A semana começou negativa para o nome do município de Nobres com a exposição negativa por conta do nome do seu atual prefeito, cuja fama está vinculada aos próprios atos praticados enquanto prefeito de Sorriso e como deputado estadual.
Em Sorriso, o ex-prefeito José Domingos Fraga Filho, respondeu por improbidade administrativa ao fazer publicar revista enaltecendo o próprio nome e a sua gestão, denominada de “A Década do Zé Domingos”.
Pesa contra o atual prefeito de Nobres, Zé Domingos (UB), um “manancial” de condutas antiéticas em relação ao representante do povo na Assembleia Legislativa em mandatos como deputado estadual.
Se esse fator negativo a cada semana na mídia traz credibilidade ao município e aos interesses socioeconômicos de Nobres, é claro que não. A luta que Nobres vem tendo para recuperar prestígio e a imagem das atividades turísticas esbarra nos noticiários negativos e desprestigiadores com relação ao “currículo político” do ex-deputado Zé Domingos.
Desta vez, um fiel escudeiro do governo, um certo repórter que vive a espreita do poder para buscar desmentir a verdade dos fatos não vai poder agir. E mais, esse repórter é o que não pode ver uma publicidade feita por aqueles que ele considera seus concorrentes, que logo vai bater à mesma porta.
É o repórter limpador de para-brisas… limpa essa barra, digamos, esse histórico do ex tudo.
Veja abaixo, o histórico:
Prefeito de Nobres é condenado pelo TCU a devolver R$ 1,55 milhão
Política

José Domingos Fraga Filho foi responsabilizado por irregularidades em convênio para agricultura familiar em Mato Grosso
O prefeito de Nobres, José Domingos Fraga Filho, foi condenado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) a devolver R$ 1,55 milhão aos cofres públicos, por irregularidades na aplicação de recursos de um convênio firmado entre a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar e o Ministério da Agricultura.
A decisão foi tomada pela Segunda Câmara do TCU e publicada no Acórdão nº 2390/2025, após sessão realizada no dia 06 de maio. Segundo o tribunal, não houve comprovação adequada do uso dos recursos destinados ao fortalecimento da agricultura familiar no Estado.
O caso envolve a Tomada de Contas Especial aberta pela Caixa Econômica Federal, responsável pelo acompanhamento do Convênio nº 2628.0242903-25/2007. A auditoria apontou falhas graves na execução do projeto e ausência de documentos que comprovem a regularidade dos gastos.
Além de José Domingos, também foram condenados Jilson Francisco da Silva, que deverá devolver R$ 1,5 milhão, e Meraldo Figueiredo Sá, com valor igual ao do prefeito de Nobres: R$ 1,55 milhão. Todos receberam ainda multas individuais nos mesmos valores.
Outros envolvidos no processo tiveram suas contas julgadas com ressalvas ou aprovadas sem punições. O relator do caso foi o ministro Aroldo Cedraz, e a decisão foi unânime.
O TCU deu prazo de 15 dias para o pagamento voluntário dos valores devidos. Caso os citados não quitem os débitos, será determinada cobrança judicial. O processo também será encaminhado ao Ministério Público Federal em Mato Grosso para apuração de possíveis responsabilidades civis ou penais.




















































