
A população de Nobres está diante de um fenômeno que não é raro na política e na própria história do mundo. Há mais de dois milênios, a história nos revela que, segundo Mateus 10:33, o Cristo foi negado diante dos homens.
Não se trata de nenhum Cristo ou de um novo Messias, mas de um homem comum, com erros e acertos, que quer apenas encerrar o seu mandato com a certeza do dever cumprido. Quem julgará a administração Leocir Hanel será a própria história e não aqueles que se apresentam como seus aliados, mas não perdem a oportunidade de negá-lo perante o povo.
Um ex-vereador foi taxativo, em conversa informal, ao dizer que não deseja o prefeito no palanque quando a campanha for deflagrada. E olha que é gente que usufruiu do poder.
Com um mandato que está há apenas seis meses de ser concluído, o segundo mandato, e aqueles que seriam aliados de primeira hora, são os que rejeitam o prefeito. Neste universo da política, a criatura se vira contra o seu criador, como está claramente demonstrado, ainda que seja nos bastidores da política, de que o atual prefeito de Nobres não seja uma boa companhia.
Tem eleitor que recebeu pré-candidato em sua casa e teria ouvido comentários negativos sobre o gestor que está no comando do município há sete anos e meio.
Esse tipo de posição assumida, individual e coletivamente, pode colocar em risco o processo sucessório e levar o candidato apontado pelo governo a uma fragorosa derrota nas urnas. O populacho, aqueles renegados pela elite, costumam lembrar que “os segredos de uma casa só as baratas sabem”; mas se saem por aí revelando o que não ajuda em nada dentro do processo político, o que pode acontecer?
Em resumo, prefeito Leocir, tem gente que vem se utilizando dessa tática, de negá-lo para tentar conquistar (ou seria ludibriar?) os eleitores. Justamente os que mais vantagens auferem na sua atual gestão.
Em 2.020, quando os seus verdadeiros aliados lutavam pelo seu segundo mandato, prefeito, ali pelos lados da “Escola Mário Abraão” tinha gente oferecendo R$ 100,00 por voto contra o ainda gestor. Uma vez inimigo, inimigo sempre.
E quem estaria à frente dessa atual rebelião? Outra vez será preciso recorrer à história, checando aqueles que sentam em torno da mesa, um deles o tem negado. No presente, não é só um, são tantos… os judas.
















