
As primeiras impressões causadas pela ação, em princípio, qualificada como “sabotagem” pela maioria dos que já tomaram conhecimento dos fatos, ainda em apuração pelas autoridades competentes, levam a crer que haja retaliações contra a administração pública municipal.
E algumas opiniões (“in off”) induzem a uma linha de pensamento que a ação não foi perpetrada e nem patrocinada por pessoas de baixo poder financeiro.
Uma repassada nas ocorrências anteriores a esse último ato, de claro interesse retaliativo, demonstra que nas eleições municipal de 2.020, foram vistas pessoas patrocinando eleitores a votar contra o gestor atual, estes que não tinham nenhuma ligação com grupos políticos que estavam na disputa.
Passadas as eleições, fiscais do município foram expulsos e ameaçados em área pertencente a uma propriedade rural, acusados de falsas informações, sabe-se lá, por quem.
Em uma segunda oportunidade, conforme se apurou, servidores municipais voltaram a ser ameaçados, casos fosse vistos dentro da área de determinada propriedade rural.
A situação caótica das estradas rurais, principalmente da MT-240, principal corredor de grãos no âmbito de Nobres, trouxe uma equipe de mídia patrocinada pela Aprosoja para filmar e divulgar o estado da rodovia. Na oportunidade, o secretário municipal de Infraestrutura, Rafael Botini, foi ouvido e apresentou a sua versão para a realidade da rodovia estadual.
Em uma certa oportunidade, os fiscais teriam sido alvo de insinuações acerca de proposta absurda e insidiosa sobre “passar carreta em cima desses “fiscaiszinhos”.
Por essas avaliações, há um clima de beligerância estabelecido contra o setor de fiscalização que apenas cumpre a sua parte em relação ao convênio firmado com a Secretaria de Estado da Fazenda de Mato Grosso, ao mesmo tempo em que atua na melhoria dos índices de arrecadação ao mesmo Estado de Mato Grosso.
Infelizmente, o fiscal de tributos não é o mesmo que atua na aplicabilidade da receita pública e nem exerce poder sobre as condições climáticas e muito menos tem tamanho poder de evitar algum tipo de fiscalização sobre possíveis crimes ambientais praticados contra a legislação pertinente no âmbito estadual.
Daí, cada um com a sua linha de raciocínio e as autoridades policiais com o seu papel, para elucidar os fatos.





















































