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Tribuna de Nobres

23/09/2017
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Home Trincheira TRINCHEIRA

TRINCHEIRA

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Esfacelado
O Partido Progressista em Nobres est√° aos cacos e ainda h√° quem fale na reelei√ß√£o do prefeito Jos√© Carlos da Silva. O vereador Joel J√ļnior anda disparando para todos os lados, sem pensar nas feridas que causa a quem j√° t√™m feridas demais sem cicatriza√ß√£o. O exerc√≠cio do poder faz mal ao PP e algumas figuras parecem que n√£o est√£o nem 'tchum' para os fatos. A elei√ß√£o √† Mesa Diretora pode trazer conseq√ľ√™ncias desagrad√°veis ao governo e se cair no colo do vereador Manoel Fermino Pinho, a administra√ß√£o do prefeito Jos√© Carlos da Silva pode enfrentar o seu pior inferno astral. Se √© que incompet√™ncia possa ter alguma conota√ß√£o com o zod√≠aco.
- Há um dragão de duas cabeças dentro do governo e o prefeito Zé Carlos não parece disposto ao papel de São Jorge em seu cavalo branco... então, o cavalo vira vaca e vai pro brejo. Que fábula, hein??!!!

Esfacelado II
Se tiver algu√©m disposto a dar um nocaute no governo, que seja agora, ajudando a eleger Manoel Fermino de Pinho √† presid√™ncia da C√Ęmara Municipal de Nobres. Ser√° quantos v√£o atender a esse chamamento contra o governo? No chamado cabo de guerra, de um lado est√£o alguns poucos donos do poder e na outra ponta est√° uma popula√ß√£o, com√©rcio, ind√ļstria e setores diversos puxando a corda. A luta parece desigual, mas a vontade da maioria pode prevalecer. O clima √© de insatisfa√ß√£o no PP, que est√° dividido, e fora da ex-base aliada, h√° vereadores mais insatisfeitos ainda.
- Se der Fermino na presidência, o dragão será abatido.

De Bandeja
Se a Prefeitura de Nobres tinha R$ 205.000,00 para reforma e ampliação de pontes, porque esse dinheiro não foi aplicado nessa finalidade? A administração do prefeito José Carlos da Silva parece sofrer da falta de comunicação interna e externa, tanto que há muitos interlocutores no governo e muita gente falando o que não deve. Um vereador de oposição foi colher dados dentro do governo e conseguiu desvendar o segredo de que há dinheiro, mas faltaria vontade política. Em um governo onde muitos falam, poucos conseguem ouvir e demonstra que faltaria cumprimento da hierarquia.
- Pergunta l√°, vereador Fermino, sobre o dinheiro da citronella, como anda?

Caso Bomba
Por liga√ß√Ķes afetivas com pessoas do setor de Licita√ß√Ķes, segundo se comenta, foi trocado o presidente da Comiss√£o de Sindic√Ęncia e n√£o seria mais Fernando Pinto. As investiga√ß√Ķes prosseguem e j√° se sabe o nome das firmas que deram cobertura ao evento que pode "detonar" uma crise dentro do governo. Nem o melhor gafanhoto saltaria tanto... o valor da bomba, que normalmente seria de perto de 4 mil reais, pulou para estratosf√©ricos 12 mil reais e isso nos remete ao nome de um antigo senador mato-grossense, o "rachide". Entre os franceses, seria o "fi a fi", ou seja, meio a meio.
- Êta danadinha cara. Mas, e a garantia? Ah! Seria uma bomba atriz, cheia de maquiagem e com prazo de validade vencido? Pagou por lebre e foi ver, era gato angorá.

Mais uma Bomba
H√° quem diga que nova sindic√Ęncia esteja a caminho. O novo caso est√° sendo tratado com sigilo e pode ser t√£o devastador como essa bomba, que j√° tem hora para ser detonada. √Č como diria Nei Mato Grosso... "√Č a Rosa de Hiroshima, est√ļpida, inv√°lida; √© a rosa radioativa". Nada como um bom m√©dico veterin√°rio para "receitar": todo galinheiro deve ser cuidado por uma raposa. Quem estudou em Harvard ou na Sorbonne j√° admite, s√£o nas faculdades de Educa√ß√£o F√≠sica que se forjam os melhores gestores p√ļblicos do mundo.
- Se o governo vai mal, "receite" ao povo um analgésico e deixe que bufe.

Em Pizza?
J√° h√° coment√°rios sobre a mat√©ria publicada no jornal de Nobres, sobre o "Caso Bomba d'√°gua" e n√£o s√£o poucos, de que tudo pode acabar em pizza. Particularmente, n√£o acreditamos nessa possibilidade, at√© porque, h√° den√ļncia ao Tribunal de Contas e o caso pode ir parar no Minist√©rio P√ļblico Estadual. Mesmo que esteja havendo algum tipo de negativa sobre fornecimento de documentos aos membros da comiss√£o de sindic√Ęncia, a investiga√ß√£o vai continuar de uma ou outra forma.
- Negar fornecimento de documento, quem estaria por trás disso? Sabemos que é alguém que já estaria na marca do pênalti. Vamos confirmar esse nome, já já.

Em Pizza? II
Engra√ßado, tempos atr√°s, se aplicou uma rasteira no Baianinho, ent√£o secret√°rio da JSM (Junta de Servi√ßo Militar). Agora que se tornou membro da comiss√£o de sindic√Ęncia e voltou a ser o secret√°rio da JSM, a reparti√ß√£o tem sido visitada frequentemente por uma certa patente de primeiro escal√£o. Reparem comigo a presen√ßa constante dessa figura, ser√° por que essas vistinhas? Se j√° est√° na reta... j√° n√£o tem mais como tirar; se ainda n√£o est√°, pode entrar na linha de tiro da CS (Comiss√£o de Sindic√Ęncia). Esperamos, n√£o ser√° preciso colocar aviso √† porta da JSM: "N√£o entre sem ser convidado". Quem ser√° o visitante ilustre? √Č uma pessoa que costuma tratar o semelhante com ironia, est√° sempre risonho e de bem com a vida. Flagrou?
- Repare só, quantas vezes ele vai a JSM. Se sumir, é porque percebeu que alguém está de olho.

Engano
O vereador Manoel Fermino Pinho (DEM) parece ter assumido a postura de oposicionista ao governo e nesse papel ele tanto pode se dar bem quanto pegar queimaduras políticas. Em duas oportunidades, Fermino foi flagrado com interesses que complicam a sua própria atuação e um deles é o tal "G-5", que tentou derrubar Beto Valandro da presidência da Casa Legislativa. Deu errado. Na sua segunda investida, sempre com as mesmas pessoas por trás, criou o requerimento da CPI e a tentativa foi frustrada e mais uma vez pelo mesmo vereador, Beto Valandro, que já detectou quem está por trás de tudo isso.
- Beto Valandro percebeu a manobra e deu um voto de confiança ao governo.

Engano II
Por√©m, Fermino tem agido de modo correto, indo cutucar a ferida certa e a CPI s√≥ n√£o aconteceu porque foi descoberto quem est√° por tr√°s de tudo isso. Um v√≠deo de uma sess√£o do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso com rela√ß√£o √† vota√ß√£o das contas de Nobres, de 2.009, mostraria que o conselheiro Waldir Teis baixou a lenha na gest√£o p√ļblica praticada em Nobres. Quem viu, nos comunicou e isso leva ao Parecer Ministerial 5301/2010, do procurador Get√ļlio Velasco, que escancara a gest√£o municipal sobre os fatos de 2009. Basta atentar para a data do Parecer Ministerial, √© de 2010 e aponta que muitas irregularidades permanecem.
- No entender de Beto Valandro, o vereador Fermino só estaria mal assessorado, mas cutuca certo, onde há problemas. Isso é percepção.

Votos Marcados
De onde sa√≠ram os 50 votos conquistados em Nobres pela candidata a deputada estadual Dinor√° Magalh√£es? O voto dela √© casado com o do deputado federal Valtenir Pereira e h√° quem diga que pode ter sa√≠do do setor p√ļblico, ligado aos interesses classistas. Ningu√©m estava proibido de votar na candidata, mas se dentro do governo n√£o houvesse racha partid√°rio e os servidores recebessem tratamento um pouco melhor, os votos n√£o seriam dilu√≠dos entre candidatos estranhos. Dizer que os ACS ter√£o carteira assinada e tratamento diferenciado em rela√ß√£o aos demais servidores, esse sonho parece quase imposs√≠vel.
- Como Dinorá esteve poucas vezes em Nobres, os 50 votos dados a ela tem peso enorme em relação aos que foram confiados aos candidatos mais votados, entre Zé Domingos, Riva e Mauro Savi.

Boicote Interno
O atual presidente da C√Ęmara Municipal de Cuiab√°, Deucimar Silva (PP), come√ßou a campanha com o discurso de que fez uma "limpeza" na C√Ęmara e faria o mesmo na Assembl√©ia Legislativa". Foi a senha para sofrer boicotes dentro do pr√≥prio Partido Progressista e o nome de Deucimar quase n√£o apareceu no hor√°rio eleitoral gratuito na tev√™. N√£o foi eleito e era o que queriam alguns caciques do pr√≥prio PP e isso tamb√©m tem a ver com o PP de Nobres, que est√° rachado e sem di√°logo entre seus membros. Sem condi√ß√Ķes de iniciar um processo de juntada dos cacos, o prefeito Jos√© Carlos da Silva parece ter sonhos seguidos com outra sigla partid√°ria, longe de tudo e de todos os progressistas.
- Como n√£o √© f√°cil deixar a cova dos le√Ķes, pode se valer de um bom sonho para tentar se livrar de todos os males, am√©m.

Alijado da Disputa
A imprensa cuiabana tem dedicado esparsos coment√°rios a uma indisfar√ß√°vel cis√£o entre Riva e Mauro Savi. Consta que Riva j√° teria marcado reuni√£o com alguns deputados eleitos e reeleitos sem a presen√ßa do atual presidente Mauro Savi (PR), que n√£o teria gostado nadinha do desprest√≠gio. Riva pode repetir a dobradinha com Sergio Ricardo e ainda colocar Romoaldo J√ļnior como vice, tirando Mauro Savi do seu caminho. Seriam resqu√≠cios do processo de cassa√ß√£o do atual mandato de Riva, quando Savi assumiu e foi obrigado a promover mudan√ßas no gabinete institucional do ex-presidente. Rusgas com Deucimar, com Juarez Fiel e agora com Mauro Savi, o deputado Riva ainda ter√° pela frente a eterna insatisfa√ß√£o de Antonio Pagot e outros.
- Alguém duvida da dobradinha Riva/Sergio Ricardo? 99,9% de chances de se confirmar, com Mauro fora. Salvo se haver um ás na manga do deputado republicano.

Duas em Uma
A cidade de Nobres, se analisarmos entre o centro da cidade e o bairro Jardim Petr√≥polis unificado, vive em dois extremos; de um lado um centro da cidade onde o lixo √© coletado mais ou menos regularmente; na outra ponta, o bairro Jardim Petr√≥polis convive com a sujeira e dizer que a culpa √© √ļnica e exclusivamente da prefeitura, n√£o seria a forma correta de apontar o problema, dos mais graves. A popula√ß√£o tamb√©m que fazer a sua parte e isso se revela a partir da entrada da Cohab P√īr-do-Sol, logo acima do PSF, sentido Lagoa Limpa. Lixo espalhado, ruas sem infraestrutura b√°sica e at√© um risco de forma√ß√£o de vo√ßoroca.
- Se não é discriminador o cenário, o povo faz a sua parte, atirando lixo em qualquer lugar.

Duas em Uma II
Quem se dirige ao local onde est√£o sendo constru√≠das cerca de 150 casas, nas proximidades de uma cer√Ęmica e passa pela rua lateral da Cohab P√īr-do-Sol, no Jardim Petr√≥polis, logo v√™ a sujeira espalhada pelas ruas, dignas de um vilarejo h√° pelo menos 3.000 kms da capital quando estamos h√° menos de 160 kms de Cuiab√°. E onde estaria o presidente do bairro, as lideran√ßas pol√≠ticas e o pr√≥prio setor de sa√ļde p√ļblica? N√£o d√° mais para esconder o problema do lixo ali, cada vez mais exposto e com reflexos na presen√ßa maci√ßa nos postos de sa√ļde. E n√£o basta retirar o lixo, pura e simplesmente, tem que se fazer despertar uma consci√™ncia cidad√£ na comunidade a partir de campanhas publicit√°rias sobre os malef√≠cios do lixo atirado em local inadequado.
- Chega de campanha política, é hora de campanha de conscientização da população. Onde estão os candidatos paraquedistas para ajudar nessa empreitada?

Conivência
Compra de votos √© a cita√ß√£o que mais se ouve falar ap√≥s as elei√ß√Ķes, at√© quem n√£o poderia atirar a primeira pedra, o faz. Em cada boteco, nos locais de compras no varejo, enfim, onde se re√ļnem duas ou mais pessoas, o assunto √© a compra de voto. E como se d√° esse fen√īmeno? Quem nasceu anteontem sabe que tudo come√ßa por um nome desconhecido, que nunca fez nada por Nobres e chega a obter relativa vota√ß√£o entre o eleitorado, de que forma se d√° esse fen√īmeno? Entre os candidatos a deputado federal, senador e governador a disputa fica mesmo por conta dos embates no hor√°rio eleitoral gratuito no r√°dio e na tev√™; a polariza√ß√£o das aten√ß√Ķes fica por conta dos candidatos a deputados estaduais e uma checada nos postos de gasolina para se saber quem adquiriu gasolina em grande quantidade nos √ļltimos dias que antecederam a campanha seria a senha. A n√£o ser que o povo morra de amores pelos paraquedistas...
- ...aí seria um caso de amor a primeira vista; pode acreditar, o bom velhinho existe e seu nome é mesmo Papai Noel. A conivência do eleitor também existe.

Especula√ß√Ķes
Aos poucos, em doses homeop√°ticas, come√ßam as especula√ß√Ķes sobre sucess√£o √† presid√™ncia da C√Ęmara de Vereadores. Press√£o aqui, alfinetada ali, justamente sobre o prefeito, como se este fosse detentor de votos. Ali√°s, o Partido Progressista local est√° desalinhado e cada um segue tend√™ncia pr√≥pria. A unidade que nunca existiu se mostra mais acentuada agora, ap√≥s as elei√ß√Ķes gerais e alguns resultados negativos para as pretens√Ķes de vereadores. At√© o dia 02 de outubro deste ano, eram tantos os poss√≠veis candidatos a prefeitos na esteira da elei√ß√£o de seus candidatos a deputados estaduais, mas o resultado das urnas causou efeito domin√≥ e previs√Ķes desabaram, uma a uma.
- Restou a presid√™ncia da C√Ęmara de Vereadores, quem n√£o a quer?

Especula√ß√Ķes II
Tudo começa com uma certa onda de boatos espalhados pela rua e quase nenhuma articulação, mas parece que o Partido Progressista está longe da unidade política desde que chegou ao poder, em 01 de janeiro de 2009. O curioso é que um tucano e uma vereadora progressista tem aliviado a barra do governo, conduzindo a Casa Legislativa a um caminho menos íngreme e afastando a possibilidade do embate entre os poderes. Paula e Beto Valandro foram essenciais nestes dois anos, evitando que alguns afoitos vereadores batessem de frente com o governo, deixando de lado a finalidade principal, que é fiscalizar e cobrar respostas. Há quem duvide que o prefeito faça as mudanças prometidas.
- "Ele (o prefeito) sabe o tamanho do problema que tem e se n√£o mudar, lavo as m√£os", assegurou um parlamentar.

Especula√ß√Ķes III
Enfrentando uma s√©rie de den√ļncias, com uma equipe de governo travada e sob um parecer do Minist√©rio P√ļblico de Contas que acusa ainda uma s√©rie de irregularidades, o prefeito Z√© Carlos n√£o parece com cacife pol√≠tico o bastante para conduzir uma elei√ß√£o √† Mesa Diretora. At√© porque, quem vota s√£o os vereadores e s√£o muitos os cr√≠ticos do governo, da√≠ a impossibilidade de interven√ß√£o externa nas quest√Ķes legislativas. Por√©m, se assumir algu√©m que n√£o tenha um m√≠nimo de afinidade com o Executivo, a√≠ √© que o sonho de reelei√ß√£o do prefeito vira pesadelo.
- Reeleição? Não seria cedo demais?

Sexta Diferente
Ou seria por conta do feriado prolongado, ou algo teria mudado radicalmente o humor do prefeito Jos√© Carlos da Silva na sexta-feira, 08 de outubro (deste ano, √© claro!). Extrovertido, alegre e cumprimentando a todos, buzinando (n√£o √© imita√ß√£o daquele outro), enfim, um Z√© diferente e muitas especula√ß√Ķes sobre o seu estado de humor. Manter esse estado de √Ęnimo at√© os primeiros dias de outubro de 2012 √© miss√£o quase imposs√≠vel, mas se conseguir, a causa tem nome: reelei√ß√£o. Por exemplo, veja a foto que est√° na capa do nosso site, na mat√©ria principal.
- Por vezes, uma boa noite de sono ajuda, mas, por favor, n√£o entendemos nem de causa e nem de efeitos. Como nem todos os dias s√£o iguais, logo.

Detetor de Mentira
Como estava a imagem de Riva na urna eletr√īnica? Igual a do adesivo que foi pregado em alguns carros ou de forma diferente, sem sorrir? A pergunta pegou de surpresa alguns que n√£o votaram em Riva e disseram que a imagem seria semelhante a do adesivo. E quem cravou 25456, nega e ainda acusa o jornal de mentiroso, mesmo que quatro testemunhas tenham ouvido a pessoa falar: "se eu falar que votei em voc√™, vc acreditaria?".
- Mesmo um leigo em Matemática ou numerologia saberia que 11234 não é o mesmo que 25456. E deu Zé no domingo, no maior "fraga" ao dissidente progresssista.

Chapada dos Guimar√£es
O prefeito de Chapada dos Guimar√£es, Fl√°vio Daltro, irm√£o de Chico Daltro, solicitou que todo o secretariado colocasse os seus respectivos cargos √† disposi√ß√£o e quem for reconvocado, ap√≥s an√°lise apurada, ter√° que se adequar as normas impostas pelo povo. Em Chapada dos Guimar√£es, a administra√ß√£o p√ļblica municipal vai mal e essa foi √° sa√≠da encontrada pelo ex-jogador de futsal, Daltinho, prefeito de Chapada, para tentar reorganizar a casa.
- √Č a tal da sa√≠da diplom√°tica, menos mal.

Em Nobres
Algumas lideran√ßas pol√≠ticas locais j√° teriam ouvido do prefeito Z√© Carlos a proposta de que vai promover mudan√ßas na sua equipe de governo. Primeiro os boatos e as especula√ß√Ķes em torno das mudan√ßas, o que j√° seria um p√©ssimo come√ßo; depois, os boatos dariam conta de um prov√°vel rompimento com Gilmarzinho da Ecoplan, evidenciando que o prefeito Jos√© Carlos estaria disposto a colocar em pr√°tica um projeto de reelei√ß√£o. Nada de anormal at√© a√≠, n√£o fosse o an√ļncio antecipado de uma decis√£o que deveria ser tomada planejada e silenciosamente. Os boatos est√£o nas ruas e coloca o prefeito Z√© Carlos, literalmente, em rota de colis√£o com Gilmarzinho da Ecoplan, com a bancada do PP na C√Ęmara de Vereadores e com a c√ļpula atual de governo.
- O vislumbre é o de uma crise política sem precedentes.

Em Nobres II
Se o prefeito Z√© Carlos permanecer no PP, o seu embate com Gilmarzinho ser√° inevit√°vel; se deixar o partido que o elegeu, corre o risco de sofrer problemas com a infidelidade partid√°ria; se ficar sem partido, ficar√° sem aliados e isso s√≥ ser√° bom se praticar um governo de muitos milagres. Na verdade, o prefeito Z√© Carlos est√° diante de uma das decis√Ķes mais importantes da sua vida, tanto no campo pessoal quanto politicamente citando, mas que representa um mal necess√°rio.
- Se o Zé não muda, eles mudam o Zé; é pegar ou largar.

Deputado Zé Domingos
Em recente visita ao município de Nobres, o deputado estadual Zé Domingos esteve na redação do jornal de Nobres em companhia do ex-prefeito Flávio Dalmolin, do funcionário e técnico da Empaer, Elias Queiroz, de Chiquinho e do comerciante Lenine Campos para agradecer aos 1.120 votos recebidos da população nobrense. Foi no dia 05 de outubro, pela manhã e, à saída, Zé Domingos se encontrou com o prof. Magal que revelou ao parlamentar Democrata que toda a sua família votou nele. Em tom de brincadeira (quem sabe?), o deputado estadual Zé Domingos agradeceu aos votos e de modo especial ao voto de Neko.
- Se é o próprio Zé Domingos quem diz... não é preciso dizer mais nada.

Engenharia Moderna
O vereador Fermino, ainda em 2008, comentava que algumas casas da Cohab P√īr-do-Sol receberam a estranha mistura de 10X1, ou seja, 10 carriolas de areia por um saco de cimento, o que resultaria em uma mistura de fr√°gil textura. Leigo em c√°lculos matem√°ticos e longe de ser um mestre de obra, cabe-nos perguntar: "quanto de areia e quanto de cimento est√° sendo utilizado na confec√ß√£o das guias de sarjeta?". Ali no comecinho da rua Maur√≠cio Sampaio, um morador antigo apontava infiltra√ß√£o entre o meio-fio e a guia de sarjeta, na manh√£ de 02 de outubro e ele dizia que a falha teria sido atestada logo pela manh√£ pelo empres√°rio Gilmarzinho da Ecoplan.
- Quem era para ver e ouvir os reclames, estava longe do fato. Menos mal que não foi verificada inundação, ainda.

Dito e Feito
Em frente ao Real Mini Mercado, √† rua Mato Grosso, a √°gua amanheceu empossada, atrapalhando a entrada de clientes ao estabelecimento comercial. E olha que n√£o foi por falta de aviso e nem de t√©cnicos do governo por l√°. Nas imedia√ß√Ķes da Escola Santo Antonio, √† avenida Maur√≠cio Sampaio, no bairro S√£o Jos√©, a obra de asfaltamento teria sido abandonada com o pavimento sendo implantado sem a devida sub-base. Mas isso √© coisa para engenheiros e n√£o para leigos e, em √ļltimo caso, passa a ser caso de pol√≠cia, desde que verificado o desperd√≠cio de dinheiro p√ļblico.
- Quem nunca estudou engenharia civil foi capaz de prever que aqui se faz, aqui se paga e nada presta.

Vozes das Ruas
O que se ouve falar da atual administra√ß√£o municipal nos locais onde a fofoca corre solta ou onde h√° um encontro de algumas pessoas, em lojas, supermercados, biroscas e botequins n√£o √© brincadeira. S√£o cita√ß√Ķes pejorativas, algumas ofensivas e suscitariam que os governistas nem sa√≠ssem de casa e se buscassem locais p√ļblicos, poderiam encomendar alguns miligramas, quilogramas e em alguns casos, metros c√ļbicos de vergonha, que √© para enfrentar a onda de falat√≥rios, sempre negativos.
- Nem o melhor √≥leo de peroba seria capaz de reduzir a frustra√ß√£o popular. √Č√©√©√©, rapadura √© doce, mas n√£o √© mole, n√£o. Se n√£o chove, lamentamos; se chove, choramos pitangas.

Monte das Oliveiras
O prefeito Jos√© Carlos da Silva parece que foi abandonado pelos seus ap√≥stolos e resiste bravamente a essa id√©ia. Deve se recolher ao ex√≠lio no day after ap√≥s as elei√ß√Ķes para repensar Nobres e a sua administra√ß√£o. Se n√£o promover as mudan√ßas que todos esperam, vai ao calv√°rio mais rapidamente; se mudar, ter√° que aguardar os resultados, lentos e graduais das altera√ß√Ķes, mas ter√° apoios importantes nesse processo de muta√ß√£o. A infelicidade s√≥ n√£o √© geral porque algumas pessoas ainda acreditam nas mudan√ßas e est√£o prontas a colaborar, desde que o prefeito n√£o espere que a tal bomba d'√°gua caia no seu colo, pronta a explodir. E a√≠ desse governo que a√≠ est√° se n√£o encontra uma C√Ęmara de Vereadores pronta a ajudar, obviamente, com os que criticam, mas querem ajudar e com os que costumam a estender as m√£os quando tudo parece caminhar para o fundo do po√ßo.
- Quando a confiança é traída, é hora de mudar e que ninguém espere pela célebre frase: "Porventura, sou eu Senhor?". Nesse caso, não é bom oferecer nenhuma das faces ao beijo, mas é tempo de mudar.

Fora de Prazo
Em meio a uma sess√£o turbulenta, sob risco de instala√ß√£o de CPI, tomamos conhecimento de que teria sido entregue balancete da Prefeitura, mais de duas horas ap√≥s o combinado. Algu√©m ligou para o prefeito chamando aten√ß√£o do chefe do Executivo para o que est√° ocorrendo, com tudo sendo entregue fora do prazo. Se a vida p√ļblica fosse um grande parque de divers√Ķes, quem n√£o escolheria o Balne√°rio Cambori√ļ para passar agrad√°veis dias? Prazo √© prazo; peixe √© pescado; escreveu n√£o leu, o pau comeu. Eiiiiita fil√≥sofo porreta.
- Acorda prefeito, é hora de mudar.

Sess√£o das Redund√Ęncias
Realmente, o risco de uma CPI mexe com os nervos de qualquer um. √Č uma esp√©cie de corredor da morte, minutos antes da inje√ß√£o letal. Sem melodramas, a sess√£o da noite de 30 de setembro, passado, foi marcada por algumas redund√Ęncias e p√©rolas bastante chamativas. "Chuva chover" foi uma delas, mas o empolgado Fermino tascou a palavra "cachorros" com acento agudo no primeiro 'O', que deixou muita pulga com pulgas atr√°s da orelha. Isso, ap√≥s aquela tal Arca de 'Noel' que ele jogou no mar, dia desses.
- Foi uma sessão finérrima, com emissoras de rádio e tevê, jornais cobrindo a propalada CPI que foi abortada em tempos de muita gente contra o aborto.

Pux√£o de Orelha
A vereadora Paula foi o anjo da guarda do vereador Ad√£o em meio a um pren√ļncio de mar√© alta, com Fermino puxando o progressista, mar adentro e Paula segurando o 'menino' pelas pernas. O vereador Fermino tem "know how" em pol√≠tica e teceu elogios ao colega Ad√£o, visando salvaguardar a sua assinatura no requerimento, mas n√£o deu, Ad√£o recuou e ainda foi aplaudido por uma claque exclusiva. Olha, o ambiente pol√≠tico n√£o √© f√°cil e na sess√£o de 30 de setembro, tinha vereador mais desconfiado que vov√≥ quando via vov√ī chegar da gandaia, em altas horas. "Meia volta, volta e meia vamos dar, se pintar um neg√≥cio da China, v√° ver se estou l√° na esquina".
- O coração de estudante de Adão tomou um choque após a professora surgir com a palmatória na mão.

The Time
Em sess√Ķes um pouco mais agitadas, com torcida organizada e tudo, o maior inimigo do vereador tem sido o tempo. O vereador Fermino tem corrido contra o rel√≥gio em seus pronunciamentos, mas sempre encontra um jeito novo de driblar o homem do tempo, o presidente da Casa. Depois de Waner Rondon, Silvestre Campos assumiu a "pole position" entre os que mais solicitam apartes. Como a noite era anunciadora de mau tempo, ningu√©m queria conceder aparte, sob risco de receber uma tijolada, vinda de qualquer flanco.
- Uma boa sess√£o √© aquela, cheia de pol√™micas e de contradi√ß√Ķes, a gente nem v√™ o tempo passar. O que tem demorado muito a passar s√£o os 90 minutos dos jogos do Flamengo... √© que a fase n√£o anda nada boa.

Palavras do Corregedor
Acerca do dia 03 de outubro, o Corregedor Regional Eleitoral, dr. M√°rcio Vidal escreveu: "Quem compra voto (pr√°tica de alguns candidatos) ir√° recuperar seu investimento com o dinheiro da pr√≥pria sociedade, no exerc√≠cio do cargo, e os senhores eleitores ficar√£o √≥rf√£os ‚Äď assim como a grande parcela da popula√ß√£o ‚Äď daqueles servi√ßos de alta prioridade para qualquer comunidade."
- Sendo assim, o eleitor precisa se conscientizar disso.

Bomba sobre uma Bomba
J√° priligy online ganhou as ruas de Nobres, uma bomba de 14 mil megatons, que pode detonar uma crise sem precedentes e que obrigar√° o prefeito Jos√© Carlos da Silva a promover (na marra) as mudan√ßas na sua equipe, sob risco de "impeachment". Nos meios populares, dizem que uma bomba poder√° implodir a equipe de governo. A citada bomba √© de hidrog√™nio. Brincadeiras a parte, a bomba d'√°gua teria pre√ßo superfaturado e j√° haveria den√ļncia sobre a danadinha. Com bomba ou sem bomba, h√° quem tenha ido com muita sede ao pote, enquanto a citronella perece sob sol e clima des√©rtico. Por bem menos, Saddam Hussein foi preso e morto pela alta c√ļpula do Pent√°gono. O general Chir√ļ pode acionar os mecanismos dessa bomba.
- Vem aí, a nova versão da Operação Tempestade no Deserto, do aposentado General Collin Powel. Buuuuuuuummm!!!!

Cr√≠ticas √Ācidas
O candidato Juarez Fiel não poupou críticas a determinadas figuras que estão no poder. Em comentários breves durante a sua estada em Nobres, na residência do casal profª Ivete/Zé Domingos, Juarez Fiel falou cobras e lagartos a respeito daqueles que chegaram ao poder e estão no poder em Nobres, mais especificamente, aos nomes do prefeito José Carlos da Silva e sobre o ex-vereador Neko. Sobre Neko, não é só Juarez que diz ou disse coisas, é Juarez, é Vidal e considerável parte da cidade, desde aquela fundação denominada Funoel. Entre os ex-eleitores do então vereador do esporte, Neko não deixou um pingo de saudade.
- Só servi para ser avalista de aluguel de apartamento e cabo eleitoral, comentou Juarez.

Cr√≠ticas √Ācidas II
Desgastado politicamente, o ent√£o candidato a vereador prof¬ļ. Neko saiu-se com essa de que "sacrificou a pr√≥pria campanha" para trabalhar na elei√ß√£o do prefeito Z√© Carlos. Foi o melhor "marketing" buy propecia online j√° visto de um candidato derrotado. Solid√°rio, Juarez Fiel caiu nesse melzinho na chupeta e pediu o primeiro emprego ao vereador que n√£o foi reeleito e virou suplente. Quando era questionado sobre o futuro pol√≠tico de Juarez Fiel, Neko desconversava ou quando nada dizia que a preocupa√ß√£o era outra. De fato e isso ficou provado agora, com suposto apoio a Riva que em nada ajuda ao candidato dado ao inevit√°vel desgaste da dupla Neko/Z√© Carlos. E como voltar√° Juarez Fiel no futuro? N√£o √© dif√≠cil de imaginar, de tacape na m√£o, arco, flecha e faca entre os dentes, com o mais eloq√ľente dos seus discursos.
- Bem, nessa altura do campeonato, o futuro secretário de Obras, prof. Neko, já estará em Sinop, em sua nova residência. Será? Mas, e a reeleição do Zé?

Candidat√°vel
O prof. Joarides Lojor Ribeiro, o Magal, deve entrar na disputa em 2012, e acredita muito na sua pr√≥pria elei√ß√£o, com projeto pr√≥prio e muito mais aut√™ntico que o irm√£o e ex-vereador. Magal tem a vantagem de n√£o deixar nada para depois e de n√£o esconder suas rea√ß√Ķes e posi√ß√Ķes, portanto, vai para mais um teste perante o eleitorado. Em Nobres, muita gente costuma rotular as pessoas, aquelas que falam o que pensam, de pol√™micas e o prof. Magal √© desses que n√£o deixa nada para depois e pelo atual quadro de vereadores, com algumas raras exce√ß√Ķes, tem a chance de chegar l√°.
- N√£o tendo o irm√£o como cabo eleitoral, Magal pode surpreender.

Latino
"Hoje vai ter festa no meu ap√™", esse vai ser o hit mais solicitado nas paradas de sucesso daqui pra frente, na interpreta√ß√£o de JF. Olha que o Juarez Fiel aparentava calma durante a sua fala e nem precisou subir o tom da voz ap√≥s aquele exerc√≠cio de encher um saco de papel com ar para evitar rea√ß√Ķes adversas. Entoou at√© um mantra para evitar ser contundente. Cruzes!!!, j√° pensou se Juarez fala o que lhe vinha o pensamento? Houve quem pensasse naquela legenda das revistas em quadrinho, entre cobras e lagartos.
- Deixou de lado até aquele suposto "dossiê" que tem em mãos, de tirar pica-pau do oco. Firmas & Firmas Ltda. Oh! Mon Dieux.

Ao Relento
Mesmo sendo em propriedade particular, algu√©m "mandou mal" ao autorizar o corte de um √© de cumbaru que servia de abrigo aos "chapas" (pessoas que trabalham na carga e descarga de caminh√Ķes). Os "chapas" j√° sabem quem foi e a situa√ß√£o ficou chata, feitas √†s escondidas. Justamente quando mais se precisa de votos, eis que algu√©m pisa na jaca e acaba jogando os trabalhadores contra o governo municipal.
- √Č tanta cagada, uma atr√°s de outra... "√© muita c√°ca para pouco pinico...". Est√° o maior Tititi.

Transferência de Embrião
Como não entendemos bulufas de engenharia genética, seguimos investigando sobre como e de que forma o projeto inicial de um tanque para piscicultura que seria no Distrito da Guia veio parar em Nobres. Mesmo não sendo 'botinudo', vamos gastar sola de botina para saber como foi que esse tanque veio parar em Nobres. A situação é grave e pode apontar a possibilidade de crime ambiental e envolveria uma figura do atual governo municipal de Nobres.
- Alguém para nos ajudar a verificar?

Alpiste na M√£o
H√° um tempo atr√°s, um rapaz pol√™mico, costumava dizer por a√≠: "eles est√£o na minha m√£o, v√£o ter que comer aqui". Parece que o mist√©rio do rapaz foi desvendado e seria relativo a um famoso servidor p√ļblico estadual que estaria em est√°gio probat√≥rio no Estado, mas receberia de l√° e de c√°, ou seja, do estado e do munic√≠pio. Pilhado em impedimento, vai ter que devolver dinheiro aos cofres p√ļblicos, como nos contou uma fonte informativa de dentro do poder.
- Dizem as más línguas que seriam 70 mil pilas, mano.

Conversa de Velório
√Č√©√©√©, t√° certo o ditado que diz que a gente vem sem nada e volta ao p√≥ sem nada. Mas n√£o deixamos de ser materialistas e quanto mais temos, mais queremos, independentemente de credo religioso. Dois sal√°rios, sendo do estado e munic√≠pio, com o poder nas m√£os e um caminh√£o de gan√Ęncia para encher e chateado s√≥ porque pode ir parar na Secretaria de Obras. O que ser√° que tem de mal na Obras que o rapaz ('tchique, no √ļrtimo') n√£o quer ir pra l√°?
- "Per supuesto, seria el fim de la jornada, hombre?", perguntaria Víctor Valentim.

Só Em Nobres
Em recente visita ao escrit√≥rio do jornal de Nobres, dia 27 de setembro, √ļltimo, pela manh√£, a tesoureira chefe da Tesouraria, sra. Elizabete Pereira Machado, cogitou que a publica√ß√£o de todo e qualquer documento p√ļblico teria que ter a anu√™ncia dela. S√≥ para lembrar, parte do Balancete publicado por este jornal, teria sido enviado ao Tribunal de Contas e c√≥pias entregues a todos os vereadores titulares de Nobres contendo diverg√™ncias entre receita e despesa. N√£o pode a contadora chefe ter a pretens√£o de acreditar que a sua posi√ß√£o dentro da estrutura administrativa de Nobres esteja um n√≠vel acima do prefeito eleito pelo voto popular. E olha que nem o prefeito pode impedir que todos saibam o que ocorre no √Ęmbito do seu governo.
- Pior que o vazamento de documento p√ļblico √© a informa√ß√£o dada pela pr√≥pria tesoureira, em car√°ter informal, de que a "coisa t√° complicada" dentro do governo. Essa informa√ß√£o dada "in off" ainda vamos publicar, com mais detalhes.

Só Em Nobres II
Na primeira gest√£o do prefeito Fl√°vio Dalmolin, por volta de 2004, uma pilha de documentos foi parar na tev√™, no hor√°rio eleitoral gratuito. Em 2007, seria essa a data precisa?, o prefeito Fl√°vio Dalmolin se surpreendeu com uma den√ļncia ao Tribunal de Contas sobre suposta m√° gest√£o de recursos para asfalto e a tal feira do produtor. A surpresa ficou por conta da descoberta de que teria sido algu√©m de dentro da Prefeitura e dali mesmo teria feito a den√ļncia, justamente quem almo√ßava com requisi√ß√£o e abastecia com requisi√ß√£o e ningu√©m, no entanto, pediu licen√ßa ao prefeito para tornar p√ļblica a insatisfa√ß√£o com o grupo que comandava a prefeitura.
- Algu√©m se apresentou para dizer: fui eu? Enfim, qual √© o conceito de coisa p√ļblica? O povo √© consultado para saber se pode ou n√£o pode um parente de algu√©m que est√° no poder manter rela√ß√Ķes comerciais com a prefeitura? Temos exemplos aqui e aceitamos direito de resposta.

Vem Bronca
Al√©m de uma CPI (Comiss√£o Parlamentar de Investiga√ß√£o), os vereadores ainda t√™m uma meta a cumprir, a convoca√ß√£o de secret√°rios municipais para prestar esclarecimentos sobre as suas respectivas pastas. Consta que a primeira a ser convocada, inclusive por sugest√£o do l√≠der do governo, seria a secret√°ria de Sa√ļde, Z√©lia da Guia Nobre. Engra√ßado sobre a convoca√ß√£o da titular da Sa√ļde, √© que ele teve jantar com o vereador Silvestre, dia desses, e para quem n√£o sabe, o vereador Silvestre faz quest√£o de n√£o esconder os problemas relativos √† sa√ļde p√ļblica na zona rural.
- Durma-se com um barulho desses, jantar entre o vereador que "rufa o bombo" na Sa√ļde e a titular da pasta. Algo a ver com 2012? P√īxa! N√£o seria cedo demais?

Vem Bronca II
O vereador Silvestre Campos (PR) n√£o esconde de ningu√©m a sua insatisfa√ß√£o com o tratamento que √© dado √† sa√ļde p√ļblica na zona rural. Dia desses, um paciente veio l√° da zona rural em carro particular, supostamente, com as v√≠sceras de fora, por absoluta falta de ambul√Ęncia. Na zona urbana, um paciente foi levado at√© o hospital em uma charrete, ferido por arma branca. √Č do vereador Silvestre a observa√ß√£o de que a sa√ļde nunca esteve t√£o mal como agora, em m√£os de um prefeito m√©dico. O trabalho do jornal √© o de repercutir (ou n√£o) o que dizem os vereadores, fiscais do povo.
- Nada contra o bom e salutar convívio social entre duas patentes, sendo uma administrativa e outra legislativa, mas para tratar do que pensa o Dito? Menos Batista, bem menos.

Salomé
Um encontro entre um poderoso membro do PP municipal, de Nobres, e o prefeito Z√© Carlos teria sugerido uma discuss√£o sobre prov√°veis altera√ß√Ķes na parte mais central do poder. Algumas cabe√ßas j√° estariam prontas para serem servidas numa bandeja, ao melhor estilo, digo, exig√™ncia de Salom√©. Longe das ironias hist√≥ricas, cabe√ßas v√£o rolar e os cortes seriam por conta da inefic√°cia administrativa. Nessa altura do campeonato, ap√≥s a "varredura" do Tribunal de Contas e por tudo o que consta do Parecer Ministerial 5301/2010, emitido pelo procurador Get√ļlio Velasco, uma das cabe√ßas que devem rolar √©...
-... Bingooooooo, acertou quem disse, sobre o que mesmo que a gente falava? Ah! Tá, sobre demissão, não sei, você sabe? Mas, pelo parecer é...?

Salomé II
Engra√ßado, os vereadores querem a cabe√ßa de no m√≠nimo tr√™s nomes, o que lhes aplacaria a ira. Como por aqui n√£o tem nenhum Neymar, com certeza, uma das cabe√ßas a rolar n√£o ser√° a do prefeito. Em n√£o sendo a do prefeito, de quem poderia ser os nomes sugeridos. Se tirar, a CPI n√£o acontece; se ficar, o bicho pega. Mas ser√° que os vereadores est√£o nesse p√©? Se cair algu√©m, vai ser o t√©cnico. Mas como, se h√° muitos t√©cnicos por l√°, de futsal, de handebol, de v√īley, de peteca, menos de gest√£o p√ļblica.
- Chega de quebrar a cabeça, quem vai ser mudado de lugar? O prestígio do Legislativo está em xeque (com X, mesmo, e não com CH).

Demiss√£o e Confus√£o
Depois do susto e do "chocolate" que os governantes tomaram do time do sindicato, parece que alguns governantes desceram do pedestal. Todos com nível superior, mas a eficiência é a de alunos primário e pose de doutorado. Faz lembrar aquela moça que, habituada ao lobó ensopado, tira uma onda de quem só come sashimi de Salmão. E o Tribunal de Contas fungando no cangote do povo, com multas sobre multas e nenhum trapezista cai do trapézio. As mudanças que estão previstas para acontecer, há quem diga que não ocorrerão. Engraçado, na campanha, quem pega no chifre do boi é um pessoal, na hora de governar, vem parente de tudo quanto é lugar e a prefeitura fica parecendo Central do Brasil, aquele filme onde uma senhora escreve cartas para quem não sabe ler nem escrever.
- Por aqui, n√£o √© Central do Brasil, √© Licita√ß√£o e as cartas, na verdade, √© Carta Convite para meu esposo, para um primo da mulher do meu irm√£o, para um parente (meio distante) que tem uma empresa que cabe em uma pasta, dessas que a gente carrega debaixo do bra√ßo. √Č a farra do boi.

Maior Ti ti ti
Esse curso de Qualificação Profissional encerrado recentemente, coloca a Secretaria de Ação Social em alta na pesquisa (mas não é eleitoral) sobre fatos reais, conclusos e funcionais. Mas, de outra parte, tá o maior ti ti ti... sabe como é aqui em Passo Fundo, não tem esse negócio de costureiro, ou o sujeito é alfaiate ou então... Pois é, nessa onda da novela que fez sucesso em 1985, os costureiros Jaques Leclair e Víctor Valentin disputam a hegemonia do mercado, como nos velhos tempos de Denner e Clodovil, já falecidos.
- Deu na revista Moda Brasil, o nosso Jaques Leclair faz umas camisetas para garot√Ķes sarados, que √© o maior sucesso. Aaaaamei. Jaques, o seu certificado est√° aqui, venha buscar.

Riva Votos
O empres√°rio Gilmarzinho da Ecoplan est√° com as facas entre os dentes, feito Rambo, na busca de supera√ß√£o. Se o governo de Z√© Carlos estivesse bem na fita, ele n√£o precisaria se esfor√ßar tanto para buscar votos para o deputado estadual Jos√© Riva. Nas reuni√Ķes pol√≠ticas que tem acontecido em resid√™ncias, o que mais se ouve s√£o manifesta√ß√Ķes de apoio a Gilmarzinho, ou seja, "se ele ap√≥ia Riva, n√≥s o acompanhamos", dizem v√°rios eleitores e algumas lideran√ßas pol√≠ticas que tem comparecido aos encontros populares. Poderia estar melhor, n√£o fosse √† atual administra√ß√£o t√£o confusa, com os tais "p√≥s graduados" nisso e naquilo.
- Os votos que Riva tiver em Nobres, eles tem nome: Gilmarzinho da Ecoplan, em torno do qual muitos se unem.

No P√īquer
Apesar de n√£o saber patavinas do jogo de cartas denominado p√īquer, √© preciso pagar para ver uma onda de boatos que est√° se espalhando pela cidade de Nobres, de que o prefeito Jos√© Carlos da Silva, ap√≥s as elei√ß√Ķes, vai promover um "limpa" no caminh√£o abre alas do governo. Apesar de beirar o imposs√≠vel, as informa√ß√Ķes d√£o conta de que os setores a serem atingidos seriam Educa√ß√£o, Sa√ļde, Contabilidade, Tesouraria e A√ß√£o Social, o que colocaria o governante em rota de colis√£o com l√≠deres partid√°rios da sua pr√≥pria fac√ß√£o pol√≠tica. Dificilmente essa proposta seria viabilizada e dependeria de uma conjun√ß√£o de fatores, mas o principal, mesmo, seria coragem para 'arrumar a casa'.
- Uma entre 100 pessoas acredita nisso, então, não é bom 'blefar' quando a aposta é alta.

Detetive
Na Prefeitura, tem um secret√°rio de governo que anda preocupado, por demais, com algu√©m aqui do jornal e basta ver um panfleto na rua que j√° diz conhecer quem escreveu. O √ļltimo deles, distribu√≠do pelo Sintspun, foi apontado como sendo aquele dito pelo n√£o dito. O panfleto ofensivo de meses atr√°s contra o governo, l√° na prefeitura, sugeriram que foi produzido pelo Dito e ficou o dito pelo n√£o dito. Depois jogaram culpa em um nome da alta roda, mas at√© hoje n√£o se chegou ao verdadeiro panfleteiro apesar de o prefeito sugerir um nome. O status financeiro ou a cor da pele, nem sempre s√£o as determinantes para se tirar conclus√Ķes l√≥gicas. Se pegou pesado, √© o Dito. Se o TCE/MT aponta suposto desvio de mais de 50 mil reais na presta√ß√£o de contas da Funoel, a√≠ n√£o √© ningu√©m. Seria o Dito, tamb√©m? √Č elementar, meu caro Whatson, sai dessa, deixa de mist√©rio, deixa de jogar pedras e esconder as m√£os.
- V√° catar coquinhos, chefia.

Mais uma Obra
O nome Pepiliasco est√° se popularizando em Nobres e alguns virtuais candidatos a prefeito estariam com medo da concorr√™ncia. Mais uma vez uma empresa com pessoa com esse sobrenome vence licita√ß√£o em Nobres. Veja a seguir: CONTRATO N¬ļ 077/2010- Celebrado entre a Prefeitura Municipal de Nobres e a empresa Predial Construtora LTDA-EPP. Objeto: Contrata√ß√£o de Empresa Especializada para constru√ß√£o de Arquibancada no Est√°dio Municipal Baliz√£o, Municipio de Nobres. Valor: R$ 146.071,74 (cento e quarenta e seis mil e setenta e um reais e setenta e quatro centavos). Data: 20 de Julho de 2010. Prazo: 75 Dias Assinam ‚Äď Jos√© Carlos da Silva ‚Äď Prefeito Municipal de Nobres e a empresa Predial Construtora LTDA-EPP - Lauro Pepiliasco - Contratado.
- "Cadê o Léo?", perguntava o prefeito em seu gabinete, dias atrás.

O Bispo
O prefeito José Carlos da Silva amanheceu sob efeito de uma suposta noite mal dormida e na manhã de 16 de setembro, quando recebeu os líderes do movimento grevista em seu gabinete, parecia mal humorado. No not book, página aberta no site Olhar Direto, o prefeito parecia mais preocupado com a situação do deputado Riva e a negativa para um segundo recurso contra a cassação de seu mandato. Sobre a pasta do computador portátil repousava um exemplar de "O Bispo", mas quem negociava com a classe trabalhadora era o secretário Sebastião, sob as bênçãos de sete entre nove vereadores.
- Sob xeque-mate, al√©m de "O Bispo", Z√© Carlos tamb√©m precisa mover torres, pe√Ķes, cavalos e evitar que a rainha (o mandato) seja capturada pela inefici√™ncia de seus assessores.

Solid√£o
Independente dos seus humores, o prefeito Jos√© Carlos da Silva deveria ler Gabriel Garcia Marques e seus "100 Anos de Solid√£o". Por aqui, nem bem chegou ao segundo ano de governo, o prefeito j√° se v√™ abandonado pelos seus 'criadores' pol√≠ticos. Convidaram o m√©dico para ser prefeito e depois o abandonam quando se trata de resolver 'pepinos', mas para manipular verbas p√ļblicas, muitos escolhem os postos chaves dentro do governo. √Č inaceit√°vel (ou seria?), um m√©dico experiente, habituado a interven√ß√Ķes cir√ļrgicas de alto risco, aceitar esse papel de se tornar joguete em m√£os de alguns poucos. Antes da reuni√£o com os sindicalistas, alguns vereadores teriam alertado ao prefeito, ou voc√™ muda parte do secretariado ou vais continuar sob risco de "impeachment".
- Mais abandonada que essa criatura pelos seus criadores, impossível.

Livro de Cabeceira
"Esculpindo o Pr√≥prio Destino" √© uma publica√ß√£o liter√°ria da doutrina esp√≠rita que vem a calhar neste momento porque passa o prefeito de Nobres. Ao permitir que apenas dois manipulem toda a m√°quina administrativa e o resultado seja toda essa redund√Ęncia de multa sobre multa por inefici√™ncia administrativa, o prefeito Z√© Carlos estaria mesmo "esculpindo o pr√≥prio destino" e n√£o √© por acaso que vem sendo pilhado em freq√ľente 'impedimento'. Estamos em um munic√≠pio com mais de 15 mil habitantes, com uma arrecada√ß√£o de mais de 2 milh√Ķes de reais/m√™s e tudo isso entregue em m√£os de um tesoureiro de campanha e de um presidente de partido, at√© quando? Todas as demais secretarias e o poder como um todo sob o jugo de dois, at√© quando? Nada pessoal, mas todos est√£o vendo, n√£o est√° dando certo e estamos falando de poder pol√≠tico e financeiro, e da figura de um prefeito que √© m√©dico e aceita o papel de mero coadjuvante quando deveria ser o protagonista de uma hist√≥ria com final feliz.
- São nove vereadores e toda uma população apontando para uma mesma direção, "muda prefeito"; troque de lugar os que fogem da raia.

Tribunal de Contas
O Minist√©rio P√ļblico de Contas, do TCE/MT, emitiu parecer em relat√≥rio que 'manda' a prefeitura de Nobres romper contrato com uma banca de advogados que presta servi√ßos ao Executivo.A banca de advogados, que na Prefeitura de Nobres todos sabem, √© liderada por um cunhado do Conselheiro Campos Neto e que embora n√£o tenha nada a ver uma coisa com outra, a Prefeitura de Nobres foi recomendada a cancelar o contrato em 90 dias pelo MPC (Minist√©rio P√ļblico de Contas). E a quantidade de multa que a prefeitura de Nobres tem que pagar por inapet√™ncia administrativa?
- Dinheiro p√ļblico sendo atirado no ralo, mas ser√° que os atuais 'donos' do poder em Nobres sabem disso?

Na Contram√£o
Em Nobres, o Partido dos Trabalhadores (PT) nunca conseguiu deflagrar uma greve, mas tem gente ligada a falsos movimentos grevistas de outrora que aceitaram o mesquinho papel de se sentar em um sof√° e fazer liga√ß√Ķes telef√īnicas amea√ßando servidores p√ļblicos da zona rural, numa clara desmobiliza√ß√£o contra a greve. Tudo por ordem de um chefete, t√£o ou mais falso que u√≠sque servido em ZBM, e que faz bem aquele tipinho que se esconde das durezas da vida, que joga pedra e esconde as m√£os.. Triste papel, o da desmotiva√ß√£o quanto √† busca dos direitos individuais e coletivos.
- √Č prima... quem foge de uma bolseta (bolsa pequena, n√£o confundir com outra coisa), passa ao longe de uma gaveta; confunde alhos com bugalhos. Esse tipo nos √© comum hoje em dia.

Efeito Dourados
Depois da famosa Opera√ß√£o "Urugano", deflagrada pela Pol√≠cia Federal no munic√≠pio de Dourados, em Mato Grosso do Sul, onde prefeito, vice-prefeito e vereadores foram para o xilindr√≥, muita gente anda assustada. Durante todo o dia 13 de setembro, e hoje, (14), tamb√©m, policiais rodovi√°rios federais participam de treinamento no Plen√°rio da C√Ęmara Municipal de Nobres e a tarde eles sa√≠ram para o terreno que fica em frente ao pr√©dio do Legislativo, deixando muita gente intrigada com tantos federais ali. Recebemos alguns telefonemas de pessoas querendo saber o que se passava e tratamos de acalmar os curiosos sobre o curso e anunciamos que o Plen√°rio foi cedido para evento da PRF.
- Ufa! Essa foi por pouco, mas se ocorrer um furac√£o, o fen√īmeno come√ßaria a partir do encontro de massas de ar fria e quente na parte alta da cidade, o bairro Jardim Paran√°. Ainda n√£o √© uma tormenta, at√© porque, nosso asfalto n√£o resistiria a nenhum vendaval.

Na Porta Errada
Um funcion√°rio p√ļblico l√° da zona rural n√£o tem poupado cr√≠ticas ao governo, mas cr√≠ticas, mesmo. E at√© se vangloria de ouvir o clamor de um secret√°rio, de que este j√° n√£o ag√ľentaria mais as cr√≠ticas e tem gasto dinheiro com analista. No div√£, qualquer psicanalista diria que aquele que casa com vi√ļva, tem que assumir os filhos dela. O poder √© como uma moeda e t√™m duas faces, obviamente, √īnus e b√īnus. O bom mesmo √© o b√īnus e dele adv√©m di√°rias, viagens para qualquer lugar, com despesas pagas e o ego l√° em cima, por estar acima dos seus concidad√£os. Pena que n√£o h√° quem lhe massageie o ego, sempre, e o tal psicanalista, l√° da Roda d'√Āgua, √© o que tem rufado o cacete no pr√≥prio secret√°rio chor√£o.
- Seria o Analista de Bagé? Explica pra ele, dr. Freud, quem com ferro fere... um dia levará fumo. Simples, não?

Virou Falatório
Em meio a uma campanha política, isso pega mal. E como pega. Já está nas ruas, comentário sobre uma retro escavadeira abrindo tanque na propriedade de um secretário de governo de Nobres. Não se questiona se o equipamento é particular ou privado, se fala muito na ordem de prioridade, entre um pobre e pequeno agricultor e um proprietário de imóvel rural de médio porte. A presença do equipamento na propriedade do moço já teve até registro fotográfico. No ano passado, a mesma propriedade era gradeada por um trator que vinha sendo alugado pela prefeitura. Como são poucos vereadores para tanto serviço, ninguém fiscaliza nada.
- √Č o exerc√≠cio do poder absoluto que virou coment√°rio de rua. Mas, e se for de empresa particular? Bem, o desmentido √© a corre√ß√£o monet√°ria do boato.

Virou Falatório II
A retro escavadeira √© aquela que pertence ao governo do Estado e foi doada, em julho de 2009, ao cons√≥rcio de Prefeituras do Vale do Rio Cuiab√°. O operador da m√°quina √© eleitor de Santo Antonio do Leverger, para onde se dirigiu para votar e retornar o mais rapidamente poss√≠vel, sob a promessa de gratifica√ß√£o de R$ 1.500,00. Foi, votou e retornou, mas quando foi ver, "tomou um chap√©u" do promitente e s√≥ recebeu "quinhenteira". Enquanto isso, na Roda d'√Āgua, pequenos produtores rurais, atirados naquele assentamento h√° pelo menos 20 anos, aguardam pela m√°quina, que presta servi√ßo a um poderoso de plant√£o. O prefeito Jos√© Carlos da Silva n√£o √© aquele comandante dos  sonhos do povo de Nobres e tem sido complacente com muita coisa que ocorre no governo. Vide a Cooperativa de Sorriso; vide alguns funcion√°rios fantasmas que passaram meses sem trabalhar na Bom Jardim a espera de trator; vide os mais de 140 mil reais utilizados em patrolamento e encascalhamento invis√≠vel na Lagoa Salgada e Fazenda Bonanza; vide a falta de ambul√Ęncia na zona rural e aquela moto car√©ssima que o chefe circula nela por a√≠.
- Município mal e chefes bem... e foda-se quem votou no candidato que hoje é prefeito.

Virou Falatório III
O operador da moderna retro escavadeira (PC 200) doada pelo governo do Estado ao consórcio de prefeituras do Vale do Rio Cuiabá, teria ido votar em Santo Antonio do Leverger, supostamente, em uma viatura da Prefeitura de Nobres, com combustível pago pelo nosso contribuinte. Teria votado contra a candidata Glórinha Garcia e voltou alegre, sabe-se que teria a promessa de uma gratificação de R$ 1.500,00, mas tomou um "banho", um "chapéu do Neymar" e só teria recebido uma perna de "quinhenteira". Mas, teve tratamento vip, foi e voltou sem gasto nenhum de combustível. Será mesmo que aconteceu tamanho abuso?
- Ah! Se neste município tivesse vereador para fiscalizar, quanta coisa não melhoraria.

Super População
Em dia de vacina√ß√£o de animais dom√©sticos, dia 11 de setembro, ao menos no bairro S√£o Jos√©, foram cerca de 640 c√£es, alguns com nomes estranhos e outros famosos. Para um presumido n√ļmero de 2.000 im√≥veis no bairro S√£o Jos√©, daria cerca de 3 c√£es para cada im√≥vel. Mas em vacina√ß√Ķes anteriores, esse n√ļmero j√° chegou aos 700 animais vacinados. Junte-se as fezes e urina desses animais √†s condi√ß√Ķes de higiene e avalie isso tudo correndo para dentro do rio com as enxurradas (quando chove, √© claro) e veja o quanto se precisa de √°gua tratada l√° na frente, entre Ros√°rio Oeste, Acorizal, Guia e Cuiab√°.
- Os dados de uma população de animais domésticos não totalmente avaliada são preocupantes.

Super População II
Em Nobres tem um servidor que tem casa, comida e roupa lavada por conta do contribuinte e ganha como coletor de animais, mas nunca exerceu essa função. Na zona rural, consta que tem um funcionário que cuidaria das "bocas-de-lobo" embora não seja nem biólogo e nem médico veterinário. Na zona rural, estima-se uma população de mais de 2000 cachorros, sem se contar os gatos, papagaios e comedores de brotos merindiva. Seriam caçadores esses animais domésticos? O meio ambiente sofre uma mutação através da superpopulação de cachorros no meio selvagem, defecando e urinando na mata e ainda perseguindo os bichos nativos da mata.
- Muta√ß√£o, mesmo, sofre a folha de pagamento com alguns desvios de fun√ß√£o, quando na h√° fatos sobrenaturais rondando o dinheiro p√ļblico, como fantasmas, por exemplo.

Super População III
Em um certo per√≠odo, anterior a √ļltima vacina√ß√£o de animais, a equipe de endemias teria recebido elogios de um sertanejo na zona rural: "√™ta, rapaziada boa, depois que voc√™s vacinaram os gatos daqui, dois morreram e outros dois breiaram no mundo, e nunca mais vortaram", disse. Essa est√≥ria √© do Baiano, o flamenguista. Ali√°s, como tem baiano nessa prefeitura.
- √Č um pedacinho do nordeste no Vale do Tombador.

Aposta Política
Em Arenápolis, amigos apostam entre si que o candidato Riva (PP) não chega aos 1.000 votos no município. A avaliação contra essa possibilidade é pelo colégio eleitoral, que é pequeno e muitos candidatos disputam os votos dos locais. O prefeito Farid Tenório apóia o candidato Zé Domingos (DEM), enquanto o ex-prefeito Oliveira Sampaio trabalha para o candidato Riva. Uma caixinha de cerveja, só para motivar a brincadeira e todos sabem que apesar de ser forte por lá, Riva na deve alcançar essa marca.
- Qualquer quantia diverte Zé Domingos.

Aposta Política II
O vereador Toninho Serralheiro, de Aren√°polis, tem sido surpreendente como representante popular e sutil na pol√≠tica, elogiando o papel de Z√© Domingos em favor de Aren√°polis, para onde levou asfalto e outras obras. Tudo isso para depois dizer que n√£o vota em Z√© Domingos, mas gosta do seu trabalho em favor de Aren√°polis. Em Nobres, Z√© Domingos n√£o conseguiu tanto, mas ganhou apoios importantes, at√© dentro do governo, onde tem seguidores ou simpatizantes, do primeiro ao √ļltimo escal√£o. Se n√£o se aposta por aqui, muitos criam um ranking aos dois candidatos (Riva e Z√© Domingos) e h√° quem posicione o Democrata em primeiro na prefer√™ncia do eleitorado. O ex-vice prefeito de Nobres, empres√°rio Gilmarzinho da Ecoplan se lan√ßou na empreitada de buscar o maior n√ļmero de votos ao candidato Riva.
- A solid√£o de Gilmarzinho, amigos e simpatizantes, passa longe do governo municipal do PP, mais desgastado que pneu de carro de pobre, t√£o liso que parece pronto para uma pintura.
Coincidências
A administra√ß√£o do prefeito Jos√© Carlos da Silva tem registrado algumas coincid√™ncias hom√īnimas bastante chamativas. Sob o empenho n¬ļ 001973/2010, datado de 05/05/2010, Vanda de Souza Pepiliasco, abiscoitou R$ 7.800,00, pagos integralmente na data citadina, por conta de um certo "Painel Art√≠stico Bizantino" inserido √† Pra√ßa da Matriz. Pela empresa Codep, surge o sobrenome Pepiliasco no setor de engenharia e de acompanhamento de obras realizadas na Pra√ßa da Matriz e asfaltamento de ruas no bairro S√£o Jos√©. Leonardo Pepiliasco, engenheiro contratado pela Prefeitura de Nobres, deixou essa fun√ß√£o e passou a representar a empresa Codep no acompanhamento de obras quando o secret√°rio de Administra√ß√£o ainda era o atual secret√°rio da Educa√ß√£o, Carlos Marques Ribeiro.
- E sob os olhares dos vereadores.

Coincidências II
Atrav√©s do Portal do Cidad√£o (TCE/MT) se pode ver o tamanho do poder de fogo do empres√°rio do ramo da constru√ß√£o civil Credison Miranda de Freitas, que tem o nome inserido em pagamento de quase todas as secretarias municipais. Sob o empenho 001766/2010, datado de 16/04/2010, o empres√°rio tem empenhado junto a Secretaria Municipal de Sa√ļde a quantia de R$ 9.000,00 para custeio de pequenas reformas na Secretaria de Sa√ļde. Em mesma data, com o empenho de n¬ļ 001784, o mesmo empres√°rio tem R$ 42.510,00 na Secretaria de Administra√ß√£o, Planejamento e Gest√£o. Mas isso vem desde mar√ßo de 2009 e a pergunta √©: "Credison e quem mais operariam nessa empresa?". A maioria dos vereadores sabem, mas fingem n√£o ver embora sejam pagos para atuar como fiscais do povo.
- E disse um tal de Rui Barbosa acerca da verdade: "Mas o que ela cont√©m e a impede e a revolta, n√£o √© a c√≥lera, n√£o √© a destrui√ß√£o, n√£o √© a maldade: √© o poder do pensamento, a vibra√ß√£o da f√©, a energia motriz das almas, esse flu√≠do impalp√°vel que se transporta nas ondas indivis√≠veis do ambiente, e vai, por outras regi√Ķes, arder nos esp√≠ritos, fulgurar nas trevas humanas, abalar vontades, agitar indiv√≠duos e povos, reanimados ao seu contato...". ...√īora, meu, esse cabe√ßudo foi f..da na hora dele.

De Olho no Futuro
Um certo grupo pol√≠tico anda botando pre√ßo (de longe) para aquisi√ß√£o do jornal de Nobres, de olho nas elei√ß√Ķes de 2012. Se a coisa anda mal e causa preocupa√ß√£o, com a oposi√ß√£o de posse de ve√≠culo da m√≠dia, a√≠ √© que a maionese desanda. Olha..., feia como est√° a coisa, no governo tem gente que v√™ como m√ļsica, suave aos ouvidos, a palavra "reelei√ß√£o". N√£o est√° a venda e enganou-se aquele que pensa que estamos indo embora. Ah! Sobre a reelei√ß√£o...
- Taí uma coisa sobre a qual ainda não incide impostos e nem taxas: o sonho. O que tem de gente de olhos (gordos e magros) nessa prefeitura, não é brincadeira.

Veículo Acidentado
O ve√≠culo Uno, placas NPO 7619, adquirido a contragosto do ent√£o secret√°rio Vidal Rodrigues de Souza, da Educa√ß√£o, foi acidentado quando transportava √°rbitros de futebol para a zona rural. Um secret√°rio de primeiro escal√£o se dirigiu at√© Cuiab√° com di√°ria paga para resolver quest√Ķes do ve√≠culo com o seguro total e desde ent√£o, nem o ve√≠culo velho e nem o novo. A fiscaliza√ß√£o quanto ao que ocorreu com o ve√≠culo e para onde foi parar o novo ou o dinheiro do seguro que se pagou por ele √© papel de ao menos um dos nove vereadores.
- Quem se habilita a fazer isso? Tem dinheiro p√ļblico na parada, gente.
 
Internautas
O nosso muito obrigado aos internautas do servi√ßo p√ļblico e aos particulares pelo acesso a esta coluna e ao que est√° no site. Sempre uma mat√©ria nova agrada aos nossos visitantes, pelo que reiteramos os agradecimentos.
- Beleza, e continuem conosco.

Resgate
O governo erra, mas também corrige seus erros e um erro corrigido é o retorno da JSM (Junta de Serviço Militar) após equívoco na nomeação política de alguém que não tinha nada a ver com o setor. Na posse do titular, no comecinho do ano passado, a recomendação foi a da manutenção de Agnaldo da Silva Campos na chefia da JSM, contudo, a retaliação política falou mais alto e até já se sabe que promoveu a retaliação, mas tudo bem, houve reconhecimento do erro e finalmente Agnaldo, o Baiano mais nobrense de que se tem notícia, está de volta a JSM.
- Está em cartaz a série "Lobete II contra Traíra".

Agilidade
Sob o empenho 001285, de 05 de mar√ßo de 2009, a Construtora Rodrigues recebeu R$ 144.781,38, empenhado e pago no valor global no mesmo dia. Mesmo com o tesoureiro em viagem, nos dia 15 e 16 de julho de 2009, a Construtora Rodrigues empenhou e recebeu no dia 17 de julho a quantia de R$ 7.500,00, conforme empenho n¬ļ 00358, de 17 de julho de 2009, um dia ap√≥s o retorno do tesoureiro da capital mineira. Est√° no Portal do Cidad√£o do TCE/MT.
- A gente volta ao mesmo assunto em dia oportuno... é tempo de ir ali no assentamento Bonanza e voltar; melhor dizendo, ali em Dubai e voltar.

Contrato P√ļblico
Sob contrato n¬ļ 44/2010, a empresa Predial Construtora Ltda.-EPP, faturou R$ 584.500,74 para executar 20.000m2 de recapeamento asf√°ltico nas ruas do bairro S√£o Jos√©, denominadas Maximiano da Fonseca, Almerinda, Pedro de Almeida, Bahia, Tom√© de Campos, Mato Grosso e Niva Matos. O prazo para execu√ß√£o seria de 90 dias, por√©m, na Tom√© de Campos, que passa em frente ao Legislativo nada foi feito at√© agora. Salvo se existe outra rua com a mesma denomina√ß√£o.
- Sem conclus√Ķes apressadas, aguardemos o desenrolar dos acontecimentos.

Contrato P√ļblico II
A constru√ß√£o de 150 casas populares custar√° R$ 223.000,00 aos cofres p√ļblicos atrav√©s de conv√™nio entre os entes p√ļblicos, federal e estadual. J√° a reforma da Escola Dalci sair√° por R$ 315.486,04, conforme contrato 71/2010. Entre as casas e a reforma da escola h√° uma diferen√ßa de pouco mais de R$ 112.000,00, o que indica que √© mais f√°cil construir que reformar. Essa verifica√ß√£o e esses comparativos deveriam ser cumpridos pelos vereadores, mas n√£o parece interessante no momento.
- Est√° no GeObras do TCE-MT.

Contrato P√ļblico III
A empresa Codep Constru√ß√£o Civil Ltda, sob o contrato n¬ļ 43/2009, de 16 de junho de 2009, faturou R$ 131, 493,11 pela constru√ß√£o da Pra√ßa da Matriz. No dia 04 de janeiro de 2010, a Codep empenhou e recebeu a quantia de R$ 107.628,64, conforme empenho n¬ļ 000673. No mesmo dia 04 de janeiro deste ano, sob empenho n¬ļ 000076, a Codep empenhou e recebeu no mesmo dia a quantia de R$ 36.886,58. Esse tal de Portal do Cidad√£o do TCE/MT tem coisas. E que coisas. Sem nenhum √≥bice, empenho feito, empenho pago, e o prefeito teria dito aos vereadores que se as obras fossem de m√° qualidade, n√£o pagaria pelo servi√ßo mal executado. Mas o vereador Silvestre alertou recentemente, que a empresa j√° teria s√≥ 10% do total para receber.
- Não por acaso, deu BO e o caso se tornou de Polícia, segundo o MPE. Cruzes.

Disputa Particular
Atualizada
Qual ser√° o candidato a deputado estadual que ter√° mais votos em Nobres? Z√© Domingos (DEM), Riva (PP), Mauro Savi ou Deucimar (PP)? Qualquer destes  que supere Riva em n√ļmero de votos pode causar um racha interno no PP e ainda abrir uma lacuna que pode decretar o fim de um grupo que sonha com a reelei√ß√£o. E para culminar com a debandada que se vislumbra, ainda tem o ineg√°vel flerte com a contadora Maria de Lourdes, que pode cair como um pesadelo em meio aos sonhos de uma unidade pol√≠tica que nunca houve. L√° vem Maria, com sab√£o em p√≥ e vassoura, limpar os estragos na academia. Enquanto isso tome den√ļncias contra o governo, que andam chegando aos borbot√Ķes sobre a tal "academia de administra√ß√£o p√ļblica" ou o governo dos acad√™micos. Na pesquisa Mark/Rd News, Deucimar n√£o aparece entre os 24 primeiros colocados.
- Em tempos de loteria acumulada, vale cravar Zé Domingos (X) como favorito em Nobres. Salve-se quem puder.

Em Risco
Atualizada
A situa√ß√£o dos candidatos Valtenir Pereira (PSB) e Eliene Lima (PP) n√£o parece nada confort√°vel no cen√°rio pol√≠tico que se desenha e ambos precisam pisar fundo para que alcancem a reelei√ß√£o. A pedra no sapato de ambos s√£o as candidaturas da atual senadora Serys (PT), de J√ļlio Campos (DEM) e de outras surpresas que podem surgir daqui at√© o dia 03 de outubro, entre os quais se incluem dr, S√°guas, Nilson Leit√£o, Roberto Dorner, Neri Geller e Nossangue. Al√©m destes, cite-se a concorr√™ncia forte de Carlos Bezerra, de Homero Pereira, de Wellington Fagundes, de Pedro Henry, Thelma de Oliveira e outros. A concorr√™ncia √© forte dos que v√£o √† reelei√ß√£o e ainda dos novos postulantes ao cargo, a√≠ sim, o risco √© maior e as chances menores. Em recente pesquisa do Mark/Rd News, dr. Valtenir aparece entre os oito e Eliene estaria mais abaixo, na d√©cima primeira coloca√ß√£o. Como s√£o apenas oito vagas, a reserva seria inc√īmoda a Eliene.
- Fica o consolo, se a votação for boa em Nobres, dá pra enganar.

Mercado Inflacionado
Quem n√£o tiver dinheiro para investir n√£o leva voto em Nobres, onde o mercado est√° inflacionado e isso vem desde as elei√ß√Ķes municipais de 2000, portanto, √° uma d√©cada atr√°s. Palavra de quem entende do assunto. A reclama√ß√£o partiu de um pol√≠tico conhecido por aqui, que deu gargalhadas quando ficou sabendo que o candidato dr. Z√© Carlos e seu grupo s√≥ gastaram R$ 150.000,00 na campanha de 2008. "E o dinheiro do povo de Nobres, est√° indo para onde?", questionou a nossa fonte informativa em conversa informal. "Se o asfalto √© com dinheiro de emenda de deputados, e o resto da receita, est√° sendo levada para onde?", complementou.
- Ela (a nossa fonte informativa) diz que nos 15 dias que faltar√£o para as elei√ß√Ķes, vai revolucionar a campanha por aqui.

Mercado Inflacionado II
Quem não tiver propo$ta$ não consegue cativar o eleitor e isso representa uma afronta ao modelo ético de vencer a eleição através do voto popular. Com R$ 100,00 na mão e o santinho do candidato, é $ó $uce$$o na parada musical com o hit mais executado, "me dá um dim dim aí e que tudo mais vá pro inferno". Essa, com certeza, é plágio de um sucesso de Roberto Carlos.
- El dia em que me queiras... n√£o aceitamos em moedas, por√©m, em uma √ļnica c√©dula ou duas de cinq√ľenta ainda passa.

Solução Prática
A C√Ęmara Municipal de Nobres, se todos os vereadores estiverem conscientes do que representam para o povo, s√≥ tem uma sa√≠da distinta para evitar a desmoraliza√ß√£o geral, ampla e irrestrita da Casa do Povo na quest√£o do asfalto em Nobres. √Č assinar um conv√™nio com a UFMT para que a professora doutora Marilda Serra √Āvalos, do Departamento de Engenharia Civil da Universidade Federal de Mato Grosso, venha fazer um diagn√≥stico do pavimento que est√° sendo implantado em Nobres e enviar esse laudo ao Minist√©rio P√ļblico Estadual. Marilda √Āvalos estuda o assunto h√° pelo menos 30 anos e um diagn√≥stico seu tiraria todas as d√ļvidas que pairam no ar.
- Seria o fim desse nhém-nhém-nhém todo.

Solução Prática II
Outra sa√≠da seria enviar uma comiss√£o de vereadores de Nobres para o munic√≠pio de Dourados, no Mato Grosso do Sul, para est√°gio de fiscaliza√ß√£o com o assessor de imprensa de l√°. Ele √© o "cara", o que denunciou o esquema. Aqui, ningu√©m quer que a administra√ß√£o mostre as obras que est√£o sendo feitas, ser√° por qu√™? Todo pol√≠tico que se preze, gosta de mostrar servi√ßo, mas aqui, at√© agora, s√≥ se gastou R$ 7.000,00 com uma revista, revisada 799 vezes para evitar a repeti√ß√£o de erros de concord√Ęncia e o tal "produto" s√≥ foi aparecer um m√™s depois do anivers√°rio da cidade. Nesse √≠nterim, o beb√™ aprendeu a falar e j√° dava os seus primeiros passos.
- Indo a Dourados, a viagem pode ser esticada até Ponta Porã e ao atravessar a rua, estar-se-á na Escócia, de onde vem o malt escocês que é consumido no Brasil. Pedro Juan Caballero, a Escócia Paraguaia.

Esse Filme é Velho
Prefeito, vice-prefeito e vereadores de Dourados foram presos por um filme mais antigo que aqueles de Tarzan ou os de Carmem Miranda, direcionamento de licita√ß√Ķes. Se em Nobres nunca existiu isso, que apare√ßa um prefeito e atire a primeira pedra ou cuspa para o alto. Milagres econ√īmicos acontecem em todos os pa√≠ses, na √ćndia, na China, nos Estados Unidos, Jap√£o e outros pontos do mundo, mas ascens√£o econ√īmica como ocorre na pol√≠tica, onde, do dia para a noite casas s√£o erguidas, utilit√°rios s√£o adquiridos, gados come√ßam a transitar de uma localidade a outra, isso vai al√©m do milagre. √Č o chamado alpinismo social com o servi√ßo p√ļblico, digo, o poder √© utilizado para "subir na vida", segundo a linguagem popular. Em Dourados, segundo o denunciante, uma quantia foi desviada para uma cirurgia est√©tica na primeira dama.
- Já por aqui, boi anda comendo caviar e tomando champanhe francês no pasto.

Só Pra Recordar
Em 1992, um ent√£o candidato a prefeito daqui, muito antes de ganhar as elei√ß√Ķes, prometeu que ia "mandar" cobrar o IPTU do im√≥vel da jornalista Maria Eul√°lia, l√° em Cuiab√°. Pois n√£o √© que ele mandou, mas deu com os burros n'√°gua nas elei√ß√Ķes. Parece que a manobra tende a se repetir agora, em 2010, atrav√©s de um poderoso xerife local, chateado por demais com as coisas chatas do contrato com a cooperativa, que insistimos em tocar nesse assunto. Quem foi que teria dito assim: "prefeito, dei dinheiro a eles e quero receber o que √© meu". Quem disse isso, Z√©? Foi s√≥ isso?
- Ah! Mortos não falam, é? Mas, bois ruminam, isso é fato. Um bom feriado da Independência a todos, no sítio, chácara ou fazenda.

Só Pra Recordar II
O jornal "Tribuna de Nobres" publicou pesquisa e não recebeu até hoje pelo serviço que prestou. Fez serviços gráficos e carimbos e não recebeu. O programa de rádio no horário eleitoral gratuito teve produção de gente daqui deste jornal. Paguem a dívida de campanha que a gente paga a prefeitura, já que não é possível fazer encontro de contas com dívida de campanha política. Se a dívida de campanha foi paga e se a coligação gastou apenas R$ 150.000,00 na campanha do candidato Zé Carlos, em 2008, é certeza que Papai Noel existe, aguardem-no vindo pela chaminé, com um saco de presente nas costas.
- Se teve candidato a vereador que teria gasto cerca de R$ 85.000,00 na campanha, o candidato majoritário vencedor gastou só R$ 150.000,00. Quá, quá, quá, quá... contra outra Ari Toledo.
 

Aviso aos Navegantes
De quem foi √† orienta√ß√£o para que o PP de Nobres ap√≥ie Antero de Barros? Com verbas para a constru√ß√£o da Escola Municipal "Prof¬™ Maria Honorata de Campos", o prof. Carlos Abicalil est√° sendo preterido por um tucano nas elei√ß√Ķes mais confusas de todos os tempos, ao menos no quesito da fidelidade partid√°ria. √Č s√≥ pra avisar que Abicalil j√° ultrapassou Antero de Barros nas inten√ß√Ķes de voto e deve aumentar essa dianteira, e ainda que n√£o aumente, mas que ven√ßa, que orienta√ß√£o √© essa e de quem partiu? N√£o √© proibido, mas desatolar vaca que  foi pro brejo √© dif√≠cil.
- Nada contra e também porque perguntar não ofende.

Outra Pergunta
Estaria faltando cimento em Nobres? O tal do meio-fio que está sendo colocado às margens das ruas asfaltadas (?) no bairro São José apontam para a contenção de despesa com cimento, já que areia é só buscar no rio e estaria mais barata que manga comum ou bananinha no bolicho. O vereador Bacalhau é visto na Prefeitura como um sujeito chato e palpiteiro, exatamente por atuar em favor do povo do seu bairro. Outro que incomoda e muitos o olham de soslaio é Adão Valdinei, porque mete a boca contra essas coisas que estão por aí, sob a direção de um poder absoluto com o dinheiro do povo.
- Dourados, avisa o pessoal a√≠ que eu estou chegando, "t√ī c√ī sodade de mam√£e".

Cruz Credo
A coisa l√° em Dourados t√° feia, n√£o ficou quase ningu√©m para dizer, em alto e bom som: "eu sou honesto e n√£o estou na jogada". At√© a primeira dama do munic√≠pio foi parar atr√°s das grades. E olha que s√£o mais de 30 figur√Ķes no xilindr√≥, s√≥ por coisinha √† toa ‚Äď um poderoso esquema de direcionamento de licita√ß√£o, forma√ß√£o de quadrilha e outras cositas mas. Ainda bem que em Nobres n√£o tem disso, de direcionar licita√ß√£o e todos podem dormir tranq√ľilos, digo, calmos e serenos. √Č o tal do sono dos justos. "Pero no mucho tranquili, es por que hai gobierno. Es eso?".
- A tal Opera√ß√£o 'Urugano', se um dia chegasse aqui, seria mais ou menos "Opera√ß√£o Minotauro".  Por que um boi na parada?  Por√©m...

Dinheiro P√ļblico
CORREÇÃO
Vale esclarecer, o valor do ICMS √© o que gera a receita distribuida aos setores de Sa√ļde e Educa√ß√£o que aparecem abaixo listados. Ent√£o, a verba do FUS e do Fundeb tem origem no ICMS, pelo que tentamos esclarecer pela n√£o cita√ß√£o desse fato, relevante por sinal.
Quando se fala em dinheiro p√ļblico, obviamente, √© dinheiro do povo, em montante que nem precisa ir a Bras√≠lia buscar, esse valor cai na conta da prefeitura, mensalmente. Veja alguns valores dispersos e o total arrecadado pela Prefeitura de Nobres em dois meses: ICS - ICMS ESTADUAL - CREDITO FUNDO 1.802.778,07 C; CFM - DEPARTAMENTO NACIONAL DE PRODUCAO MINERAL - CREDITO FUNDO 121.773,25 C; FUS - FUNDO SAUDE - 409.241,79 C; FUNDEB - FNDO MANUT DES EDUC BASICA E VLRIZ PROF EDUC - 588.780,34 C ; Total geral de todos os repasses entre 01 de julho a 31 de agosto de 2010 ‚Äď R$ 4.034.350,87 C. Onde se v√™ a letra C ao final das parcelas, equivale dizer que se trata de cr√©dito na conta. S√£o mais de 4 milh√Ķes de reais arrecadados em dois meses.
- Ocioso dizer algo sobre aquela valeta, arreganhada e juntando água parada, ao lado de uma escola, a "Fábio Farias". Recursos do Cefem são destinados à recuperação de áreas degradadas. "Quá dia", perguntaria o sertanejo?

Secretaria de Sa√ļde I
Com o advento do concurso p√ļblico, a cidade de Nobres passou a contar com valorosos profissionais na √°rea da sa√ļde p√ļblica, aonde muitos vieram para ensinar e para aprender com quem j√° estava aqui. Trata-se de uma fus√£o de conceitos, de profissionalismo, de teoria e pr√°tica, e acima de tudo cultural, j√° que a maioria veio de fora. Nestes dias em que os direitos individuais e coletivos necessitam prevalecer, essa unidade profissional √© interessante, entre os acad√™micos e os nossos ainda incautos abor√≠genes. Nobres s√≥ ganha com essa gente bem capacitada e que ajudar√° o munic√≠pio a se encontrar com o que a popula√ß√£o deseja, ainda que demore. A maioria absoluta respeita e tem sabido conviver com os que j√° estavam aqui.
- Ponto positivo.

Secretaria de Sa√ļde II
Perdoem-nos a m√° compara√ß√£o, mas como em toda "troup√®" circense, sempre h√° um le√£o velho e rabugento, que precisa ser domado e que reluta em se apresentar ao p√ļblico para fazer jus ao seu almo√ßo. E a√≠ est√° a m√° compara√ß√£o. √Č que em meio a bons e valorosos profissionais, como n√£o poderia deixar de ser, sempre vem algu√©m se achando a √ļltima cereja para um champanhe "made in Paraguai", ou quando nada, parece estar gestando um "reizinho" na barriga. N√£o aceita cr√≠ticas e ainda ataca as pessoas com r√≥tulos pejorativos, falando por tr√°s, sem nenhuma inten√ß√£o de encarar um desafeto criado por absoluta gratuidade ou na emp√°fia. Seja m√©dico ou quem l√° for, tenha a coragem e fale mal da pessoa frente a frente e n√£o de dentro de um arm√°rio, do qual deseja sair, mas faltaria um pouco mais de apetite ao le√£o(zinho), nem t√£o feroz assim. Deixe o arm√°rio e encare quem o desagrada, que √© pra conhecer at√© onde vai √† lei do ass√©dio moral. Nobres √© terra de gente hospitaleira, mas n√£o √© bom confundir hospitalidade com subservi√™ncia ou medo. E por √ļltimo, n√£o quer trabalhar, pede a conta e v√° embora.
- Ponto negativo e ponha a carapuça.

Viajando
At√© o fim da gest√£o do prefeito Jos√© Carlos da Silva, o contribuinte j√° ter√° gasto perto de R$ 1.000.000,00 com despesas de viagens aos funcion√°rios p√ļblicos municipais, a maioria, de primeiro escal√£o. S√≥ com duas secret√°rias, o munic√≠pio gastou R$ 4.150,00 em di√°rias para congresso no Rio Grande do Sul, entre 25 a 28 de maio. 5 di√°rias a cada uma para quatro dias de congresso, como est√° no Portal do Cidad√£o do TCE/MT. E a administra√ß√£o municipal continua capenga. Em seis meses, o contribuinte arcou com a bagatela de R$ 104.854,00 em di√°rias. Veja o hist√≥rico: Janeiro a Junho de 2010, DI√ĀRIAS - CIVIL: 8.960,00 - 17.971,00 - 15.558,00 - 14.387,00 - 26.601,00 - 21.377,00.
- Já o contribuinte, se quiser viajar, vai de Tut ou de bicicleta cargueira e... bon Voyage, seu Mané.

Viajando II
Se se perguntar, isso ser√° tomado como ofensa, sobre uma di√°ria para quem vai daqui a Diamantino e volta no mesmo dia, se isso √© correto? 60 kms separam Nobres de Diamantino e tem sido vista algumas di√°rias, ali√°s, por repetidas vezes, para quem vai ali em Diamantino, e s√≥ gastaria 15 reais com almo√ßo e pronto. Dizer que √© ilegal, n√£o se pode, porque tem um tal de contribuinte que tem lombo de burro e ag√ľenta qualquer carga. J√° um funcion√°rio comum, sem nenhuma estrela nos ombros, vai at√© Cuiab√° e fica o dia todo l√° e n√£o tem direito a nem meia di√°ria. Isso n√£o seria um contraponto a esse vai e vem a Diamantino, que n√£o fica por menos de "duzenteira" por vez?
- Onde houver escurid√£o, que eu leve a luz; onde houver contribuinte, que eu leve a despesa para ele pagar... e a C√Ęmara de Vereadores n√£o est√° nem 'tchum' para essa farra toda.

Agasalho
CORREÇÃO E ATUALIZAÇÃO
A Prefeitura Municipal de Nobres gastou R$ 56.000,00 com uma empresa de moda masculina para adquirir cerca de 1.000 cobertores quando na verdade s√£o 4.000 cobertores para a campanha do agasalho, realizada recentemente. Da√≠ a nossa corre√ß√£o. Se comparado em quantidade e valor empenhado, a dedu√ß√£o √© a de que cada cobertor saiu a R$ 56,00. Se s√£o 4.000 cobertores, o correto √© afirmar que s√£o R$ 56.000,00 divididos por 4.000, que resulta em R$ 14,00 a unidade, pelo que corrigimos. Est√° no balancete de junho da Prefeitura de Nobres a quem quiser verificar e o empenho tem o n√ļmero 002904/2010. A informa√ß√£o oficial foi atrav√©s da Secretaria de A√ß√£o Social.
- Jogo aberto e tirrrim, fechou o balaio.

De Primeira
J√° come√ßaram as articula√ß√Ķes para a sucess√£o do prefeito Jos√© Carlos da Silva e um ex-presidente do CR Cisne Branco estaria sendo cogitado para colocar o nome na disputa tendo uma atual secret√°ria municipal como vice. Esse papo vem rolando, barranco abaixo e n√£o causaria nenhuma surpresa, at√© porque, em podendo votar, todos t√™m direito a ser votado. Mas, j√° com a chapa majorit√°ria formada? Est√° em Romanos, 12:2., "E n√£o vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos..." ‚Äď Paulo.
- Lan√ßai sua rede neste mar revolto, Pedro, e ver√°s o milagre da multiplica√ß√£o dos peixes; mesmo sabendo que h√° muito mais mist√©rios entre a COPA de uma √°rvore at√© o C√ČU.

Meio (Sem) Fio...
... meio sem cimento, o que é isso? O vereador democrata Bacalhau, durante a sua fala na tribuna da Casa Legislativa, dia 30 de agosto, disse que além do asfalto ser de qualidade duvidosa, o pior mesmo é o meio fio que está sendo colocado, "que chega a dar dó", segundo Bacalhau. Devido à falta de cimento, Bacalhau disse que o meio fio já 'nasce' em estado de decomposição ou derretendo, numa fusão incorreta de cimento e areia, mais areia que cimento. Se já é meio fio, sem cimento, fica sem meio, nem fim; tá mesmo é uma porcaria.
- Chega de paliativos, a interven√ß√£o tem que ser cir√ļrgica, sem anestesia contra os que gastam mal o dinheiro do povo.

Em Casa de Ferreiro...
...espeto √© de pau, diz um dito popular que nos remete a compara√ß√£o feita pelo vereador Silvestre: "temos um prefeito que √© m√©dico e a nossa sa√ļde vai mal das pernas". Se o mal est√° nas pernas, chame um especialista em ortopedia e traumatologia e deixa bufar. A quest√£o pol√≠tica e administrativa em Nobres pode ser caracterizada como uma 'doen√ßa pr√©-existente ou de origem gen√©tica' e n√£o seria qualquer geneticista que chegaria a um diagn√≥stico exato da necrose que permeia o tecido pol√≠tico. √Č subir em palanque, falar, prometer, dizer e desdizer para conquistar o poder e uma vez l√°... f...da-se quem acreditou. Ah! Faltam rem√©dios, v√° no mato e busque ch√° de ervas. Tem estresse... v√° catar coquinhos. Tem dores lombares... troca de arreio. Est√° com dores de dente... coloca cabresto de silicone.
- Há solução para tudo, já para a incompetência, só mesmo uma panacéia.

No JK
Duas patentes pol√≠ticas locais se cruzaram com o empreiteiro Lessa no Aeroporto JK, em Bras√≠lia, e at√© solicitaram ajuda(zinha) para Nobres, j√° que Lessa sugeriu que estava na Capital Federal para conseguir 16 milh√Ķes de reais em obras. Como se v√™, quando h√° dinheiro na jogada, as amea√ßas contra o empreiteiro s√£o esquecidas. Como Lessa negou, a dupla foi saindo de fininho.
- E ainda dizem coisas sobre um tal "vil metal", só pra inglês ver... e ouvir.

Peixe Nele
O vereador Silvestre Campos (PR), pelos afazeres de empres√°rio, pol√≠tico e cabo eleitoral, ali√°s, sargento eleitoral, anda divagando nas argumenta√ß√Ķes durante a fala na tribuna livre. N√£o esquece o nome de um certo jornal e o cita sistematicamente, trocando a bola 1 pela 8. Na sess√£o da noite de 30 de agosto, viu muita gente de camiseta vermelha com a inscri√ß√£o da CUT, j√° achou que eram integrantes do Sintep e se referia ao pessoal da sa√ļde como se professores fossem, quando eram funcion√°rios p√ļblicos municipais ligados ao Sintspun. Trocou as bolas mais uma vez e disse que a turma da sa√ļde era membros do Sintep. N√£o chegou aos 100% no erro, considerando-se que o bom profissional √© mesmo um professor.
- Contra memória prejudicada, ventrecha de pacu e cabeça de pacu ao molho, com bastante pimenta e coentro.

Bordunadas
O lombo do prefeito Z√© Carlos tem que estar firme, porque a tend√™ncia √© de muitas bordunadas daqui pra frente. Vereadores, sindicalistas e a popula√ß√£o, chiando barbaridade contra a sua administra√ß√£o. O asfalto do bairro S√£o Jos√© anda mais falado que nome de candidato. Se algu√©m perguntar: "E aquele asfalto que foi colocado em cima do outro?". O interlocutor tem sempre uma resposta pronta: "Aquela meeeeerda que t√° em cima da rua". Agora, pergunta em quem voc√™ vai votar?. A resposta √© duvidosa, ou melhor, de indecis√£o, mas muitos procuram algum candidato que n√£o tenha o nome no SPC da pol√≠tica. De prefer√™ncia, o santinho daquele candidato que tem o n√ļmero 50 com a cara de uma on√ßa. Cabra bom t√° a√≠.
- Tem secretário envergonhado, que nem bota mais a cara na porta da rua. Se alguém souber onde vende vergonha na cara, é favor reservar ao menos um metro e meio pra nós; e se for por quilo, 1,5 quilo; no caso de litro, 1500 ml, por favor, pagamento a vista.

Desconforto
Faixa estendida em frente √† Casa Legislativa, dia 30 de agosto, entre a tarde e a noite, causou desconforto e deixou alguns vereadores com o sinal de alerta ligado. Vamos conhecer quem s√£o os nossos vereadores, dizia o letreiro. Esse neg√≥cio de desnudar pol√≠tico, √© qualquer coisa chata e tem gente que pensa logo no pior, mesmo sendo marinheiro de primeira viagem. Na d√ļvida, tem gente que j√° pensa logo num "back up" do passado, a√≠ √© que a pulga alvoro√ßa atr√°s das orelhas. Em tempo, back up do passado de certos pol√≠ticos √© como exuma√ß√£o de cad√°ver...
- ... n√£o v√° sem m√°scaras, use ao menos uma carapu√ßa. O Minist√©rio da Sa√ļde adverte: caso persistam os sintomas, procure um sindicato e rufe o bombo.

Bombando
Oito entre dez casas na Vila da Roda d'√Āgua est√£o com os cartazes de Gilmar Fabris e de J√ļlio Campos afixados na fachada. Se isso representar votos, √© certo que os outros nomes ter√£o poucas chances no Distrito da Roda d'√Āgua, de onde Devair Valim saiu para se tornar prefeito de Nobres. Uma comemora√ß√£o reuniu os pioneiros do PA Coqueiral/Queb√≥, dia 29 de agosto, durante quase todo o dia, com a presen√ßa do prefeito Jos√© Carlos da Silva, dos ex-prefeitos Devair Valim e Fl√°vio Dalmolin, vereadores Silvestre Campos e Joel J√ļnior. A estrat√©gia do prefeito Z√© Carlos, de anunciar emenda parlamentar de Um Milh√£o de Reais para ap√≥s as elei√ß√Ķes pode n√£o surtir efeito.
- √Č que... gato escaldado tem medo at√© de √°gua fria. Ele (Z√© Carlos) anunciou o milagre, mas n√£o revelou o nome do milagreiro. Xiiii√°√°√°√°√°√°........., qu√° dia.

Coqueiral Com Jota
Quem anda pisando fundo no acelerador l√° pelas bandas da Coqueiral √© o sub-secret√°rio de Obras de l√°, Jota Reis. As estradas rurais est√£o todas patroladas e ainda vem patrolamento nos seotores Coqueiral/Bom Jardim e pontos de encascalhamento que est√£o sendo cumpridos nas localidades de C√≥rrego Fundo e Trivelato, na MT-240. Na Vila Coqueiral e Lagoa Salgada tamb√©m acontecem melhorias na malha vi√°ria, al√©m da conclus√£o do travess√£o √Āgua Fria/Cerquinha. √Č o Jota Reis, t√° metendo bronca e mostrando servi√ßo, 2012 vem a√≠.
- Dizem que Deus ajuda a quem madruga, bola pra frente, Jota.

Fino?
Pero no mucho, um soldado governista municipal de Nobres almo√ßava esbanjando finura, digo, etiqueta √† mesa, com as pernas cruzadas e tudo, tchique, no √ļrtimo. Por√©m, todavia, 'aloitava' com um coro de leit√£o assado e carne gordurosa embora saud√°vel do jovem su√≠no. Isso, no encontro dos pioneiros rurais do PA Coqueiral/Queb√≥, dia 29 de agosto, √ļltimo. Gente coisa √© outra fina.
- Ganhar√° um pernil de gafanhoto quem adivinhar o nome da personalidade, que fazia parte da comitiva do prefeito.

Sindicalismo I
O Executivo municipal de Nobres teria cerca de 200 a√ß√Ķes judiciais ajuizadas contra si, de acordo com o advogado sindical Jo√£o Batista dos Anjos, que representa o Sintspun/Nobres. Um passivo trabalhista de 200 mil reais pode tornar-se uma bomba de efeito retardado e, caso n√£o seja reparado o erro, pode cair no colo do futuro prefeito. O prefeito Jos√© Carlos da Silva (PP) parece alheio ao que vem pela frente com rela√ß√£o √† sua gest√£o administrativa e todos os problemas administrativos dela decorrentes. Inteligente, o mentor intelectual do governo que a√≠ est√°, o prof. Neko, j√° pulou fora da Secretaria de Administra√ß√£o, passando a batata quente ao economista Sebasti√£o Rei. A alguns meses atr√°s, ficticiamente, Neko foi tamb√©m chefe de Gabinete e atualmente est√° na pasta da Educa√ß√£o, onde atenderia a todos os desejos do Sintep.
- A administração municipal do prefeito Zé Carlos se assemelha a um tabuleiro de xadrez e quem deve tomar o xeque mate pode ser o próprio Zé. Também, com dois bons enxadristas e mestres ao lado como adversário do Zé, o xeque seria inevitável.

Sindicalismo II
Pelo que se ouviu na assembl√©ia do funcionalismo p√ļblico municipal, dia 28 de agosto, √† noite, no governo desdenham do poder de fogo do Sintspun. Durante o ato, dois nomes proeminentes da CUT regional vieram dar apoio log√≠stico aos sindicalistas locais e daqui mais alguns meses, o pessoal do Sintspun vai dar trabalho com a experi√™ncia adquirida. Um certo Adilson Taques Martins, tesoureiro da CUT e l√≠der sindical dos Correios, fez explana√ß√Ķes e encorajou os servidores municipais √† greve. O presidente em exerc√≠cio da CUT, Jo√£o Lu√≠s Dourado, em uma certa passagem disse: "a companheira Dilma...". Olha, vem chumbo grosso por a√≠ e os vereadores ter√£o que procurar uma trincheira para se esconder, a metralhadora girat√≥ria dos sindicalistas vai disparar em todas as dire√ß√Ķes.
- Quem deve ir para o centro cir√ļrgico ser√° o Z√©, para uma interven√ß√£o cir√ļrgica contra os efeitos de se empurrar com a barriga um tema s√©rio, os direitos trabalhistas assegurados.

Sindicalismo III
Uma reuni√£o do funcionalismo p√ļblico promete pegar fogo e ser√° apenas o in√≠cio de uma temporada de dores de cabe√ßa ao prefeito Z√© Carlos. O tal aumento de 10% n√£o saiu at√© hoje e as finan√ßas p√ļblicas v√£o de mal a pior, com suposto comprometimento do funcionamento normal de algumas secretarias. Mas a quest√£o do funcionalismo p√ļblico municipal come√ßa com pauta sobre desrespeito aos direitos adquiridos, legais e constitu√≠dos, sob risco de greve, uma coisa que h√° muito n√£o se via falar em Nobres. A "tchurma" da Educa√ß√£o F√≠sica que est√° no poder, comandando Nobres, parece que anda confundindo ordem unida com exerc√≠cios matem√°ticos para alunos de prim√°rio. Acad√™micos com 'p√≥s' disso, 'p√≥s' daquilo, carros novos e Nobres inteira que f..da-se.
- E tem mais, sonham (demasiadamente) com a reeleição. Sonhos de uns, pesadelos de outros.

Cooperativismo
O tempo é senhor de tudo e através dele, estamos sabendo que a contratação da Cooperativa de Sorriso teve a recomendação de um parente de alguém que está no poder. O "embrulho" veio fechado e aquele que abriu o pacote por aqui, teria oferecido dez vagas de funcionários a cada vereador, tornando o 'presente' mais atrativo aos olhos dos fiscais do povo. Quem está por trás dessa tramóia deveria ir parar no Carumbé, mas, infelizmente, as coisas não funcionam assim e tudo continua como dantes... os rapazes finos e educados com a bola cheia e o prefeito só lamentando, mas sem tomar nenhuma atitude. O prefeito José Carlos da Silva sabe quem teria levado, supostamente, uma bola por fora para acatar a contratação e teria confidenciado até os nomes dos protagonistas da armação ilimitada.
- Conta aí, doutor, quem são esses "artistas", o filme nós já vimos antes e seria um "remake" da tal Martins and Company Ltda, um antigo sucesso de bilheteria.

Temporada das Lorotas
As frases mais pronunciadas em Nobres, ao menos nos carros de som, nos √ļltimos dias, tem sido "compromisso com Nobres", "tem servi√ßos prestados", e um sujeito pedindo para o povo acordar: "Acorda, Nobres!" ou a corda para algu√©m armar rede? Nobres est√° mais para Porto Seguro, na Bahia, tem at√© um tal Portugu√™s redescobrindo Nobres, mas n√£o √© o Pedro √Ālvares Cabral e o seu assessor de imprensa, o Pero Vaz de Caminha, √© o Portugu√™s, da regi√£o da Grande C√°ceres. Com GPS, ficou f√°cil localizar Nobres, mas esses candidatos que por aqui pedem votos, nunca vieram a esta cidade. Chica Nunes tamb√©m pede votos em Nobres e tem at√© representante aqui, sem nunca ter destinado ao menos dois reais de emenda parlamentar.
- S√≥ para se ter uma id√©ia de como a coisa funciona, at√© quem est√° no poder, que nasceu aqui e teve inf√Ęncia e adolesc√™ncia por aqui, deixa a nossa cidade do jeito que est√°... f...dida e mal resolvida.

Olho Aberto
A fala do vereador Manoel Fermino Pinho (DEM), na noite de 16 de agosto, querendo saber o destino de 14 milh√Ķes de reais arrecadados em sete meses, faz sentido. Est√° no portal do Banco do Brasil, somente entre o in√≠cio de julho at√© 25 de agosto, no FPM (Fundo de participa√ß√£o dos Munic√≠pios) repousavam na conta da Prefeitura de Nobres o total de R$ 764.779,71; no CFM - Departamento Nacional de Produ√ß√£o Mineral, a grana em conta, no mesmo per√≠odo, √© de R$ 121.773,25. No FUS (Fundo de Sa√ļde), o valor creditado √© de R$ 355.053,28. Os recursos do Fundeb creditados √† pasta da Educa√ß√£o chegam a R$ 513.519,45. Mas h√° outras siglas e outros valores na conta que totalizam a bagatela de R$ 3.524.887,48, creditados entre julho e agosto, at√© o dia 25, quando foi pesquisado. O acompanhamento da aplica√ß√£o desses recursos √© dever da C√Ęmara Municipal de Nobres e s√≥ o vereador Fermino alertou para o fato at√© agora.
- A soma √© consider√°vel para quem s√≥ conhecia isso no papel e agora administra esse montante em sete meses, de mais de 14 milh√Ķes de reais, sob os olhares complacentes de todos.

As Brumas de Avalon
Com o olhar cr√≠tico sobre governos e governantes, h√° anos, uma professora que j√° foi candidata a prefeita de Nobres e √© conhecedora (e muito) do trabalho do colega Neko hoje est√° no governo que ela vetou, em 2008. Convocada para ser assessora pedag√≥gica municipal, curiosamente, um cunhado seu come√ßou a ter livre tr√Ęnsito pelo governo, trabalhando em reforma de gabinetes e l√° foi o senso cr√≠tico parar atr√°s das portas. Realmente, o prof. Neko se supera na arte de agradar aos inimigos com recursos p√ļblicos. O ex-secret√°rio Vidal n√£o servia √† pasta da Educa√ß√£o por n√£o permitir gastos excessivos com combust√≠veis, compra desnecess√°ria de ve√≠culo e essa coisa "tr√°sparente", de outrora t√£o combativos companheiros. Todo erro que se preze, s√≥ √© visto no governo dos outros, naquele em que estamos, fingimos que n√£o vemos.
- Em tempos de queimadas, essas densas brumas atrapalham a visão, até mesmo do Rei Arthur.

Fardo Pesado
Em Nobres, depois daquela cita√ß√£o pouco feliz de que a Roda d'√Āgua poderia obter um km de asfalto a cada ano, o deputado federal Eliene Lima vai criando um hist√≥rico de pouca efetividade pol√≠tica no munic√≠pio. Pouca a√ß√£o pol√≠tica, melhor dizendo, e durante reuni√£o pol√≠tica dia 22 de agosto do ano em curso, disse em palanque armado √† pra√ßa da feira: "eu apoio Riva", quando o correto seria dizer: "eu me apoio em Riva". Os candidatos a federais mais comentados por aqui s√£o Pedro Henry, Carlos Bezerra, Homero Pereira, Serys Marli, Nilson Leit√£o e at√© um certo Roberto Dorner, e Eliene Lima parece estar se tornando um nome dif√≠cil de se levar por aqui. O seu hist√≥rico de realiza√ß√Ķes por aqui ao longo de anos de mandato anda mais curto que coice de jabuti e alguns progressistas andam "saltando de banda" quando o assunto √© ele, o Eliene.
- Riva quer, mas o fardo parece pesado. Sobrou para o vereador Joel J√ļnior, ser√° por qu√™?

Tese Derrubada
Aquela velha tese que tinha como certa a cita√ß√£o "quem n√£o √© visto, n√£o √© lembrado", parece que j√° pro buque. Muita gente anda perguntando, "cad√™ o presidente do PP de Nobres?". O mo√ßo anda mais sumido que cabelo em cabe√ßa de careca (nada a ver com Juarez Fiel). Nem nos palanques, nem nas reuni√Ķes do partido e a reclus√£o incomoda a muitos que tem dado cara a tapa na campanha pr√≥ Silval Barbosa, pr√≥ Riva/Eliene/Pedro Henry. Ter√° sido efeitos daquele "embrulho" vindo de Sorriso, a tal cooperativa? Ou ser√° reclus√£o para renova√ß√£o de postura? Depois que foi derrotado nas urnas no seu projeto de reelei√ß√£o, por suposto sacrif√≠cio em nome do Z√©, o presidente do PP caiu em si e si caiu no buraco, √† coisa s√≥ vai piorar.
- √Č um caso "sui generis", de que, quem n√£o √© visto, deve ser lembrado, ainda que seja por abandono de cren√ßa partid√°ria e prioridade extremada ao poder embora este venha do povo, outrora t√£o assediado.

Tese Derrubada II
Se o presidente do PP de Nobres anda arredio, nestes dias de intensa batalha política, o vice presidente Gilmarzinho da Ecoplan está na linha de tiro, defendendo o seu exército e reunindo mais soldados para uma luta renhida por votos. Nestes momentos é que se forjam os líderes e os que tem vocação para avestruz, cada vez mais enfiam a cabeça no chão, para não ver a olhos nus todos os problemas ao seu redor. Um projeto de reeleição ou uma disputa futura com as mesmas caras, é sinal de derrota na certa. Do jeito que anda a administração municipal, só restará a Gilmarzinho da Ecoplan a tarefa de matar um leão por dia e se ocupar de outro para o dia seguinte.
- Esse grupo n√£o prevalecer√° at√© 2012 com tantos gols contra e com tamanha apostasia. Algu√©m duvida. No PMDB haveria um lugar para Gilmarzinho, ap√≥s aquela trama diab√≥lica urdida dentro da C√Ęmara para tir√°-lo do mesmo PMDB?

Papo Careta
O candidato Nossangue, em cima do palanque armado em Nobres, dia 22/08, parecia inconveniente ao momento e ao ambiente, ao falar nessa coisa feia, a tal compra de votos, bem ali, cercado de operadores nesse mercado ou nessa bolsa de a√ß√Ķes. Quem estava como p√ļblico, assistindo ao com√≠cio (palavra mais antiga) at√© trocou de cor e ficou assim, meio vermelho (no sangue) com aquelas palavras: "compra de voto". Que coisa mais desagrad√°vel, entre operadores da bolsa, algu√©m falar: "detesto o vil metal". Os pol√≠ticos movimentam milh√Ķes de reais do or√ßamento p√ļblico (e bota milh√Ķes nisso), mas adoram falar que um dia j√° foram pobres. Pena que o pobre n√£o possa responder aos ricos: "olha, j√° fui como voc√™s, agora t√ī aqui, numa merda serena, tentando vender a √ļnica coisa que me resta, a dignidade".
- Se há uma coisa que as células tronco não conseguem regenerar, esta é a dignidade quando ela se vai. Tá no sangue, com ou sem dois ésses.

Roberto é Roberto
O inimit√°vel Roberto Carlos j√° dizia que gostaria de ter um milh√£o de amigos, √© como diria o famoso estilista hisp√Ęnico Victor Valentin: "per supuesto, jo no cre√≠do". Deixando a fic√ß√£o de lado, vamos ao inimagin√°vel: algu√©m imaginaria um palanque como o que Silval Barbosa conseguiu formar em Nobres, dia 22 de agosto, uma data hist√≥rica? Devair Valim e Flavio Dalmolin (rimou?) conversavam como se fossem velhos amigos, bem acomodados ao lado de Gilmarzinho e do prefeito Jos√© Carlos da Silva, e com dona Maria e Cidinha presentes. Isso sim, √© obra da fic√ß√£o e s√≥ mesmo o mago Silval para conseguir esse feito.
- Entre panelinhas e botinas (ao molho pardo), o caldeir√£o ainda vai ferver por aqui. "Per supuesto, me gustan tanta jente que son de verdad...", √™ta portunhol bonito. √Č coisa linda!

Técnica Revolucionária
Fim do mist√©rio, a implanta√ß√£o do pavimento asf√°ltico em Nobres, nas ruas do bairro S√£o Jos√©, teve in√≠cio a partir de uma t√©cnica revolucion√°ria com base na f√≠sica qu√Ęntica, aquela que estuda a menor das menores part√≠culas do √°tomo. Quanto menor a part√≠cula de pedra britada, melhor para o povo inalar e morrer logo; n√£o por acaso, inaugurou-se a fase de molha das ruas pavimentadas. Assim como a f√≠sica qu√Ęntica, o asfalto veio para confundir e n√£o para trazer as respostas que o povo precisava; tanto quanto levar cascalho de Nobres para tapar as crateras na Lua. Em resumo, a menor part√≠cula de pedra britada inalada pode levar crian√ßas e adultos para os postos de sa√ļde, justamente agora, quando a umidade relativa do ar √© das mais baixas. √Č como diria Roberto Carlos: "s√£o tantas coisas...".
- E o doutor vai ficando mal falado, cada vez mais. Isso é pavimentar a volta dos que não foram... de uma vez por todas.

Técnica Revolucionária II
Al√©m da f√≠sica qu√Ęntica, o asfalto em Nobres, para ser implantado, necessitou de t√©cnica de guerra, ao melhor estilo hitlerista, ou seja, uma mentira repetida centenas de vezes acaba virando uma meia verdade. "Se n√£o prestar eu n√£o pago", e teve gente que acreditou. Mas o tem√≠vel vereador Silvestre Campos (PR) apontou que s√≥ faltariam 10% das obras para serem pagas, a do asfalto com mec√Ęnica qu√Ęntica, √© claro. Outra t√©cnica de 1945 utilizada agora foi √° afirma√ß√£o de que o pavimento teria ao menos 5 cms de espessura e essa afirmativa repetida √† exaust√£o, parecia uma verdade. E quantos cent√≠metros ou metros teriam a complac√™ncia do povo de Nobres diante desses descalabros? O povo daqui √© pac√≠fico e assiste a manipula√ß√£o de recursos p√ļblicos ao bel prazer de metade de meia d√ļzia e poucos falam, poucos agem.
- √Č, o governo dos acad√™micos ainda vai levar Nobres ao Nobel de Incompet√™ncia em Gest√£o P√ļblica.

Flash Back
Foi o maior sucesso o evento realizado pelo Rotary, como nos embalos de s√°bado √† noite, muita gente curtiu e dan√ßou os sucessos musicais dos anos 80 e 90, inclusive algumas figuras carimbadas dos meios sociais de Nobreyork City. Apesar da gordurinha abdominal, muito jogo de cintura ainda foi mostrado, at√© por quem n√£o √© pol√≠tico. Jogo de cintura, literalmente anunciando, estilo cr√©u. Os rapazes de ontem, hoje, mais amarelados que manga em tempos de apedrejamento, mandaram ver na sess√£o "Flask Back In The Nigth" com muito "Wisk a Gog√ī... eu te abra√ßava, 'Do you wonna dance', lembrar voc√™, um sonho a mais n√£o faz mal". Na linguagem popular, √© a chamada 'balan√ßa as cadeiras', onde alguns vov√īs fazem um "tour" aos tempos de garot√£o. Maneira, essa parada, n√©, voz√£o!?
- Até tu, presidente?

Plagiando Roberto
"Ta√ßas amargas derramadas, profecias confirmadas, mostram que √© o fim da estrada...". Aqui deste jornal, j√° question√°vamos, desde o ano passado, a possibilidade de Juarez Fiel ser descartado pelo grupo governista caso ele fosse candidato a deputado estadual. N√£o deu outra e as nossas profecias foram mesmo confirmadas, quanto a ta√ßas derramadas, quem deve sorver o gosto de fel daqui mais algum tempo ser√° o prefeito Jos√© Carlos da Silva. Vem bombardeio por a√≠ e n√£o ser√° s√≥ para o Z√©, mas tamb√©m para a c√ļpula progressista local e documentos √© que n√£o faltar√£o para municiar a oposi√ß√£o ao governo "tr√°sparente".
- Era uma vez... uma vaca malhada e um pinto pedrez, que fez xixi pra vocês três. Rimou?

C√Ęmara Insens√≠vel
O vereador Manoel Fermino Pinho (DEM) retornou do recesso parlamentar com uma nova vis√£o pol√≠tica e disposto a ocupar espa√ßo rumo ao Pa√ßo Municipal em 2012. Tem verificado as contas p√ļblicas junto ao site do Banco do Brasil, coisa que nenhum outro vereador quer fazer ou demonstra preocupa√ß√£o com isso e tem encontrado coisas interessantes. √Č o princ√≠pio b√°sico para quem quer fiscalizar em confronta√ß√£o com os balancetes, onde secret√°rio vende para a pr√≥pria prefeitura e usa 'laranja' para receber; parentes de secret√°rios prestam servi√ßos para a prefeitura e ningu√©m v√™ nada de errado nisso, o favorecimento expl√≠cito em fam√≠lia. O custo com a C√Ęmara de Vereadores √© alt√≠ssimo para que se fiscalize e n√£o se v√™ nenhuma rea√ß√£o contr√°ria a tudo o que ocorre e por aqui j√° vieram pessoas do Par√°, de Bras√≠lia, do Paran√° e de outros estados, s√≥ de janeiro de 2009 para c√°, abrindo firmas e se deleitando com o dinheiro p√ļblico.
- Como só há um Manoel Fermino Pinho, infelizmente, a farra continua.

Cobaia
A popula√ß√£o de Nobres vem sendo cobaia, h√° anos, de gestores em teste para administrar dinheiro p√ļblico. Asfalto de p√©ssima qualidade nas ruas e a mesma alega√ß√£o de sempre, inexperi√™ncia. Contudo, entremeada a alegada inexperi√™ncia, firmas novinhas s√£o abertas para prestar servi√ßos √† prefeitura, e s√£o capitaneadas por prepostos ou membros da fam√≠lia, notas para justificar despesas com o carnaval seriam supostamente fracionadas, onde o sujeito fala: "peguei uma nota com um cara l√° em Cuiab√° e j√° recebi". Ser√° como que muitos sabem e s√≥ os vereadores √© que n√£o descobrem isso? Administrar dinheiro p√ļblico est√° sendo como brincadeira de roda, em Nobres, onde tudo pode. E o pior, uma autoridade j√° avisou para que os vereadores parem com essa fiscaliza√ß√£o de faz-de-conta.
- E as flores, de onde vem? Ah! Nem tudo são flores? Se podem flores, podem bois, bistecas, pastos e até rebanhos. Ah! Se as flores falassem, mas elas não falam, simplesmente exalam. "Deixa que fale", diz a chefa.

Lançamento?
Temos em m√£os uma c√≥pia fiel de lan√ßamento errado de dados cont√°beis que colocam em xeque a efici√™ncia do setor p√ļblico municipal. Em 2004, durante a campanha pol√≠tica, documentos cont√°beis da prefeitura foram parar em m√£os do ent√£o candidato Devair, que jogou algumas per√≥las no programa eleitoral gratuito exibido pela tev√™ naquele ano. Agora, chega-nos √†s m√£os, lan√ßamento errado de documento cont√°bil que prejudica a boa pr√°tica da contabilidade p√ļblica. A soma dos valores, ao menos dessa vez, altera o produto.
- Acorda José, a casa está em chamas.

Acertos?
Flagrados em plena via p√ļblica batendo um papo bem maneiro, o presidente da C√Ęmara Legislativa, o prefeito Z√© Carlos e Roberto Rog√©rio, presidente municipal do PSDB. Olha, foi tanta gente passando ao redor, num vai e v√™m sem fim, doidinhos para adivinhar qual o teor do assunto. E para saciar a curiosidade, em primeira m√£o, informamos que o papo girava em torno de uma secretaria que deve vagar nos pr√≥ximos dias e tome reclama√ß√Ķes de uns e outros. Nada como um microfone de alta freq√ľ√™ncia, para captar o som em longa e m√©dia dist√Ęncia.
- Roberto Rogério e Ceará podem ganhar novo endereço. Vacas e boiadas irão para o brejo, será?

Saída Honrosa
Est√° se espalhando, feito rastilho de p√≥lvora, a informa√ß√£o de que tem secret√°rio municipal em Nobres jogando a toalha. Trata-se de uma sa√≠da honrosa diante da imin√™ncia de alguns esc√Ęndalos, prestes a eclodir. Como e com que 'cara', determinados secret√°rios v√£o √†s casas pedir votos para o deputado estadual Riva, candidato a um novo mandato na AL? A suposta 'fuga' ajudaria (em muito) ao prefeito Jos√© Carlos na recomposi√ß√£o do seu secretariado, buscando apoio de outras siglas partid√°rias ap√≥s as elei√ß√Ķes deste ano. Se de fato ocorrer essa sa√≠da, a recomposi√ß√£o do secretariado ser√° importante e ajudar√° a melhorar a imagem do governo municipal em Nobres que est√° desgastada, ali√°s, desgastad√≠ssima.
- Esse passo em falso em direção à cooperativa de Sorriso levou a imagem do atual governo para bem perto de um precipício. Recuar em terreno escorregadio é complicado. Parabéns para quem pede para sair.

Saída Honrosa II
Não custa nada conjeturar, mas o prefeito José Carlos da Silva estaria apenas no aguardo de uma ou mais posturas nesse sentido, ou seja, de que alguém desocupe a moita após uma baita e fedida defecada atrás dos arbustos, que é para tentar mudar a cara do seu governo. Ufa! Parecia que ninguém queria largar o osso e olha que é osso, mas com gosto de filé. E se fosse uma picanha, quem haveria de querer largar?; e se fosse um boi, então, quem deixaria o danadinho? E se fosse uma boiada, então...?
- Uma saída nestes dias, ajudaria ao prefeito e ao município, mesmo que seja uma espécie de postura de 'mea culpa', mas já terá um certo grau de auto-crítica. Inté, companheiro, deixe que o tempo se encarregue de apagar esse fiasco.

Estilo Pilatos
Foi parar no Tribunal de Contas e, ap√≥s, no MPC (Minist√©rio P√ļblico de Contas) a nota fiscal n√£o atestada e paga (noooofa, quanta prefa!) √† Cooperservs. Ningu√©m atestou a nota, mas o pagamento saiu, com a primeira parcela com valor acrescido ou pagamento a mais; tipo assim, 50 dividido por 2 o resultado √© 35. Quando h√° interesse (desmedido), o pagamento anda mais que not√≠cia ruim. Algu√©m lavou as m√£os quanto ao devido cumprimento de "atestar" a nota fiscal.
- A jogada foi descoberta, mas providência que é bom, nenhuma até agora.

Estilo Pilatos II
√Č dir-se-ia em Greenville, a not√≠cia se espalhou como um rastilho de p√≥lvora... ningu√©m quis atestar, hoje, sexta-feira, 13, pela manh√£, uma nota de "b√≥ia" que algu√©m comeu por a√≠ e levou para outro algu√©m assinar o atestado de burrice. Seria por supersti√ß√£o, por ser uma sexta-feira, 13, a negativa de n√£o atestar a nota? Isso t√° parecendo √†quela charada da agulha e a linha...
- ... lambi, lambi... mas não assinei. Seria isso? Besta é quem assina embaixo: "esta cagada é minha".

Exclusividade

Consta que o deputado Riva (PP) estaria p... da vida com algu√©m em Nobres e seria por conta da divis√£o de votos, daqueles que ele supostamente acreditaria que teria nas futuras elei√ß√Ķes. Riva n√£o estaria nada satisfeito com a n√£o exclusividade ao seu nome, de acordo com o que informou uma fonte palaciana. Mas..., os votos dados ao grande companheiro Juarez Fiel n√£o engordaria a legenda progressista? Olha que o Juarez Fiel merece, esteve praticamente em todas as reuni√Ķes do candidato Jos√© Carlos, soltando a voz e ajudando a convencer o eleitor de que o doutor e o fazendeiro eram as melhores op√ß√Ķes de voto em outubro de 2008. Se as coisas n√£o andam bem, hoje, infelizmente, n√£o √© culpa do companheiro Juarez. Essa pretens√£o de exclusividade de Riva pode terminar em decep√ß√£o ao deputado e n√£o seria por causa de Juarez e sim do deputado Z√© Domingos, o preferido por alguns dos progressistas locais mais graduados. Uni√£o..., s√≥ de Rondon√≥polis, por aqui deve entrar em campo a sele√ß√£o do "Cada um por si e Deus por todos". Olha!, se o Z√© Domingos tiver mais votos que o Riva, vem a√≠ o efeito Mauro Savi/Campos Neto. Madre de Dios!

- Ser√° expedida uma CR (Comida de Rabo) por todo o condom√≠nio p√ļblico municipal. A√≠ sim, que a vaca vai pro brejo, de vez. Orai, irm√£os!

L√°... tinha

J√° n√£o temos Cart√≥rio Eleitoral, por absoluta falta de interesse, e j√° faz um bom tempo que tudo √© resolvido em Ros√°rio Oeste, como √° 45 anos (atr√°s), antes da emancipa√ß√£o. A √ļltima perda registrada em Nobres, √© da JSM (Junta de Servi√ßo Militar), que voltou a ter atendimento em Ros√°rio Oeste, por quest√Ķes de revanchismo pol√≠tico ou erro administrativo, como queiram. Uma nomea√ß√£o errada, equivocada e com intuito meramente revanchista, tirou o antigo chefe da JSM, causando a mudan√ßa de atendimento, de Nobres para Ros√°rio Oeste. Realmente, a cada novo governo, uma nova surpresa, se √© que o desleixo administrativo surpreenda algu√©m. Isso n√£o √© nenhuma sess√£o de terapia regressiva, √© choque de realidade, mesmo, engatamos marcha r√©, mas algu√©m precisa estar de olho no retrovisor...

- ...sob risco de encontrar um quibe pelo caminho.

Baianada

Na gest√£o municipal de Nobres, entre gestores e poliglotas, h√° reis e magos, dos que atropelam as leis e mandam que tratorista seja admitido na fun√ß√£o de Chefe da Junta Militar quando deveria ser da lista de servidores da Secretaria de Obras. √Č o tal de desvio de fun√ß√£o, muito na moda nessa gest√£o, s√≥ de intelectuais e mestres nisto e naquilo. Estava "tr√°sparente" demais para ningu√©m perceber que o chefe da JSM, ao menos no papel, era outro. A JSM de Nobres pode ficar desativada, temporariamente, at√© que se aprenda que n√£o se deve "patrolar" √† ordem administrativa natural.

- √ď chente, meu rei, em Salvador que √© terra de Baiano. Volta pra l√°, Agnaldo.

Riva x Juarez

Quem vai trabalhar para Juarez Fiel e quem vai pedir votos para Riva, parece que a escalação dos times só vai ser fornecida minutos antes de os times entrarem em campo. Os atletas pró Juarez correm o risco de serem vetados pelo Departamento Médico e não entrarem em campo e Riva pode ganhar por WO. Não fosse Juarez um sujeito fiel, ficaria sem atletas para entrar em campo, mas sempre haverá um amigo para demonstrar companheirismo para com aquele que foi companheiro. Sabe como é, nem mesmo JC escapou da 'trairagem', praticada por um tal de Iscariotes, o beijoqueiro.

- Êta joguinho duro... sai que é sua Juarez.

Zorra Total

N√£o se homenageia um homem trabalhador com folga ao funcionalismo p√ļblico, em plena segunda-feira. Com todo respeito ao morto homenageado, a segunda-feira, dia 09 de agosto foi marcada pela confus√£o, no in√≠cio da manh√£, quando se anunciou luto oficial pela morte do l√≠der pol√≠tico Jorge Ara√ļjo Martins. Luto Oficial √© o verdadeiro sinal de respeito ao l√≠der pol√≠tico, ponto facultativo √© uma outra situa√ß√£o e caracteriza desrespeito ao contribuinte, principalmente para quem amanheceu nos postos de sa√ļde em busca de atendimento m√©dico. A maioria absoluta dos funcion√°rios desconhecia o fato, ao menos no que se referia ao ponto facultativo, que √© uma homenagem ao dia internacional da ressaca.

- Na sexta-feira, período vespertino, são bem poucos os servidores que trabalham e quando chega segunda-feira, um ponto facultativo absurdo e inexplicável já que ninguém vai a velório nenhum. Vai entender isso.

Zorra Total II

Entre o luto oficial por um, dois ou dez dias e o ponto facultativo, a dist√Ęncia √© grande e s√≥ compreens√≠vel se for por conta do casamento de alguma alta personalidade local. A lua de mel entre o contribuinte e os governos pregui√ßosos est√° acabando e a Prefeitura Municipal √© uma prestadora de servi√ßo ao p√ļblico, que paga seus impostos e quer os servidores p√ļblicos trabalhando pelo povo. √Č lament√°vel que o contribuinte pague os seus impostos para ver essa apologia √† ociosidade em plena segunda-feira. Tamb√©m, em uma prefeitura de muitos caciques e bem poucos √≠ndios, o neg√≥cio √© se "pintar" para a pajelan√ßa e deixa que do pau caiam as folhas.

- √ćndio n√£o qu√© pipoca... √≠ndio qu√© popica.

D√ļvida

Uma pessoa do sexo feminino, servidora municipal, teria ganho uma caixa contendo sabonetes, finos e muito cheirosos, tão cheirosos que se poderia confundir com chocolates. Distraída, a presenteada pensou em guardar os supostos chocolates na geladeira, evitando derretimento com calor. Essa idéia teria sido sustentada até o instante em que alguém advertiu: "é sabonete e não chocolate, siminina". O "tar" do pobre é coisa fina, mesmo, a ponto de confundir alhos com bugalhos.

- Tome um banho de lua... ensaboe com sabonete e n√£o com chocolate, enxague, lave mas n√£o passe.

Flagra

Desde o dia 02 de agosto, os vereadores de Nova Mutum est√£o proibidos, atrav√©s de projeto de resolu√ß√£o aprovado pela Casa, de fazer pronunciamento da tribuna livre para elogiar ou fazer propaganda pol√≠tica de candidatos ou coliga√ß√Ķes. Quem fizer isso, pode ter o microfone cortado e sob risco de responder pelos atos junto √† Justi√ßa Eleitoral. Bons exemplos, ningu√©m quer copiar, mas h√° alguns meses atr√°s, vereadores de Nova Mutum foram trazidos at√© Nobres para "ensinar" como se cria auxilio ao vereador.

- Como nada se cria, tudo se copia, eis um exemplo a ser seguido.

Queda de Muro I

Al√©m de n√£o conseguir receber da prefeitura, um fornecedor ainda foi convocado a trocar as notas fiscais e ter que pagar os impostos das notas pelas quais n√£o recebeu um √ļnico centavo. E na tesouraria, ainda disseram para o fornecedor que se trata de exemplar gerenciamento do dinheiro p√ļblico e onde h√° pagamento de milh√Ķes, n√£o h√° porque se preocupar com tost√Ķes. Mas, ser√° que o dono daquele im√≥vel que teve o muro derrubado por um caminh√£o da prefeitura foi quem pediu para que se derrubasse o seu muro s√≥ pra ele se ver em situa√ß√£o desagrad√°vel? Nem foi o dono do im√≥vel que pediu para que um caminh√£o e uma m√°quina, juntos, "atropelasse" o seu muro, e nem foi o motorista que pediu para viajar, sem di√°ria e passar fome na estrada, segundo teria dito o servidor ap√≥s o acidente. Por que pagar, por que n√£o pagar, eis a quest√£o. Ou n√£o se deve ajuizar a√ß√£o contra quem comete tais erros, no caso o poder p√ļblico municipal de Nobres? O falecido presidente da Cooperservs (que Deus o tenha) n√£o era nem recebido por aqueles que o deviam. Essa √© a prefeitura da dupla mais indesejada de Nobres.

- - Qual que é a sua... teacher?

Queda de Muro II

N√£o √© o muro de Berlim, mas de uma resid√™ncia que foi "atropelada" por um caminh√£o e um trator da prefeitura, de uma s√≥ vez, derrubando, muro, cerca el√©trica e poste no Jardim Paran√°. O acidente aconteceu e n√£o √© question√°vel a sua causa; sabe l√° o que viajar e trabalhar sem di√°ria e sem comer? Mas o feio, mesmo, √© n√£o pagar as despesas com o sinistro causado pelo caminh√£o da prefeitura. A nota estaria na prefeitura, "de molho" em alguma gaveta, a espera da boa vontade do poderoso tesoureiro municipal, o "descobridor" de candidato ao cargo majorit√°rio. Tem sido assim, a palavra empenhada do prefeito contra a do tesoureiro, e adivinha quem vence nessa queda de bra√ßo? At√© agora, o placar eletr√īnico aponta: "tesoureiro 10 x 0 alcaide"; goleada, n√£o? Hierarquia, essa palavra est√° fora do dicion√°rio prefeituresco, diria Odorico Paragua√ßu.

- Propaganda de biscoito é assim: "o prof. manda mais porque ensinou ao doutor, ou o doutor manda menos porque aprendeu com o prof.?"

Azedamento

As rela√ß√Ķes entre Legislativo e Executivo em Nobres podem azedar se algumas corre√ß√Ķes n√£o forem feitas e posturas n√£o forem assumidas. O Executivo estaria "maquiando" as receitas municipais, sem incluir alguns elementos que influiriam no total geral arrecadado, fato que geraria repasses a menor para o Legislativo, segundo informa√ß√Ķes de um entendido no assunto. Se a corre√ß√£o n√£o for feita de livre e espont√Ęnea vontade, a coisa pode parar nas barras da lei e o leite pode azedar, digo, as rela√ß√Ķes entre os poderes. A quest√£o parece ser uma bronca pessoal contra o vereador Beto Valandro, desde os tempos daquela tal Funoel, uma funda√ß√£o de esportes que tinha um ent√£o vereador como patrono, idealizador e criador de tudo.

- O que teria a ver contabilidade p√ļblica com desfile de moda... nada, a n√£o ser uma suposta maquiagem utilizada nos n√ļmeros. Ser√° verdade, isso?

Azedamento II

Seria ofensa perguntar: "pode uma esposa comprar servi√ßos do esposo numa rela√ß√£o entre o p√ļblico e o privado?". √Č que, pelos valores que aparecem nos balancetes de 2.009, a Prefeitura de Nobres deveria ter todos os seus carros blindados a partir de uma empresa bastante familiar, numa conex√£o entre o p√ļblico e o privado sob o manto de um suposto menor pre√ßo. Nunca na hist√≥ria de Nobres uma metal√ļrgica teve tanta utilidade. A√≠ vem uma tal Serv Clean, empresa criada em nome de um cidad√£o que chegou em Nobres ap√≥s a posse do prefeito eleito, junto com o irm√£o do prefeito. Isso deixa o Caso Cooperativa t√£o apagado e muitas pessoas t√£o apegadas ao poder.

- Quantos vereadores fingem n√£o ver esses fatos? Haja or√ßamento p√ļblico para tanta farra.

Laboratório

Há alguns anos atrás, em Nobres, havia um famoso "inventor" que se notabilizou em criar "gatos" artificiais em seu laboratório de experimentos, de acordo com historiadores. O "inventivo" rapaz (que não é o das histórias em quadrinhos) modificava geneticamente (ou seria fajutava?) a idade de atletas para que eles tomassem partes nos jogos estudantis, mesmo que já estivessem "estourados", ou seja, ultrapassado a idade limite para alguma modalidade esportiva. Isso não seria contrário às leis? Pois é, mas dizem que ocorreu em Nobres, logo com esse rapaz com ar de moço fino, sério e acima de qualquer suspeita? Com um mestre desse, pra que mais picaretagem?

- S√≥ para recordar, mais uma vez, quem seria esse rapaz? Se algu√©m souber do seu paradeiro nos comunique. Nome da figura, por favor, e se habilite a ganhar uma d√ļzia de pequi... devidamente ro√≠dos.

Reconhecimento

Ap√≥s algumas cr√≠ticas e a insist√™ncia de algum 'cabe√ßa-dura' que acabou sendo voto vencido, eis que alguns quebra-molas ou ao menos aquele um, l√° do bairro Jardim Gl√≥ria, l√° pelos lados de uma funilaria, foi adequado atrav√©s da inser√ß√£o de uma rampa para se atingir aquela coisa que l√° foi colocada. Ao menos, se respeitou motoristas e motoqueiros que corriam o risco de cair daquele obst√°culo fora dos padr√Ķes. Parab√©ns √†quele que reconheceu o erro e tratou de acreditar que um erro n√£o conserta outro.

- Quem foi mesmo que disse que "se o asfalto n√£o prestar eu mando fazer outro?" Ah! N√£o, tudo de novo?

Efeito Dominó

Uma mulher teria "dedurado" os locais na cidade de Nobres onde funcionariam as bocas, que antigamente era de fumo e hoje virou "escrit√≥rio de representa√ß√£o e fornecimento de pasta base e das pedras de crack", no varejo. Bem, agora √© s√≥ manter a galera sob vigil√Ęncia e recolher aos costumes, na hora certa e no lugar certo. Ser√° efeito domin√≥, onde n√£o ficar√° pedra sob pedra. Ser√°?

- Esse negócio de "deduração", de entrega de bandeja só dá problemas, desde os tempos em que uma tal Salomé pediu a cabeça de JB.

Terra Nostra

Durante a entrega de cobertores, dia 29/07, pela manhã, em tom de brincadeira, o prefeito Zé Carlos solicitou que fosse fotografado ao lado de um cidadão que estaria recebendo cobertor e tentou tirar uma casquinha: "uma foto com este, é do lado contrário". O rapaz, rápido no gatilho, disse: "contrário, mesmo, foi seu motorista". Sobrou até para quem não estava presente, vi e ouvi...

- ... veio da Terra, a Terra voltar√°.

Entrevista
Quanto o prof. Magal pagaria por uma entrevista ao jornal de Nobres? Em resposta ao dono do er√°rio, dizemos que seria o mesmo pre√ßo que pagava o seu irm√£o, o vereador Neko, frequentador ass√≠duo da reda√ß√£o deste jornal enquanto interessou as suas conveni√™ncias. "E quanto o jornal recebeu pela presta√ß√£o de servi√ßos na campanha do candidato dr. Z√© Carlos?" A publica√ß√£o de pesquisa eleitoral seria de gra√ßa? Os servi√ßos gr√°ficos, a elabora√ß√£o de textos para um candidato que mal sabia falar aos eleitores, e os textos para o hor√°rio eleitoral gratuito no r√°dio, seria servi√ßo volunt√°rio? S√£o perguntas que deviam ser feitas pelo dono dos cofres p√ļblicos? E quem financia campanha, necessariamente tem que tomar conta do er√°rio? S√£o esses questionamentos que se colocam √† opini√£o de toda uma comunidade e que deveriam ser verificados por quem de direito. Todas as obras que est√£o sendo executadas em Nobres s√£o com recursos externos, e para onde est√£o sendo canalizados os recursos pr√≥prios?
- Quem ganha para fiscalizar as a√ß√Ķes do Poder Executivo? S√£o dessas pessoas que a popula√ß√£o precisa buscar respostas.

Um Bom Sujeito
Hoje, curiosamente, me lembrei daquele cruzeirense boa gente, que paga as passagens dos amigos para assistir ao jogo do seu time do cora√ß√£o, o empreiteiro Val√ļcio Rodrigues, que sumiu de Nobres. Pouco mais de um ano depois daquela derrota do Cruzeiro para o Estudiantes, da Argentina, o empreiteiro sumiu de Nobres, provavelmente, v√≠tima da velha trairagem que ocorre quando alguma coisa √© descoberta nos meandros da pol√≠tica. Val√ļcio j√° pensava, pouco antes do jogo do Cruzeiro, em julho do ano passado, em seguir viagem para Dubai com os seus amigos para assistir a final do Mundial. Nem Dubai, nem Mineir√£o, Val√ļcio foi "deserdado" pela confraria que se apoderou dos cofres p√ļblicos sem nem terem desembolsado as passagens que ele teria pago. Foi? √Č?
- Parodiando o grande Milton Nascimento, mineiro, por sinal: "Amigo √© coisa pra se guardar, do lado esquerdo... da prefeitura, ao menos uns 150 kms de dist√Ęncia".

Um Bom Sujeito II
Assim como o empreiteiro Val√ļcio Rodrigues, que foi "patrolado" pela trairagem, outros seguem o mesmo rumo em nome de um poder imaculado, sem nepotismo, s√©rio e respons√°vel. Hoje, essas pessoas que costumam descartar os amigos teriam a coragem de ir as casas pedir votos para os seus candidatos? N√£o! O melhor neg√≥cio do mundo √© manipular dinheiro e o povo √© que f..da-se. E vamos alertar aos vereadores de Nobres, tem gente mudando de ramo, deixando esse neg√≥cio chulo de sonoriza√ß√£o para entrar na √°rea "doce" da constru√ß√£o civil, o que revelaria uma "amizade" que vai al√©m da seriedade da Lei 8.666, de acordo com uma fonte digna de cr√©dito.
- "Eu tinha bom gado de corte, tinha um cavalo baio e nas redondezas, todos queriam ouvir meus conselhos...", volte Val√ļcio, voc√™ √© um filho pr√≥digo, vem contar as hist√≥rias que voc√™ sabe de Nobres, meu velho amigo.

The Money
"Quando voc√™ administra mal a sua empresa √© voc√™ quem paga a conta, mas quando administra mal o governo, a popula√ß√£o √© quem sofre", disse em entrevista o empres√°rio e candidato ao governo do Estado, Mauro Mendes. O empres√°rio candidato fez uma abordagem que caiu como uma carapu√ßa modelada aos governantes de Nobres se analisado pelo aspecto da receita p√ļblica municipal, de boa quantia para os nossos padr√Ķes econ√īmicos, mas que nunca d√° e a popula√ß√£o segue vendo a repeti√ß√£o de um mesmo filme: a eterna recupera√ß√£o daquilo que foi mal feito. A m√° gest√£o do dinheiro p√ļblico √© mesmo a causadora de muitos dos males que as cidades brasileiras sofrem e ao final de tudo descobrimos que os mecanismos de fiscaliza√ß√£o se apresentam ineficientes, entre Legislativo, Corte de Contas, CGU (Controladoria Geral da Uni√£o) e quejandos mais. Atualmente, s√≥ como exemplo, Nobres paga por um √īnibus que nunca foi adquirido, h√° mais de uma d√©cada atr√°s e a conta que era de cerca de 50 mil reais, saltou, estratosfericamente, para mais de 200 mil reais. Quem vai pagar o "furo" causado, supostamente, pela contrata√ß√£o dos servi√ßos de uma cooperativa na gest√£o do atual prefeito, em 2.009, logo no terceiro m√™s da nova administra√ß√£o? O prefeito √© que paga essa conta? Se o prefeito paga a conta, por que os supostos prevaricadores n√£o foram demitidos?
- H√° uma profundidade consider√°vel na cita√ß√£o do empres√°rio candidato, talvez, at√© abissal,  quando olhamos para tr√°s.

Exclusiva
Um assalto a mão armada em uma casa noturna em Nobres, ocorrido recentemente, causou enorme prejuízo, financeiro e moral. No aspecto financeiro, teria sido verificada perda de valor monetário, chave de veículo, celular e documentos pessoais. No quesito moral, bem, aí o estrago foi maior, porque o atleta de alcova não conseguiu classificação na prova de pulada de cerca, foi descoberto e ainda teve que, obrigatoriamente, registrar um BO pela perda de documentos. A casa de alguém "caiu", ou seja, viu todos os seus pertences serem colocados à porta, embalados em algumas poucas sacolas de um famoso supermercado da cidade, que agradece pela propaganda. O que seria uma noite de diversão longe da patroa, virou um baita problema...
- ... as malas na porta. Mala? N√£o seriam sacolas de supermercado? La Maison Blanche ou White House?

Ceveiro
Pescadores enganados por uma suposta ceva, onde pegariam muitos peixes, estariam na bronca pela propaganda do local. Uma caravana partiu para uma certa chácara, a beira rio, lá pelas bandas do Pedregulho, com óleo, farinha, alho e sal porque o peixe era certeza. Nem o mel e nem a cera, os pescadores voltaram abatidos e ainda tiveram que se contentar com algumas laranjas e com a triste constatação, a "ceva" foi mais uma história de pescador.
- Vi dali   daquele barranco que o pescado era escasso.

O Inconfidente
Mesmo não sendo Joaquim da Silva Xavier ele também é José e não é alferes e nem boticão, simplesmente, o Zezinho do Esporte. Zezinho ganha um salário mínimo e teve o seu salário reduzido por conta de suposta retaliação política contra o vereador Silvestre Campos, não dá aula na Escolinha do Zico e ganha pouco, mas o escolheram como a bola da vez para a série "A Vida Alheia" e passaram a "administrar" por atos tacanhos, com base em ciumeiras por conta do jornal de Nobres. Foi assim com o radialista Paulo Garcia que era dedurado, sempre, a um certo poderoso de plantão. Ainda bem que este jornal ainda não falou das aventurosas amorosas que ocorreriam na Bom Jardim, não abordou a questão da caça de animais Silvestres que ocorreriam na zona rural. Só de futebol que falamos...
- ... não mexe com quem está quieto, aqui não tem nenhum Paulo Garcia e sujeito "gavião", sempre acaba sentado num galho de pau seco. Deixa o Zezinho trabalhar... deixa o homem trabalhar, é feio o bicho homem fazer fuxico, salvo aquele feito de sobras de tecido.

Inconfidente II
O prefeito de Nobres, dr. Z√© Carlos, ser√° que ele estaria preocupado com o que faz Zezinho al√©m de coordenar as atividades de futebol amador para a Prefeitura de Nobres? Tem algu√©m tentando jogar o prefeito contra Zezinho e usaria o nome do chefe do Executivo. E o pior √© que est√£o mandando "baixar o pau" no prefeito e n√£o no secret√°rio, ou seja, se algu√©m quer criticar o governo, que critique o prefeito, segundo fomos informados. Realmente, dr. Z√© Carlos n√£o precisa de mais inimigos, ao seu redor est√£o a maioria deles, mas h√° quem pense que o prefeito n√£o os defina, um a um. Atirado a cova onde est√£o alguns le√Ķes, o douto cidad√£o foi ent√£o promovido ao mais alto posto do reino. Durante os quatro anos do reino, teve as vis√Ķes prof√©ticas que lemos... de quem um dia possa acordar e romper com a conspira√ß√£o dos "s√°trapas". Ser√° que Zezinho estaria sendo dedurado por ser vasca√≠no e n√£o da Escolinha do Zico? Com tantos problemas para administrar, o prefeito se preocuparia com Zezinho e o futebol amador de Nobres, francamente.
- Sobre a Funoel e a cooperativa... êta assunto chato, não? Prefeito, bota esse povo pra trabalhar.

Comparação
O ex-prefeito Fl√°vio Dalmolin foi um bom prefeito? Bem, se foi ou n√£o foi, a hist√≥ria o est√° julgando, mas, ao menos a sua ex-gest√£o est√° servindo de par√Ęmetro para a atual fazer compara√ß√Ķes. Moradores do bairro S√£o Jos√©, os vereadores Ad√£o e Bacalhau tem sido cr√≠ticos ferrenhos do pavimento asf√°ltico que est√° sendo implantado no bairro (ou seria plantado?). A eles se juntou o vereador Buri que disse, dia 15, a noite, "fa√ßa pouco mas fa√ßa bem feito", para n√£o falar do seu clamor contra o descaso para com o bairro Jardim Petr√≥polis. Da√≠ que foi um assessor de primeiro escal√£o da Prefeitura perguntar se o asfalto atual "est√° melhor que o do Fl√°vio?". N√£o, professor, est√° uma porcaria e se trocou seis por meia d√ļzia!, teria respondido um interlocutor. O prof. de F√≠sica Qu√Ęntica (essa mat√©ria seria o estudo da quantidade numa correla√ß√£o com qualidade, seria isso?) quer entender de engenharia de solo e tamb√©m assume ares de dono do poder.
- O que o secretário de Educação teria a ver com pavimento asfáltico? Não seria ele que teria dito a frase: "Ao invés de meter o pau no prefeito fica se preocupando comigo", será por que essa frase dita, assim? O criador já abandonou a criatura? Não seria cedo demais?

Incompatibilidade de Gênios
Vai buy levitra entender alguns vereadores atuais - dias atr√°s, Joel J√ļnior andava √†s turras com Silvestre Campos, mas a crise passou. Agora, √© o vereador Ad√£o que parte para cima de Silvestre e o colega Joel J√ļnior "assopra", tentando amenizar o clima. Foi assim na √ļltima sess√£o do semestre, dia 15 de julho. Uma consulta com um bom psicanalista nos levaria a tamb√©m bom entendimento sobre essas manobras no terreno pol√≠tico. H√° duas hip√≥teses para o mesmo fato e uma delas seria a de que Joel J√ļnior n√£o parece satisfeito com o seu grupo; a outra √© a de que Ad√£o estaria tentando afugentar Silvestre desde j√° em rela√ß√£o a corrida sucess√≥ria e o veria como um virtual candidato, n√£o se sabe se √† presid√™ncia ou a sucess√£o do "Z√©". Mas esse "flerte" de Joel J√ļnior com Silvestre √© que deixaria algumas pulgas atr√°s das orelhas de alguns progressistas. Silvestre parece bem aprumado em rela√ß√£o ao que quer e at√© se finge de morto...
- ...o coveiro é que se cuide, melhor é encostar o traseiro na parede.

Tacapes nas m√£os
De outro ponto de observa√ß√£o, os vereadores Bacalhau, Fermino, Buri e o pr√≥prio Silvestre andam se pintando para a guerra e j√° est√£o de bordunas, tacapes, arco e flecha nas m√£os para um combate contra a qualidade do pavimento que vem sendo implantado nas ruas do bairro S√£o Jos√©. A not√≠cia √© a de que seriam 5 cms de espessura, mas o pavimento "encolheu", feito cal√ßa de linho falsificado. De 5 cms virou √† espessura de uma l√°mina de barbear e j√° h√° quem pense em colocar uma placa aos motoristas: "N√£o freie bruscamente, pista sujeita ao esfarelamento". E o pior, est√° ficando √°gua empossada √† porta da casa de algumas pessoas. Engenheiro e m√£e de juiz de futebol, em Nobres, est√£o mais populares que a vuvuzela na Copa da √Āfrica. Nobres est√° mais para "Neverland", a terra do nunca... d√° certo com o que pensam os "donos" do poder e os c√°lculos matem√°ticos por aqui s√≥ tem um resultado: ou s√£o seis ou √© meia d√ļzia.
- Sai uma pista fina e danificada e se coloca a extra fina sobre o nada. E há quem diga que seja de graça, daí ninguém poder reclamar. E lá vamos nós, assinar novo atestado de burrice.

Investiga√ß√Ķes
Um ve√≠culo retirado de uma concession√°ria - Golf de cor preta e placa NJR 0437 - foi recuperado no √ļltimo dia 12 de julho no munic√≠pio de Nova Mutum, e teria sido vendido por Idu√≠no L√≠dio da Silva na cidade de Nobres e, posteriormente, revendido na cidade de Nova Mutum. Roniney e Eder de Fran√ßa foram indiciados pelo crime de recepta√ß√£o. Idu√≠no da Silva pelo crime de furto e os procedimentos em rela√ß√£o a um adolescente ser√£o tomados pela Delegacia Especializada da Inf√Ęncia e Adolesc√™ncia. Esta not√≠cia esta postada no site da Secom/MT e envolveria os tais Finam, na linguagem policial, que seria ve√≠culo com problemas de aliena√ß√£o fiduci√°ria repassados a terceiros.
- Nobres na fita.

Articula√ß√Ķes
Encontros buy clomid online secretos, contatos com políticos, com alguns candidatáveis e lideranças locais, é dessa forma que Roberto Rogério, presidente do PSDB municipal de Nobres vai planejando a sua nunca improvável pré-candidatura à sucessão em Nobres, em 2.012. Ele tem aplicado o princípio básico para o seu pleito, o direito de votar e de ser votado dentro do sistema político. Pelo bom camarada que é, tem estilo e tendo a ficha apta, ou seja, não está no SPC político, presume-se que seja válida a sua pretensão e já articula para isso.
- Bon voyage, m'sieu Robert et allez le future.

Tapas e Beijos
Belisc√Ķes, esfreg√Ķes, cascudos e palmadas est√£o proibidos doravante em rela√ß√£o a pais e filhos por uma nova lei criada recentemente. Bateu a frescura no rabo de algumas proeminentes figuras que adornam gabinetes suntuosos em Bras√≠lia para fazer criar lei nesse sentido, querendo ensinar os pais a forma mais correta de educar os filhos. Isso √© coisa de fresco, mas ningu√©m ousa se engajar na luta pelo combate a corrup√ß√£o, pelo real e efetivo cumprimento da Lei da Ficha Limpa. A corrup√ß√£o que se abateu sobre o Pa√≠s em rela√ß√£o aos desmatamentos ilegais, ningu√©m d√° muita import√Ęncia a isso, para n√£o se falar na calamidade p√ļblica que representa o crack, a droga brega que satisfaz os menos pobres e enriquece aos mais ricos. A√≠ vem uma troup√® que adorna gabinetes e seus pruridos para adotar a invas√£o de privacidade, tentando impor cartilha de como criar filhos, estes que ser√£o "adotados" mais tarde pelos traficantes de plant√£o. Primeiro temos que nos preocupar com muitos adultos acometidos da chamada doen√ßa dos escr√ļpulos para ent√£o aprender melhor a plantar as sementes do futuro.
- O que os lares necessitam, mesmo, √© de li√ß√Ķes de religiosidade, de f√© e de amor pr√≥prio.

Sem Coringa
O cidad√£o deixa sua casa para assistir a um evento que se acredita, deva ser s√©rio, e ouve, insistentemente, que a C√Ęmara Municipal deve criar o "geo-obras municipal", '√© pacab√°', diria o proletariado. Geo-obras, como funcionaria esse mecanismo do qual √© dotado √© dotado o Tribunal de Contas de Mato Grosso? Algu√©m precisava fazer essa pergunta ao propositor da id√©ia. Controle de obras por sat√©lite quando elas est√£o acontecendo a um palmo adiante do nosso nariz, em Nobres, "o que √© isso, companheiro?". Ir aos bairros ouvir as reivindica√ß√Ķes dos populares para, ap√≥s, inseri-las no or√ßamento p√ļblico do ano vindouro, francamente, n√£o d√° pra entender. Em 2007, os vereadores apresentaram cerca de 197 indica√ß√Ķes em um ano sem que nenhuma delas fosse atendida, ser√° que as propostas do povo ser√£o acatadas? E o vereador n√£o seria o porta-voz do povo? Faltaria humildade ao vereador para ir ao bairro perguntar ou buscar saber o que faltaria nas localidades sem a necessidade de audi√™ncia p√ļblica, uma sobre outra?
- Quem dá as cartas tem direito a sair com três coringas? Não está certo, isso.

O povo seria burro?
Asfalto em Nova Mutum, Lucas do Rio Verde, Sorriso e outras cidades mais desenvolvidas √© pago pelo contribuinte, tudo bem e nada de errado. S√≥ que nessas cidades, o asfalto √© pago com recursos pr√≥prios, e em Nobres, dizem que √© de gra√ßa. Isso √© tentar mentir para o povo. Quando nessas cidades citadinas o pavimento √© de excelente qualidade, o implantado aqui, supostamente, de gra√ßa, n√£o dura mais que tr√™s anos. Nada neste Pa√≠s √© de gra√ßa e as obras de asflatamento que s√£o executadas em Nobres s√£o custeadas com dinheiro p√ļblico, origin√°rio de emendas parlamentares. Falta mesmo, √© fiscaliza√ß√£o, den√ļncias e cumprimento do dever por parte daqueles que s√£o eleitos pelo povo. Esse neg√≥cio de "fiscalizar" obras locais atrav√©s da estapaf√ļrdia id√©ia de um geo-obras municipal, √© isen√ß√£o de trabalho e apologia a ociosidade. Asfalto de gra√ßa, onde j√° se viu isso? O povo n√£o merece assinar esse atestado de burrice.
- Geo-obras municipal √© hist√≥ria do boi-tat√° e a proposta soa como "vozes do al√©m". √Č como diria Zeca Pagodinho: "brincadeira tem hora...". Acompanhar, por sat√©lite, os quebra-molas que s√£o construidos em Nobres, enquanto o vereador quer di√°ria para "trabalhar melhor", √© de doer.

Sem Receber e Sem Repasse

A C√Ęmara de Vereadores de Nobres, que recebia os repasses nromalmente at√© o dia 10, teve a data transferida para dia 16 de julho. Alguns contratados estavam sem receber at√© o dia 11 de julho. A maionese parece desandar, por√©m, nenhuma empreiteira fica sem receber, mesmo que as ruas asfaltadas continuem com aqueles montes de terra √†s sua margens e os recursos sejam origin√°rios de emenda federal. Aqui na rua, falam cobras e lagartos sobre determinados nomes que est√£o no poder. De triste mem√≥ria, aquele caso da cooperativa e as supostas amea√ßas feitas por algu√©m n√£o foram esquecidos. E quem investigaria o caso cooperativa? E o plano de governo do PP de Nobres, est√° sendo cumprido √† risca? O tempo passa e ningu√©m faz nada para mudar em rela√ß√£o ao que se fala na cidade. Seria fato ou boato? O Jardim Petr√≥polis, pobre bairro, sempre v√≠tima do abandono e das mentiras pregadas em palanque e nos planos de governo. Dislexia, defici√™ncia no aprendizado, repet√™ncia, evas√£o escolar e um quadro social alarmante se registra no Jardim Petr√≥polis. Enquanto isso, aquele pessoal, tchique no √ļrtimo, que s√≥ anda de caminhonete com vidro fum√™, nunca mais foi visto passando onde mora a pobreza.
- Eu tinha bom gado de corte, tinha um cavalo baio e nas redondezas todos queriam ouvir meus conselhos... é o filho pródigo? Isso passa.

Poluição do Ar
Moradores da Gleba Serragem est√£o querendo saber do poder p√ļblico qual o setor respons√°vel pela polui√ß√£o gerada a partir do p√≥ que √© produzido pelas ind√ļstrias de calc√°rio localizadas no entorno daquele setor da cidade. Algumas pessoas acusam que o p√≥ de calc√°rio vem causando doen√ßas respirat√≥rias nos moradores da Gleba Serragem. Os nomes das empresas foram listados e os moradores da Gleba Serragem pedem provid√™ncias quanto ao caso, apontando ainda rachaduras nas paredes dos im√≥veis por conta da detona√ß√£o de bombas naquela √°rea. Bem, a C√Ęmara de Vereadores tem uma comiss√£o que trata das quest√Ķes ambientais, temos o Minist√©rio P√ļblico e o Executivo com o seu C√≥digo de Posturas, temos a Sema, que libera as licen√ßas ambientais para esse tipo de atividade econ√īmica. Uni, duni, te, salam√™, mingu√™...
- ... a quem recorrer para apontar a solução mais rápida? Joseph Ratzinger, é? Quem é ele? Ah! O Papa Bento XVI (16). Nobres é mais que bonito, é a oitava maravilha do mundo; e o pior cego é o surdo.

Uma Vez Flamengo...
O clube mais tradicional do Brasil e at√© do mundo, de repente, se viu frequentador das manchetes policiais por conta de alguns jogadores e seus comportamentos extra-campo. Liga√ß√Ķes perigosas entre famosos e traficantes, at√© culminar no caso envolvendo o goleiro Bruno e a tal modelo, que virou comida de c√£o rotweiller. O cen√°rio √© o mesmo do crime da mala de d√©cadas atr√°s, envolvendo o nome de uma pessoa famosa e bem sucedida financeiramente, com bens patrimoniais vistosos e um p√© no passado, nas origens da inf√Ęncia pobre. O jogador de futebol profissional, com uma bela carreira pela frente, n√£o consegue escapar das denominadas "marias chuteiras", que rondam clubes e treinos em busca de um famoso embora lerdo atleta. Muitas "marias chuteiras" j√° deixaram jogadores de futebol 'pelados', financeiramente falando, mas nada que chegasse ao absurdo em que se envolveu o goleiro campe√£o brasileiro de 2.009 e uma galera da pesada, "profissa" na arte da queima de arquivo.
- O Imp√©rio do Amor virou casa da dor com seus GOLEadoreS e um goleiro dado, supostamente, a festinhas chinfrins com garotas de programa. Rico financeiramente e pobre na falta de etiqueta, o goleiro deixa o Flamengo e vai para o Bang√ļ, digo, para Bangu, o xilindr√≥ no sub√ļrbio carioca.

Candidata Maquiada
O tucano Jos√© Serra pode at√© perder as elei√ß√Ķes presidenciais deste ano, mas vai saber que est√° diante de uma "obra da fic√ß√£o". A candidata Dilma Roussef, salvo outros setores do corpo, deu realmente uma passadinha no melhor funileiro do Brasil para um reparo externo, s√≥ n√£o conseguindo alterar o timbre de voz, um tanto quanto autorit√°rio. A julgar pelas pesquisas de opini√£o divulgadas ultimamente, tem muita gente desconfiada com essa repaginada da candidata petista. Ser√° que o martelinho de ouro n√£o exagerou no "look" da dona? O Mustang dos anos 40 t√° com lataria de Ferrari, vers√£o 2010, a pedido do marqueteiro. Olha, tem gente desconfiada desse "espichamento" de pele da candidata e t√° botando isso nas pesquisas, que s√≥ d√° empate t√©cnico e nenhum sinal de nocaute de nenhum lado.
- A dona não tem impressionado muito, e com Michel Temer meio sósia de Christofer Lee, o mais original dos artistas que representaram a saga do Conde Drácula, a carruagem parece emperrada.

Na Caserna
O ex-governador Blairo Maggi anda meio c√©tico quanto as elei√ß√Ķes deste ano e o clima do j√° ganhou n√£o tem entusiasmado o candidato ao Senado pelo PR. Tem combatido esse papo de "t√° eleito" com muita caminhada, gastando solado de botina por a√≠. Em Nobres, na Roda d'√Āgua, o prefeito Z√© Carlos o alertou sobre o risco de dormir general e acordar soldado raso. Como nem de Alemanha estamos gostando, Blairo Maggi evitaria a euforia que tomou conta da sele√ß√£o alem√£ at√© antes do jogo com a Espanha, quando perdeu de 1 a 0, e deu adeus ao tetra. Em Nobres, Blairo Maggi est√° para os eleitores como Jo√£o Paulo esteve para o catolicismo quando veio ao Brasil, uma quase unanimidade, com gente falando em vota√ß√£o coletiva, tipo eu e minha fam√≠lia. Em tempos de Luan Santana e seu sucesso, Blairo Maggi est√° mesmo como um "Meteoro da Paix√£o", desde que dure at√© o dia da elei√ß√£o, em 03 de outubro.
- Com a sua experiência de Coronel Virgulino, o prefeito de Nobres alertou: "cuidado general, a promoção regressiva é um desastre". Se é que existe promoção regressiva na hierarquia militar.

Bol√£o
Um bol√£o criado em Nobres, em uma certa reparti√ß√£o p√ļblica, deu o que falar. O idealizador, que n√£o √© nenhum b√ībo, recolheu o volume das apostas para o jogo Brasil e Holanda, como todos foram patriotas, ningu√©m colocou vit√≥ria do advers√°rio, n√£o houve acertador. At√© a√≠, tudo caminhava bem, deu Holanda (2 a 1) e ningu√©m acertou o resultado; com a derrota do Brasil, o "craque" da rodada foi mesmo aquele que ficou com a grana da galera. A aposta n√£o acumulou, o dinheiro n√£o foi devolvido, pelo contr√°rio, foi utilizado na aquisi√ß√£o de algumas cervejotas, que era para esquecer o sabor azedo da laranja. E houve quem comparasse: "quem joga na loteria da Caixa, quando n√£o acerta, o dinheiro n√£o √© devolvido". Ser√° que no pif-paf √© assim? Bem, o dono da casa de jogatina cobra taxa, conhecida como "barato" por cada caixeta jogada. Ser√° que no "bol√£o", o idealizador cobrou "barato" em 100% das apostas? O 'cara' tem um √ļnico olho... nesta terra ele √© rei. Chamem o Procon, o Brasil perdeu.
- V√īte!!! Ainda bem que em Nobres n√£o tem contraven√ß√£o penal.

Reestréia
N√£o passou despercebido o novo estilo de discursar do vereador Joel J√ļnior, com nova roupagem e falando pausadamente, sem repetir a mesma abertura de sempre. Parab√©ns e que fa√ßa muito sucesso nessa nova fun√ß√£o, de l√≠der do governo. Na noite de 30 de junho, de estilo novo, Joel J√ļnior pregou unidade pol√≠tica na base aliada do governo. Chamou, supostamente, o colega Fermino de m√≠ope, considerando que Fermino rebateu com a afirma√ß√£o de que o colega chegou a lhe sugerir uso de √≥culos. Tudo por conta do olhar agu√ßado de Fermino, que consegue ver at√© 300 kms com boa nitidez, o que j√° √© um recorde que n√£o est√° em livro nenhum. Listado entre os 251 prov√°veis ineleg√≠veis daqui pra frente, o ex-prefeito Devair Valim parece que despertou a vis√£o bi√īnica do vereador Fermino, que j√° sonha com a vaga na conven√ß√£o de 2012 para a disputa ao cargo majorit√°rio em Nobres pelo DEM.
- Sendo assim, quem tem um olho por aqui... não é rei, mas está 'manco' de um olho, mesmo.

Fisgando o Peixe
Na prática, dizem que o vereador Adão não é bom de pescaria e costuma 'emborcar' canoa quando fisga lambari. Na teoria, costuma jogar anzol n'água para pegar tubarão, ou seja, deu uma alfinetada no colega Silvestre por conta de alguns minutinhos de atraso, invocando até a cartilha da Casa e o artigo que fala do horário de chegada ao trabalho. Gato bom de faro não erra bote, isso tá cheirando a sucessão de Beto Valandro, não? Ou já seria de Zé Carlos? Se o pensamento estiver voltado para 2012, é bom Adão começar a cobrar de Roberto Rogério, candidatíssimo à sucessão em 2012 e 'donatário' da Capitania tucana em Nobres.
- "Notre Dame de Bon Garden" que proteja Ad√£o em suas pescarias pelas curvas do rio.

Mundo Doido
Algu√©m sabe para que dire√ß√£o caminha o mundo, al√©m do movimento de rota√ß√£o, de transla√ß√£o, de precess√£o dos equin√≥cios, de nuta√ß√£o e de revolu√ß√£o? √Č que a descoberta feita pela Pol√≠cia, em V√°rzea Grande, no bairro Figueirinha, t√° deixando todo mundo fora de √≥rbita... a exist√™ncia de uma loja de aluguel de armas e de motos para a pr√°tica de assaltos. Definitivamente, o contribuinte "t√° fu" e ainda √© mal pago. "Loja" de aluguel de armas e moto para assalto, nem em gibi ou filme de fic√ß√£o se viu tamanha aud√°cia. √Č o "Crep√ļsculo" chegando para os cidad√£os de bem, que pagam seus impostos e v√™em esse tipo de coisa, n√£o bastasse o 'sindicato do crime' em que se transformou alguns partidos pol√≠ticos. Como n√£o tinha an√ļncio em jornal, a surpresa fica por conta dessa nova atividade comercial, teoricamente, bastante lucrativa, embora nem tanto quanto a pol√≠tica. Qual seria o conte√ļdo de um contrato de loca√ß√£o de um "tr√™soit√£o" e de uma Twistwer para dar um bacolejo, por a√≠?
- "Confesso, abestalhado, que estou decepcionado..." por saber que Raul Seixas e Raulzito sempre foram um mesmo homem... e com essa nova e criativa atividade comercial, perdi o título de "cidadão respeitado, que tem um Corcel 73 e ganha 4 mil cruzeiros por mês".

Intrigas Aqu√°ticas
Em rio de peixe gra√ļdo, lambari nada na flor d'√°gua, j√° dizia aquele fil√≥sofo aposentado do Vale do Tombador. Em um certo casamento, em Cuiab√°. um corneteiro de plant√£o flagrou uma certa patente pol√≠tica de Nobres "batendo cabe√ßa" com uma torneira ecol√≥gica de pia, dotada de sensores, ou seja, sem ser acionada, n√£o libera √°gua para lavar as m√£os, o rosto ou qualquer outra parte do corpo. O nosso personagem, em dia de peixe gra√ļdo, acionou o recipiente de detergente, esfregou as m√£os e recorreu √† torneira para o enxague das m√£os... pois n√£o √© que a danadinha n√£o quis deixar sair a √°gua. E l√° se foram alguns segundos do nosso personagem perscrutando a danadinha da torneira e com os segundos a paci√™ncia; foi no porta papel, apanhou algumas folhas, secou as m√£os e terminou de sec√°-las nas cal√ßas... e se foi, deixando atr√°s de si algumas d√ļvidas se "essa p√īrra" funciona ou n√£o. Pois √©, sempre tem um corneteiro de plant√£o, e l√° estava um, para contar o acontecido para uns 15 colegas em menos de 15 minutos e para n√≥s, a informa√ß√£o n√£o levou nem 15 horas para chegar.
- Gente fina não "sonda" ninguém, perscruta, observa e espalha o mico, digo, a 'escamada' do peixe.

Jogo Eletrizante
Por pouco não termina em tragédia o jogo entre Brasil e Chile, ao menos para um casal que reside no bairro Jardim Paraná, que viu um poste ser jogado para cima do muro, onde em poucos minutos estariam reunidas algumas pessoas para assistir a partida de futebol. Um caminhão da prefeitura ocasionou o sinistro que levou susto ao casal, nas proximidades do Cras. Depois do sinistro causado com um veículo, Fiat Uno, adquirido no ano passado, que capotou na estrada da Coqueiral, agora vem um caminhão novo, com uma pá carregadeira em cima. Também, com uma corrente negativa sobre o atual governo e com muito "olho gordo" sobre uma certa dupla que comanda o poder, a bruxa anda solta sobre o céu governista. E os moradores do Jardim Paraná ficaram sem ver o que estava "Escrito nas Estrelas".
- Madame Gilda, conta pra nós aí, nas suas cartas, dr. Zé Carlos vai continuar levando flechadas dos 'amigos?', aqueles... da cooperativa?

Normatização
Algumas pessoas est√£o intrigadas com a transforma√ß√£o de Nobres na capital mundial dos quebra-molas. Para tudo que √© canto da cidade, sempre algu√©m vai ter que se haver com um objeto desse, cortando a rua de uma ponta a outra. A cria√ß√£o de tantos quebra-molas abriria discuss√£o em torno de duas hip√≥teses, sendo a primeira delas a percep√ß√£o de quem em Nobres a maioria absoluta dos motoristas sejam irrespons√°veis; em uma segunda hip√≥tese, tal iniciativa seria detectada como uma a√ß√£o entre amigos para gastar cimento, apenas. Muita gente anda perguntando sobre que normas obedeceria esse tipo de constru√ß√£o, se da ABNT (Associa√ß√£o Brasileira de Normas T√©cnicas) ou se seria apenas no 'chut√īmetro' a constru√ß√£o desses obst√°culos, quase que intranspon√≠veis, a ciclistas e motociclistas. L√° pelas bandas da Serragem algu√©m diria que ergueram um verdadeiro quebra-motos.
- A cada quatro anos a população de Nobres sempre está às voltas com certos "engenheiros"... alguns do Havaí e outros, provavelmente, de algum lugar pra lá de Bangladesh.

Normatização II
Um site de not√≠cias de Cuiab√°, publicou, dia 18 de maio, passado, que em Nobres foram registradas 32 mortes no tr√Ęnsito em apenas seis meses e para isso ganhou curso de capacita√ß√£o do Detran. Como chefe do DTTU (Departamento de Transportes e Tr√Ęnsito Urbano), o prof. Durval Maciel participou do curso de capacita√ß√£o e duvidamos que ele tenha recebido a participa√ß√£o de algum motorista de carreta, bi-trem, treminh√£o ou outro trambolho que circule pelas rodovias federais. O n√ļmero de v√≠timas, de acordo com a manchete, do site, chamou a aten√ß√£o pelo total, mas faltou esclarecer que a maioria absoluta delas ocorreu na rodovia federal e pelo fato das ocorr√™ncias serem registradas nos limites territoriais de Nobres, isso n√£o quer dizer que a cidade toda tenha que assumir a generaliza√ß√£o dos fatos. Se h√° alguma fundamenta√ß√£o nesses dados estat√≠sticos, a cidade de Nobres n√£o √© culpada por ser cortada por uma rodovia federal e tais acontecimentos n√£o justificariam a constru√ß√£o de tantos quebra-molas.
- A C√Ęmara de Vereadores precisa acompanhar essas obras de perto, por absoluta necessidade.

Lixo
O bairro Jardim Petrópolis está se transformando em depósito de lixo em uma área localizada nas proximidades de um barracão onde se realizava eventos de rodeio. Algumas ruas do bairro encontram-se com lixo depositado às margens e são galhos e detritos de fundo de quintal que, quando não são retirados, moradores jogam nos terrenos localizados no citado local, no final de uma rua que dá fundos para o barracão abandonado. Está em situação precária algumas ruas do Petrópolis e com o lixo a imagem é piorada, apesar de muita reclamação.
- Alguém para ver isso?

Desafiantes
               Na noite de 21 de junho, consta, segundo informa√ß√Ķes por n√≥s recebidas, que um grupo de pessoas fez com que uma mulher tomasse banho nua no chafariz da Pra√ßa da Matriz. O que mais falta acontecer em Nobres? Ah! Dizem que um casal praticava o coito em plena √°rea central da cidade. Em outra oportunidade, uma casa foi invadida e de l√° levaram um aparelho de tev√™ (29'), som e ainda perfuraram o congelador de uma geladeira para de l√° retirar carne que se encontrava congelada. De outra casa, levaram um "murilinho", ou seja, um pacu de um quilo aproximadamente e dinheiro. Tais fatos nos remetem a duas presun√ß√Ķes: anarquismo ou del√≠rio provocado por alucin√≥genos. Trata-se de comportamentos desafiadores e que se apresentam sob a forma de pensamento anarquista, do tipo: "conosco ningu√©m pode".
              - Enquanto isso, o contribuinte arca com uma das cargas tribut√°rias mais pesadas do Planeta para sustentar a receita em uma na√ß√£o onde a corrup√ß√£o n√£o d√° tr√©gua; a marginalidade, idem; e quem vai tomar provid√™ncias contra esses atos anarquistas?

Desafiantes II
                 H√° quem diga que ao final de um dia de exposi√ß√£o, o √ļltimo, talvez, l√° pelas tantas da madrugada, uma corda teria sido esticada de um lado a outro da ponte sobre o rio Nobres, pr√≥xima ao Posto Xaxim, por um jovem e duas mulheres. Seria ped√°gio ou assalto? Vai adivinhar o que pensaria essa gente sob efeito de alucin√≥geno. E o medo que passam as pessoas que cruzam essa fronteira, daqui para l√° e de l√° para c√°, as cinco da matina. "T√° maluco, rapaz?". E pensar que tem filme alertando sobre alien√≠genas, vindos de Marte, Saturno ou qualquer outra banda, l√° do alto. Os alien√≠genas s√£o daqui mesmo, em bandos, furtando, assaltando na madrugada e curtindo a paran√≥ia que vem das pedras.
                  - √Č "chomano", n√≥is t√° fu... e sem vaselina. Ser√° quando vai chegar o "Dia da Independ√™ncia?". "The Independence Day", ah! Isso √© obra de fic√ß√£o, siminino. Qu√° dia. O cabar√© t√° formado.

Filosofia...
...de trabalho. O prefeito Jos√© Carlos da Silva (PP) parece que est√° querendo tomar atitude em rela√ß√£o a determinados fatos que podem levar a sua gest√£o para o brejo e uma delas seria a imediata concep√ß√£o de que a Prefeitura Municipal √© prestadora de servi√ßos p√ļblicos ao cidad√£o que paga impostos. Sendo a prefeitura uma prestadora de servi√ßos p√ļblicos, todos os funcion√°rios tem que adotar esse esp√≠rito, de trabalhar pelo povo que paga impostos,, independente do cargo ou fun√ß√£o que exer√ßa. N√£o √© segredo para ningu√©m que secret√°rios andam viajando demais e deixando os seus respectivos postos desguarnecidos. Um ou dois secret√°rios saem juntos para viajar, outros est√£o com viagem marcada, outra hora √© uma fuga das cr√≠ticas camuflada sobre f√©rias. J√° imaginou se algu√©m da licita√ß√£o sai para viajar, tudo vai parar? Secret√°rio de Sa√ļde viaja, o povo fica proibido de ficar doente? Contabilidade p√°ra por conta do titular que viajou, o que √© isso, companheiro?
- Ou alguém responde pelos seus atos ou delega competência, o que não pode é o Poder Executivo se transformar em 'casa da mãe joana".

Filosofia II
Seria ocioso por demais, dizer que a prefeitura ou o Poder Executivo municipal n√£o seja um parque de divers√Ķes ou uma col√īnia de f√©rias. Ou o prefeito arruma a casa ou os seus subalternos fazem a "casinha" para o prefeito. √Č lament√°vel ter que dizer isso, mas, enquanto uns carregam pedras, outros usufruem e se acreditam na "Disneyl√Ęndia", com sal√°rio em dia, di√°rias e muita divers√£o em Orlando, no Estado da Fl√≥rida. Isso n√£o √© uma prebenda, senhoras e senhores, e quem n√£o quiser trabalhar, que pe√ßa para sair; quem n√£o suportar cr√≠ticas, que aja com dec√™ncia e resp√©ite a hierarquia do poder. Quem manda √© o prefeito e o prefeito tem que ter isso em mente, sempre. Ou o prefeito manda gerar uma portaria de demiss√£o, n√£o importa o nome, ou os seus subalternos v√£o lev√°-lo ao buraco. Aquele que reclama das cr√≠ticas, mal lembra que desprezou e pisou em companheiros de batalha. Todo b√īnus vem acompanhado de um √īnus e se falta coragem para algu√©m pedir para sair quando est√° atrapalhando, n√£o espere pelas manifesta√ß√Ķes populares, saia j√°.
- Atitude/j√°.
Coisas de Nobres
Na partida final entre NQA e Nova Gera√ß√£o, realizada no campo do Jardim Petr√≥polis, domingo, 13 de junho, transmitida pela R√°dio Nobres FM, o comentarista Willian Romero lan√ßou algumas p√©rolas ao ar e uma delas foi: "Magal, o jogador n√£o 'triscou' na bola", disse ao narrador; em outra, tascou: "o jogador caiu no ch√£o, mas n√£o teve problemas". √Č como diria aquele instrutor de paraquedismo: "do ch√£o n√£o passar√°".
- Nada que tirasse o brilho da transmiss√£o.
Seguuuuuura, pe√£o
Muita gente comentou a leitura de um convite durante a exposi√ß√£o, no √ļltimo dia, ou seja 06 de junho, em que o locutor teria lido: convite para "evid√™ncia" p√ļblica. E teria repetido a palavra "evid√™ncia" ao inv√©s de audi√™ncia. N√£o √© segredo para ningu√©m que anda muito em evid√™ncia a realiza√ß√£o das tais audi√™ncias p√ļblicas em Nobres nestes dias de pr√©-campanha, mas, da√≠ a trocar bolseta por gaveta, √© de doer; at√© porque, bolseta √© uma bolsa pequena, e em uma gaveta, cabe de presunto a defunto.
- Atenção, salva-vidas, tira o peão da arena porque o touro está esfregando os testículos na 'cara' dele.

Notícia Complicada
Por que as obras de asfaltamento do bairro S√£o Jos√© e do bairro Jardim Paran√° est√£o paralisadas? √Č o que muita gente quer saber e aqueles que reclamavam dos buracos no asfalto, hoje, sentem saudades do mesmos porque naqueles idos dias ao menos os carros passavam mais devagar e n√£o produziam tanta poeira. Agora, com o pavimento retirado e com a sub-base aproveitada, a compacta√ß√£o j√° foi executada e os carros podem correr um pouco mais. Quando n√£o √© a poeira, vem a lama quando a pista √© molhada. Coisa complicada para o fino gosto do contribuinte, seja ele pobre ou rico. Tchique, no √ļrtimo, 'mermo', √© saber que estariam esperando por uma "tar" de emuls√£o asf√°ltica que seria doada pelo governo do estado. Se for igual aquele rem√©dio de f√≠gado de bacalhau, a tal de Emuls√£o Scott, Deus que me livre e guarde. Mas, o que teria a ver alhos com bugalhos? √Č a√≠ que reside a d√≠zima peri√≥dica e a teoria da relatividade.
- Dá uma luz aqui pra nós, dr. Sigmund Freud, sem demora, antes que a turma da meteorologia anuncie nuvens de chuvas.

Notícia Complicada II
Tem um cidadão trabalhador, bastante respeitado, que adora comer arroz doce, que mora no bairro São José, um baita camarada e uma baita figura, que mereceria um título de Cidadão Nobrense ou uma Moção de Aplauso, no mínimo; que costuma dizer, em tom de irreverência: "Não tenho deixado cachorro mijar no pé do poste para que ninguém pense que é chuva e que isso sirva de motivo para paralisar as obras". Apesar disso, as obras estão paralisadas, caro cidadão e grande observador, o homem das 1001 e uma fontes. Se hoje é "fonte", houve um tempo que era deduração, mesmo. Apesar da proibição aos nossos amigos cães, nada da obra continuar, com ou sem chuva.
- Vai um arroz doce aí, siminino? O nome dele? Depois a gente revela, mas já vai preparando o título aí, antes da aposentadoria do gente boa.

Rebanho Bovino
Tem gente que anda levantando um vai e vem de gado, de uma fazenda a outra, mais desconfiado que cobra quando v√™ ema por perto. Gado vai, gado vai e nunca v√™m, pasto arrendado e boi aumentando sem ter vaca parindo; √© muita pulga atr√°s da orelha. Quem seria esse 'novo rico', uma esp√©cie de rei do gado em Nobres? Besta, mesmo, √© s√≥ o pessoal da Receita Federal, que parece n√£o estar vendo a incompatibilidade entre o que ganha o cidad√£o e o patrim√īnio, segundo pesquisa detalhada feita por um certo vereador. Mas, se o vereador sabe, porque se mant√©m calado? Quem seria esse vereador? E o "rei do gado", quem seria?
- √Č√©√©√©√©..., n√£o est√° descartada a "Opera√ß√£o Capado Gordo".

Nossos Japinhas
Durante a realiza√ß√£o do 2¬ļ Semin√°rio da Agecopa, na cidade de Nobres, dia 07 de junho de 2010, na C√Ęmara Municipal de Nobres, √† tarde, o diretor da Agecopa, Yuri Bastos, falou bonito e n√£o escondeu nada ou quase nada. Pecou quando disse que gostaria de exibir um v√≠deo mostrando toda a realidade da Copa do Mundo realizada na Alemanha para apontar o quanto √© ben√©fico o evento. Yuri disse que gostaria de exibir o v√≠deo, mas que a tecnologia da C√Ęmara Municipal n√£o seria compat√≠vel. Errou. Na verdade, o que n√£o seria compat√≠vel seria o note book de quem veio de Cuiab√°, com prazo de validade, supostamente, meio vencido, segundo os nossos japoneses daqui.. "√Č..., n√≥s √© do interi√ī, mas n√≥s n√£o num √© besta, siminino".
- 3 a 0 para os nossos japoneses daqui. Arigat√ī.

Futurologia
Pensando numa nunca improvável ascenção de Wilson Santos quando a campanha de fato começar ao governo do Estado, o presidente do PSDB municipal de Nobres, RobertoRogério Dias, vislumbra um cenário com Wilson governador e ele como pré-candidato a prefeito de Nobres em 2012. Trata-se de uma conjuntura nunca improvável e futuróloga, como é de direito a cada cidadão, votar e a ser votado, vale o pleito de cada um eleitor de Nobres, e por que não dizer, de Roberto Dias. Mirou em um objetivo e oxalá consiga atingí-lo.
- √Č dif√≠cil, mas n√£o √© imposs√≠vel, desde que se transponha interesses e cad√°veres. Se tudo come√ßa por um partido pol√≠tico... jo hay creido que eso hay. Adelante hombre (gostou do portunhol?).
Futurologia II
Tudo vai depender do resultado das elei√ß√Ķes deste ano, que poder√° criar o novo mapa pol√≠tico estadual, seja com qual eleito for ao Senado. Mas os tra√ßos principais come√ßam com a corrente partid√°ria que sair mais fortalecida das elei√ß√Ķes deste ano. Se n√£o haver acidente de percurso, o Partido Progressista pode sair das elei√ß√Ķes 2010 bastante fortalecido, a partir da elei√ß√£o de Dilma, de Silval, de Maggi e de uma bancada progressista forte. Em outro cen√°rio, com Serra presidente, com Wilson governador e Antero senador, a√≠ sim, o tucanato ficaria bem mais emplumado e encorpado, o que n√£o diminuiria a for√ßa progressista, por√©m, geraria um cen√°rio bem menos prop√≠cio para Blairo Maggi na eventualidade de uma vaga ao Senado. Na verdade, a 'sele√ß√£o' dos sonhos de Maggi come√ßa com Dilma; Silval; ele (Blairo); Abicalil e um PMDB bastante fortalecido, o que seria "b√≥timo" para as pretens√Ķes do PP mato-grossense e para o nobrense, idem.
- Que "São Ficha Limpa" proteja a todos e não os deixeis cair em tentação, agora, na hora de ir para as urnas. Amém.
Clima Quente
Na √ļltima reuni√£o ordin√°ria de maio, dia 31, o clima andou meio quente entre alguns vereadores. De acordo com Joel J√ļnior, colegas parlamentares criaram o h√°bito de malhar na aus√™ncia e afagar na presen√ßa, em rela√ß√£o ao prefeito. A mudan√ßa de postura do vereador Joel J√ļnior tem causado estranheza entre alguns colegas, mas faz sentido, na medida em que assume ser da ala governista e n√£o demonstra atitudes e comportamentos camuflados. Joel J√ļnior parece ter mirado √† presid√™ncia da Casa Legislativa e teria dado uma guinada comportamental. A "tar" da pol√≠tica √© mesmo danadinha, Joel andava mal com o Executivo e bem com os colegas, e agora, anda bem com o Executivo e mal perante os colegas. Vai entender essa "marvada" da pol√≠tica. Agora, quem vota para elei√ß√£o da Mesa s√£o os colegas vereadores... da√≠...
- Um voto que nunca teve e não terá mais será o do colega Fermino de Pinho; de Adão, idem; de Bacalhau, idem; de Paula, idem; de Silvestre, idem; quem de vós? A disputa ficará, mesmo, entre Adão e Paula (?), se não haver prorrogação de mandato, de dois para quatro anos, como metaforiza Silvestre. Madre de Dios.
Dupla de Dois
O prefeito Z√© Carlos n√£o tem mais ficado sozinho nos encontros sociais e pol√≠ticos agora que conta com a presen√ßa de dois mosqueteiros (Sebasti√£o e Jo√£o), bastante cat√≥licos, por sinal. Quem anda sumida, mesmo, √© a ala evang√©lica ou o alto cl√©rigo do poder. Ser√° por qu√™? O princ√≠pio de governar √© dividir responsabilidades, dividir erros e acertos; √© saber ceder quando se erra, √© ter um m√≠nimo de humildade quando se acerta; √© saber se afastar quando n√£o se pode mais "cooperar" para o sucesso. Mas, afastar n√£o √© abandonar os bons prop√≥sitos pregados em palanques, at√© porque, o governo se caracteriza como uma "cooperativa", onde todos s√£o associados ao firme prop√≥sito de zelar pelo dinheiro p√ļblico e gast√°-lo da maneira mais eficiente poss√≠vel, pelo bem estar da popula√ß√£o. Como Jo√£o e Sebasti√£o n√£o t√™m o que temer, andam no meio do povo, junto com aquele que um dia ser√° negado por algu√©m do seu apostolado.
- Porventura sou eu, Senhor? Est√° escrito: "outros vir√£o em meu nome...".
Oferta e Procura
Em se plantando, √© poss√≠vel colher bons frutos no futuro. O ex-governador Blairo Maggi recebeu tantas e tantas manifesta√ß√Ķes de apoio em Nobres, capaz de derrubar qualquer bolsa de apostas com rela√ß√£o a primeira vaga ao Senado. "Eu serei pregador de cartazes; tenho oito votos e ser√£o seus; mais quatro aqui, cinco acol√°", a coisa parecia quermesse. Se n√£o haver trairagem, Blairo Maggi ser√° o mais votado da hist√≥ria em Nobres, provavelmente, por um passaporte chamado "MT-010", seguida de uma certa MT-241. Nessa altura do campeonato, que nem come√ßou, a lei da oferta privilegia Blairo Maggi enquanto o outro lado da moeda, a "procura" por votos segue desenfreada em uma campanha que nem come√ßou. Nem pessimista e nem muito otimista, o prefeito Z√© Carlos alertou, na Roda d'√Āgua, dia 03 de junho, sob o risco de se deitar general e acordar soldado raso.
- Na verdade, Blairo Maggi conquistou esse direito, por ter um olhar voltado para esta terra e pela Baixada Cuiabana. Não se assustem se alguém ver o vereador Fermino Pinho colando cartazes de Blairo Maggi por aí ao invés dos cartazes de Antero.
Mais e Menos
Em um dia nos EUA, na terra do Tio Sam, conversando com Arnold Schwarnegger ("O Exterminador do Futuro"), em outro na Roda d'√Āgua, humildemente, pedindo votos; outrora, em Zurique e mais uma vez na Bom Jardim, Blairo Maggi, segundo relembrou dr. Z√© Carlos, est√° entre as 100 pessoas mais influentes do Planeta. Duro, mesmo, tem sido esse cidad√£o do mundo ter que ouvir Joel J√ļnior e seus inflamados discursos, sempre num mesmo tom (em d√≥ maior) e com o mesmo refr√£o: "Agrade√ßo a Deus...". N√£o √© dif√≠cil uma mudan√ßa de h√°bito, baixando o tom da voz, falando pouco, pausadamente e com densidade, ou seja, apenas o que o p√ļblico quer ouvir e n√£o o que se quer falar por um longo tempo. Isso n√£o tiraria o m√©rito do vereador e nem a sua representatividade pol√≠tica. A come√ßar, por exemplo: "Boa noite, senhoras e senhores, jovens e adultos, estamos aqui reunidos em nome de Deus e em busca dos nossos objetivos e um deles, sen√£o o maior, √© eleger Blairo Maggi ao Senado...".
- Sucesso nessa nova empreitada, vereador, em dó menor, com ênfase e bem longe de imitar Fidel Castro nos áureos tempos de três horas de discurso.

Fevereiro Longo

Na papelada relativa √† contrata√ß√£o da cooperativa pela Prefeitura de Nobres, de acordo com o parecer t√©cnico 862/2010, √†s folhas 443/459, consta que teve gente que teria trabalhado 30 dias no m√™s de fevereiro do ano passado, o que soa quase que como ironia por conta da altera√ß√£o cronol√≥gica. Mas, o pior de tudo teria rolado mesmo nos bastidores, com a descoberta da ilegalidade e o fim da contrata√ß√£o... quem corria de quem? Uma fonte informativa nos revelou que a coisa parecia aquela brincadeira de crian√ßa, denominada de "esconde esconde". O bicho ia pegar e a rapaziada "escondia", e n√£o havia ora√ß√£o para 'S√£o Funoel' que resolvesse o "p√ībrema".

- Parabéns, pra você, nesta data querida... é 30 de fevereiro.
Pesca Tragic√īmica

Uma pescaria realizada dias atr√°s (22/05) escapou de ser tr√°gica para se transformar em c√īmica e envolveu duas figuras populares da cidade de Nobres. De um lado, um certo vereador e de outro, um servidor p√ļblico de escal√£o mediano, e tudo come√ßou a partir da fisgada de um peixe, via de regra, de uma grandiosidade extrema. Peixe fisgado, o jeito era controlar o danado de cima da canoa, rio abaixo. "√Č grande e t√° fisgado, rema a√≠...", e assim foi, chalana rio abaixo. Pois n√£o √© que ap√≥s a curva do rio surgiram, uma corredeira e a mata ciliar (sar√£) para atrapalhar, e os pescadores derraparam na curva, digo, foram na √°gua, molhando documento e dinheiro. Navio afundando, qualquer barranco vira porto. Passado o risco de afogamento e o peixe mantido no anzol...

- ...a dupla sertaneja (Adão e Reginaldo) saiu da água com argumentos para a gravação de um DVD, um remake do Rio de Piracicaba.

Por que n√£o perguntar?

Seria ofensa perguntar, com qual finalidade foi realizada a CPI da Sema pela Assembl√©ia Legislativa? A Opera√ß√£o Jurupari derruba a tese de validade daquela CPI a partir dos nomes que aparecem na listagem, al√©m de sugerir uma cadeia de envolvimentos que acaba se tornando um verdadeiro quebra-cabe√ßa para o pobre do contribuinte na medida em que se sabe que a realiza√ß√£o de CPI demanda recursos financeiros. Entenda o porque da denomina√ß√£o Jurupari, segundo o Wikip√©dia: "A primeira vers√£o conta a hist√≥ria de uma india chamada Ceuci que, tal qual a Virgem Maria, teve uma concep√ß√£o miraculosa. Conta a lenda que Ceuci estava repousando abaixo de uma arvore e, acometida de fome, comeu seu fruto - o Mapati - cuja ingest√£o era proibida as mo√ßas no dia em que estivessem em periodo f√©rtil. O sumo da fruta teria ent√£o escorrido pelo seu corpo nu e alcan√ßado o meio de suas coxas, fecundando-a. A noticia chegou a aldeia e o conselho de anci√£os, diante da revolta do povo, resolveu punir Ceuci com o ex√≠lio, onde teve seu filho. Esta crian√ßa, chamada Jurupari, era na verdade o enviado do Sol, pelo qual foi ordenado a reformar os costumes dos homens e encontrar uma esposa para ele. Com 7 dias de vida, ja aparentava ter 10 anos, e sua sabedoria atraiu a aten√ß√£o de todos, que passaram a ouvir suas palavras e o ensinamento dos novos costumes que o sol dizia que deveriam seguir. √Č chamado legislador porque alterou as leis (leia-se costumes) do mundo, transformando-o de matriarcal para patriarcal."
- A Pol√≠cia Federal realmente se supera, al√©m das pris√Ķes sem a necessidade de disparar um s√≥ tiro ainda "abre caminho" ao aprendizado e desfaz a tese de que as CPI's s√£o esclarecedoras. Interessante, n√£o?
Por que n√£o Perguntar? II
Mas há outra versão para o Jurupari, esta, mais apropriada ao momento: "Na mais conhecida das duas lendas, Jurupari seria na verdade o deus da escuridão e do mal, que visitaria os indios em sonhos assustando-os com pesadelos e presságios de perigos horriveis impedindo, entretando, que suas vitimas gritassem - o que por vezes causava asfixia. Esta é a mais "provável", já que o significado da palavra Jurupari seja algo como aquele que cala, que tapa a boca ou ainda Aquele que visita nossa rede. Os Jesuitas estimularam esta versão da lenda, alguns mesmo dizendo que foram eles que a criaram, sendo imediatamente aceita pelos indigenas, ávidos por uma explicação sobre o porque tinham pessadelos". Nada a ver com os veículos de comunicação de Mato Grosso concentrados em Cuiabá, a chamada grande mídia, que vinha se mantendo calada ao longo dos anos em relação a determinados políticos, salvo um certo blogueiro chamado Fábio Panunzio, uma certa blogueira chamada Adriana Vandoni e vai por aí.
- Olha, na versão popular, o dragão se alimentaria de folhas de eucalípto.
Amigo, ahnnn, ent√£o t√°!
Aquela batalha espetacular para ver quem teria mais votos em 2.006, entre Mauro Savi e Campos Neto, valeu pra qu√™? Eis uma pergunta elementar diante da necessidade do apoio do ex-deputado e agora conselheiro do TCE-MT no rumoroso "Caso Cooperativa" surgido em Nobres. Campos Neto absteve-se de votar quando mais seus amigos nobrenses precisavam dele. P√īxa! E agora, o Minist√©rio P√ļblico de Contas passa a bola para o Minist√©rio P√ļblico Estadual investigar sob a √≥tica da improbidade administrativa. Com certeza, esses cap√≠tulos o prefeito Z√© Carlos n√£o gostaria de ver inseridos na sua hist√≥ria como prefeito de Nobres. Mas, dizem que os bastidores desse caso √© que s√£o escabrosos, quando chegou a hora do acerto de contas com o contratado, os pseudo contratantes teriam batido em retirada e teria sobrado para o Z√©. Fez lembrar at√© aquelas par√≥dias que saem nos bingos, 22 √© dois patinhos na lagoa e 44 √© justi√ßa de MT. Bingooooooooo!
- "Doutor, demita o povo antes que coisa piore", dizem por aí algumas centenas de pessoas.
Novos Capítulos
Tem um vereador, mais precisamente Ad√£o Valdinei Pereira, que n√£o se cansa de gabar que s√≥ ele, Bacalhau e Fermino Pinho cumpririam com o papel de vereador, de fato. Consta que Ad√£o anda desconfiado de algumas empreiteiras que n√£o teria sequer uma carriola (carrinho de m√£o) e andam nadando de bra√ßadas por aqui. Ser√°, vereador? √Ä Pra√ßa Governador J√ļlio Campos ficam a sede do Executivo, a sede do Forum e o MPE (Minist√©rio P√ļblico Estadual), sempre um pr√≥ximo do outro e n√£o h√° como errar de endere√ßo e seria s√≥ para investigar, nada mais. Se tiver certo, va bene. Se tiver errado, dura lex sed lex.. Em servi√ßo p√ļblico, o que se nos parece legal, por vezes pode ser visto como imoral.
- A seguir: Cenas dos Próximos Capítulos.
Enfim, na Pauta
"DEN√öNCIA AN√ĒNIMA FORMULADA POR MEIO DO CHAMADO N¬ļ. 99 DE 19/02/2009 ACERCA SUPOSTAS IRREGULARIDADES EM TERCEIRIZA√á√ÉO ILEGAL DE M√ÉO-DE-OBRA PARA EXECU√á√ÉO DE ATIVIDADE FIM DO MUNIC√ćPIO (ASSIST√äNCIA SOCIAL, SA√öDE E EDUCA√á√ÉO) POR INTERM√ČDIO DE COOPERATIVAS, EM OFENSA √Ä OBRIGATORIEDADE DA REALIZA√á√ÉO DE CONCURSO P√öBLICO ESTABELECIDA NO ARTIGO 37, II, DA CONSTITUI√á√ÉO FEDERAL", est√° no site do TCE/MT., em Pauta de Julgamento, dia 18 de maio de 2009, o Processo 43060/2009. Isso ainda vai dar muito o que falar, vinha alertando este jornal embora n√£o soubesse que a coisa √© mais feia que se pensa e teria envolvimento de vereadores, com intuito de provar pr√°ticas financeiras mercadol√≥gicas como se conhecimento tivessem, feito a Miriam Leit√£o, Consultora Econ√īmica da Rede Globo, ou o Joelmir Betting, especialista no assunto.
- √Č..., o bicho √© mais feio que se pensava.

Cobras Fumam?

Essa cita√ß√£o talvez seja apenas uma mera narrativa metaf√≥rica e engambelativa nascida do imagin√°rio popular. Por√©m, chama a aten√ß√£o quanto a den√ļncia feita ao TCE/MT sobre a contrata√ß√£o dos servi√ßos terceirizados de uma cooperativa, no "relat√≥rio t√©cnico de defesa" em sua p√°gina 4, anexado ao Processo 4306-0/2009, o "aval" dado por vereadores, certificando (√© certificando, mesmo!) que o pre√ßo praticado pelas cooperativas seria abaixo dos de mercado. Olha, a situa√ß√£o √© grave e vai parar no MPE (Minist√©rio P√ļblico Estadual), antes do julgamento das Contas Municipais de Nobres de 2.009. Mas, quem seriam os vereadores que "assinaram" a certifica√ß√£o "com objetivo de provar", diz o documento, que os pre√ßos praticados seriam abaixo dos de mercado? O caso promete maiores desdobramentos ap√≥s o acatamento das den√ļncias pelo TCE/MT. Vereadores com conhecimento de pr√°ticas financeiras mercadol√≥gicas, seria essa a linguagem? A BM&F (Bolsa de Mercado de Futuro) ou os operadores da bolsa de valores perderam feio para esses avalistas.
- Quem seriam os vereadores que "atestaram" o tal documento? Vichi, que coisa braba. Vem chumbo grosso por aí.

Coisa Feia
Seria ofensa perguntar: "ninguém vê o que nós vemos, nas proximidades do cruzamento da rua Maurício Sampaio com Alagoas, no bairro São José, lixo depositado onde seria calçada de três lotes e um pé de ingá ou um ingazeiro invadindo a pista?". E olha que mora gente do governo por ali, além do bairro contar com vereadores e secretários municipais como nunca na história desta terra. O visual é feio e ainda consta que uma fossa estaria aberta onde seria espaço de calçada, tudo de um lado só em pouco menos de 100 metros, à margem esquerda da rua Maurício Sampaio, sentido a av. Mário Abraão Nassarden.
- Alguém para verificar o panorama ali? O negócio não é multar, mas esclarecer sobre a necessidade de se mudar o panorama, de horrível para bonito.

Canteiro?
100 mil reais na conta e um aspecto horr√≠vel evidenciado no tal plantio da citronella, entre a Coopermaq e as futuras instala√ß√Ķes da escola agr√≠cola, na Vila da Roda d'√Āgua. Faltaria irriga√ß√£o onde a planta se apresenta com folhas amareladas devido ao forte calor di√°rio e a baixa temperatura na madrugada. Custaria instalar um modesto sistema de irriga√ß√£o ali para fazer face aos investimentos de R$ 100.000,00? J√° vai algumas eras, esse entendimento de que tudo o que √© p√ļblico tem que ser pra daqui a pouco ou para amanh√£. Fa√ßamos hoje o que deveria ser feito amanh√£, o dinheiro t√° na conta, gentem. √Č de arrepiar, ver o curr√≠culo de cada um dos ocupantes do primeiro escal√£o, todos catedr√°ticos, alguns p√≥s e outros nem tantos, uma gente de grosso calibre quando o assunto √© banco de faculdade, mas na pr√°tica, ter√° sido melhor os alunos do prim√°rio de ontem.
- A coisa √© p√ļblica, mas quem tem maiores esclarecimentos tem tamb√©m as maiores obriga√ß√Ķes perante o contribuinte. "Allez, mons enfants".

Imagem Desfeita
O presidente do Intermat, Afonso Dalberto, presente ao ato de assinatura do georreferenciamento, na manh√£ de 15 de abril, na Escola Mal. Rondon, na Roda d'√Āgua, desfez uma imagem criada sobre ele, de que seria um burocrata meio enjoado. Pelo contr√°rio, √© acess√≠vel, aberto ao di√°logo e esteve no meio do povo portando-se como a mais popular das figuras, causando uma boa impress√£o no meio rural, o que o vincula ao bom conceito da dobradinha Maggi/Silval quem vem desde de 2007. Foram muitos os coment√°rios acerca do bom papo de Afonso e do ex-prefeito de Itiquira, muito popular por aqui tamb√©m. Afonso Dalberto disse, em alto e bom som, em junho do ano passado, que o georreferenciamento seria todo ele bancado pelo governo do estado e que seria apenas ilus√£o a coloca√ß√£o de que emendas parlamentares seriam destinadas ao 'geo'. Foi claro e conciso no esclarecimento e ningu√©m mais falou que ajudou isso e aquilo.
- No meio rural, Afonso já é figurinha do álbum de muita gente, e das carimbadas como bom moço.
Homenagem
Pela pessoa que sempre foi, que √© e pelo que representa pela conquista da terra, agora com as mais amplas possibilidades de titula√ß√£o da terra, 22 anos depois, seu Pedro da Roda d'√Āgua j√° merece uma men√ß√£o honrosa da C√Ęmara Municipal de Nobres. A C√Ęmara Municipal de Nobres poderia fazer realizar sess√£o itinerante na sede do Distrito em agosto, vindouro, aproveitando para homenagear essa gente, os primeiros parceleiros rurais que adentraram na Agropecu√°ria Coqueiral/Queb√≥ h√° pelo menos 22 anos atr√°s. √Č apenas uma sugest√£o, nada mais.
- Seu Pedro, que Deus lhe conceda muito mais sa√ļde ainda e que o sr. seja o primeiro titulado ap√≥s o 'geo'.

Requentando

Quem ouviu a entrevista concedida pelo secret√°rio de Educa√ß√£o e porta-voz do governo, prof. Neko, dias atr√°s, entendeu que ele, nas suas respostas ou em uma delas, atirou o prefeito Z√© Carlos √† cova dos le√Ķes ao confirmar que o munic√≠pio realmente tem uma boa arrecada√ß√£o, mas que a m√°quina estaria inchada. Seriam cerca de 700 servidores e 300 estariam ociosos, √© isso mesmo o teor? Pior foi o secret√°rio e presidente do partido dizer que o prefeito √© sens√≠vel e n√£o demitiria porque tem bom cora√ß√£o. Houve quem dissesse: "se fosse meu secret√°rio, sairia do est√ļdio da r√°dio demitido". Mas, s√≥ porque teria dito que o prefeito seria complacente com o quadro? Mas daqui, mas de l√°, quem deveria responder isso n√£o seria o secret√°rio de Administra√ß√£o? Ele n√£o falou o que dizem alguns vereadores, sobre a estrada da Bonanza que teria sido confundida com Lagoa Salgada e a obra n√£o saiu, nem l√° e nem c√°.

- Afinal, onde estaria o segredo sobre os R$ 140.000,00 da obra de recupera√ß√£o da estrada vicinal da Lagoa Salgada. E aquele contrato de R$ 7.000,00 de aluguel de caminh√£o? Ah! Isso n√£o foi falado na 'r√°dia'. Com a palavra a C√Ęmara de Vereadores.



Esquecida

A inaugura√ß√£o da Pra√ßa da Matriz simbolizou a a√ß√£o pol√≠tica de diversas pessoas e n√£o poder√≠amos esquecer daquela que conseguiu alocar os recursos federais, a senadora Serys Marli (PT). Por esquecimento ou por quest√Ķes pontuais do momento pol√≠tico, ningu√©m citou o nome da senadora Serys durante o ato inaugural, que coisa n√©! Os recursos foram alocados em 2.008, ainda na gest√£o do ent√£o prefeito Fl√°vio Dalmolin e virou sonho do prefeito atual, isso n√£o seria contradi√ß√£o, sonhar um sonho sonhado?

- Menos Batista, menos.

Esquecida II

Ap√≥s ter tomado uma rasteira dentro do PT, de alguns colegas partid√°rios, a senadora Serys parece disposta a apoiar o pr√©-candidato mais popular da atualidade, o ex-procurador regional da Rep√ļblica, dr. Pedro Taques, o que poderia ter feito com que o nome da senadora n√£o fosse lembrado na inaugura√ß√£o da Pra√ßa da Matriz. Gente que tem coragem e um m√≠nimo de sensibilidade, poderia dizer que foi Serys e pronto, reconhecendo o valor da senadora. E olha que muitos que estavam no evento de inaugura√ß√£o ser√£o futuros eleitores de Pedro Taques, at√© um certo "Z√© Ter√ßa-Feira" seria eleitor de Pedro Taques. Algu√©m duvida?

- Parabéns, senadora Serys, é gratificante contar com uma parlamentar séria na nossa representatividade.

Revolta

O que teve de gente revoltada com tamanha ingratid√£o pelo espa√ßo que foi concedido ao deputado Riva no ato inaugural e na missa, n√£o foi brincadeira. Muita gente que ajudou a erguer o templo dos cat√≥licos alega que viu tanto esfor√ßo trocado por uma engenhoca chamada ar condicionado. Olha, recebemos tantas e tantas informa√ß√Ķes sobre essa manifesta√ß√£o de desagravo por ter feito muito pela obra do templo e no final das contas quem foi prestigiado foi quem chegou quando tudo j√° estava pronto. √Č como diria o ap√≥stolo Paulo: "Ent√£o, enquanto temos tempo, fa√ßamos bem a todos..."; est√° em G√°latas, 6:10.

- buy kamagra online O ap√≥stolo Paulo reconhece que, √†s vezes, atravessamos grandes ou pequenos per√≠odos de inibi√ß√Ķes e prova√ß√Ķes. Respiremos esse novo ar.

Sonho Sonhado

O prefeito Jos√© Carlos da Silva est√° deixando passar uma grande oportunidade, de fazer realizar um sonho que √© seu, revelado aqui dentro do escrit√≥rio deste jornal no dia 19 de setembro de 2.009, de fazer realizar uma festa para o Dia das Crian√ßas que seria inesquec√≠vel. N√£o fez a festa e perdeu a oportunidade de reviver as puerilidades da pr√≥pria inf√Ęncia, segundo ele mesmo disse. Preferiu alimentar um sonho bem mais atual, de trazer um cantor que agradasse ao segmento adulto, a desfeita dupla Teodoro e Sampaio. Cerca de 10.000 pessoas presentes ao evento em sua maioria vindas de outros munic√≠pios e que n√£o votam aqui. A imagem externa passa a ficar bela, mas continuam os inimigos internos a alfinetar o governo que gasta cerca de R$ 150.000,00 em festa e na segunda-feira os renais cr√īnicos n√£o tem √īnibus para ir fazer hemodi√°lise. E os motoristas de ambul√Ęncias que perderam R$ 270,00 dos seus sal√°rios, como ficam perto dos 150 mil reais gastos na festa para os outros?

- V√£o se os cantores e os acordes musicais e ficam os bravos motoristas de ambul√Ęncia ao som de d√≥, r√©, mi, fa, s√≥, la, si...  eu pudesse pagar as contas do supermercado todo m√™s. Quem canta, seus males espanta, j√° dizia vov√≥.

Passe Valorizado

O ex-prefeito Devair Valim, em entrevista ao jornal de Nobres, levantou poeira e acabou por colocar em maior evid√™ncia o nome de Ismael Baraviera, vice-prefeito de Nobres. O PSB parece estar se fortalecendo e sendo o partido que deve ser o endere√ßo de alguns candidat√°veis a verean√ßa em Nobres. Devair Valim estaria em busca de um nome forte para ganhar o seu apoio l√° na frente, em 2012? Essa pergunta pode colocar em dire√ß√Ķes opostas algumas das personalidades no poder em Nobres e que estariam de olho no futuro. O secret√°rio de Educa√ß√£o, ex-vereador Neko, articularia um silencioso projeto de reelei√ß√£o do prefeito Z√© Carlos, mesmo que um trem chamado Tribunal de Contas venha em sua dire√ß√£o, Neko pensa e acredita que est√° podendo. Politicamente, o ex-vereador e presidente do PP apresentaria queimaduras de terceiro grau, tanto que n√£o tem aparecido em p√ļblico, preferindo o anonimato embora n√£o queime etapas internas de ditar as normas no poder.

- Faltaria ao presidente do PP, Neko, tomar as providências cabíveis agora que ele descobriu quem ou quais produziu(ram) o panfleto, deixando o anonimato para assumir postura que convém a um líder partidário.

Dois Saem

Por diverg√™ncias com um certo Valdinei, figurinha carimbada no PDT, dois que nem bem entraram j√° est√£o deixando o partido. Os l√≠deres comunit√°rios Joacil e Elcio, do Jardim Petr√≥polis, deixam a sigla por quest√Ķes de press√Ķes da parte de Valdinei que os cobraria apoio a um certo candidato a deputado estadual. Joa e Elcio acharam por bem n√£o continuar e o PDT deve continuar como dantes e como quer Valdinei, segundo as duas lideran√ßas.

- Sendo assim, inté.

Desafeto?

O governo do PMDB, de Silval Barbosa, pode convocar o prefeito de √Āgua Boa, Mauri√ß√£o Tonh√°, para assumir no lugar de Vilceu Marchetti, na pasta na Infraestrutura. Mas, p√™ra a√≠, esse n√£o √© o Tonh√°, que patrocinou o vereador Marquinhos na disputa contra Aluizio pela presid√™ncia da Uni√£o das C√Ęmaras Municipais de MT? Mauri√ß√£o Tonh√° apostou contra Riva na disputa da UCCMAT e perdeu, levando junto o vereador Joel J√ļnior, de Nobres, que seria segundo secret√°rio na chapa de Marquinhos. O 1¬ļ secret√°rio de Marquinhos era ningu√©m menos que o ent√£o vereador Ralf Leite, n√£o deu pra eles.

- Sob o manto de Riva, Aluizio foi consagrado e Joel J√ļnior demorou para consertar o estrago.

Olha o Endereço

Um portador de doen√ßa renal cr√īnica que viaja para Cuiab√° nos carros da prefeitura nos ligou e revelou que a situa√ß√£o estaria insustent√°vel por conta de um ve√≠culo locado e que estaria em p√©ssimas condi√ß√Ķes. √Č para essa viatura que os pacientes renais s√£o mandados quando o outro carro apresenta problema e no dia seguinte ap√≥s o Teodoro e Sampaio, os pacientes estavam p... da vida com o descaso de quem de direito. Ao Minist√©rio P√ļblico, senhores pacientes, esse √© o caminho. E os ouvidores da sa√ļde, onde estavam?

- Como se v√™, nem tudo s√£o flores na sa√ļde e de dentro do pr√≥prio governo tem sa√≠do cr√≠ticas pontuais.

Atenção, Senhores Ufólogos

Come√ßou a temporada de visitas de ilustres desconhecidos a terra nobrense. O milagroso presidente da C√Ęmara Municipal de Cuiab√°, o Deucimar da √°gua na Guia, esteve em Nobres, no ato de chegada da cavalgada, na Bica d'√Āgua, dia 02 de maio, na hora do almo√ßo. Agora que ele (Deucimar) descobriu Nobres, n√£o vai faltar o milagre da transforma√ß√£o de √°gua em vinho, de vinho em festa, e da festa em votos. Seria Deucimar um candidato no futuro a uma cadeira na AL/MT? Assim como naquele quadro do Zorra Total, dinheiro Deucimar tem, s√≥ lhe falta o glamour de uma cadeira na Assembl√©ia.

- De olho no Petrópolis, senhoras e senhores.
Cracol√Ęndia Nobrense

O Centro Comunit√°rio abandonado, alvo de discursos inflamados, virou ponto de refer√™ncia para usu√°rios de crack, a droga que vem dizimando lares e fam√≠lias. Pouco mais de 100 metros separam a ral√© das drogas do mais novo "point" dos nobrenses, uma casa noturna badalada, al√©m de um suposto centro de eventos, o tradicional Largo da Feira. Essa aproxima√ß√£o √© t√£o arriscada quanto perigosa e quem mora no bairro Ponte de Ferro e se arrisca a passar pela rua Miranda, ao lado do est√°dio "Baliz√£o", corre s√©rio risco. Na noite de quinta-feira (29 de abril), por volta das 23:00 horas, j√° era consider√°vel a movimenta√ß√£o na cracol√Ęndia nobrense, e no escuro da rua Miranda era poss√≠vel ver o foguinho nos cachimbos.

- O panorama ali √© desafiador e algu√©m precisa tomar provid√™ncias, mandando recuperar o pr√©dio p√ļblico e colocando ilumina√ß√£o p√ļblica no local, al√©m de fazer o favor de retirar esses elementos dali, v√≠timas dos traficantes.

Uma Figura Popular

O ex-governador Jos√© Manuel Fontanillas Fragelli, que nos de seu governo, em Cuiab√°, costumava andar livremente pela Pra√ßa da Rep√ļblica, em torno de uma antiga fonte luminosa ao lado da simp√°tica esposa Maria de Lourdes Fragelli, deixou um legado hist√≥rico e biografia consider√°veis. O governador que se popularizou por dar nome ao est√°dio Verd√£o, faleceu na cidade de Aquidauana, Mato Grosso do Sul, na madrugada de 30 de abril aos 95 anos de idade. Vai se o homem e fica a sua rica hist√≥ria como homem p√ļblico. Nascido em Corumb√°, Fragelli foi promotor de justi√ßa em Campo Grande (1939 ‚ÄĒ 1943); secret√°rio de Justi√ßa e Finan√ßas (1953 ‚ÄĒ 1954); diretor e professor do Col√©gio Osvaldo Cruz em Campo Grande; constituinte em 1947; deputado estadual (1947 a 1954); deputado federal (1955-1959); governador (1970 a 1974); senador (1-11-80 a 31-1-87); presidente do Senado Federal (1985-1987); presidente do Congresso Nacional (1985-1987) e presidente da Rep√ļblica interino (28 a 30-9-1986 e 9 a 14-9-1986). (Fonte: midianews).

- Uma grande personalidade que acaba de cumprir a passagem terrena com galhardia e invejável história de ética e de decência.

Uma F√°bula Petropolitana

Nunca na hist√≥ria da P√°scoa neste Pa√≠s, digo, em Nobres, ovos de chocolate foram recusados pelos que os receberam. Consta que quatro ovos da P√°scoa teriam sido levados para serem divididos entre os professores da √ļnica escola do bairro Jardim Petr√≥polis; entregue o kit contendo quatro ovos, consta que os professores teriam dado uma de aluno invocado e dito: "se n√£o for um pra cada, n√£o serve". Os quatro ovos teriam sido reembalados e devolvidos ao gabinete do prefeito, que de sua vez teria ido conferir a desfeita de perto. E n√£o que era verdade, mesmo, os educadores devolveram os quatro ovos.

- Seria a lenda dos Três Mosqueteiros que na verdade eram quatro: um por todos e todos por um? Ou seria a estória do Patinho Feio, que nasceu dos ovos rejeitados?

Meia Volta, Volver...

De quem teria partido a ordem para que uma ambul√Ęncia fosse transportar alunos e n√£o paciente ou parturiente com gravidez de risco? Consta que um carro particular substituiu a aus√™ncia da ambul√Ęncia, segundo revelou, via telefone, um parente da paciente.

- De quem a ordem e de quem a viatura particular?
Nome de Peso

Apesar dos afazeres do vice-prefeito Ismael Baraviera, seria interessante que Mauro Mendes e Pedro Taques se aproximassem mais de Ismael com a possibilidade de lhe entregar a incumbência de coordenar a campanha da Caravana Mato Grosso Muito Mais em Nobres. A presença de Ismael Baraviera numa provável coordenação garantiria uma baita credibilidade à futura campanha do bloco em Nobres, podendo resultar em muito mais votos e confiança de sair de porta em porta atrás de votos. Dada a sugestão, aliás, que sugestão, podendo nascer aí uma nova dupla "O Empresário e o Sertanejo", unindo os sonhos de um Mato Grosso industrializado com os do homem do campo, de uma vida melhor para quem não tem medo de pegar no batente.

- Mauro Mendes e Zé Pedrinho, conversem com o homem. Conceição Taques, analise a questão.

Vai e Vem

O deputado Percival Muniz disse, durante estada em Nobres, que até estaria gostando desse entra e sai de prefeitos em Diamantinos. Hora é Erival Capistrano, em outras vezes retorna o Juviano Lincoln, apesar de torcer pelo atual, que seria do seu partido (dele, Percival). Falou-se no retorno de Erival Capistrano ao comando da Prefeitura Diamantinense. Sendo assim, a torcida do deputado Percival Muniz vai valer com a possibilidade de Erival voltar ao poder. Será?

- L√° vem Erival, subindo a ladeira.

Lugar Cativo?

O dr. Pedro Taques vai acabar roendo pelas beiradas com o discurso de que não acredita que as duas vagas ao Senado Federal já estejam reservadas a dois dos atuais nomes mais saltitantes politicamente citando. Se de fato ganhar o apoio de Serys Marli, Pedro Taques pode derrubar um desses dois nomes, com mais probabilidade de ser aquele que vai ser alvo do chamado fogo amigo. Sendo assim... quem Abicalil Abicalil, quem não Abicalil não Abicale mais. Isso sim, é golpe de sorte, quando ia soar o gongo tiraram Serys da jogada e o preço a ser pago vai ser alto.

- Sorte a do Zé Pedrinho e problemas para Abicalil.

Ficando Esperto

N√£o fosse aquela trajet√≥ria que resulta num √Ęngulo de 360¬ļ, at√© que o prefeito Z√© Carlos teria se sa√≠do bem na sua fala durante a visita da Caravana "Mato Grosso Muito Mais" a Nobres, no dia do Descobrimento do Brasil. Como em 1.500, feito os √≠ndios em Porto Seguro, o prefeito de Nobres abriu as portas da 'na√ß√£o' nobrense a todos os candidatos visitantes, dizendo que quem escolhe √© o povo. At√© a√≠, o doutor foi bem, mas quando voltou ao tradicional "cerca-louren√ßo", ou seja, repetindo as palavras j√° ditas, a√≠, a indiada j√° disse que tinha visto esse filme. Repetitivo, eis um velho defeito que vem desde agosto de 2.008 na primeira reuni√£o, realizada na Pra√ßa da Serragem.

- Só o necessário, José, o necessário.

Bola Cheia

A C√Ęmara Municipal de Nobres estreou, dia 15 de abril, √°udio disponibilizado no site da Casa de todas as falas dos vereadores durante a reuni√£o e vai ser assim por todas as reuni√Ķes futuras. O trabalho √© da dupla D√™nis Pereira/Mike Maciel, assistentes de inform√°tica do Legislativo e todo cuidado ser√° pouco na hora de falar para evitar que algumas cita√ß√Ķes caiam na rede mundial de computadores. A Casa de Leis de Nobres abre as portas para o mundo e vai longe o que os vereadores pronunciarem durante as reuni√Ķes. Parab√©ns aos funcion√°rios efetivos da Casa e ponto positivo para o presidente Beto Valandro pela implanta√ß√£o da m√≠dia.

- Est√£o todos na net.

Disputa

Tr√™s prov√°veis candidatos que devem disputar as elei√ß√Ķes a deputado estadual tamb√©m disputar√£o a maioria dos votos dos nobrenses. Gilmar Fabris, Riva e Cidinho, ex-prefeito de Maril√Ęndia, s√£o representados por tr√™s patentes pol√≠ticas locais, entre Devair, Fl√°vio e Gilmarzinho. A disputa promete ser das maiores pelos votos dos nobrenses, mas quem ter√° maior n√ļmero de votos? Eis uma boa pergunta em se tratando de prest√≠gio junto ao eleitorado local.

- O eleitor é quem decidirá, mas, por enquanto, não há candidaturas colocadas.

Respeito

O vice-prefeito Ismael Baraviera est√° mesmo com a bola cheia e tem recebido elogios de todos os lados, sendo ele o respons√°vel direto pela presen√ßa do prefeito Jos√© Carlos no encontro com a Caravana do Mato Grosso Muito Mais. Ismael demoveu o prefeito Z√© Carlos a cancelar um compromisso em Cuiab√° para recepcionar os visitantes, provando que ainda existe sintonia entre a velha dupla "O Doutor e o Fazendeiro", muito mais pela paci√™ncia do segundo. O prefeito dr. Z√© Carlos parece que vem assimilando algumas li√ß√Ķes que lhe s√£o dadas e s√≥ faltaria, mesmo, aquele murro na mesa e a voz firme para anunciar que "a partir de hoje muita coisa vai mudar nessa m... aqui".

- Se for bem para o bem de todos e a felicidade geral da nação nobrense, que se diga isso.


O Panfleto e a Abolição

Como o 13 de Maio est√° chegando, vale fazer compara√ß√Ķes. O que em princ√≠pio distingue um panfleteiro de um cidad√£o respeitador, n√£o s√£o as formas de tratamento e nem a posi√ß√£o social que o sujeito (oculto, √© bom que se diga) ocupa na sociedade, mas s√£o os interesses individuais deste ou daquele. Na hora de apontar o panfleteiro, √© mais f√°cil pr√©-julgar pela apar√™ncia, pela roupa que o sujeito veste e pela posi√ß√£o social que ostenta, pelo carro que tem; um panfleteiro, via de regra, pode ser um cidad√£o de cor, e a√≠, √© classificado como inteligente. S√≥ n√£o √© inteligente ou n√£o √© visto como inteligente, pelo fato de prestar "servi√ßo escravo" em campanhas pol√≠ticas, ajudando papagaio 'v√©io' a falar, contribuindo com temas dominantes para os programas de r√°dio no hor√°rio eleitoral gratuito. √Č f√°cil pr√©-julgar e apontar um poss√≠vel culpado, como se aqui n√£o tivesse ningu√©m mais no pleno uso das faculdades mentais para elaborar texto, principalmente texto que exime secretarias, secret√°rios e algumas pessoas que mal sabem que o mau odor atingiria a todos, indistintamente.

- Uma trama conspiratória pode nascer dentro de "casa", aliás, só nasce do seio da insatisfação, onde poucos, muitos poucos usufruem e outros lambem os beiços.

O Panfleto e a Abolição II

Inteligente, mesmo, s√£o aqueles que atingem as cumeadas do poder se utilizando das costas dos outros para galgar degraus pol√≠ticos e mais tarde se tornam embevecidos no poder ao ponto de n√£o perceberem que podem estar sendo 'tragados' pelas teias da tar√Ęntula da perf√≠dia. Inteligentes s√£o todos aqueles que vestem a m√°scara de bons sujeitos, acima de qualquer suspeita e que circulam pelos meios sociais como se n√£o precisasse, de jeito nenhum, dos dotes da mo√ßa mais bela e faceira desta terra: a prefeitura. Ou ser√° que todos n√≥s somos obrigados a acreditar na balela de que se chega ao poder por amor a Nobres ou pelo raro prazer de ajudar a cidade a se desenvolver? Ningu√©m teria intelig√™ncia para elaborar um panfleto, s√≥ uma pessoa em Nobres seria capaz de tal fa√ßanha, justamente o que nunca pleiteou cargo p√ļblico ou secretaria. J√° os que andam √°vidos por assumir esta ou aquela secretaria, pelo h√°bito, que nem sempre faz o monge, est√£o totalmente fora de suspeitas e longe das tramas conspirat√≥rias. Logo aqui em Nobres, onde reputa√ß√Ķes s√£o penduradas no arm√°rio para de l√° s√≥ sairem conforme a conveni√™ncia e os interesses deste ou daquele. Os 20 anos do jornal de Nobres ser√° que n√£o servem para conhecer os reais interesses de determinadas pessoas? E se de fato muitos amassem Nobres, j√° ter√≠amos aqui um lugar com melhor qualidade de vida em Mato Grosso e no Brasil, mas essa n√£o √© a realidade.

- Traição, conspiração, tramas contra o povo e um bem urdido projeto para se dar bem no poder e com o poder, se não é isso que temos visto, chamem o oculista, por favor ou nos chamem de otários, que não será pecado nenhum.

Falaciosas e Falaciosos

Na hora de governar, √© com os inimigos, na hora de buscar culpados, √© o pessoal do jornal. Alguns idiotas, parvos, n√©scios ou seja l√° que bicho for, chegaram a sugerir piadinhas ou indiretas que o panfleto espalhado na cidade teria sido 'obra' de gente aqui do jornal. Na hora da safadeza, descobrem que temos "know how" e doutorado para tal; na hora da pajelan√ßa e da distribui√ß√£o de benesses, poucos s√£o os escolhidos, e isso resta demonstrado nos balancetes da prefeitura atrav√©s da "farra" com di√°rias. Panfleto pra qu√™? Temos o jornal, o Minist√©rio P√ļblico, o TCE/MT, a CGU e mais algumas outras siglas para apresentar den√ļncias e n√£o utilizamos do s√≥rdido anonimato para coisas tais. Vale lembrar e frisar com todas as letras, que o prefeito Jos√© Carlos precisa saber com quem est√° lidando no seu cotidiano que √© para evitar dissabores e o muito falar. Muito antes que qualquer decis√£o seja tomada, ao menos uma dezena de pessoas j√° fica sabendo atrav√©s de boatos que vazam por algumas figuras falaciosas, dessas que deixam o local de trabalho, em pleno expediente, para prestar servi√ßo na casa desta ou daquela autoridade pol√≠tica.

- √Č como diria o poeta franc√™s Paul Verlaine (1844-1960): "N√£o julgue as pessoas pelas suas amizades. Judas, por exemplo, tinha amigos impec√°veis."

Falaciosos e Falaciosas II

A despeito do panfleto, n√£o fosse √† cita√ß√£o de alguns nomes que n√£o correspondem √† realidade apontada pelo escriba, muita gente que leu, inclusive pessoas ligadas ao governo, assinalaram que a "papelada" serviria para muita gente descer do salto. Desde o prefeito e os demais assessores do governo municipal, todos precisam ter a consci√™ncia de que s√£o meros gerentes das verbas p√ļblicas e que n√£o h√° poder supremo e nem regime totalit√°rio. A sociedade tem sim, que tomar conhecimento de todos os atos p√ļblicos. J√° vai longe o tempo em que os senhores feudais representavam a lei e a ordem entre os gentios sob seu dom√≠nio. Aqui, n√≥s assumimos a responsabilidade e mostramos a 'cara' e n√£o escondemos atr√°s do anonimato. Pessoa ligada afetivamente ao prefeito Z√© Carlos foi uma das primeiras a condenar a contrata√ß√£o da cooperativa. Barbaridades foram pronunciadas por um secret√°rio atual, antes que se apontasse o nome da atual secret√°ria de Sa√ļde, por volta de dezembro de 2.008.

- Alguém assumiria, hoje, o que falou ontem?

Tacada Certeira

Olha, vem muita gente nova e cansada de servir de escada para a escalada de outros na pol√≠tica. O artista pl√°stico Leir deve mesmo assumir uma pr√©-candidatura a vereador em 2.012 pelo PDT. O "craque" na sinuca, Carlinhos Brown, pode disputar uma cadeira no Legislativo nas elei√ß√Ķes municipais, al√©m de alguns nomes emergentes no bairro Jardim Petr√≥polis, ligados ao PDT. Olha, se as elei√ß√Ķes municipais fossem hoje, a renova√ß√£o andaria pr√≥xima dos 70%. Tem muita gente indignada com o atual estado de coisas e a falta de vis√£o de alguns vereadores, segundo o ex-prefeito Devair Valim.

- Ah! Quanta saudade de Raul: "Quem não tem colírio, usa óculos escuros".
Operação da PF

             "Opera√ß√£o Hygeia", realizada pela Pol√≠cia Federal e deflagrada no dia 07 de abril, que prendeu algumas figuras ligadas a um grande esquema de desvio de dinheiro p√ļblico homenageia a "Deusa Grega Hygeia: Filha do Deus da medicina; cuidar da sa√ļde de todos os seres vivos; saber instintivamente quais os medicamentos e alimentos aconselh√°veis; medicina preventiva; poder de restaura√ß√£o das for√ßas; necessidade de busca da integra√ß√£o entre corpo, mente e esp√≠rito." Bastante sugestiva a opera√ß√£o, pelo seu nome, j√° que a galerinha recolhida fazia exatamente o contr√°rio do que denomina a cita√ß√£o quanto a deusa.

             - Ao menos at√© agora, nenhum grande cacique pol√≠tico aparece com as digitais para ser "bicado" pela PF. √Č a velha tese da corda com prazo de validade vencido e que s√≥ arrebenta pelo lado mais fraco, os tais 'testa-de-ferro', que s√£o atra√≠dos pelos im√£s das grades.

Deusa Grega II

De acordo com as not√≠cias e pela lista, a coisa passaria por pessoas ligadas ao PMDB, atrav√©s da listagem de dois membros partid√°rios da corte pol√≠tica mato-grossense. O empres√°rio Waldebran Padilha, que figurou naquele tal dossi√™ contra o PSDB, supostamente falso, voltou √† cena ao figurar na lista dos envolvidos na Opera√ß√£o Hygeia. O empreiteiro Waldebrand circularia pelo comit√™ de gente gra√ļda do PT e com livre tr√Ęnsito na campanha do ent√£o candidato Alexandre Cesar, em 2.004, √† prefeitura cuiabana. Chama a aten√ß√£o e parece ter correla√ß√£o com a Opera√ß√£o Hygeia, uma entrevista concedida a revista RDM, em mar√ßo, quando o juiz federal Julier Sebasti√£o da Silva disse: "Partido pol√≠tico n√£o √© clube de bandido".

- E l√° veio a deusa grega Hygeia, curar todas as feridas nos bolsos dos contribuintes; ali√°s, quase todas, j√° que s√£o muitas.


Do Brasil Colonial

Durante a sua fala na audi√™ncia p√ļblica sobre o processo de regulariza√ß√£o fundi√°ria urbana no bairro Jardim Petr√≥polis, o vereador Manoel Fermino Pinho (DEM) disse que teve a oportunidade de intermediar como vereador a doa√ß√£o dos lotes √† gest√£o do ent√£o prefeito Am√©lio Dalmolin em 1.990. De acordo com Fermino, a regulariza√ß√£o fundi√°ria urbana incidir√° sobre as terras pertencentes a uma tal Imobili√°ria Sesmaria, da qual ainda n√£o tinha ouvido falar ainda. Quantas filiais n√£o teria essa Imobili√°ria Sesmaria, conforme consta da hist√≥ria do Brasil Col√īnia? E aqui na nossa Capitania, at√© hoje se aguarda uma solu√ß√£o fundi√°ria urbana ampla, geral e irrestrita na cidade de Nobres.

- Como n√£o temos imobili√°ria por aqui, muitas transa√ß√Ķes de im√≥veis ocorrem atrav√©s de contratos de gaveta, que acabam gerando grilagem de lotes urbanos.

Da Nobres Atual

O desleixo administrativo que dominou Nobres nos anos anteriores e posteriores √† sua emancipa√ß√£o acabou por dilapidar o patrim√īnio imobili√°rio de Nobres e hoje, a Prefeitura, se quiser construir tem que comprar im√≥veis. N√£o por acaso, tem chamado a aten√ß√£o a quantidade de im√≥veis que a municipalidade tem adquirido e a C√Ęmara de Vereadores tem o dever e a obriga√ß√£o de fiscalizar essas e outras transa√ß√Ķes imobili√°rias entre o p√ļblico e privado. Por enquanto, quem tem faturado muito √© uma tal Imobili√°ria Sesmaria, segundo o vereador Fermino.

- Fiscalizar não tira pedaço, senhores parlamentares, afinal, é para isso que o contribuinte paga os seus impostos.
Sofrível

O cruzamento das ruas Bahia e Paran√° realmente est√° de doer e o risco √© algu√©m cair num daqueles buracos e ter o carro avariado por baixo. A velocidade para tr√°fego naquele setor √© baixa e representa maior gasto de combust√≠vel, al√©m da troca de marcha constante. Pior ainda, por aquele cruzamento passam pessoas influentes dentro do governo e nem assim o panorama muda ali. Os buraquinhos de ontem, tap√°veis com um absorvente, hoje, nem com um mont√£o de terra. O que ontem foi um esc√Ęndalo, hoje faz falta, um tapa-buracos com argila deixaria alguns motoristas um pouco mais confort√°veis. Realmente, quando se √© vereador, fica f√°cil atirar pedras no governo dos outros, mas quando se est√° do outro lado do balc√£o...

- ...fica fácil fingir que não vê nada. Profundamente constrangida, vovó, se viva, sairia com uma surrada frase: "é..., o mundo dá muitas voltas." De fato vovó, em torno de si e do sol, completando o ciclo dos dias, das noites e dos anos.

Rota do Lixo

A antiga (tornou-se antiga com pouco mais de um ano) Rota das √Āguas corre o risco de se tornar "Rota do Lixo", caso se concretize a transa√ß√£o que pode levar o lix√£o intermunicipal (essa nomenclatura √© nova) para as margens da MT-241, nas proximidades da localidade de Pedregulho (seria isso?). Ali√°s, vale destacar que nunca se viu na hist√≥ria de Nobres tantas transa√ß√Ķes imobili√°rias como agora se realizam, nem no Rio de Janeiro, na tal Cidade Maravilhosa. E o ITBI, imposto incidente sobre transa√ß√Ķes imobili√°rias, est√° sendo fiscalizado pela C√Ęmara de Vereadores de Nobres?

- Seria essa a tão decantada "grande transformação?". Nada do que foi será, já dizia Lulu Santos, o roqueiro brasileiro.

Sociedade Ausente?

Pelo menos at√© agora, a sociedade organizada e a comunidade n√£o tem conhecimento de nenhuma convoca√ß√£o para uma discuss√£o ampla sobre a recep√ß√£o do lixo intermunicipal em Nobres. Seguramente, o governo que a√≠ est√° n√£o dever√° tomar nenhuma decis√£o a revelia da popula√ß√£o, sob risco de sofrer embargos caso n√£o se tenha resposta convincente para a quest√£o do lix√£o intermunicipal que ter√° Nobres como sede. A C√Ęmara de Vereadores, segundo se apurou, vai analisar a quest√£o com a maior profundidade, mesmo sabendo que as vantagens ganhar√£o relevo na discuss√£o. √Č bom atentar para as desvantagens, com os olhares voltados para o futuro, afinal, governantes v√£o e vem, e por vezes v√£o e nunca mais voltam (gra√ßas a Deus e a sabedoria do povo).

- Sendo assim, chamem senhoras e senhores, o povo para conhecer essa nova realidade, o lix√£o intermunicipal.
1¬ļ de Abril

Algumas pessoas, entre idosos e de meia idade, estavam na USF (Unidade de Sa√ļde da Fam√≠lia) do bairro S√£o Jos√© aguardando para a vacina√ß√£o contra o v√≠rus H1N1 que causa a gripe su√≠na, e at√© as 07:25 horas do dia 1¬ļ de abril ningu√©m aparecia. At√© que surgiu a ACS (Agente Comunit√°ria de Sa√ļde) e nem ela foi comunicada que n√£o haveria expediente naquele dia. Foi saber ao consultar o Decreto n¬ļ 013/2010, afixado timidamente √† porta da USF e a√≠, o pessoal come√ßou aquela tradicional leitura do verbo, para culminar com a cita√ß√£o: "√™ta administra√ß√£o danada de boa". √Č como diria o saudoso Abelardo Barbosa, o Chacrinha: "Quem n√£o se comunica se estrumbica". Em servi√ßo p√ļblico, √†s v√©speras de feriado, a ordem que cada um tem na cabe√ßa, √© largar tudo e sair fora. Avisar pra qu√™, deixa que "eles" v√£o ao posto de sa√ļde e fiquem l√°, tomando ch√° de banco (n√£o tem cadeira). 1¬ļ de Abril, Dia da Mentira, e os idosos ca√≠ram na brincadeira, for√ßosamente, por falta de lideran√ßa e de comunica√ß√£o verbal.

- E a Ouvidoria da Sa√ļde, Ad√£o, Bacalhau e Joel, cad√™ voc√™s?

Paula/Sem D√ļvidas

A vereadora Paula (PP) anunciou que os recursos alocados para pavimenta√ß√£o de rua no Jardim Carolina seriam atrav√©s de emenda do deputado Antonio Brito, dirimindo assim, d√ļvidas ou boatos plantados de que seria atua√ß√£o de Dilceu Dall Bosco (DEM), conforme pregava o colega Manoel Fermino. Bem, neste per√≠odo, pr√©-eleitoral n√£o faltam pais para crian√ßas bonitas ou algu√©m que puxe a brasa para o lado da sua sardinha. Que √© feio, isso l√°, √©. Esse neg√≥cio, de burlar a vigil√Ęncia popular, deveria ficar restrito √† apenas o dia 1¬ļ de abril.

- Paula jogou timbó na seva do colega.


Aché, Meu Rei

A Rua Bahia realmente t√° uma baianada s√≥, digo, como piada de portugu√™s com os tais engenheiros do Hava√≠, de Honolul√ļ ou de uma praia qualquer. J√° se revezaram projetistas por ali e ningu√©m d√° uma luz para aquele velho problema, de alagamento e agora de lama. Ser√° culpa do dr. Luiz, da ex-prefeita L√≠dia, de Devair, do Fl√°vio ou seria urucubaca? Quem diria que um dia deparar√≠amos com rios voadores. Bem, o fen√īmeno ocorre quando uma nuvem estaciona sobre certa regi√£o e ali despeja todo o seu volume de √°gua, causando problemas de toda sorte, que o poeta diria: "chove a c√Ęntaros". Choveu a c√Ęntaros na tarde de 29 de mar√ßo, que a rua Bahia recebeu grande volume de √°gua e alagou. Bem, a√≠ a culpa seria de S√£o Pedro, ou seria da pra√ßa, bem no meio do caminho da √°gua?

- √Č como diria aquele letrado assessor do assessor, que assessora o vice assessor: "Tal precipita√ß√£o pluviom√©trica √© at√≠pica e fen√īmeno igual n√£o mais nos atrapalhar√°". Ser√°?

Aché, Meu Rei II

Que tal mudar o nome da rua Bahia para Rua da Paciência? Bem, isso não tem faltado àqueles moradores e comerciantes, de uma ponta a outra. Aliás, a Rua Bahia tem dois extremos: de um lado, asfalto, praça e lago artificial (só quando chove); na outra ponta, um pedacinho do pantanal mato-grossense por aqui, com cobras e sucuris circulando pelo fundo e nos quintais das casas, lá pelos lados da antiga danceteria Hollywood. Fazer discurso para ganhar a eleição é como casamento arranjado, você nunca sabe o que vem pela frente. Vai daí que a muié seja um dragão; vai daí que após a eleição criatura e criadores não falem a mesma língua. Não durma no ponto...

- ... acorda José, o TCE vem aí.

Na Santa Ceia

O espetacular e enigm√°tico Leonardo da Vinci pintou o quadro da Santa Ceia com os doze ap√≥stolos e um deles levou o l√≠der ao calv√°rio. Na vers√£o da santa ceia nobrense, alguns ap√≥stolos parecem n√£o muito interessados em espalhar as boas novas ao mundo, pelo contr√°rio, eles s√≥ pensam naquilo... no mesmo que pensam aquela gente em Wall Street ou na avenida Paulista: the money e foda-se o resto. Como o assunto √© vers√£o atualizada, o calv√°rio por aqui ser√° representado pelas inscri√ß√Ķes TCE/MT, MPC, MPE e coisa e tal e tal e coisa.

- Captou a√≠ na sua parab√≥lica a par√°bola acerca do vil metal? Bons camaradas e bons alertas n√£o faltam. Com o dinheiro p√ļblico tamb√©m se aplia a Lei do Tali√£o.
Planeta Louco

Nunca na hist√≥ria deste munic√≠pio se viu coisa semelhante, dizia um lulista. Nobres estaria virando no avesso? Prefeito √© vaiado e vira objeto de debate nas missas de domingo; em um banco (casa de cr√©dito) da cidade o cliente √© o primeiro a apanhar e o √ļltimo a falar. Mas isso n√£o √© tudo, agora, vendemos √°gua limpa e compramos lixo. A met√°fora que n√£o √© met√°fora tem liga√ß√£o na venda do sistema de √°gua, h√° pelo menos 12 anos atr√°s (1998), e a mais recente brincadeira de mau gosto, "comprar lixo" de outros munic√≠pios. E daqui a 20 ou 30 anos, n√£o vamos estar uma "porqueira" s√≥? Ao tentar bradar contra o "absurdo futurista", uma professora teve o grau de intelig√™ncia questionado por uma dessas "excel√™ncias" em meio ambiente. Tem absurdo no passado, no presente e guardado no ba√ļ, para daqui a duas ou tr√™s d√©cadas. Em tempos de absorver a nata do lixo, "por favor, me apliquem uma ampola de titica de galinha no meio da testa". E direi, "muito obrigado, pela assepsia nos meus neur√īnios, afinal, n√£o chega a uma d√ļzia deles, com v√°rios apresentando sinais de avaria".

- T√° tudo dominado em Nobres.
Visita

O prefeito de Nobres, dr. Zé Carlos, esteve ontem (24/03), por volta das 15:00 horas, no Pronto Socorro Municipal de Cuiabá, visitando um nobrense que encontra-se hospitalizado há pelo menos 50 dias na UTI. A causa que levou esse paciente até lá é que são obscuras e a família não precisa de médico, necessariamente, mas de ajuda de alguma instituição ou órgão para apurar os fatos e para ajudar nas despesas. Tudo bem, ninguém vai recusar uma visita de cortesia, ainda mais para ver um filho de Nobres em grande dificuldade.

- Olha, do ponto de vista clínico a situação inspira cuidados, mas o mais grave ainda é não saber as causas que o levaram até lá, já que os efeitos são todos os que a família vem sentindo.
D√ļvida

Uma pessoa, curiosamente, ligou para o nosso telefone querendo saber o que pode ocorrer com a possibilidade de um agente p√ļblico viajar com despesas pagas por um empreiteiro. Bem, a quest√£o que parece comum, pode ir parar no TCE-MT e no Minist√©rio P√ļblico caso ocorra uma den√ļncia, se vai dar trabalho ao envolvido, isso vai depender da interpreta√ß√£o das institui√ß√Ķes afeitas ao caso. Foi o que tentamos responder.

- E c√°, com os nossos bot√Ķes... a√≠, a√≠, a√≠, que p√īrra loca de pergunta √© essa?

Lix√£o

Longe de entender de gest√£o p√ļblica, profundamente, mas sabedor, desde os tempos de inf√Ęncia, que o lixo √© um problema e ser√° sempre. A possibilidade de transforma√ß√£o de Nobres em lix√£o de cidades reconhecidamente mais pobres que ele (o munic√≠pio) e, vulgarmente dizendo, √© uma sacanagem. A n√£o ser que o munic√≠pio investisse em pesquisa e de nossos laborat√≥rios sa√≠sse uma f√≥rmula m√°gica capaz de transformar lixo em dinheiro. Ser√≠amos os donos do mundo e ainda ter√≠amos que dividir os royalties do lixo com o resto do Brasil. Seriam, por acaso, Neko, Evandro e dr. Z√© Carlos "Os Alquimistas" que estariam chegando, segundo o mago Paulo Coelho?

- Em qual lugar do mundo lixo é solução para a incapacidade administrativa? Explica aí, dr. Sigmund e não "fróid".

Lix√£o II

Veja a matem√°tica, pura e simplesmente: Nobres tem uma receita de perto de 2 milh√Ķes de reais por m√™s, em 14 meses arrecadou perto de 30 milh√Ķes de reais e a cidade est√° uma bosta s√≥, o que resolveria receber ajuda de 6 milh√Ķes para recebermos lixo dos outros, que n√£o vai passar de latas velhas? E daqui a 20 anos, o que faremos com uma montanha de lixo e com a polui√ß√£o resultante desses materiais? E por que Acorizal, uma cidade min√ļscula e de baixa arrecada√ß√£o n√£o aceitou essa "ajudazinha?" E Jangada, por que n√£o quer? Ros√°rio Oeste √© um munic√≠pio imenso e com as finan√ßas fr√°geis, carente de dinheiro tamb√©m n√£o quer e o prefeito Joemil vem anunciando, h√° meses atr√°s, que Nobres vai receber o lixo dessas cidades, com tudo acertado na AMM.

- Estamos na máquina do tempo e voltamos ao tempo das 'sesmarias', seriam as terras nobrenses do Zé, do Neko ou do Evandro? A pergunta é para a sociedade organizada de Nobres.

Poder

Engraçado, o deputado Valtenir destina emenda para asfalto em Nobres e para onde recaiu a escolha? Para o bairro da Torre, no entorno da residência do secretário de Educação de Nobres. Só falta ser a mesma empresa de sempre a executar mais essa obra, colocando pedrinhas grudadas em cimento nas ruas ou mandando ladrilhar como nas brincadeiras de roda: "Se essa rua fosse minha, eu mandava ladrilhar". Ah! Como é doce o poder, planejado nos mínimos detalhes para nos favorecer ao extremo.

- Pobre Nobres, o São José aos cacos e a farinha pouca para o meu pirão, primeiro.
Engraçado

H√° quem diga que engra√ßado, mesmo, seria a galinha, que bebe √°gua mas n√£o urina. Outra coisa engra√ßada √© o munic√≠pio gastar perto de 150 mil reais com hospital conveniado e cons√≥rcio de sa√ļde, por√©m, quando o filho de algu√©m que est√° no poder adoece, logo corre para Cuiab√°. Enquanto isso, o pov√£o √© que se dane por aqui, a espera de exames que s√≥ saem um m√™s depois. Alguns vereadores (alguns, leia, entenda e n√£o generalize) comentam que pela sa√ļde do povo vale a pena gastar "qualquer quantia", mas... e a efici√™ncia, prazo e recupera√ß√£o, entram nessa qualquer quantia? E por que correm para Cuiab√° para buscar atendimento? Desconfian√ßa? Em busca de efici√™ncia e qualidade?

- S√£o esses casos que a nossa v√£ filosofia n√£o assimila e n√£o h√° Freud que explique.

O Reencontro

Depois de um longo e tenebroso inverno, eis que se encontram, os vereadores Joel J√ļnior e Aluizio Arruda, presidente da Uni√£o das C√Ęmaras Municipais de Mato Grosso. Aluizio esteve em Nobres em companhia do deputado Riva, dia 13 de mar√ßo, passado, quando se avistou com vereadores do PP de Nobres. O reencontro nos remete √†quele epis√≥dio, em que o candidato √† reelei√ß√£o pela UCMAT, Aluizio Arruda, tinha apoio do deputado Riva e do governador Blairo Maggi, e Joel J√ļnior, de Nobres, ousou peitar os caciques pol√≠ticos apoiando o vereador Marquinhos de √Āgua Boa, que colocou vereador JJ na chapa como segundo secret√°rio e Ralf Leite como primeiro secret√°rio. Bem, deu Aluizio Arruda e Riva n√£o teria gostado nadinha do que fez Joel J√ļnior. Isso foi h√° masi de um ano atr√°s e hoje a poeira baixou e Aluizio at√© riu da lembran√ßa da disputa. Ralf Leite se desintegrou no ar da pol√≠tica e Joel J√ļnior tenta se livrar de uma outra aposta errada, a tentativa de derrubada de Beto Valandro da presid√™ncia da Casa que fez com que Aluizio viesse at√© Nobres para conhecer dos fatos.

- Como se v√™, Joel J√ļnior n√£o acertou nas suas apostas e uma nova aposta errada pode ser fatal.

Risco Total

Há evidências fortes de que vereadores da atual legislatura em Nobres que podem perder o mandato por falta de decoro parlamentar. Eles estão nas mãos do vereador Beto Valandro que pode acatar um pedido para investigação de quebra de decoro a qualquer instante. Temos todas as evidências e aquele que quiser experimentar a carapuça, que atente para a atividade ilegal que exerce na cidade ou para o fato que criou no exercício do mandato. Um exame de consciência pode mostrar a cada um dos vereadores até onde vai o seu comportamento, considerando-se que ser vereador não é profissão, mas, em sendo vereador, tem que dar bons exemplos.

- Mão na consciência, ajeite o travesseiro e veja o que fazes, com quem andas que a cidade dirá quem és.
Batendo uma Bolinha

Durante sua visita ao munic√≠pio de Nobres, dia 13 de mar√ßo, no est√°dio "Baliz√£o", Riva disse que j√° jogou pelas divis√Ķes de base do Gr√™mio de Maring√° (PR) atuando com m√©dio volante. Se ele falasse que tinha sido goleiro, a√≠ sim, a coisa seria braba, mas imaginemos Riva na cabe√ßa de √°rea e o diretor do DNIT, Pagot, partindo para a √°rea com a bola dominada, ser√° que o volante iria s√≥ cercar para tentar tomar a bola ou entraria de carrinho frontal na disputa? Well!!!, do jeito que est√° o terreno pol√≠tico, escorregadio e sujeito a entradas duras, o m√©dio volante poderia at√© receber um cart√£o amarelo e o atacante Pagot sairia no carrinho com maca.
- √Č..., a regra √© clara, pero no mucho.


Vitória Valorizada

O prefeito Jos√© Carlos da Silva (PP) tem que valorizar (e muito) a vit√≥ria conquistada nas urnas e o apoio que teve de companheiros fi√©is. Apesar de ter que matar um le√£o a cada dia, o prefeito jamais vai se esquecer da vit√≥ria nas urnas, principalmente, por saber que dentro do seu grupo ele foi tra√≠do por pessoas que tinham e at√© hoje tem afinidade com o lend√°rio ex-prefeito Devair. Superar advers√°rios e ainda ter que vencer a trai√ß√£o interna valorizou por demais a vit√≥ria do candidato e quem pensou que 44 votos de diferen√ßa foi pouco, avalie o resultado do ponto de vista da perf√≠dia. O ex-prefeito Devair √© mais popular que o atual prefeito Jos√© Carlos e o governo de Devair foi o mais permissivo poss√≠vel, ao ponto de contabilizar 16 mil reais em corrida de t√°xi a um √ļnico taxista em um s√≥ ano (em 2.000). Contudo, falta da parte de Z√© Carlos essa valoriza√ß√£o aos amigos leais, se bem que ele n√£o tem mesmo dado muita moral a quem o traiu e n√£o me perguntem quem e nem quantos.

- "Porventura sou eu, Senhor?", teria perguntado Judas ao Cristo. Se aqueles tais 30 dinheiros que Judas recebeu tivessem sido aplicados em a√ß√Ķes da Vale ou da Petrobr√°s, seus parentes, hoje, estariam riqu√©rrimos.
Quebra de Decoro Parlamentar

No Paran√°, o deputado Fernando Carli Filho (PSB-PR) causou um acidente de tr√Ęnsito no dia 07 de maio de 2.009, que resultou na morte de um jovem de 26 anos, teve o seu mandato cassado por quebra de decoro parlamentar. Em Nobres, o vereador Jos√© Dias Filho, o Bacalhau, se envolveu em acidente de tr√Ęnsito e, segundo o Boletim de Ocorr√™ncias lavrado no dia do acidente, o vereador n√£o portava CNH. O caso √© de quebra de decoro parlamentar, pelo fato de Bacalhau ser legislador e ter que reconhecer que a sua responsabilidade como vereador √© muito maior que a de um cidad√£o comum. O pior √© que o vereador teria saido de fininho, deixando para o pai de fam√≠lia despesas de mais de R$ 5.000,00. Se o caso for parar na Justi√ßa (e se ainda n√£o foi deve ser por complac√™ncia do prejudicado), o vereador Bacalhau vai ter que ressarcir o outro condutor e pode ter que responder por quebra de decoro parlamentar. O presidente da C√Ęmara de Vereadores, Beto Valandro, ser√° obrigado a agir pela moralidade da Casa. Bacalhau vive o dilema, entre ressarcir o prejudicado ou a possibilidade de perda de mandato.

- Esse é assunto para o ano todo, vamos continuar cobrando igualdade perante a lei.

Vereador e Processo

H√° casos de outros vereadores de Nobres que j√° responderam ou ainda respondem processos na Justi√ßa, seja por quest√Ķes pol√≠ticas ou na √°rea penal por les√£o corporal grave. Essa de posar de santinho com a cara dos outros j√° era. Para ser vereador tem que entrar na "parada" limpo e para botar banca sobre o povo, tem que estar com a ficha limpa. Em Nobres, a popula√ß√£o ainda n√£o aprendeu a for√ßa que tem para reclamar. Pelo Dia Internacional da Mulher, mesmo com atraso, queremos deixar aqui registrado o nosso voto de louvor √†quelas duas senhoras, m√£es de fam√≠lia e contribuintes, que alguns anos atr√°s deixaram registrados nos anais da nossa hist√≥ria as suas discord√Ęncias ao retirarem, corajosamente, da rua, no cruzamento da Ary Leite com Mal. Rondon, argila utilizada como tapa buraco. Ao menos para algumas pessoas, aquelas imagens exibidas pela TV Nobres s√£o inesquec√≠veis. O povo de Nobres precisa ir as ruas e manifestar contra vereadores que s√≥ enganam a popula√ß√£o com discursos e n√£o agem. E tem uns que ainda tiram uma onda de bacana.

- Bacana com dinheiro do povo, é Manga Rosa?

Pau Pegando

Em √Āguas de Lind√≥ia, interior paulista, o bicho pegou porque um vereador chamou o outro de chifrudo. Por causa disso a sess√£o terminou em pancadaria, cadeiradas, gente ferida e a previs√£o de quebra de decoro parlamentar. Com 12 mil habitantes, o munic√≠pio contava com 11 vereadores e o Minist√©rio P√ļblico interveio fazendo baixar esse n√ļmero para 09 vereadores, demonstrando assim que o MPE tem for√ßa e merece respeito. Mas, essa de chamar o colega de chifrudo √© mesmo de ferir o Regimento Interno da Casa e caso de quebrar de decoro parlamentar.

- Aonde a vaca vai... o boi vai atr√°s.

Brasília Como Reflexão
Na situa√ß√£o envolvendo o governador do Distrito Federal, Jos√© Roberto Arruda (DEM), chama a aten√ß√£o uma pron√ļncia do ministro Ayres Brito quando ele diz sobre a decis√£o de manter preso o governador: "...pelo seu car√°ter profil√°tico, pelo seu car√°ter de exemplaridade, pois o fato √© que h√° quem chegue √†s maiores alturas s√≥ para cometer as maiores baixezas". Uma outra situa√ß√£o reflexiva est√° no sobrenome do ent√£o presidente da Casa Legislativa do Distrito Federal, deputado que renunciou, Leonardo Prudente, o do dinheiro nas meias. Na verdade, o ex-parlamentar, de prudente n√£o tem nada e a casa dele caiu quando foi flagrado colocando uma bolada na meia. Quando se fala em reflex√£o, a quest√£o passa pela "alta velocidade" com que algumas pessoas v√£o ao pote, n√£o importando o risco de beber √°gua suja. Na verdade, a cita√ß√£o do Ministro Ayres Brito, do STF, se compara ao papel da ave de rapina, que do alto v√™ a sua v√≠tima, c√° embaixo, e parte para um v√īo rasante sobre a sua presa. √Č uma m√° compara√ß√£o diante daqueles que ocupam cargos p√ļblicos de alta relev√Ęncia para se portar como um mero ladr√£o de galinhas, contudo, o ladr√£o de galinhas 'mofa' na cadeia e o pol√≠tico n√£o. A ave de rapina s√≥ usa a altura para observar a sua presa.

- A diferença entre um gatuno e uma autoridade que rouba do povo é nítida: o gatuno não usa carro oficial e não tem cargo.

Bordunadas & Bordunadas
O clima ainda continua tenso entre os vereadores e isso se percebe a partir do relacionamento diante do p√ļblico. O vereador Silvestre Campos (PR) n√£o tem poupado quase ningu√©m e a Secretaria de Sa√ļde parece estar na sua al√ßa de mira. Silvestre quer que a Mesa Diretora aja e cobre atitudes do governo em nome de todos os vereadores. O colega Joel J√ļnior disse que nem todos na Mesa Diretora t√™m autonomia, ao que respondeu Silvestre: "se n√£o tem autonomia que o sr. renuncie do seu cargo". Paula n√£o gostou do que disse Joel J√ļnior e recha√ßou quaisquer d√ļvidas em rela√ß√£o ao seu nome. Realmente, nem tudo s√£o flores entre os nobres colegas parlamentares.
- Nada que um ch√° de capim cidreira ou um suco de maracuj√° n√£o resolva, e at√© uma boa ora√ß√£o ajuda. 


Batalha Silenciosa
A partir da sess√£o ordin√°ria de 26 de fevereiro de 2.010, a percep√ß√£o que se teve √© a de que se trava uma luta silenciosa, surda, lenta e conspiradora contra o secret√°rio Euclydes J√ļnior, de Obras P√ļblicas. Querem derrub√°-lo, no sentido mais direto da palavra e isso se nota pelas palavras de determinados vereadores, expressadas silenciosa ou publicamente como ocorreu na √ļltima sess√£o de fevereiro. Alguns vereadores estariam 'fritando' o secret√°rio de Obras. Ser√° por qu√™? Quem estaria de olho no cargo? Se bem que o prest√≠gio de alguns vereadores junto ao Executivo n√£o anda em alta.

- Sabe como é, quiabo não é todo mundo que gosta.


Teste de Memória
Mesmo que a sua mem√≥ria n√£o tenha 4 gigas ou que voc√™ tenha perdido alguns milhares de neur√īnios junto com a √ļltima queda de cabelo, vale a pena arriscar uma resposta: "quem √© o autor da Lei Municipal n¬ļ 930/2005, de 25 de abril de 2.005?". Veja o que est√° no pre√Ęmbulo da lei: "Determina a obrigatoriedade da realiza√ß√£o anual de avalia√ß√£o oftalmol√≥gica e auditiva nos alunos da rede municipal de ensino, e d√° outras provid√™ncias". Bem, a quest√£o √© √ļnica: a lei est√° sendo cumprida? Dizem por a√≠ que lei √© para ser cumprida, principalmente quando ela entra em vigor na data de sua publica√ß√£o, revogando-se as disposi√ß√Ķes em contr√°rio. Pimenta no c..., digo, nos olhos dos outros √© col√≠rio. A lei foi promulgada pelo presidente Vidal, que passou pela pasta da Educa√ß√£o e nem soube que a lei existia, na gest√£o anterior idem, na atual gest√£o, idem.

- Ela vai ser cumprida... eu acredito nesse mote.

História de Caçador
Dois velhos amigos tinham ido ca√ßar; tralha de ca√ßa no jeito, foram para a ‚Äėespera‚Äô (de animal silvestre, √© claro!). Esperaram, esperaram e nada de bicho sair, levantaram acampamento e quando iam embora, no caminho de volta, ambos depararam com um tatu e foi aquela correria, at√© que um deles apanhou o tatu, pelo rabo. Seguro pelo rabo, um dos companheiros desfez toda a tralha, pegou a espingarda e mandou o outro soltar o tatu sob a promessa de acertar o pobrezinho bem na cabe√ßa para justificar a ca√ßada. Resultado: voltaram da ca√ßada de m√£os abanando, ocioso dizer que atirar com precis√£o √© o que eles menos sabiam.- E todos foram felizes na floresta, gra√ßas √† imprecis√£o e a miopia da dupla.

Viagem
Vereadores estariam animados com a possibilidade de viajar com o prefeito para Bras√≠lia em busca de recursos federais. Justamente aqueles que viram, supostamente, maquin√°rio p√ļblico trabalhando para uma empreiteira, isso parece meio esquisito, feito quem quer ajudar algu√©m com problemas na vista e lhe oferece umas gotas de col√≠rio. Outro detalhe, viajar no mesmo avi√£o com pessoas com as quais n√£o tem afinidade e nem confian√ßa, qual √© prefeito? Meninos, se voc√™s tem a vista boa, n√£o se esque√ßam da perspic√°cia ou de precau√ß√£o e na d√ļvida, pe√ßam um paraquedas para cada um, sabe l√° o que passa na cabe√ßa do prefeito.
- Como não vai passar sobre o mar, benzam e rezem (e muito) em caso de turbulência e de maus pensamentos, sabe lá o que é dormir com o inimigo, digo, viajar.

Viagem II
Aten√ß√£o clomid online senhores passageiros, verifiquem se o rapaz da Construtora Rodrigues n√£o vai no mesmo v√īo, sabem como √©, todo cuidado √© pouco. Vai da√≠ que ele paga os bilhetes e l√° se foi o tal projeto de moralidade, estratosfera acima. Agente p√ļblico viajando sob custeio de empreiteiro √© perigoso. Ah! Sobre aquelas di√°rias, n√£o vai dar parceiros, melhor refletindo, ex-parceiros. Viajar sem dinheiro √© como fazer turismo fiado, na faixa. N√£o d√°!
- O Minist√©rio da Sa√ļde adverte: evitem turbul√™ncia e areia nos olhos, isso atrapalha o muito ver, o muito falar e o nada fazer.

Ao Tempo das Velas
A Pra√ßa da Codep, antiga Pra√ßa da Matriz e que j√° foi Pra√ßa da Biblioteca, est√° sendo o piv√ī de mais uma "guerra fria" entre russos e norte-americanos; enquanto um apaga a luz, o outro vai l√° e acende; a celeuma j√° transcende a diplomacia e os nossos diplomatas s√£o chamados no meio da noite para chamar o "presidente" da Rep√ļblica das Permissividades para dar a luz aos pobres e desvalidos. Nessas horas, n√£o seria melhor chamar aquela turma da sigla CPL (Comiss√£o Permanente de Licita√ß√£o) para resolver a quest√£o? √Č que casos complexos assim, geralmente s√£o resolvidos em fam√≠lia e a CPL √© realmente uma fam√≠lia unida, o vereador Fermino que o diga.
- PFAPF, o que √© isso, companheiro? N√£o √© pif-paf. Diz o decifrador de inscri√ß√Ķes rupestres que se trata da sigla Permanente Favorecimento a Amigos de Pescaria e Familiares, uma confraria, sabe como √©, n√©?

Ao Tempo das Velas II
Na reuni√£o da C√Ęmara de Vereadores, disseram que a luz da pra√ßa n√£o foi reacesa e sim "sancionada" pelo prefeito ap√≥s a batalha sinodal vencida pelos Cavaleiros Templ√°rios do ‚Äėnew‚Äô pavimentado Jardim Paran√°, um pedacinho do Paran√° em terras nobrenses. Al√©m desse pedacinho do Paran√° por aqui, ainda tem aquela ilha paranaense dentro da sede do poder, sempre a espera de um conterr√Ęneo para acolher. Os nobrenses d√£o poder ao prefeito e ele "importa" empres√°rios, de Bras√≠lia, do Paran√° para se estabelecer aqui. Discursos sobre caminh√Ķes e palavras belas aos ouvintes para tudo se acabar na "estrangeiriza√ß√£o" das promessas. "Vou trazer de volta os nobrenses que foram embora" e trouxe, mesmo, de Bras√≠lia e do Paran√°. Como a mentira tem as pernas curtas, mas n√£o se esperava que fossem como pernas de cobra.
- √Č como diria o fil√≥sofo de botequim: "n√£o h√° nada como um dia ap√≥s o outro, entremeado por uma vaia do povo e a praga rogada pelo ‚Äėnew‚Äô desafeto.

Mobilização

Por mais inacredit√°vel que possa parecer, sabe-se que haveria uma mobiliza√ß√£o silenciosa dos estudantes pela cobran√ßa de a√ß√Ķes do governo municipal em rela√ß√£o ao estado das ruas e avenidas, principalmente. Olha, se isso de fato estiver acontecendo, vai ser in√©dito e os primeiros sinais de que finalmente o povo est√° aprendendo a conhecer os seus direitos, constantes da Constitui√ß√£o Brasileira e municipal, al√©m do C√≥digo de Defesa do Consumidor. A administra√ß√£o do prefeito Jos√© carlos da Silva corre o risco de estrear como sendo a primeira a sofrer um rev√©s dos caras pintadas. Seria o come√ßo do fim.
- Fuja desse mico, prefeito.

 

O Príncipe
Nada como aplicar o enunciado de Maquiavel quando se torna governo. Não que Nicolau Maquiavel tenha sido maldoso, mas teve percepção de averiguar tudo o que ocorria ao seu redor e colocar no papel. Tempo não lhe faltou na cela de uma prisão, mas dentro do atual governo municipal de Nobres tem um "Príncipe", dado a derrubar amigos e inimigos sem prejudicar a sua imagem de bom moço. Esse rapaz vai longe.
- Alguém para fazer o retrato falado dele?

A La Noche em Guarany
De tanto levar flechada do seu amor, meu cora√ß√£o at√© parece... t√°uba de tiro ao √°lvaro. S√≥ que desta vez, via r√°dio, me disseram que n√£o foi uma flechada, mas um tiro certeiro de bazuca em dire√ß√£o ao pal√°cio do governo em Nobres nessa "guerra" declarada entre autoridades de grosso calibre. Protocolo, etiqueta, diplomacia, esque√ßam tudo isso e vamos aos finalmentes, a coisa t√° pegando fogo e n√£o h√° bombeiro que apague, tudo por causa de um batuque e da marginaliza√ß√£o do carnaval. Saiu at√© aquela m√ļsica: "la cumparsita", para nosotros n√£o olvidarmos de que es preciso endurecer, pero no mucho.
- √Č como diria (ou cantaria) J√ļlio Iglesias: "volverei a tu casa, jo soi un hombre de verda e me gustan tanta gente". Uiii!

Abandonado

Algumas pessoas mais pr√≥ximas do prefeito Jos√© Carlos da Silva (PP) acreditam que ele n√£o merecia isso, de ser atirado na cova dos le√Ķes, sozinho e vaiado em pleno Carnaval. Segundo se apurou, a reclama√ß√£o seria sobre os secret√°rios que veriam no carnaval uma festa do capeta e se afastam do evento. Festa do capeta, mesmo, √© olhar os balancetes da prefeitura e ver a farra do nepotismo no que se refere √†s empresas que prestam servi√ßos a prefeitura. Fulano √© parente de sicrano, que √© esposo de beltrana, e segue a folia que vai terminar no TCE-MT, no MPE ou em qualquer outra sigla. Dizer que √© ilegal, n√£o se pode afirmar isso, mas o que n√£o √© ilegal pode parecer imoral.
- Na pol√≠tica, as pessoas s√£o niveladas por baixo, n√£o se importando o seu curr√≠culo profissional. Pior s√£o determinados secret√°rios que se mostram apol√≠ticos e fogem do contato com o p√ļblico.

Bloco da Sa√ļde

No Carnaval, dava a entender que a sa√ļde tinha um bloco no carnaval, com as pessoas devidamente uniformizadas e brincando a folia de momo, outras circulando pela pra√ßa de eventos momescos. Pular o carnaval de cara no limpo, nem pensar, e o combust√≠vel eram as cervejotas, tantas que at√© o telefone sumiu. Em plena folia de carnaval, quem haveria de parar para ouvir palestra sobre dst/aids, s√≥ na cabe√ßa de quem viaja na maionese. Tinha at√© um carnavalesco vindo de Sampa no bloco oficial.
- No carnaval, tudo s√£o flores e os espinhos ficaram ao prefeito, abandonado pelos secret√°rios no cadafalso.

FGV

N√£o fosse taxista e vereador, atividades que lhe tomam muito o tempo, Fermino seria um doutor em Economia, tamanha a destreza com que escarafuncha o or√ßamento municipal de Nobres. As coloca√ß√Ķes do parlamentar do Democratas quase sempre s√£o relativas ao or√ßamento e v√£o do milh√£o ao tost√£o num piscar de olhos, mas ele n√£o aponta onde estariam as incongru√™ncias, onde est√° o c√īncavo e o convexo e por qu√™? H√° um tempo atr√°s, Fermino exibia um gloss√°rio extra√≠do do Di√°rio Oficial Eletr√īnico, todavia, ningu√©m sabe se ele procurou o Minist√©rio P√ļblico ou n√£o para denunciar o que ele via de errado nos contratos p√ļblicos. Foi ele o primeiro a levantar a lebre sobre a cooperativa de Sorriso, mas e da√≠, para onde foi parar o processo e quem teria lucrado com a contrata√ß√£o?
- Fiscalizar, analisar, denunciar e cumprir com o papel de fiscal do povo, isso √© dever do nobre edil; deixe a economia para os economistas ou se aliste na FGV (Funda√ß√£o Get√ļlio Vargas).

Municipalização

O processo de municipaliza√ß√£o do hospital particular de Nobres est√° dando o que falar e pode alterar profundamente a estrutura administrativa daquele nosoc√īmio. √Č que a gest√£o p√ļblica ter√° que receber a empresa zerada e sem funcion√°rios, evitando despesas com a assun√ß√£o de d√≠vidas de outras gest√Ķes. A forma√ß√£o de um novo quadro de funcion√°rios ter√° que ser feita com observ√Ęncia da lei que trata do nepotismo que j√° corre solto por a√≠. Ali√°s, o processo de municipaliza√ß√£o pode avalizar a situa√ß√£o que j√° vinha ocorrendo, de determinado agente p√ļblico estar servindo a dois senhores, ou seja, com interesses sobre o p√ļblico e privado. A ex-secret√°ria de Sa√ļde, Neidinha, sempre foi contra essa liga√ß√£o quase que umbilical entre o p√ļblico e privado e, n√£o por acaso, o seu tr√Ęnsito no setor privado n√£o era dos melhores. Se algu√©m n√£o entender o que estamos tentando dizer, pe√ßa para um especialista em arqueologia para que ele decifre as inscri√ß√Ķes rupestres.

- Já para bom entendedor, reticência... é sinal de que o papo vai continuar.

The Money

Olha, está proibido falar em dinheiro perto de determinados vereadores. Nos disseram que a coisa beira ao desespero e a palavra "repasse" causa furor se pronunciada perto de alguns dos nobres edis, tão materialistas, ao ponto de pretender sair no soco por causa da tal palavrinha mágica; ao invés de abre-te sésamo, diga "repasse" e verás o susto. Cuiabano tem mania de falar que quem gosta de dinheiro é filho de turco. Seriam do turcomenistão alguns dos nossos legisladores?

- Essa terra que fica Ali, onde se Baba muito (nada a ver com Ali Bab√°, per favore).


Mafu√°

Olha, o que tem zum-zum-zum circulando por a√≠ sobre o carnaval e o que alguns funcion√°rios p√ļblicos aprontaram, √© digno do Planeta Bizarro. O elemento que d√° origem ao fato √© sempre o mesmo: a marvada da cacha√ßa (entenda-se por cerveja, u√≠sque, conhaque ou qualquer outro birinaite, inclusive amargo). Amargo(?), mas mo√ßa fina bebe amargo? Xi√°√°√°√°√°¬ī. Aconteceu, fazer o qu√™? E aquele um, useiro e vezeiro de fazer trapalhadas quando est√° em alto poder et√≠lico? Well! Trata-se de uma figura carimbada do nosso √°lbum... e das colunas policiais.

- Isso sim, é barraco, bafão oficializado. Nada que uma portaria demissionária não resolva. Atitude ajuda corrigir rumos em um governo.

Tchique, no √örtimo

Seja fina ou seja brega, uma mulher, jovem, madura ou pra l√° disso, costuma se apresentar com uma bolsa e a coloca sobre uma mesa em um restaurante e pronto est√° feita a "briga" entre os agentes nocivos √† sa√ļde humana. O apetrecho pessoal costuma conter n√≠veis elevados em bact√©rias e ricos em esp√©cies de bact√©rias nocivas. Pseudomonas que podem causar infec√ß√Ķes oculares, Aurous Staphylococcus que podem provocar infec√ß√Ķes cut√Ęneas graves e as salmonelas E-coli encontradas nas bolsas podem causar doen√ßas s√©rias. Em uma amostragem laboratorial quatro das cinco bolsas testou positivo para as salmonelas, e isso n√£o √© o pior. "H√° coliformes fecais oriundos de locais que as pessoas cospem, tossem, vomitam, defecam e vai por a√≠. No banheiro, via de regra, as finas costumam colocar as bolsas no ch√£o e restauram a maquiagem e voltam para a mesa, colocando a bolsa sobre ela.

- Bonitinhas, porém, ordinárias... falamos das bolsas, é claro.

Cauteloso

O rosariense Pedro Taques, do Minist√©rio P√ļblico Federal e respons√°vel por uma "faxina" no crime organizado em Mato Grosso, vai esperar at√© o √ļltimo dia para se afastar das fun√ß√Ķes no MPF caso resolva disputar uma cadeira no Senado Federal. Nascido sob o signo da pol√≠tica, o dr. e professor Pedro Taques, n√£o ag√ľentava mais esperar para exercitar a pol√≠tica, mas quer estar no palanque de Wilson Santos. Z√© Pedrinho, como o definem os mais √≠ntimos, faz como os outros e estuda a conjuntura pol√≠tica em Mato Grosso que est√° feito um tabuleiro de xadrez, com todos os seus elementos, √© claro. Um descuido e pronto, xeque-mate na melhor das pretens√Ķes de qualquer candidato: a elei√ß√£o.

- Em vencendo a senador, o procurador regional da Rep√ļblica ter√° dado mais uma prova de sua compet√™ncia e Ros√°rio Oeste ter√° do que se orgulhar. O jogo √© duro e o terreno √© in√≥spito.

Chique, de doer

Uma atendente no hospital conveniado em Nobres, levou um tabefe de uma paciente, que está dando o que falar. A moça, toda cheia de não me toques e orientada não se sabe por quem, costuma afirmar que não há medico para atender pelo SUS e ainda desdenha do paciente com o termo: "a prefeitura não tá pagando". Se ela não for aquele objeto manipulado pelas mãos e pela voz do ventríloquo, de onde teria tirado tamanha certeza para afirmar que o tratamento é de acordo com a forma de pagamento. Na prefeitura a informação é a de que a grana não falha.

- A paciente que perdeu a paci√™ncia (pardon mademoiselle, pela redund√Ęncia) n√£o deu tempo para rea√ß√£o, a la Mike Tyson, e pimba. Foi se a emp√°fia da fina.

Chique, de doer II

Paciente chega ao hospital (custeado com dinheiro p√ļblico) com press√£o alta e v√™ a atendente ao telefone, sem dar a m√≠nima para quem chegou, qual √©? Tentou encontrar algu√©m para se informar e a√≠ ent√£o, a mo√ßa deixa o telefone e solta a voz, literalmente: "N√£o h√° m√©dico" e p√° daqui e p√° de l√°... o suficiente para levar uma bifa. E j√° n√£o era sem tempo, pelo que a mo√ßa costuma afirmar: "A prefeitura n√£o est√° pagando". H√° quem acredite que o atendimento pelo SUS seja mesmo gratuito e, portanto, n√£o merecedor de muita aten√ß√£o. Esse √© um erro fatal, levando-se em conta os impostos embutidos nos produtos e os cinco meses por ano em que o cidad√£o trabalha para sustentar o governo.

- Essa mo√ßa deveria ganhar um curso de rela√ß√Ķes humanas de no m√≠nimo um ano, de gra√ßa, que √© para evitar novos cruzados de direita ou algum jab de direita.

Municipalização II
A informa√ß√£o n√£o √© oficial, mas sabe-se que o Hospital Laura de Vicu√Īa pode ser municipalizado na gest√£o do prefeito Jos√© Carlos da Silva. O processo de municipaliza√ß√£o n√£o poder√° exceder o √ļltimo dia de 2.012, conforme manda a Constitui√ß√£o Municipal e a LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal). A d√ļvida √©, at√© que ponto vai dar certo a municipaliza√ß√£o e no que vai melhorar o atendimento √† popula√ß√£o?

O atendimento ao p√ļblico chegou ao limite m√°ximo da inefic√°cia e pior que est√° s√≥ se instalar o caos nessa conturbada rela√ß√£o povo/hospital conveniado. A impress√£o que se tem √© a de tem algu√©m servindo a dois senhores e a um deles est√° em falta, obviamente, e este √© o povo.

- Se a mudan√ßa n√£o for radical, a ordem dos fatores n√£o alterar√° o produto, o mau atendimento ao p√ļblico.
Na Pele

Na ter√ßa-feira de carnaval (16/02), um funcion√°rio p√ļblico levou a esposa ao hospital, por volta das 11:00 horas, e l√° ouviu o que muita gente tem ouvido: "estamos sem m√©dico". E olha que era gente que sacudia bandeira em com√≠cio e que saiu dali decepcionado com o descaso. Se deixasse para ficar doente quando o m√©dico chegasse, n√£o teria problema nenhum e n√£o passaria por essa decep√ß√£o. Fala-se em municipaliza√ß√£o do hospital conveniado e como bom fil√≥sofo, o povo pergunta: "Isso vai dar certo? Resolver√° o grave problema? O povo vai ser bem atendido?". Ocioso dizer que com a sa√ļde popular n√£o se deve fazer m√°gica. Torcer para que d√™ certo, isso s√≥ n√£o basta.

- Vem aí, a super faca, de dois legumes.

Nova Conceituação

O prefeito Jos√© Carlos da Silva, um novato na pol√≠tica, est√° inaugurando um novo tempo em Nobres, primando pela conceitua√ß√£o de que a "pol√≠tica se ganha com os amigos, mas, governa-se com os inimigos". M√©dico, o prefeito de Nobres teve a op√ß√£o de escolha (e ainda tem), de ser um prefeito que ao menos se aproxime do seu talento profissional dentro de um centro cir√ļrgico. E √© bom que ele comece logo a empreender fuga, buscando se manter longe da mediocridade pol√≠tica e administrativa. O tempo urge.
- Temos aqui todos os instrumentos para fazer esse diagnóstico incisivo.

Celebridades Instant√Ęneas

A cada carnaval em Nobres vemos surgir uma nova Susan Boyle. No carnaval de 2.009, qual era ao nome mais pronunciado pelo locutor de plant√£o? Foi ela que conseguiu o dinheiro, foi ela que fez e aconteceu, at√© o vereador Fermino de Pinho se zangar sair dizendo que sumiram com R$ 100.000,00 do carnaval e s√≥ deixaram 80 mil. Agora, qual foi o nome mais pronunciado? Isso √© mentira, os recursos alocados s√£o do pr√≥prio contribuinte, √© dinheiro p√ļblico intermediado pela prefeitura e ningu√©m fez m√°gica nenhuma para conseguir a grana, que √© do povo. Olha, mas os bastidores da chegada desse dinheiro foi coisa feia, e tinha vereador rondando para tirar uma lasquinha do dinheiro que veio para o carnaval. Andou perto de sair murro.

- Com dinheiro na conta, de R$ 3.700,00/mês, tem vereador que não está contente. Já já o povo vai saber quem são eles. Uns, querem fazer "folia" com o dinheiro do povo.
Novo Golpe
Os golpistas sempre costumam pegar pessoas desatentas, como teria ocorrido recentemente, segundo a rede de boatos, sobre um elemento que teria aplicado o golpe do peixe, mas tem o golpe do frango, também. Colocaram troncos de bananeira em um saco, boca amarrada e ofereceram a vítima como sendo peixe, provavelmente, pintado, pesando 35 kilos. Sem checar a mercadoria, o comprador pagou pelo tronco de bananeira uma quantia razoável, já pensando na famosa mojica de pintado, prato tradicional em Nobres. Bem, o baque foi duplo na semana, com a derrota do Cruzeiro na Taça Libertadores e a compra de pintado a preço de banana, mas era banana, mesmo, digamos, bananeira.
- Pintado com banana, não é um casamento perfeito, convenhamos.

Sorteio

Motoristas e motociclistas que necessitam passar pelas ruas do bairro São José tem participado de sorteio ("sui generis") para ver em qual buraco vai ter menos problema. Já quem segue a pé, tem que torcer pela boa educação dos motoristas, evitando tomar banho de lama misturada com urina e fezes de cachorro. Aliás, quantificar os buracos e os cachorros que existem nas ruas do bairro São José é tarefa quase impossível e somente com uma boa calculadora se faz isso, e com muitos dígitos. Como as chuvas vão até o mês de abril, haja paciência.

- O bairro São José já viveu dias melhores, sem os pavimentos de terceira "catchiguria" e sem a inaptidão dos governantes de plantão.

Se Essa Rua Fosse Minha...

...ia providenciar que nela fossem colocadas grades de prote√ß√£o antes do pavimento asf√°ltico, que √© para gerar mais seguran√ßa e evitar afundamentos. A cada governo vemos solu√ß√Ķes m√°gicas que surgem da cabe√ßa de determinadas pessoas com poder de mando e sem que se consulte a popula√ß√£o. Tamb√©m, a popula√ß√£o de Nobres ainda n√£o descobriu o tamanho do poder que tem e parece desconhecer o endere√ßo do MPE para reclamar das mazelas dos poderosos. Tamb√©m, com a complac√™ncia, leni√™ncia e adjac√™ncias mais de alguns vereadores, o nosso solo lunar vai continuar com a geografia que se apresenta, por conta de um 'menino', que atende pela alcunha de "El Ni√Īo". A incompet√™ncia tem tantos nomes e apelidos que nos faz at√© perder dinheiro para a folia de carnaval.

- Buraco aqui, buraco lá, estamos todos emburacados, e tomara que não apareça nenhum buraco no erário, porque é aí que a porca torce o rabo.

EmPACamento

Está em um site de notícias que: "Dos 141 municípios de Mato Grosso, apenas 20 cidades estão habilitadas para firmar novos contratos com recursos do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS)." Só terão acesso ao dinheiro do PAC os municípios e estados que cumprirem as exigências do SNHIS (Sistema Nacional de Habitação de Interesse Popular) que inclui a criação de conselhos e fundos locais de habitação de interesse social. Curioso, ao menos pra nós, é que Nobres não aparece no "G-20" dos que estão em situação regular junto ao SNHIS, onde figuram Alta Floresta, Aripuanã, Barra do Garças, Bom Jesus do Araguaia, Cáceres, Canarana, Comodoro, Jaciara, Jangada, Juína, Lucas do Rio Verde, Matupá, Nova Santa Helena, Paranaíta, Pontes e Lacerda, Ribeirão Cascalheira, Santo Antonio do Leverger, Sapezal e Vale do São Domingos. A data final para todos as providências é dezembro deste ano e o dinheiro só vai sair até 30 de junho, e a partir de então, a fonte seca.

- Para quem perdeu dinheiro para o carnaval, o alerta é oportuno.
Abordagem Abusiva

Um cidadão tem percorrido o bairro São José fazendo abordagens no mínimo curiosas. A uma pessoa se apresentou como sendo pastor de uma certa igreja e traçou um perfil pessoal e psicológico da pessoa abordada sem nunca tê-la visto antes, dizendo ser ela (a interlocutora) uma pessoa com olhar de profunda tristeza e sinais de vida infeliz, com problemas familiares. Na verdade, se faz um pré-julgamento sobre a pessoa para, após, convidá-la a "dividir" o pouco que tem com esta ou aquela igreja. Sobre o "visitante", sabe-se que ele não tem doutorado e nem pós-graduação em psicologia e nem em sociologia embora tenha uma meta mensal de faturamento para a sua igreja, do contrário será substituído por um outro "vendedor" de ingresso ao céu, e com maior lábia.

- De onde vem esse direito, de adivinhar como s√£o as pessoas, como elas vivem e o que vai no seu √Ęmago (n√£o confundir com est√īmago). N√£o Freud, meu cumpade.

Sopa ao Azar?

Na manh√£ de 09 de fevereiro, por volta das 09:30, o carro-forte de uma empresa estava parado nas proximidades da localidade de Cachoeirinha, em Ros√°rio Oeste, com as portas abertas, e dois seguran√ßas faziam as suas necessidades fisiol√≥gicas (n√£o pe√ßam especifica√ß√Ķes) nas proximidades. Se estivesse cheio de berer√©, n√£o seria dar sopa ao azar? Como estava parado sentido a uma cidade interiorana, √© de se presumir que os malotes estariam abarrotados, o que n√£o √© nada recomend√°vel, fazer esse tipo de "pit stop" √† beira da estrada, nem √† beira mar, caro Fernandinho.

- Seguran√ßa que √© seguran√ßa, c√°ga na lata mas n√£o p√Ķe a grana em risco.

Piada de Gaiato

Um acidente na √°rea central da cidade (de Nobres, √© √≥bvio!) levou curiosos para perto e teve um que provavelmente deve estar entre os 15 mais da revista Forbes (aquela, que classifica os mais ricos do mundo), dizendo sobre a ambul√Ęncia que acabara de chegar: "isso √© ambul√Ęncia ou carro√ßa?". O que precisa ser explicado e at√© hoje ningu√©m deu essa defini√ß√£o, se o hospital √© conveniado ou agregado ao munic√≠pio? Um hospital particular, que fatura do munic√≠pio h√° anos, n√£o tem ambul√Ęncia e ainda dizem que h√° leitos e equipamentos da prefeitura que est√£o nesse hospital particular desde os inesquec√≠veis anos de 97 a 2.000. Seria verdade isso? Conv√™nio com a prefeitura pra qu√™ finalidade? Ah! Para n√£o atender bem o povo. T√° explicado. Nesse caso, a carro√ßa serve, mas se quiser, tem limusine, com ar condicionado, frigobar, motorista engravatado, dvd a bordo, freios ABS e ouvidos sobressalentes, que √© para ouvir asneiras, em dobro.

- E por falar em conv√™nio entre o p√ļblico e o privado, h√° quem sirva a dois senhores e a um deles pode estar faltando... a quem paga impostos e os bons sal√°rios de todos. N√£o?

Piada de Gaiato II

Sabe aquela pessoa curiosa, que se nutre de fatos (ver√≠dicos ou n√£o). Pois √©, tem gente que fica √† frente hospital aguardando acontecimentos nefastos e quando isso ocorre, nem espera os profissionais da √°rea da sa√ļde abrir a porta da ambul√Ęncia, que √© aberta pelo curioso. √Č o c√ļmulo, se √© que absurdo tem c√ļmulo. Ainda h√° ran√ßos de prov√≠ncia por aqui e pensamentos arcaicos, assim, do tipo: "pimenta no c... dos outros √© glicerina; no pr√≥prio... arde.

- Curiosidade matou um gato... por ociosidade e falta de banho.

Eu & Eu

A ingenuidade do ex-professor Osvaldo Sobrinho, reserva de senador, é qualquer coisa primária e antípoda. Ele pagou a si mesmo como forma de justificar a verba indenizatória a que tem direito na titularidade de senador em lugar de Jaime Campos. São 13 mil reais dos 83 mil disponíveis gastos com a Alvorada FM e Publicidade, pertencente à Organização Osvaldo Sobrinho e de R$ 12 mil à Rede Meridional de Radiodifusão e às Rádios Meridional AM e FM, de propriedade do mesmo prof. Osvaldo, parente próximo do erário. Mais de 5 entre 10 políticos são donos de veículos de comunicação, aqueles que falam bem deles mesmos. Os veículos de mídia que não estão em mãos dos políticos, a maioria depende deles (os políticos) para sobreviver embora apareça um ou outro tirando uma onda de imparcial aqui no Mato Grosso.

- Pagar a si com dinheiro do erário, aí, tudo é mais fácil. "Osvaaaaaaldo, não fale assim com mamãe", bordão de folhetim televisivo. Nessa aula, o prof. se superou.


Sem Absorção

Depois n√£o digam que n√£o avisei. O deputado Jos√© Riva, quando esteve em Nobres, no gabinete do prefeito para uma reuni√£o com o "time" progressista local, disse que √© preciso fazer pol√≠tica e administrar, concomitantemente. Parece que a informa√ß√£o (altamente valiosa) entrou por um ouvido e saiu por outro lado. Se n√£o √© pol√≠tica, ao menos uma postura de bons vizinhos os assessores do governo do dr. Z√© Carlos poderiam ter, oferecendo sombra e √°gua fresca (ao menos isso) aos visitantes, dia 05/02. Eles trouxeram duas m√°quinas e dois caminh√Ķes que somam mais de 1,3 milh√£o e n√£o custava armar tenda, oferecer picol√© e √°gua gelada a ningu√©m menos que o futuro governador e ao atual presidente da Assembl√©ia Legislativa de Mato Grosso.

- A recíproca não foi verdadeira e o fato nos remeteu a uma brincadeira de amigo oculto, em que se ganha um terno e dá-se um lenço ao amigo, que deixa de ser oculto para revelar-se, um avarento (não confundir com lazarento), por vezes.

Ao Dicion√°rio

Aur√©lio Buarque de Hollanda ou Austreg√©silo de Atha√≠de devem ter se revolvido no sarc√≥fago onde sem encontram embora sem terem (ambos) a oportunidade (rara) de ouvir publicidade volante do governo municipal para a recep√ß√£o ao governador. "Dois caminh√£o" √© mais de um; "dois caminh√£o e duas patrol que ser√£o incorporado" ao patrim√īnio da prefeitura e foram doados pelo "governad√ī". Quanto custou o maquin√°rio? Aproximadamente R$ 1.350.000,02 (bem pr√≥ximo, assim, n√£o h√° risco de colis√£o?). E naquela faixa apareceu uma tal de "cometiva" que, presume-se, seja alguma deriva√ß√£o de bando que s√≥ vem para "comer".

- N√≥is √© do interi√ī, mas n√≥is num √© besta, n√£o!

N√ļmeros Eletrizantes

No Brasil caem 57 milh√Ķes de raio por ano e em nove anos (2000/2009) 1.321 pessoas morreram com o fen√īmeno, sendo 81% das v√≠timas homens e 19% mulheres. Nesse per√≠odo, em Mato Grosso, 73 pessoas morreram, com MT ocupando o s√©timo lugar no ranking por morte com 6, 8 milh√Ķes de quedas de raio registradas em nosso estado. A probabilidade de morte por raio em MT √© de 29 chances em um milh√£o. Especialistas no assunto recomendam que em caso de chuva, geralmente seguida de quedas de raios, o correto √© buscar abrigo em lugar fechado em seguro, evitando estar em locais abertos e descampados, perto de objetos met√°licos, de fia√ß√Ķes ou usando aparelhos eletroeletr√īnicos.

- O Brasil detém o recorde mundial de recepção de descargas elétricas. E o jeito é meso se esconder, de acordo com a Revista Veja, de 10 de fevereiro de 2.010.

O Exorcista, Number Three

Na carreata (ou seria "m√°quinata?") para mostrar m√°quinas e caminh√Ķes que ser√£o incorporados √† frota municipal, o foguet√≥rio comeu e tinha gente dizendo que um dos fogueteiros "saiu ao antecessor", feito chineses em sala de aula. Mas... p√©ra a√≠, igual ao Z√©z√£o? N√£o foi bem assim, mas uma reencarna√ß√£o daquela lend√°ria figura de antanho.

- Chamem um exorcista, por favor, o fogueteiro está possuído.


Papagaio de Pirata

O que deu de peru de fora na avenida do CPA, durante a entrega de caminh√Ķes e m√°quinas, n√£o era pra brincadeira. At√© quem n√£o era prefeito, tirou uma onda (e fotos, tamb√©m) ao lado dos equipamentos e junto com o governador Blairo Maggi, hoje, bastante popular e acess√≠vel. Ali√°s, o governador sempre foi acess√≠vel a fotos com admiradores. Tinha ex-prefeito com saudades do poder, circulando pelo ambiente como se ainda estivesse √† frente de uma prefeitura. Isso nos faz lembrar aquela m√ļsica, do tamb√©m inimit√°vel Chico Buarque (do Brasil e n√£o de Hollanda): "governou daquela vez como se fosse √† √ļltima...", deixando atr√°s de si um rastro de insatisfa√ß√Ķes.

- N√£o que um popular n√£o DEVA IR a um evento de tamanha envergadura.

Alfinetadas

O ex-prefeito Devair Valim, a julgar pelos seus √ļltimos rompantes, parece que passou uma borracha no pr√≥prio passado pol√≠tico, e tem dedicado boa parte do seu tempo a interagir atrav√©s de coment√°rios no site RDNews. Ele resolveu seguir a linha de pensamento de seu mais novo padrinho pol√≠tico, Gilmar Fabris, e postou coment√°rio em mat√©ria que condena a alian√ßa PSDB/DEM. Devair diz que o prefeito de Cuiab√° √© "contador de hist√≥rias", repetindo o que j√° dissera alguns governistas estaduais. Uma das hist√≥rias que Wilson Santos contava muito quando era deputado federal, versava sobre os cheques sem fundo do ent√£o prefeito de Nobres. Tudo por causa de um certo recurso que veio para o PGR (Programa de Renda M√≠nima) na gest√£o de Devair e que foi parar no TCE/MT.

- Vai daí que WS resolve voltar a contar "causos" sobre Nobres.

Ontem e Hoje

Em novembro de 2.004, logo após levar a segunda "taca" de Flávio nas urnas, Devair posava de amigo de Wilson Santos, provavelmente, pelo apoio que WS teve de Bosaipo e da vereadora Lueci Ramos. Agora, tornou-se a repetição da voz de Gilmar Fabris contra a aliança entre DEM e PSDB. Se os cacifes de Devair e de Gilmar Fabris forem maiores que os de Rodrigo Maia (DEM/RJ), do senador Agripino Maia (DEM/RN), do governador de São Paulo, José Serra, a aliança não sairá. Mas, será que WS dará ouvidos a um ex-prefeito? Faltou aquela rádio, do Caribe, de Jack Sparrow, em cujo microfone o ex-prefeito, em 28 de fevereiro de 2.003, fez comentários ameaçadores contra a direção deste jornal; seria uma forma de dar eco aos planos do ex-prefeito contra ninguém menos que Wilson Santos.

- Um valete, sem par, contra um coringa, dois pares e dois jogos; quem tem cassino manja dessa parada e até bate com as dez.

Gente Fina

Nas nossas entrelinhas ocorrem equ√≠vocos e at√© erros de interpreta√ß√£o da parte de alguns leitores. Por exemplo, em nenhum momento houve a cita√ß√£o do nome da competente e respeit√°vel Cris no epis√≥dio comentad√©rrimo do "bafana bafana". Pelo contr√°rio, Cris sempre costuma tratar os seus semelhantes de maneira igual, respeitando os princ√≠pios que norteiam a administra√ß√£o p√ļblica. Para qualquer d√ļvida, esclarecemos que pode estar havendo algum erro de interpreta√ß√£o da parte de leitores, o que √© perfeitamente compreens√≠vel, mas, longe de associar o nome de Cris aos fatos. Ainda assim, pedimos escusas pelas interpreta√ß√Ķes de outros.

- Diante de toda perturbação, cala e espera, ajudando sempre.

Impacto Ambiental

Quando alguém fala em impacto ambiental na iminência de uma construção grandiosa, logo é visto como chato. A pavimentação da MT-010 produziu um certo impacto ambiental na fauna existente em seu entorno. No novo trecho, entre Acorizal até a ponte sobre o rio Cuiabá, em Rosário Oeste, é comum ver bichos mortos à margem da rodovia por atropelamento. Recentemente, um campeiro, o bicho veado, saltou do mato para a pista e foi atropelado. Um belo espécime da nossa fauna, belo e saltitante, percorrendo campos e matas nessa região. Nada a ver com aqueles espécimes muito procurados por este ou aquele vereador lá pelas bandas do Zero km. Desses que são atropelados na rodovia estadual, eles não organizam nenhuma parada e não ficam no armário, pelo contrário, saem em busca de comida e não de ser comido.

- Vale lembrar, ambos causam impacto, uns pela beleza e outros pelo hábito, que não é o de um monge.

Impacto

Ficou feio "pra birro" (ou pra burro) a fala de uma alta patente militar quando disse que homossexual n√£o tem voz de comando e n√£o pode ocupar posto de comandante nas for√ßas armadas. Cruzes, seu guauda, choooooqueeeei!". A√≠ sim, √© discrimina√ß√£o demais, demais, dizer que por trejeitos o camarada n√£o √© capaz de dizer: "meia volta, volver". Olha, a declara√ß√£o da alta patente militar ecoou pelo Brasil e mundo afora e est√° tirando muita gente do arm√°rio, revoltada com o machismo do militar. Isso, na Fran√ßa, seria um esc√Ęndalo. Pelotas √© um alvoro√ßo s√≥; em Campinas o bicho pegou; em VG, o Zero km escandalizou; em Diamantino, brados de revolta ecoam. N√£o fosse a manifesta√ß√£o discriminat√≥ria dita por uma alta patente militar, o BBB 10 entraria em greve de sil√™ncio por tempo indeterminado.

- Quem tem c... tem medo, agora é consertar o desatino e entrar em forma para a ordem unida: "cor de rosa choque, esquerda, volver".


No Pantanal

Um grupo de vereadores de Nobres derrapou na curva, digo, patrolou o local do evento onde se realizaria o final da solenidade de entrega dos caminh√Ķes e m√°quinas doados pelo governo do Estado. Estranhos no Ninho cuiabano, o grupo foi parar no Shopping Pantanal, tamb√©m um endere√ßo badalado; poderiam parar no Grande Templo e orar pelo fim da m√° sorte dos √ļltimos dias. N√£o deixou de ser um erro providencial, podendo trazer algumas lembrancinhas para os eleitores, afinal, a campanha j√° vai come√ßar.

- Adão se sentiu no paraíso, apreciando um bolinho de bacalhau acompanhado de um chopp da Brahma. Isso sim, é firmi (e) ino... para o endereço errado.

Carnaval

O local de realiza√ß√£o do evento carnavalesco vai ser mesmo a Pra√ßa de Eventos "Neko Santos", em frente ao est√°dio "Baliz√£o". Na cidade de C√°ceres, o carnaval sempre aconteceu √† Pra√ßa Bar√£o do Rio Branco, em frente ao templo Cat√≥lico Catedral de S√£o Luiz, tendo na outra margem do local p√ļblico o Col√©gio Imaculada Concei√ß√£o. Em Nobres, a pra√ßa de eventos criada por lei municipal deve mesmo permanecer como local de refer√™ncia a eventos art√≠sticos, pol√≠ticos, culturais, religiosos e sociais, desde que n√£o seja local de estacionamento a carretas e ao funcionamento de prost√≠bulos. Era comum e isso ainda n√£o mudou, ver preservativos jogados pelas arquibancadas e no interior da pra√ßa de esportes. A vantagem nisso tudo √© que o pessoal est√° se preservando, usando camisinha. De sorte que ainda tem camisinha para "vestir" certas coisas exageradas...

- ...cadê a motosserra, tem madeira em pé e é madeira para pilão.

Diamante Negro

Aquela lo√ß√£o preferida pelos bregas dos anos 60 e 70, que era um exagero nos desfiles da mui√©rada na pra√ßa naqueles idos anos... cheirava que ardia e n√£o chegava a ser um Pacco Rabanne e nem um Gabriella Sabatinni, mas era um perfume. O problema √© que todo perfume, com a tampa aberta, se perde no ar. O "G-5" parece ser vol√°til e com todos os sinais de que pode desaparecer nos pr√≥ximos dias. A primeira gota desse frasco j√° caiu, digamos, o vereador Joel J√ļnior parece querer tomar outros ares e tem gente olhando para ele de soslaio. N√£o convidem para a mesma mesa todos membros do "G-5"; o rebanho parece estar se dispersando. Temos aqui uma informa√ß√£o privilegiada de como foi os bastidores da elei√ß√£o de Beto Valandro, em 01 de janeiro de 2.009.

- Oh! Chente, que arrepio. Seria alergia a perfume.


Descentralização?

O cuiabano tem esse neg√≥cio de "diz que fulano de tar levou uma surra da mui√©". √Č a fofoca e sempre come√ßa com "diz que", mas, falando nisso, "diz que a sa√ļde de Ros√°rio t√° sendo descentralizada, √©?". Parece que sim e n√£o por √© por acaso que est√£o sendo enviados v√°rios pacientes para fazer exames de radiografia em Nobres. Ah! Assim, realmente √© um promissor processo de descentraliza√ß√£o: fa√ßo a despesa e voc√™ as paga pra mim. Coisas de socialite quando vai √†s compras munida de um cart√£o de cr√©dito.
- Foda-se quem paga as contas. A isso se dá o nome de "descentralização de problemas".
Hipertensão/Contraposição

Especialistas em Medicina recomendam agilidade no tratamento de casos cardíacos e reiteram que quanto mais rápido e eficiente o tratamento de paciente com problemas de hipertensão, menores serão os efeitos da causa. Como em Nobres tudo é diferente e anda na marcha ré, contou-nos um paciente que buscou o hospital conveniado por estar com dores no peito, provavelmente, com uma crise hipertensiva. Chegando lá, por volta das 09:00 horas, esperou até às 15:00 horas para ser atendido, sem nem um medicamento, sem nem um copo d'água e, muito pior, sem nem uma palavra de conforto ou ao menos um sorriso de uma atendente. Foi salvo pela Providência Divina (não confundir com previdência) e quando chegou o socorro, a pressão arterial foi voltando a níveis normais, que nem precisou da atenção de um médico(a), cheirando a tabaco.

- Do que se depreende: Jesus salva, mesmo.


Abaixo de Los Hermanos

Algu√©m para nos esclarecer sobre os dados divulgados atrav√©s do relat√≥rio da Unesco "Educa√ß√£o para Todos", que coloca o Brasil na nada invej√°vel 88¬™ coloca√ß√£o no ranking de desenvolvimento educacional? Na nossa frente est√£o nada mais, nada menos que Bol√≠via, Paraguai e Equador, o que serviria para deixar qualquer professor constrangido, principalmente √†queles que gostam de dar shows de sapi√™ncia quando o assunto √© or√ßamento p√ļblico. O Brasil n√£o est√° numa posi√ß√£o de toda t√£o mal quando se aponta que na terra do verde e amarelo, at√© a alfabetiza√ß√£o a coisa vai que nem mam√£o com a√ß√ļcar. O caldo entorna quando se passa a medir a educa√ß√£o a partir da repet√™ncia, da evas√£o escolar e do n√ļmero de alunos que chegam √† faculdade. Na Am√©rica Latina e no Caribe, o n√≠vel de repet√™ncia √© de mais de 4% enquanto que no Brasil andamos perto dos 19% de repet√™ncia.

- Que passa, hombres e mujeres desta tierra de samba e futebol?

Abaixo de Los Hermanos II

Com o t√≠tulo sul-americano e caribenho de desenvolvimento educacional question√°vel, n√£o fica dif√≠cil saber por que muita gente est√° sendo adotada pelo time do "crack", essa droga devastadora, t√£o ou mais que qualquer fen√īmeno da natureza. Por exemplo: uma tempestade n√£o dura mais que alguns minutos e causa muitos estragos; um viciado em "crack" traz problemas por uma vida inteira. Houve um tempo em que, quem ia √† escola voltava de l√° mais comportado, mais animado e sabendo ler e interpretar texto com uma certa rapidez; de um tempo a este, professores se preocupam mais com greve, com horas/aula semanais; com f√©rias; com valores monet√°rios excedentes de fim de exerc√≠cio que devem ser repartidos com a classe; com or√ßamento p√ļblico; com emendas ao or√ßamento; e at√© com a reclama√ß√£o de que uma boa educa√ß√£o come√ßa em casa.

- A educação e os moldes familiares, eis um tema que daria um bom estudo de mestrado.

Abaixo de Los Hermanos III

Com a educa√ß√£o em √≠ndices abaixo de barriga de cobra e com um Congresso Nacional abrigando os maiores "papas" da picaregatem nacional, a cada ano recebemos o trof√©u dos piores das Am√©ricas e vamos nos bitolando com a mediocridade do ensino, at√© mesmo nas faculdades pagas. N√£o por acaso, n√£o h√° quase nenhuma diferen√ßa em determinadas peti√ß√Ķes de advogados se comparadas com certos B.O's lavrados em delegacias ou onde haja plant√£o policial. Por exemplos: "A amaz√īnia tem valor ambiental ilastim√°vel." "A natureza est√° cobrando uma atitude mais energ√©tica dos governantes." "O que vamos deixar para nossos antecedentes?" "o problema da amaz√īnia tem uma percuss√£o mundial. V√°rias Ongs j√° se estalaram na floresta." Dizem que s√£o essas p√©rolas que fazem parte do ENEM, fato que nos leva a sustentar a tese de que n√£o devemos, mesmo, atirar p√©rolas aos porcos.

- Essa n√£o √ČNEM de longe a qualidade do ensino no Brasil, que est√° em 88¬ļ lugar no ranking mundial. E vamos ent√£o √† aula de OSPB.
Segundo o Evangelho

Piadinha de mau gosto sobre os √ļltimos acontecimentos na C√Ęmara de Vereadores: "Com ele... tudo posso". Diz-se deste ou daquele funcion√°rio que estaria contra um certo grupo de vereadores. Realmente, tem gente inventiva neste mundo, nosso de cada dia. Busca-se culpados para todos os lados, mas ningu√©m ousa falar da fragilidade na gesta√ß√£o de proposituras que hoje s√£o apresentadas e amanh√£ j√° n√£o valem mais nada.
- √Č como diria Roberto, o Carlos Braga: "Olho no c√©u e vejo... Uma nuvem branca que vai passando; Olho na terra e vejo; Uma multid√£o; Que vai caminhando... Como essa nuvem branca; Essa gente n√£o sabe aonde vai".

Prestígio

Eliene disse que Riva √© um dos maiores articulistas pol√≠ticos em Mato Grosso. De sua vez, o deputado Riva reconheceu a lideran√ßa de Gilmarzinho da Ecoplan em Nobres nos √ļltimos anos. Esse papo rolou durante encontro do PP na noite de 13 de janeiro de 2,010, em Nobres. Na contram√£o dos l√≠deres progressistas, o vereador Ad√£o tem colocado em xeque o grupo do PP ao usar o nome de Gilmarzinho como refor√ßo √† sua atividade como parlamentar em contraposi√ß√£o ao governo do prefeito Z√© Carlos. Como n√£o se trata do jogo dos sete erros, o pr√≥prio deputado Riva apontou a √ļnica alternativa correta: reuni√£o para aparar arestas.

- Não terá sido aquela maçã, a causa de tudo?

Enxadrista

O vereador Joel J√ļnior parece que est√° fazendo aula de xadrez e se mostra propenso a estudar cada vez mais o jogo para poder mover as pedras no tabuleiro. Cada lance futuro do vereador ser√° pensado e repensado doravante. Tudo leva a crer que apesar de fora de moda os orelh√Ķes, algumas fichas podem cair. Como futuro bom enxadrista, Joel J√ļnior est√° estudando as estrat√©gias e sabendo reconhecer que o mandato nesse jogo √© como a rainha no tabuleiro, e que √© preciso defend√™-lo(a) a todo e qualquer custo, ainda que pe√Ķes, cavalos, torres e bispos sejam retirados do tabuleiro. Chegar ao xeque-mate... tanto pode demorar quanto pode ser r√°pido, dependendo do advers√°rio e da estrat√©gia utilizada. Como j√° foi induzido e tomou um xeque-mate na elei√ß√£o √† presid√™ncia da UCCMAT, Joel J√ļnior anda repensando seus lances e suas companhias.

- Estaria surgindo um novo vereador progressista e dado a boas companhias? Ouviremos a sutileza do tempo nessa batalha entre pe√Ķes, torres, cavalos e bispos.

Gasolina em Incêndio

Uma "guerra" entre vereadores pela presid√™ncia da C√Ęmara de Vereadores est√° em curso, desde meados de dezembro do ano passado. O chamado "G-5" tenta elei√ß√£o √† presid√™ncia com base em uma mat√©ria de autoria do vereador Vidal, aprovada em novembro de 2.006. O embate √© jur√≠dico entre o presidente Beto Valandro e um grupo de vereadores, mas estaria sendo alimentado (nos bastidores) por alguns secret√°rios municipais que n√£o gostariam do presidente Beto Valandro. Gostar ou n√£o gostar de algu√©m, essa √© uma quest√£o bem particular, mas, da√≠ a promover um choque entre Legislativo e Executivo, √© tudo de que n√£o precisaria o prefeito Jos√© Carlos da Silva que teve um ano de 2.008 bem desgastante. O prefeito demora na decis√£o de remover algumas pe√ßas do seu governo e ao mesmo tempo, precisaria chamar a uma conversinha de p√©-de-orelha aqueles que sobrarem e que estariam tentando apagar inc√™ndio com gasolina.

- Se precisar, temos os nomes aqui, numa empreitada que em nada ajudaria ao governo de Zé Carlos.

Gasolina em Incêndio II

Jogar os demais vereadores contra Beto Valandro √© tarefa f√°cil e nem precisaria da ajuda de ningu√©m, muito menos de secret√°rios municipais da administra√ß√£o do prefeito Jos√© Carlos. Venenos que se destilam contra Beto Valandro, documentos que s√£o fornecidos para aumentar a ciz√Ęnia, ser√° que isso interessaria ao governo? Se fosse por uma quest√£o partid√°ria, seria bem compreendido o comportamento, mas n√£o √©, do contr√°rio n√£o teriam descartado a vereadora Paula em dezembro de 2.008, quando ela j√° estava propensa a aceitar o convite feito por amigos para que ela aceitasse convite √† disputa a presid√™ncia. Quando aceitou o convite, Paula soube de uma contraordem e ainda assim, aceitou a decis√£o, meio a contragosto.

- Na verdade, tem gente dentro do governo querendo ser mais que o prefeito e isso não é bom para os planos futuros. Há duas hipóteses para um mesmo fato: intromissão além da competência ou falsa liderança. O Ministério da Prevenção adverte: cagão tem que se manter longe de tiroteio e usar fraldão.
Bola Cheia

O Partido Progressista bem que poderia adotar uma outra sigla, a PE (Partido da Encruzilhada). √Č que a chegada ao pal√°cio do governo passa pelo apoio do PP atrav√©s das articula√ß√Ķes de Riva. Ou d√° Jaime ou d√° Wilson, caso essa ou aquela candidatura tenha a ben√ß√£o do PP, em que pese √† falta de vontade do deputado Pedro Henry que n√£o querer nem Wilson e nem Jaime. Ele quereria quem? Ricardo Henry, por acaso? Ali√°s, a reelei√ß√£o de Pedro Henry pode estar comprometida ap√≥s o fiasco que foi a reelei√ß√£o de Ricardo Henry em C√°ceres. Quem n√£o tiver dinheiro (e muito) n√£o vai conseguir a reelei√ß√£o. E com a "ficha suja", mais complicado ficar√°; mas n√£o √© nada imposs√≠vel.

- O PP realmente está realmente grande em Mato Grosso a partir da geografia favorável criada pelo astuto deputado Riva. Sem ele, o PP só seria visto através de microscópio.

Bola Murcha

Mesmo com a alta cota√ß√£o do PP, a bola do deputado federal Eliene Lima anda perdendo ar em Nobres. O parlamentar federal prometeu que a cada ano de gest√£o do prefeito Z√© Carlos garantiria um km de asfalto para a Vila da Roda d'√Āgua e Eliene j√° est√° 1 km atrasado em rela√ß√£o ao que falou. Para a cidade de Nobres, nada se viu de produtivo atrav√©s da gest√£o pol√≠tica do parlamentar e desse engodo o povo j√° est√° cheio. Sorte de Eliene √© que tem um Riva para carreg√°-lo nas costas por onde quer que se v√°.

- De mel na chupeta, deputado, o povo est√° enfastiado.

Vereador dos Milh√Ķes

O vereador Manoel Fermino Pinho (DEM), de estilo populista, tem dado destaque a discursos em que aborda valores astron√īmicos ou d√° √™nfase a cita√ß√£o do milh√£o sem a devida quantifica√ß√£o do que fala. Por exemplo: 4 milh√Ķes para a duplica√ß√£o da avenida Get√ļlio Vargas sem nem ao menos saber se a rodovia ainda continua sob jurisdi√ß√£o federal ou se j√° foi municipalizada. Falou em "milh√£o" para a recupera√ß√£o do centro comunit√°rio, dinheiro que Jaime Campos conseguiria e o pr√©dio continua l√°, esqueleticamente perecendo. Ele tem sido pr√≥digo em querer dar aumento ou vantagens para a classe do funcionalismo p√ļblico, fazendo gerar despesas ao Executivo. Mas, voltando ao assunto da Get√ļlio Vargas, que tipo de com√©rcio estaria interessado na duplica√ß√£o da avenida quando ela j√° √© duplicada na √°rea comercial? A via p√ļblica √© municipalizada ou ainda estaria federalizada?

- O vereador Democrata anda dando cartas e jogando de mão... assim, a caixeta é dele, sempre dele, da casa, digamos. Diz aí, Lombardi: Oi! Silvio, já não falo mais.


Sem Presidência

Soa como o mais absurdo dos absurdos interesses, um vereador sair dizendo que haveria invas√£o da sede do Parlamento municipal de Nobres no dia 01 de janeiro de 2.010 para for√ßar a realiza√ß√£o de elei√ß√£o √† presid√™ncia da Casa. O Parlamento representa um dos tr√™s poderes e n√£o se trata de um ambiente qualquer que possa ser apossado por este ou aquele, cujo interesse seja meramente pessoal. Quem disse isso deveria assumir publicamente a posi√ß√£o e se mostrar, por inteiro. √Č importante lembrar, mesmo para aquele que comprou voto para se eleger, que todo poder vem do povo e a C√Ęmara de Vereadores n√£o √© a "casa da m√£e joana".

- Tinha gente falando pelos cotovelos nos √ļltimos dias de dezembro.

Coerência

Em meio ao imbr√≥glio criado a partir da luta pela elei√ß√£o √† presid√™ncia da C√Ęmara de Vereadores, Joel J√ļnior (PP) parecia o mais sensato ao comentar que n√£o tinha diverg√™ncias com o presidente Beto Valandro e buscava apenas direitos de pleitear uma disputa em obedi√™ncia a acordos feitos. Nada mais. O vereador Joel J√ļnior disse desconhecer qualquer atitude de estranhamento ou de pretensa agress√£o ao colega Beto, conforme informa√ß√£o que foi repassada a um jornal de Cuiab√°. As diverg√™ncias podem ocorrer, mas nada que interfira na rela√ß√£o entre pessoas da mesma cidade, √© assim que deixou transparecer Joel J√ļnior.

- Respeito m√ļtuo, eis um bom sinal de como fazer pol√≠tica.

Gol Contra

O vereador Ad√£o Valdinei Pereira (PP), dizem por a√≠, anda disseminando que uma certa bomba iria estourar. A insinua√ß√£o estaria ligada √† gest√£o do prefeito Z√© Carlos, tamb√©m do PP. Ad√£o estaria se especializando em falar muito e ouvir pouco, fato que lhe tem trazido alguns dissabores e pode comprometer o seu trabalho enquanto parlamentar. Ele tem duas op√ß√Ķes, ou se mant√©m politicamente de forma coerente ou faz oposi√ß√£o ao governo. Ao optar pela segunda hip√≥tese, estar√° contra a pr√≥pria fam√≠lia. Se ficar com a primeira op√ß√£o, ter√° que ser discreto, franco e respons√°vel nas afirmativas, evitando que as suas pron√ļncias saiam pelos cotovelos. A ficha do parlamentar ainda n√£o caiu, mas quando cair, vai ver que o seu poder √© limitado e est√° limitado aos interesses de um grupo pol√≠tico.

- Esse negócio de "bomba", é só puxar o pino de segurança e deixar o artefato explodir, sem ameaças e sem meias palavras.

Tudo ou Nada

√Č lament√°vel o estado das ruas do bairro S√£o Jos√© e as respostas ter√£o que ser dadas neste ano (2.010), ainda no primeiro semestre, ainda que todos os esfor√ßos sejam redobrados em favor da recupera√ß√£o das vias p√ļblicas em estado de decomposi√ß√£o. Infelizmente, o quadro √© ca√≥tico e n√£o se fala em outra coisa no bairro e entre os motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres que trafegam pelo bairro, entre as ruas Almerinda, Mato Grosso e Niva Matos, al√©m da Tom√© de Campos, nas proximidades do PSF do S√£o Jos√©. Apesar de ter herdado, o estado das ruas vem sendo o calcanhar de Aquiles do governo do prefeito Z√© Carlos.

- Seria uma espécie de SOS São José.

Bola Quadrada

O secret√°rio estadual de Esportes e Lazer, Baiano Filho e o adjunto La√©rcio de Arruda, deixar√£o um estrago t√£o grande na pasta que ser√° dif√≠cil de o contribuinte ser ressarcido do "rombo". O Projeto Segundo Tempo foi para os quiabos e as compras de material esportivo que eram realizadas em Sinop, segundo o TCE/MT., n√£o passavam de "aquisi√ß√Ķes" de notas. A Delegacia Fazend√°ria j√° esmiu√ßou muita coisa e muita coisa ainda vai aparecer. Os dados relativos a 2.008 apresentam erros prim√°rios como √† cita√ß√£o feita sobre o processo n¬ļ 61620/2009: "o secret√°rio depois consegue notas em branco de conhecidos no interior do Estado..., para prestar contas dos suprimentos de fundo". √Č sobre o Funded, onde coisas inimagin√°veis teriam ocorrido.

- O Governo do Estado passou ao secretário uma bola redondinha e a dupla Baiano/Laércio devolvem "la pelota" mais quadrada que dado. Troca Silval, troca logo.

Celebridade

Todo artista tem que estar onde o povo está, frase bastante utilizada e conhecida entre os produtores de arte. Mas tem uma que deveria ser bem lembrada por algumas pessoas, a que diz: "longe do trabalho quem nada está fazendo". Quem contrata determinados pedreiros para trabalhar, pagos por dia de trabalho, é certo que vai ter prejuízo com alguns, dados a bater-papo em plena hora de atividade; é o pedreiro que gosta de "dar entrevista", descendo da escada ou abandonando o instrumento de trabalho para contar lorotas ou para ouvi-las. No quarto dia do ano de 2.010, por volta das 07:00 horas, tinha um com o instrumento de trabalho na mão (e em desuso), contando tudo sobre os eventos do Natal e do Ano Novo, nas proximidades da Praça da Matriz.

- Nem todo dia é dia de índio.

"devair valim de melo | 06/01/2010 00:52

senhores, senhoras, crianças do meu Brasil (comprimentaçao do sarney quando presidente), vejo tanto jogo de sena nas vesperas de eleiçao uns falando mal outros poucos bem, so que nao esqueçao que os politicos sao filhos da sociedade ipocrita que somos. sao tantas pessoas honestas que cuida do nosso pais nos quatro poderes constituidos, e os que sempre critiçao e aqueles frustrados, derrotados, fausos profetas,e que nem com muito dinheiro chega em algum poder, so o de criticar. Mais o que me entristece e a IPOCRESIA de alguns que comentao aqui sem saber onde esta a verdade. sao papagaio vive comento na mao dos outros e nunca sera niguem porque nao respeita as pessoas e nem a si proprio,,,, cuidado com voces mesmos. ooooooooookkkkkkkkkkkkkkkk."

- O comentário acima foi postado, supostamente, por alguém que assina com o nome do ex-prefeito de Nobres e está no site RDNews, conforme data acima, e o assunto em tela é o livro do jornalista Palmério Dória, denominado "Honoráveis Bandidos", que fala sobre o poder da familiocracia dos Sarney e do envolvimento de Dante de Oliveira e de Armando de Oliveira em suposto enriquecimento ilícito, como está no livro. O Devair que assina o comentário postado sai em defesa de Dante e Armandinho.

De Cotovelo em Cotovelo

Os meses de novembro e dezembro de 2.009, parece que foram reservados a uma descoberta em Cuiabá, que na gestão de Wilson Santos foi vendida uma travessa ao pessoal do Atacadão, a Travessa do Cotovelo. A travessa virou estacionamento e hoje, o estacionamento é pequeno para os clientes da empresa, e mais adiante funciona uma garagem de compra e venda de veículos. Esse negócio de vender rua não é novo. Em Nobres, um ex-prefeito tentou vender uma rua e a transação foi descoberta e frustrada. Bem! O dinheiro da entrada nunca foi restituído, segundo se apurou e quem levou "banho" foram os empresários.

- Oh chente! Meu Jesus Cristinho, foi mesmo?

De Cotovelo em Cotovelo II

Qual a diferen√ßa entre vender uma rua e colocar dinheiro nas meias ou ficar com dinheiro de conv√™nio com o Governo Federal? A ocasi√£o far√° o Ali Bab√° da mesma forma. Se fosse um pobre coitado na condi√ß√£o de civil, roubando uma galinha, seria denominado de meliante; investido em cargo p√ļblico, colocando dinheiro na meia, a nomenclatura √©: absor√ß√£o de repasse para aquisi√ß√£o de panetone". Vender rua n√£o √© nunca foi proibido, desde que se saiba qual o destino que ser√° dado ao valor da transa√ß√£o imobili√°ria e que se fa√ßa isso com muita transpar√™ncia, isen√ß√£o e responsabilidade.

- E por falar nisso, vale a pena ler o lançamento do jornalista Palmério Dória, o livro "Honoráveis Bandidos", tendo José Sarney na capa, de óculos escuros, feito Don Corleone. O conto passa por Mato Grosso.

Caminhos Desiguais

O Partido Progressista, em Nobres, espera fechar quest√£o em torno do nome de Riva √† sucess√£o. De outro lado, o ex-prefeito Fl√°vio Dalmolin deve pedir uns votinhos para o amigo Cidinho (ex-prefeito de Nova Maril√Ęndia) que ser√° candidato a deputado estadual. J√° o ex-prefeito Devair Valim, dizem, estar√° trabalhando em prol da candidatura de Gilmar Fabris, de Rondon√≥polis, e que nunca veio a Nobres. H√° uma corrente que correr√° em favor do nome do deputado Guilherme Maluf (PSDB), bastante forte em Nobres. Resta saber se todos os vereadores do PP fechar√£o quest√£o em torno do nome de Riva, al√©m de secret√°rios municipais.

- Teoricamente, Fabris é o mais desconhecido por aqui.

Last Updated ( Saturday, 16 October 2010 14:35 )  

TRINCHEIRA LII

Tenso Os poderes est√£o em clima de beliger√Ęncia e o que mais se ouve e se v√™ na m√≠dia s√£o frases atiradas ao vento com o efeito daquelas faltas que o velho e saudoso Didi ‚ÄúFolha Seca‚ÄĚ batia... com muito efeito... as faltas cobradas, √© claro. J√° as frases, s√£o meramente especulativas e pr√

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Administrar um munic√≠pio nem sempre o √© pela √≥tica do hoje, deixando que amanh√£ tudo se resolva, ‚Äúautomaticamente‚ÄĚ. N√£o. N√£o se trata de uma frase solta e meramente subjetiva, mas uma gest√£o tem que ser pol√≠tica e administrativa, de modo que se olhe um pouco mais adiante e se vislumbre o
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