de vantagens.
Pelo menos por enquanto, ainda não ocorreram trocas de sopapos, palavrões e aqueles velhos truques de se conseguir “vales” com o prefeito, alguns de até R$ 150.000,00. É muita conta pra pagar e não dá pra ficar fazendo vales.
Em resumo, só nhém-nhém-nhém ou “nheco-nheco”, que guardam semelhanças com a cantiga de um grilo.




















































