De acordo com o Governo do Estado, “O Ser Família Emergencial é um auxílio para famílias de baixa renda que passam dificuldades por conta da pandemia da Covid-19. A ação do Governo do Estado beneficia mais de 100 mil famílias em todos os municípios com a transferência de renda. O auxílio financeiro foi implementado pelo governador Mauro Mendes, após pedido da primeira-dama Virginia Mendes”.
Ainda, conforme o portal de notícias do Governo do Estado, “O programa foi criado para ter duração de três meses , mas foi prorrogado para cinco meses (de maio a setembro de 2021). As famílias recebiam R$ 150/mês. A partir de outubro de 2021, o SER Família Emergencial se tornou lei (602/2021), permitindo a ampliação do programa para até dezembro de 2022. As famílias passam a receber auxílio de R$ 200 a cada dois meses”.
Até aí, tudo bem, mas os comerciantes que resolveram embarcar nessa agenda governista, ainda não receberam e alguns comerciantes ‘cortaram’ a aceitação do cartão. Os que persistiram, hoje amargam prejuízos e esperam receber por aquilo que forneceram através do “Ser Família Emergencial”.
Em Nobres e Rosário, que tomamos conhecimento, alguns comerciantes ainda esperam por uma posição do Governo do Estado ou de alguma empresa de algum preposto que ficou incumbida de cumprir com esse compromisso.
É mais um caso assemelhado a uma citação popular em que se “bate continência com chapéu alheio”, neste caso específico, é uma forma de ‘caridade’, mas quem arca com as despesas são todos aqueles que resolveram acreditar no governo.
Até prova em contrário, há um calote estabelecido e que não fica bem para o Governo de MT sob o casal Mauro/Virginia Mendes.





















































