
Os parlamentares nos municípios necessitam estar atentos ao papel que deve desempenhar cada vereador no âmbito da representatividade popular. O caso ocorrido em Cuiabá, na Câmara dos Vereadores onde, mais uma vez, a imagem do Parlamento cuiabano foi manchada. A Câmara dos Vereadores carrega o rótulo pejorativo de “Casa dos Horrores”.
O caso mais recente envolve o nome do ex-presidente Chico 2.000 (PL), como é conhecido popularmente, e ainda o vereador Sargento Joelson (PSB), acusados de receber propina por uma empresa que presta serviços ao município de Cuiabá.
O caso virou de Polícia e inquérito já foi aberto, fato que remete a uma provável cassação de mandato dos dois parlamentares. Chico 2.000 já foi o todo poderoso na gestão de Emanuel Pinheiro (2.021/2.024).
Esse cenário remete ao que está ocorrendo em Nobres atualmente, onde está se estabelecendo um reinado equivocado e sem limites; onde a representatividade delegada a outrem vem sendo usufruída por um preposto, com representatividade ilegal em eventos públicos.
Não há poder absoluto e quem concede direitos inexistentes a meros prepostos, esbarra na Lei Orgânica do Município. Quem não é detentor de mandato não pode participar de reunião pública em substituição a qualquer que seja o vereador.
Esse fato já foi registrado em Nobres e exige a necessária atenção dos demais parlamentares. Aliás, em Nobres, ainda na gestão do prefeito Leocir Hanel, o poder foi tomado de forma conspiratória, bem debaixo dos narizes da nossa sociedade.
Esse procedimento e o alheamento das partes interessadas pode levar a um cenário de liberdade além dos limites da democracia. A lei é feita para todos, principalmente para aqueles que fazem as leis. Não há uma lei para cada um, de acordo com cada interesse.
Imagens: Reprodução/meramente ilustrativa





















































