
Administrar Rosário Oeste não é para os fracos; é para quem tem coragem, equilíbrio e força de vontade diante de uma minoria magoada. Resquícios de uma campanha pesada e de enfrentamento ao caos e ao atraso é que levam os derrotados buscar minúcias de uma gestão de apenas 120 dias, onde os perdedores se lançam como novos moralistas, no triste papel de “consertadores dos erros do mundo”.
São conhecidos aqueles que se venderam para o dinheiro do que estava no comando da Prefeitura de Rosário até dezembro de 2.024 e agora se voltam para o monitoramento da atual administração municipal, deixando de lado os disparates ocorridos na gestão anterior.
Até bem antes da campanha política de 2.024, haviam pessoas influentes no município que se mostravam revoltadas com a administração do prefeito Alex Berto. Essas pessoas produziam panfletos contra Alex, promovendo cotas com Pix para custeio de despesas.
Veio a campanha, estas pessoas se aproximaram do candidato Alex Berto e se venderam. Enxergavam e ficaram cegas por dinheiro. Em apenas quatro meses da gestão Mariano Balabam, abandonaram a cegueira por conveniência e passaram a enxergar.
O perdedor, ao lamentar, prega isonomia salarial e vê similaridades entre um e outro servidor, mas aplaudia o Alex Berto, que não foi lá um grande exemplo de gestor. Um dia, a dor no cotovelo desse informante da mídia vai passar.
LOCAL IMPRÓPRIO PARA LAMENTAR
Às vezes, além de abandonar a cegueira, é preciso escolher o muro para se lamentar da derrota. O site escolhido pertence a um viúvo que herdou tudo e não vê porque se preocupar com dinheiro público. O dinheiro é público e não é de ninguém, diz o “contratado” para divulgar a linha de pensamento do derrotado que sonha em ser prefeito de Rosário.




















































