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Tribuna de Nobres

20/02/2018
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As “minas” de Nobres

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O município de Nobres esconde um enorme tesouro, encravado na exploração mineral e que gera um dos principais produtos para a atividade que fomenta o agronegócio. O calcário extraído aqui há décadas sem que esse “produto”, altamente necessário para as ricas lavouras de produção de grãos, traga tantos benefícios assim para o município. Mas não é apenas o calcário quando temos a extração de minerais que se tornam úteis para a construção civil, para a produção de massa asfáltica, para a fabricação de gesso e massas diversas.

Contudo, esse “tesouro” extraído daqui também enfrenta dificuldades com a sonegação e o passar dos anos não tem trazido a preocupação de trazermos luz a essa realidade, de que necessitamos dos impostos para a melhoria da infraestrutura urbana, da implantação de melhorias estruturais em ruas do nosso bairro e, principalmente, de uma educação ambiental capaz de modificar o nosso modelo de vida em comunidade, onde prolifera o descaso para com o meio ambiente e essa responsabilidade é transferida para o poder público, como se este fosse o único responsável pelo que temos em termos de cidade limpa e bem cuidada.

Nem buy kamagra é o poder público o único responsável e nem os cidadãos são tão isentos assim de dar a sua contribuição para uma cidade melhor. A responsabilidade é de todos, principalmente daquele que trata a própria cidade como um lugar qualquer e se desfaz do lixo no terreno mais próximo.

Mas, voltando ao assunto da sonegação de impostos, ela está evidente naquelas empresas que deixam de recolher os impostos sobre a extração de minerais e se utilizam do subfaturamento para evitar o recolhimento de impostos reais aos cofres municipais. Há acúmulo de valores que ninguém ousa reaver e o resultado dessa inépcia é uma cidade pouco estruturada, com muitas ruas carentes de infraestrutura básica.

Passam-se buy clomid os dias e os anos e o município sempre às voltas com a sonegação que também se espraia para o setor turístico a espera de medidas judiciais que sejam se não duras ao menos condizente com a necessidade de se ter nos cofres públicos o que é devido.

Imposto devido não é favor e cabe também aos nossos parlamentares municipais uma análise da ineficácia das ações que possam garantir avanços nas medidas protetivas em relação ao imposto devido. Se temos impostos a receber, por que deixar de lado e esperar o tempo passar?

Nós não podemos (e não devemos) crer que o imposto devido seja uma dádiva, mas é um dever dos devedores em relação ao município e o setor que trata dessas questões deve ter números que nos levem a acreditar que temos um tesouro e dele não dispomos por desinteresse.

E buy propecia ninguém precisa se tornar um Allan Quatermain dos dias modernos para ir buscar esse tesouro seja em que mina for... ainda que seja de um novo Rei Salomão, lembrando a todos que estamos em Nobres e não em um “mundo perdido” como o das fábulas do romance de Henry Rider Haggard.

Desta buy priligy vez, a “insurgência” tem que ser daqueles que se interessam por um município melhor, com melhor qualidade de vida para todos. E como o desenvolvimento só acontece com investimentos, nada como correr atrás dos recursos que temos e que dispomos.

 

TRINCHEIRA LIII

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