
O município de Nobres vive um momento completamente desconhecido dos mais jovens e até mesmo para os sobreviventes de tempos difíceis de outrora.
Servidores com remunerações além do normal para a maioria dos munícipes e funcionários efetivos do município. Nobres se transformou em uma espécie de “catedral” do poder absoluto a partir de 2.025. E quando se espera respostas positivas, de dentro da própria administração municipal de Nobres emergem situações discordantes e que vem incomodando, tanto a vereadores quanto aos que seriam parceiros da gestão pública atual.
Na área da Saúde, um exemplo inexplicável, onde não se encontra materiais utilizados na avaliação glicêmica das pessoas que buscam o sistema público municipal. Medicamentos estão em falta e a verificação de pessoas que se assemelham a um “enxame” de indivíduos em um mesmo local.
Mas, pessoas e pessoas não respondem e nem correspondem às necessidades mais prementes da população. Há quem diga que equipamentos utilizados para higienização estão sendo levados a consultórios particulares para desinfecção/esterilização. O inconformismo faz com que a discordância saia do controle interno e ganhe as redes sociais ou corra, de boca em boca.
Circula pelos mais diversos grupos de whatsapp o mais puro inconformismo do setor da Saúde, indisfarçadamente, quando se vê uma informação de que na rádio local o secretário teria a oportunidade de esclarecer adiantamentos de férias ou seja lá o que for, ao melhor estilo do “toma-lá-dá-cá”.
Alguém precisa explicar esses disparates que deixam a bolha governista e são disparados nas redes sociais. Mas, a verdade é que estamos diante de uma gestão da incógnita, onde o prefeito se nega a enfrentar a população e foge do diálogo com os vereadores, rotulados como sendo da oposição.
E a administração municipal atual, em que ponto se encontra nesse céu nebuloso? O inconformismo já não pertence mais a oposição, encontra adeptos dentro da própria administração municipal.
Se o remédio é amargo… que se receite logo ao paciente, em estado subentendido como de incapacidade de reação, segundo os recados que saem de dentro da própria administração do prefeito Zé Domingos.






















