
A Interminável Obra
Nunca mais se ouviu falar sobre as obras da Getúlio Vargas/Marechal Rondon, executada pela empresa Terranorte Engenharia, e sobre a qual foram “paridos” dois aditivos para a sua conclusão que ficou por isso mesmo. Hoje, especialmente, vimos um agente da empresa por aqui como se nada se tivesse acontecido. Calçadas, acessibilidade e asfalto que dilui com as chuvas são os resultados dessa “obra prima”.
– As pessoas acreditam que Nobres seja a última fronteira, que separa a sabedoria dos empreiteiros e o nosso pedaço de chão, dos sem reação.
A Interminável Obra II
Teve gente que tomou “calote”, emprestando dinheiro dos próprios bolsos para atender alguém dessa empresa, da qual nunca mais se ouviu falar, nem de nenhuma denúncia ao órgão que acolhe tais reclames. O que se ouviu falar por aqui é que a empresa pertenceria a um deputado e seus prepostos é que circulariam por aqui, mentindo mais que pescador em dia de fartura.
– Em terra de “mané’s”, malandro faz carnaval… deita e rola.
Eldorado da Periferia
Se não for a curva de um rio, geograficamente, Nobres está mais para um novo eldorado para as obras malfadadas, mal executadas. É que, por aqui só aparecem empreiteiros quebrados, mais que jogadores de baralho que se aventuram apenas com R$ 10,00 num dos bolsos. E como somos acolhedores, calmos e serenos, as “tranqueiras” parecem parar aqui, na nossa curva.
– É de se acreditar que corra, de boca em boca, que só tem gente que não liga pra nada. Daí, as obras mal feitas.
Eldorado da Periferia II
Será possível que o calcário exerça uma certa atração, feito imã, para que venham “a cá” os empreiteiros mais quebrados de que se tem notícia? A construção do tal ginásio “Bezerrão” foi uma experiência nunca antes vista por estas bandas. Daqui saiam vigas e vigas para outras obras e a daqui, mais parada que água de poço. O depois é que abre os olhos, mas já era tarde.
– Até que o colírio chegasse, a poeira nos olhos já tinha baixado.
Eldorado da Periferia III
É incrível, essa atração de Nobres por empreiteiras que só se resumem em uma pasta debaixo do braço e um celular. Certa vez, teve um funcionário da prefeitura que foi “guindado” a dono de empreiteira e começou a asfaltar ruas onde os carros passavam e a “goma de mascar” grudava nos pneus. Se fosse os tais casca de ovo, até que passava, mas era o chiclete, denominado de TIS (Tratamento Inferior Simples), primo distante dos TSD (Tratamento Superficial Duplo).
– Por aqui, só vem cabra bom e aplica ao invés do CBUQ (Concreto Betumoso Usinado a Quente), eles aplicam o CBUQ/171 (Cês Bocós Querem U Quê?)





















































