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Tribuna de Nobres

22/07/2017
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Sistema público municipal de Saúde precisa passar por avaliação aprofundada

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logoEsusA ex-contadora e ex-candidata a prefeita, Maria de Lourdes, morta em acidente automobilístico em agosto de 2012, chegou a comandar administrativamente o hospital conveniado e foi uma das primeiras a avaliar que o modelo de gestão do sistema público de saúde do município estava ultrapassado, tendo como termômetro a finalidade principal do município, a atenção básica, com toda carga de atendimento recaindo sobre o hospital privado.

Perspicaz nas suas avaliações, a contadora deixava antever que o trabalho preventivo precisava ser melhorado. E muito antes dela, por volta de 2.007/2.008, a então secretária municipal de Saúde, Maria Sidnei Modesto, bateu de frente com a direção do hospital, criando um PA (Posto de Atendimento) dentro da estrutura administrativa municipal, por conta de pressões financeiras e atendimento incompatível com os investimentos públicos.

São buy clomid online posições divergentes entre uma e outra, mas que coloca o sistema público de saúde em xeque. Dona Maria de Lourdes era de entendimento que a prevenção mal executada recarregava o hospital conveniado. A secretária Neidinha via como descaso o atendimento realizado pelo hospital privado.

A buy levitra online proposta de Neidinha, avaliada como positiva e acatada pelo então prefeito Flávio Dalmolin, começou a ser pressionada por um vereador, à época, dizendo que os gastos com o PA eram exorbitantes. Esse vereador era Waner Rondon, autor de alguns requerimentos em que apontavam despesas abusivas com alimentação.

Entre clomid online 2.007 até o dia 02 de outubro de 2016, estabeleceu-se uma confusão, sem medida do absurdo, em que estiveram no mesmo barco, na campanha política, integrantes da direção do hospital e ex governistas, defendendo uma mesma candidatura, a de um médico que integra a equipe do hospital no atendimento exclusivamente particular. Entre estes, o ex-prefeito José Carlos da Silva, que deixou dívidas, de mais de R$ 500.000,00 com o hospital conveniado, de acordo com dados de cobrança apresentados em 2013 pela direção do hospital.

Em meio a esse cenário, de outrora e o atual, a administração do prefeito Gilmarzinho da Ecoplan não realizou esse diagnóstico em relação ao sistema público municipal de saúde, tendo como causa principal a avaliação negativa de sua gestão na área da saúde pública.

E vejam só quem explorou esse “nicho”, exatamente os ex-prefeitos que enfrentaram os mesmos problemas e também deixaram de fazer realizar um diagnóstico do sistema, que se apresenta “enfermo”.

O futuro prefeito terá que fazer uma checagem aprofundada do setor, não como forma de promover uma “caça as bruxas”, mas para conhecer o sistema por inteiro e como funciona. Como a saúde preventiva funciona a partir das agentes comunitárias de saúde, quais são os funcionários que realmente trabalham a partir da avaliação de atestados médicos e suas procedências, como os servidores atendem o cidadão, como funciona a farmácia municipal e como ocorre a distribuição de medicamentos, como se faz a compra, qual a data de validade?

Ainda que se gaste, é preciso ter uma ouvidoria ativa e eficiente dentro do sistema público municipal de saúde e junto ao hospital conveniado, que não tenha nenhuma cor partidária e que ouça, de fato e por direito, o munícipe.

O buy priligy secretário de Saúde da nova gestão terá que ter perfil linha dura e que não se comprometa apenas em se alinhar com os “colegas” ou que se mantenha alheio ao tamanho do problema que terá pela frente.

Não propecia online que Nobres seja um caso isolado em termos de Mato Grosso e Brasil, até porque, o nível de eficiência do sistema nacional de saúde é de muito investimento e de baixa qualidade no atendimento ao cidadão.

“Esse anseio tem várias explicações. Uma importante é que o SUS projetado, concebido e desejado é bastante diferente daquele com que nos deparamos no cotidiano. O governo tenta explicar que é por causa da falta de médicos, porém precisa ser claro com a população e dizer, por exemplo, quanto o SUS paga por uma consulta de um pediatra, de um ginecologista (menos de R$ 3). O povo precisa saber, ainda, quanto o SUS paga por uma cirurgia de adenoide-amígdala (R$ 183,41), para retirar o apêndice (R$ 161,03) - esses valores incluem cirurgião, assistente e anestesiologista -, para uma curetagem uterina (R$ 67,03), para uma ultrassonografia abdominal (R$ 24,20), para um raio X do tórax (R$ 14,32)”.

“O governo precisa dizer em quantas cidades não se consegue fazer um hemograma ou uma ultrassonografia de qualidade. Aí, sim, dizer de quantos médicos o Brasil precisa, em quais especialidades/áreas do conhecimento, para trabalhar onde, em que condições e com qual remuneração”.

Quem diz isso é Florentino Cardoso, presidente da Associação Médica Brasileira, em recente entrevista ao Estadão, de São Paulo.

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