
Na área da saúde pública, infelizmente, parece que há uma conspiração contra o povo e contra a saúde do cidadão, além da não priorização do Estatuto da Criança e do Adolescente. Tal política depõe contra o governo em um cenário de desvantagem e de desgaste popular.
Foto/reprodução: meramente ilustrativa
Além, é claro, daqueles que constroem enquanto está em curso um processo de desconstrução, principalmente, quando o assunto é a saúde do cidadão. Tanto pior quando a negativa é contra a saúde infantil.
Na manhã de hoje (10/08/2.026), por volta das 10:20 horas, uma criança teria sido retirada de dentro de uma ambulância que a traria para atendimento na zona urbana (sede do município). O caso ocorreu, conforme fonte segura, na Roda d´Água, quando o enfermeiro, constrangido, cumpriu ordens, mesmo sob recomendação médica.
A criança teria problemas respiratórios e o motorista teve que aguardar o horário adequado, após a própria refeição.
A recusa acontece com que segurança jurídica de quem vai sofrer as consequências? Essa é antiga: a corda arrebenta pelo lado mais fraco?
O secretário municipal de Saúde, seria o autor da medida que foi cumprida, até porque, ninguém além dele teria autonomia para tal decisão, muito discricionária e desconexa.
A VERSÃO GOVERNISTA:
De dentro do governo, segundo a assessoria, vem a informação de que não estaria em curso nenhum tipo de política de contenção de gastos, notadamente quando o assunto é a saúde do cidadão, com mais rigor para a criança e os adolescentes.
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